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  1.  # 261

    Então a questão a levantar aqui é: que provas tem que a vacina não limita minimamente a transmissibilidade do Covid?

    Creio que é claro que quem defende a obrigatoriedade da vacina acredita (como eu, aliás) que só com imunidade de grupo se poderão erradicar surtos.

    Quando se fala no Sarampo, em nada queremos saber da tecnologia da vacina, mas sim que, graças às vacinas e à consequente imunidade de grupo conseguida, conseguimos viver sem surtos de Sarampo (quem diz Sarampo, diz Tuberculose ou outras doenças que estão controladas pelas vacinas).

    A mesma tese aplica-se à vacina do Covid: temos menos casos graves e menos mortes. Se a transmissibilidade reduz-se nem que seja em 10%, a meu ver já merece que eu tome a vacina... se não for por mim, que seja pelo bem da comunidade em que vivo.

    Na minha casa temos a festa da vacina: o meu pai a AstraZeneca, o namorado a Pfizer e eu a Moderna (só temos a 1a dose) e só o meu pai teve um piquinho de febre na noite da inoculação... Já a minha mãe tem medo do medo fá-la acreditar em "estudos" que eu acredito serem balelas...
  2.  # 262

    Colocado por: Chris_Ftemos menos casos graves e menos mortes.


    Eu apenas acho que as mortes são menos porque os grupos de maior mobilidade e com risco, estava mais confinados enquanto que os idosos que seriam no global mais frágeis, faleceram


    Atualmente temos os obesos de qualquer idade a ir na frente... após terem voltado aos seus empregos e vida dita normal... Acho que as certezas seja de quem é céptico ou de quem defende a vacinação, têm uma base muito pouco sólida.
  3.  # 263

    Colocado por: JotaPos idosos que seriam no global mais frágeis, faleceram

    Se bem percebi, o que você quis dizer é que já morreram tantos velhotes que agora já nem se notam nas estatísticas??!!

    Se foi isso é uma grande parvoíce, porque na verdade continuamos a ser um país de velhos com lares cheios que não chegam para as encomendas.

    Em termos estatísticos a mortalidade provocada por COVID nos mais velhos em 2020 e nos primeiros meses de 2021, acaba por ser um ligeiro aumento em relação a anos médios, não muito diferente do que se passa em anos com surtos mais severos de gripe.
  4.  # 264

    Sim e não. Por um lado temos muitos idosos mas alguns já resistiram ao contágio. Não esquecer que principalmente em surtos de lares, onde houve mortos, houve contagiados que não morreram. Claro que isto é uma abordagem simplista e nada cientifica, mas sem dúvida que o Covid já passou por muitos daqueles que seriam os mais frágeis e ou marcou, ou reforçou a sua defesa ao virus.

    Em termos estatisticos as mortes por Covid não têm a expressão que todo o impacto económico e social, fez crer.

    Ontem alguém perguntava meio a brincar como estavam os suecos...se já tinham morrido? Alguém está a par de como está tudo por lá? (eu não)
  5.  # 265

    Colocado por: JotaPOntem alguém perguntava meio a brincar como estavam os suecos...se já tinham morrido? Alguém está a par de como está tudo por lá? (eu não)

    Á data de hoje estão com 1436 mortos por milhão de habitantes.
    Portugal está com 1683. Vale o que vale.
  6.  # 266

    Colocado por: JotaPNão esquecer que principalmente em surtos de lares, onde houve mortos, houve contagiados que não morreram.

    Mas isto em nada distingue os idosos de outras faixas etárias. Em todas as faixas etárias houve uma percentagem que adquiriu imunidade por já ter sido infetada.
  7.  # 267

    Este tipo é muito engraçado, diz que a vacina não foi aprovada, quando na verdade seguiu todos os protocolos de ensaios e testes e foi aprovada pelos reguladores americanos, europeus, japoneses, etc., etc.
    Colocado por: wuxingRejeito uma vacina experimental que não foi aprovada


    Por outro lado faz afirmações que, "obviamente", estão todas "provadas cientificamente":

    Colocado por: wuxing-Doença essa que resulta de um vírus que se propagou com a conivência de vários governos e serviços secretos.
    -Sei que apesar de vários médicos por esse mundo fora estarem a utilizar o tratamento(s) este foi abafado a nível mundial, provas para este facto são inúmeras e irrefutáveis.
    Concordam com este comentário: Anonimo09092021, desofiapedro
  8.  # 268

    Está será a última vez que me dirijo a negacionistas ( a não ser para manda-los para um certo sítio)
    Pois mais uma vez efectuou um post que denota que as suas faculdades mentais não estão a 100% , toda aquela craziness de serviços secretos, conspirações governamentais e de redes sociais para ocultar tratamentos e outras baboseiras… é “embarrassing as f”…

    Colocado por: wuxingPorque é que as vacinas da covid19 devem ser obrigatórias??


    Nunca o disse que deveriam ser, tal como nenhuma vacina do PNV o é, defendo é que quem recusa tomar as vacinas, recusando o seu dever de proteger a saúde da comunidade que o rodeia, deve ser responsabilizado pela sua atitude e aceitar que existem consequências das suas escolhas.
    Consequências como o pagamento integral de tratamentos hospitalares no caso de doença ( sem comparticipação do SNS ), possível imputação legal no caso de transmissão intencional de doença e até cessação de contrato no caso da empresa insistir em proteger os seus funcionários e a sobrevivência do seu negócio.
    Mas esta parte é opinião pessoal …

    Quanto á sua segunda questão :

    Colocado por: wuxingPorque é que diz que uma pessoa que não quer ser vacinada com as "vacinas" da covid19 "não se preocupa com o bem comum é egoísta e não pensa nos outros"??


    Muito simples , estudos do CDC , John Hopkins , OMS , EMA e artigos independentes de medicina, referem e aludem aos dados que provam a eficácia das vacinas na redução substancial das infeções e, portanto, reduzem a possibilidade de uma pessoa vacinada infetar outras pessoas.
    Em Março, surgiram mais evidências através de uma série de estudos sobre as vacinas mRNA. Um dos estudos, em Israel, descobriu que as infeções diminuíam em 75% após duas doses da vacina da Pfize-BioNTech. Outro estudo revelou que a carga viral descia quatro vezes nas pessoas que recebiam uma dose e depois desenvolviam uma infeção
    A revista NEJM publicou artigos de investigação que mostravam uma redução de infeções em profissionais de saúde completamente vacinados, após receberem ambas as doses de vacinas mRNA. A vacinação completa reduziu a infeção – independentemente dos sintomas – em 90%, e uma só dose reduziu a infeção em 80%.


    Basically, quanto mais a vacinação aumenta, mais o risco de infeção diminui para todos, ERGO quando alguém recusa a vacina está a aumentar a probabilidade da propagação da doença arriscando a saúde e vida dos que o rodeia.

    Quanto a este disparate :

    Colocado por: wuxingsão "vacinas" com uma nova tecnologia chamada mRNA que nunca antes foi utilizada,


    Um dos maiores disparates que já li, a tecnologia MRNA já existe há duas décadas, para ajudar o sistema imunitário a combater tumores, está igualmente a ser estudada há anos como resposta ao combate a doenças como a gripe, Zika e CMV.
    Se existisse algum problema com esta tecnologia, já tinha sido detectado há bastante tempo.
    Este tipo de desenvolvimento científico é revolucionário na saúde ( e em outras áreas ) e deveria ser admirado e não condenado e usado para espalhar desinformação.

    Mais um disparate :

    Colocado por: wuxingSão "vacinas" às quais foi dada uma Autorização de Uso de Emergência, não foram aprovadas.


    É inacreditável o quanto os negacionistas deturpam a informação, nos EUA , as vacinas foram inicialmente autorizadas com recurso á Lei de Uso de Emergência, devido á complexa regulamentação da FDA para a aprovação oficial ( 2 empresas já submeteram os processos para aprovação final ) no entanto a FDA e o CDC garantiram a larga vantagem no uso imediato das vacinas se comparado com as consequências de não o fazer , logo recorreram ao único instrumento legal e constitucional existente no país para imediata administração das vacinas, o que não invalida a sua eficácia.
    Passados meses os resultados desde então, falam por si.

    Na Europa a história é completamente diferente, as quatro vacinas aprovadas pela Comissão Europeia (CE): BioNTech-Pfizer, Moderna, AstraZeneca e Johnson & Johnson, foram autorizadas por terem sido consideradas seguras na sequência de recomendações científicas positivas da EMA.


    Quanto aos restantes disparates … mantenho a minha recomendação… Procure apoio psicológico, pois de facto não é cego … é louco.
  9.  # 269

    Colocado por: Quilleutepossível imputação legal no caso de transmissão intencional de doença


    Desde que provada a intenção, isto já é crime.

    De qualquer forma se todos concordarem então, que a vacinação diminui a propagação do virus da forma substancial que indica estar documentado, eu sou a partir de hoje alguém com menos um pouco de reservas.
  10.  # 270

    Colocado por: QuilleuteConsequências como o pagamento integral de tratamentos hospitalares no caso de doença ( sem comparticipação do SNS ), possível imputação legal no caso de transmissão intencional de doença e até cessação de contrato no caso da empresa insistir em proteger os seus funcionários e a sobrevivência do seu negócio.

    Isto está mais ou menos ao mesmo nível dos conspiracionistas que você tanto critica. Duas faces da mesma (estúpida) moeda.
  11.  # 271

    Colocado por: J.Fernandes
    Isto está mais ou menos ao mesmo nível dos conspiracionistas que você tanto critica. Duas faces da mesma (estúpida) moeda.


    Julgo que passou por cima da parte onde menciono claramente que se trata de uma opinião pessoal.
    Seriam medidas que para mim, se fossem tomadas em gente que se recusa a ser vacinada, por mim era … just fine!

    Comparar opiniões pessoais com Teorias da Conspiração é um bocado… “puxado”.
  12.  # 272

    Colocado por: QuilleuteJulgo que passou por cima da parte onde menciono claramente que se trata de uma opinião pessoal.
    Seriam medidas quepara mim, eram bem tomadas em gente que se recusa a ser vacinada.

    Comparar opiniões pessoais com Teorias da Conspiração é um bocado… “puxado”.

    Mas tudo o que aqui se escreve são opiniões pessoais.
  13.  # 273

    Se ficar provado preto no branco que a vacinação diminui de forma drástica e não aleatória (por outras milhentas razões) a propagação, até aceito que se defenda uma obrigatoriedade.

    Mas entretanto a DGS continua a dizer não ter documentação cientifica sobre nada do que aplica na população - como ficamos quanto a isto?
  14.  # 274

    Negativo :

    Existe uma larga diferença entre debate sobre dados científicos e a exposição de opiniões pessoais.
  15.  # 275

    Colocado por: JotaPa DGS continua a dizer não ter documentação cientifica sobre nada do que aplica na população

    A DGS é a maior fonte de contra-informação do país, acho que a esta hora isso já deveria estar claro para todos.
    Concordam com este comentário: desofiapedro
  16.  # 276

    Colocado por: J.Fernandes
    Mas isto em nada distingue os idosos de outras faixas etárias. Em todas as faixas etárias houve uma percentagem que adquiriu imunidade por já ter sido infetada.

    Isto foi em referência à minha afirmação anterior, meramente empírica de que a franja mais vulnerável, já havia sucumbido.
  17.  # 277

    Colocado por: QuilleuteExiste uma larga diferença entre debate sobre dados científicos e a exposição de opiniões pessoais.

    A forma como se interpretam os factos e que factos são trazidos para a discussão é só por si uma opinião pessoal sobre o tema em discussão.
  18.  # 278

    Colocado por: JotaPSe ficar provado preto no branco que a vacinação diminui de forma drástica e não aleatória (por outras milhentas razões) a propagação, até aceito que se defenda uma obrigatoriedade.

    Mas entretanto a DGS continua a dizer não ter documentação cientifica sobre nada do que aplica na população - como ficamos quanto a isto?


    O último estudo que li sobre o assunto foi este (relativo ao da Pfizer).

    https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(21)00448-7/fulltext
  19.  # 279

    Colocado por: JotaPIsto foi em referência à minha afirmação anterior, meramente empírica de que a franja mais vulnerável, já havia sucumbido.

    A franja mais vulnerável da população não só não sucumbiu como prosperou em tempos de COVID - os maiores de 80 anos eram em maior número em 12/2020 que em 12/2019 (fonte: Pordata).
  20.  # 280

    A pfizer foi a pioneira, salvo erro, da "efetividade" versus "eficácia", que vendeu ao mundo os 90% de umas e de outras... E eles agora não virão nunca dizer que afinal aquilo era tudo uma mixórdia de coisa alguma...
 
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