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  1.  # 41

    no seguimento da reunião que tivemos com a arquitecta e engenheira, tomamos conhecimento que a nossa câmara municipal está a obrigar que as construções estejam à cota média dos respectivos terrenos, sendo que o meu anda ali entre os 145/144.

    Portanto, para conseguir ter a entrada da casa à cota do caminho, i.e., +/- a 147, só será mesmo possível fazendo 2 andares. Eventualmente a tal cave....
    Mas a arquitecta deixou claro que esta solução não seria de todo do nosso agrado pois iremos ficar com um desnível muito grande entre a zona social da casa e a zona de jardim/piscina.
    Para conseguirmos ter a piscina ao mesmo nível teria que criar uma plataforma elevada ao nível da zona social e isto seria conseguido por eventualmente com o prolongamento da cave, pilares/fundações, etc. O que quer que seja feito para se conseguir este nivelamento, implica atirar os valores da construção para um patamar totalmente diferente.

    Por outro lado, como o meu terreno está numa zona urbana, significa que podemos construir encostado aos limites dos vizinhos, desde que sejam paredes cegas e aqui está o grande busílis. O terreno confinante a sul poderá então construir completamente encostado ao meu muro e imaginando que alguém faz ali uma casa com 1º andar, fico com um autêntico mamarracho como vista. Uma parede de betão ali na frente, a sul!
    Portanto colocar a casa num plano inferior, i.e., à cota média do terreno, corro o risco de vir a ficar com esta vista e se estiver a pensar em termos de investimento imobiliário, cai a pique e lá se vai o investimento...

    Não está a ser nada fácil tomar uma decisão.
  2.  # 42

    Ainda bem que o projecto vai correndo.

    Como tem dois arruamentos a cotas diferenciadas, penso que poderão perfeitamente defender uma cota de acesso conciliada com o enquadramento urbano e volumetria resultante, sem ser definida cegamente pela expressão:
    Colocado por: pjovp a nossa câmara municipal está a obrigar que as construções estejam à cota média dos respectivos terrenos

    Está escrito nalgum regulamento/ norma em vigor, publicada?
    • pjovp
    • 21 março 2022 editado

     # 43

    obrigado pela sugestão, mas não consegui perceber muito bem o que quis dizer.

    Sim, está no RGEU ou RPDM. Não fixei. Foi mesmo muita informação a ser transmitida e discutida e muita coisa perde-se.

    Assim por alto, aparentemente esta situação não era totalmente regulada e tinha-se tornado prática corrente construir-se as casas acima das cotas coleiras.
    A câmara foi obrigada a intervir para controlar esta situação e determinou que a implantação das casas passa a ter que ficar à cota média dos respectivos terrenos.
    No caso do meu terreno esta cota média anda ali entre os 144/145.

    E pelos vistos andam a fiscalizar activamente a situação, nomeadamente, com topografias aleatórias. Portanto, está fora que questão dizer ao construtor para subir ligeiramente a casa acima do que está no projecto, pois pode correr mal se a nossa obra sair na rifa aleatória :)

    Uma coisa boa é que o caminho norte como é um caminho desclassificado, o afastamento do eixo da via são só 4,5metros, portanto dá para colocarmos a casa ficar a apenas 2 metros do muro em vez dos 4 metros propostos, se bem que esta aproximação apenas poderá representar alguns centímetros na elevação da cota.
  3.  # 44

    Colocado por: pjovpdeterminou que a implantação das casas passam a ter que ficar à cota média dos terrenos.

    Quase de certeza que é a cota média da frente do terreno que faz alinhamento com a rua.

    Não a cota média do terreno (que podia ser muito acima ou muito abaixo da rua).
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas
    • pjovp
    • 22 março 2022 editado

     # 45

    Se fosse a cota média da frente do terreno que faz alinhamento com a rua, então, no meu caso ainda seria menos já que tenho um máximo de 144.80 e mínimo de 142.42 o que daria uma cota média de mais ou menos 143.50
    É mesmo a cota média do terreno!
    Aqui não há dúvidas, pois é o problema principal disto tudo e que a dar a dor de cabeça.

    Entretanto e na esperança de conseguirmos subir a casa no terreno evitando assim termos que fazer cave, andei a brincar com a proposta que temos e sugeri à nossa arquiteta este tipo de organização de espaços. É só uma ideia geral, mas gostávamos de ter uma ligação directa da garagem para casa, passando eventualmente pela lavandaria/arrecadação.
    Já sabemos que a garagem não pode ficar assim e terá que cumprir o afastamento legal (2 metros do muro), mas o que acham?

    https://ibb.co/mzC0RB6
  4.  # 46

    Colocado por: pjovpandei a brincar com a proposta que temos e sugeri à nossa arquiteta este tipo de organização de espaços. É só uma ideia geral, mas gostávamos de ter uma ligação directa da garagem para casa, passando eventualmente pela lavandaria/arrecadação.
    Já sabemos que a garagem não pode ficar assim e terá que cumprir o afastamento legal (2 metros do muro), mas o que acham?


    Acho que é contraproducente. Os bonecos só atrapalham, apesar de compreender que a tentação é grande.
    Deixe o seu técnico fazer o que lhe compete.
    Deixe expresso o seu agrado/desagrado, a sua sugestão, a sua critica por palavras. Não lhe envie bonecos.
    • pjovp
    • 22 março 2022 editado

     # 47

    Colocado por: N Miguel Oliveira

    Acho que é contraproducente. Os bonecos só atrapalham, apesar de compreender que a tentação é grande.
    Deixe o seu técnico fazer o que lhe compete.
    Deixe expresso o seu agrado/desagrado, a sua sugestão, a sua critica por palavras. Não lhe envie bonecos.

    é a sua opinião, mas que lhe agradeço.
    Foi algo que mostramos na reunião para melhore perspetivarmos a nossa ideia e acho que tenho todo o direito e dever em fazê-lo, sobretudo se for para melhor exemplificar o que pretendemos e para agilizarmos o processo.
    desta forma dissemos claramente, é isto que queremos e não algo do género "é assim, e tal e mais ou menos".
    Contraproducente seria um profissional competente deixar que ideias concretas lhe ferissem o ego.
    Seria pior se andasse a exemplificar com plantas de outros colegas em vez de adaptar soluções à do próprio.
    Mas de qualquer forma agradeço a sua preocupação pelo bem estar da nossa arquiteta e pela opinião em relação à dúvida que coloquei.
    Mas já acredito em tudo, sobretudo desde que li que um homem pode ser acusado de "Mansplaining" por tentar explicar qualquer coisa a um mulher...
  5.  # 48

    Colocado por: pjovpMas de qualquer forma agradeço a sua preocupação pelo bem estar da nossa arquiteta e pela opinião em relação à dúvida que coloquei.


    Não se trata de preocupar-me ou defender a Arquitecta ou o seu ego.
    Trata-se de defender a Arquitectura (que é de todos), o seu projecto, e que a coisa fique feito o melhor possível.
    Na maioria dos casos diria que estorva mais do que ajuda, serve para aferrar-se a uma ideia, a uma imagem.
    Às vezes, é preciso virar o projecto de pernas para o ar para que este resulte. É preciso certa abertura mental e agilidade para poder ver isso. Daí acreditar que essa ginástica funciona melhor em alguém que faz disso vida. Na maioria das vezes as palavras resultam melhor, não a explicar como quer, mas o que quer, quem são os utilizadores da obra, que vivências e gostos têm e por aí em diante. Aí diria que "uma palavra vale mais que mil imagens" :) Depois, as imagens-exemplo-referência também são importantes, mas para passar uma mensagem, um estilo, um gosto, algo com que o proprietário se identifique a nível formal, estético, funcional, entre outros... E em ultima estância ainda há o "tempo"... para amadurecer as ideias, para reflexão, e balancear os prós e contras de cada opção. Tudo isso é importante. E tende a ser "atalhado" ou precipitado por um "boneco" do cliente. Não leve a mal, apenas tento explicar-lhe que aquilo que considera "agilizar" o processo pode eventualmente ter o resultado oposto (pois o tempo é passado a corrigir os problemas criados logo na base). Ou pior ainda, o projecto ser "passado a limpo" sem visão critica do profissional (ainda que neste caso o cliente fique satisfeito pois terá o que pediu).

    Em resumo, do que vou vendo, um cidadão comum tende a ver uma casa por adição de espaços e foca-se na matéria. Um Arquitecto comum tende a manuseá-lo com a visão global e de pormenor em simultâneo, é um "zoom in - zoom out" constante (literalmente)... à medida que se fixa no espaço (negativo) e não na matéria (paredes, lajes, etc). No fundo, um desenha paredes, o outro espaços.
    Concordam com este comentário: IronManSousa
  6.  # 49

    Eu posso dar lhe o meu exemplo pessoal, vale o que vale... em tempos fiz o que voce esta a fazer e armei me em arquiteto, eu é que sabia o que queria melhor que ninguém, afinal a casa era para mim.
    Em meia duzia de semanas tinha o meu rabisco passado a limpo.
    Entretanto comecei a aperceber me que a coisa nao estava nada por ai alem (depois de arrefecer ideias) e decici comecar de novo
    Decidi seguir o que me diziam, deixei-me de rabiscos, apenas explicamos onque queriamos, o qie nao queriamos, o que nao gostavamos, fomos chatos como o caraças nessa parte, pormenorizavamos o máximo, as vezes tinha até a sensação que estavamos a dizer coisas que não interessavam para nada, mas era melhor dizer do que não.
    Demoramos meia duzia de meses inves de semanas, mas esse tempo deu-nos tempo de olhar bem, arrefecer ideias, mudar de ideias, etc etc.
    Resultado, nao podiamos estar mais satisfeitos e temos plena certeza que jamais nos a rabiscar chegaríamos a algo parecido sequer que fose tão de encontro com o que queriamos.

    A nossa experiência, vale o que vale.
    • pjovp
    • 22 março 2022 editado

     # 50

    Colocado por: N Miguel Oliveira

    Não se trata de preocupar-me ou defender a Arquitecta ou o seu ego.
    Trata-se de defender a Arquitectura (que é de todos), o seu projecto, e que a coisa fique feito o melhor possível.
    Na maioria dos casos diria que estorva mais do que ajuda, serve para aferrar-se a uma ideia, a uma imagem.
    Às vezes, é preciso virar o projecto de pernas para o ar para que este resulte. É preciso certa abertura mental e agilidade para poder ver isso. Daí acreditar que essa ginástica funciona melhor em alguém que faz disso vida. Na maioria das vezes as palavras resultam melhor, não a explicar como quer, mas o que quer, quem são os utilizadores da obra, que vivências e gostos têm e por aí em diante. Aí diria que "uma palavra vale mais que mil imagens" :) Depois, as imagens-exemplo-referência também são importantes, mas para passar uma mensagem, um estilo, um gosto, algo com que o proprietário se identifique a nível formal, estético, funcional, entre outros... E em ultima estânica ainda há o "tempo"... para amadurecer as ideias, para reflexão, e balancear os prós e contras de cada opção. Tudo isso é importante. E tende a ser "atalhado" ou precipitado por um "boneco" do cliente. Não leve a mal, apenas tento explicar-lhe que aquilo que considera "agilizar" o processo pode eventualmente ter o resultado oposto (pois o tempo é passado a corrigir os problemas criados logo na base). Ou pior ainda, o projecto ser "passado a limpo" sem visão critica do profissional (ainda que neste caso o cliente fique satisfeito pois terá o que pediu).
    Concordam com este comentário:IronManSousa

    tenho que concordar consigo, mas à vezes torna-se difícil verbalizar as nossas ideias, sobretudo quando se trata de um assunto que não dominamos.
  7.  # 51

    Colocado por: DR1982Eu posso dar lhe o meu exemplo pessoal, vale o que vale... em tempos fiz o que voce esta a fazer e armei me em arquiteto, eu é que sabia o que queria melhor que ninguém, afinal a casa era para mim.
    Em meia duzia de semanas tinha o meu rabisco passado a limpo.
    Entretanto comecei a aperceber me que a coisa nao estava nada por ai alem (depois de arrefecer ideias) e decici comecar de novo
    Decidi seguir o que me diziam, deixei-me de rabiscos, apenas explicamos onque queriamos, o qie nao queriamos, o que nao gostavamos, fomos chatos como o caraças nessa parte, pormenorizavamos o máximo, as vezes tinha até a sensação que estavamos a dizer coisas que não interessavam para nada, mas era melhor dizer do que não.
    Demoramos meia duzia de meses inves de semanas, mas esse tempo deu-nos tempo de olhar bem, arrefecer ideias, mudar de ideias, etc etc.
    Resultado, nao podiamos estar mais satisfeitos e temos plena certeza que jamais nos a rabiscar chegaríamos a algo parecido sequer que fose tão de encontro com o que queriamos.

    A nossa experiência, vale o que vale.

    sem querer desviar muito do assunto, este tipo de “erro” involuntário será cometido por todo e qualquer ser humano que passe por este processo e por mais que lhes digam para agirem de forma diferente.
    É a curiosidade a ansiedade é intrínseca do ser humano, sobretudo em algo desta magnitude.
    É algo de muito importante que compreende decisões que serão permanentes e muito dificilmente irreversíveis.
    Vamos tentando participar sem atrapalhar e tenho a certeza absoluta que qualquer arquitecto também percebe e simpatiza com esta necessidade que todos os seus clientes têm em participar e fazer parte integrante dos processos. Mesmo sendo empecilhos por vezses.
    É duro!!!! :) :) :)
  8.  # 52

    Colocado por: DR1982Eu posso dar lhe o meu exemplo pessoal, vale o que vale..


    :) Nem de propósito.

    Colocado por: pjovptenho que concordar consigo, mas à vezes torna-se difícil verbalizar as nossas ideias, sobretudo quando se trata de um assunto que não dominamos.


    E o "desenho" domina?
    Não se trata de explicar por palavras COMO quer. Isso a Arquitecta lá saberá.
    Faça de conta que ela é Psicóloga, conte-lhe o que lhe vai na alma. O que deseja... Ela que resolva.

    Uma vez um dos mestres disse: "Arquitectura é tudo isto e o seu contrário."
    Não há verdades absolutas. O que pode resultar extraordinário num caso pode ser uma decepção noutro.
    Há-de ser o seu terreno e as suas vontades que moldarão a obra. O Arquitecto só tem que lhe dar expressão.
    Também há clientes que "vêem" melhor que os próprios Arquitectos, há de tudo. Mas esses tendem a ser excepção.
    • DR1982
    • 22 março 2022 editado

     # 53

    Colocado por: pjovppor mais que lhes digam para agirem de forma diferente.
    É verdade sim, eu também pensava que no meu caso ate podia ser diferente, como disse acima afinal eu sabia perfeitamente o que queria.
    Ja agora acrescento que ao início na minha cabeça os arquitetos eram todos iguais, a diferença é que uns queriam ganhar mais dinheiro que outros.
    Acredito tambem que a maioria dos DO pensa assim e pense assim ate ao fim, afinal so conseguimos perceber as diferenças quanda ha termo de comparação.

    Mais uma vez antes que os do contra me caiam em cima esta é a minha opinião com base na minha experiência pessoal.
  9.  # 54

    mas e o acham desta organização de espaços?
    https://ibb.co/mzC0RB6
  10.  # 55

    Colocado por: pjovpmas e o acham desta organização de espaços?
    https://ibb.co/mzC0RB6
    Eu arriscaria que deve ser a planta mais batida, isto a avaliar pelas que aparecem ca ultimamente. O que nao quer dizer que seja obrigatóriamente mau.
    Para mim falta lhe sal.
  11.  # 56

    Colocado por: pjovpmas e o acham desta organização de espaços?
    a arquitectura nao se resume a 'plantas' .. há todo um contexto a ter em conta quando se avalia uma planta. sem contexto tanto pode ser excelente como pode ser péssima
    Concordam com este comentário: AssistentePT
  12.  # 57

    Colocado por: DR1982É verdade sim, eu também pensava que no meu caso ate podia ser diferente, como disse acima afinal eu sabia perfeitamente o que queria.
    Ja agora acrescento que ao início na minha cabeça os arquitetos eram todos iguais, a diferença é que uns queriam ganhar mais dinheiro que outros.
    Acredito tambem que a maioria dos DO pensa assim e pense assim ate ao fim, afinal so conseguimos perceber as diferenças quanda ha termo de comparação.

    Mais uma vez antes que os do contra me caiam em cima esta é a minha opinião com base na minha experiência pessoal.


    Não gosto de concordar consigo, mas neste aspeto tenho que concordar sem sombra de dúvidas.
  13.  # 58

    Colocado por: pjovpmas e o acham desta organização de espaços?
    https://ibb.co/mzC0RB6


    Embora eu por norma ache que um bom boneco vale mais que mil palavras, no seu caso, com esses corredores gigantes, creio que fica melhor deixando a arquitetura para um profissional. Esses quartos... A sala de estar/sala de jantar e cozinha... No entanto, também lhe digo já que não sou nada fã de caixotes... aquela 1ª versão que mostrou aqui é mais um design que daqui por uns anos vai ferir os olhos dos transeuntes, mas isso é claro, na minha modesta opinião. Ainda no outro dia passei pela Quinta do Lago e vi que muitas vivendas que eu considerava lindas foram deitadas abaixo e estão a ser construidos esses caixotes da moda... enfim...
    Junte-se com a sua esposa e os seus técnicos e tente passar as suas necessidades. Corrija o que é apresentado e, se não ficar satisfeito, troque de técnicos. Perde €€ mas no fim pode ser que ganhe em funcionalidade e conforto. Não chegue ao pé de um técnico com um desenho já feito e espere que ele o modifique, arrisca-se a que ele apenas o passe a limpo e assine por baixo.

    Cada um tem a sua visão e o seu sentido estético mas no fim de contas você é que lá vai viver.
    • pjovp
    • 22 março 2022 editado

     # 59

    Quanto ao desenho tipo caixote, terão que demolir a maioria das casas.
    No fundo o que diz é o mesmo que eu digo em relação às casas de banho. Parece que o mundo todo começou a fazer casas de banho com aquela pedra branca raiada de cinzento.
    Será uma moda que vai marcar um período, como tudo na vida.

    Mas a título pessoal gosto de casas com telhado e típicas dos locais.
    Às vezes uma mistura do clássico com o moderno é simplesmente fantástica.
    Até porque acho que este tipo de cobertura plana é um potencial foco de problemas no futuro.
    Já houve N discussões sobre o assunto aqui em casa, mas a minha mulher quer este tipo de casa, assim moderna, e não estou a conseguir convencê-la do contrário.

    Quando conseguirmos definir o projecto, talvez peça à arquitecta para fazer o boneco mas com um telhado para termos outra perspectiva.
    Concordam com este comentário: Alkimia
  14.  # 60

    O mármore, que numa das suas variantes pode ter veio cinzento, não é uma moda, é usado há milénios, e colocá-lo na casa de banho é só mais um exemplo da sua utilização, pode gostar-se ou não, mas isso já será outra questão.
    Concordam com este comentário: Edna, desofiapedro
 
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