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  1.  # 881

    Eu tomo banho de agua fria e tenho I'm forno a lenha
  2.  # 882

    Colocado por: RUIOLI

    O melhor é levar logo assim até à obra, sob coação! :)
    Isso era ensinar lhes o caminho, esta visto que nao percebe da arte 🤣
  3.  # 883

    A única conclusão que consigo tirar das últimas páginas é que se não quer ser fecundado, construa a sua casa com as suas mãos...mesmo assim pode acontecer...mais vale começar por minar o ferro.

    Ou seja, uma fantástica imagem de todas as classes profissionais que trabalham na construção!

    Se calhar é por isso que quando abordamos alguém com décadas de trabalho nessa indústria, contam pelos dedos de uma mão as sugestões de entidades honestas.

    Ainda só estou na fase de cotação e já estou farto de que me chamem parvo na cara. Mas inocentemente lá continuo à procura de alguém sério.

    Imagino se todos fôssemos assim...um tipo sai do bloco operatório e descobre que a prótese que lhe meteram é da wish, foi o médico que o fecundou.
    Concordam com este comentário: Troino, FabCardoso, lumpre, sltd, desofiapedro, pafpires, HAL_9000
  4.  # 884

    Colocado por: Reduto25Eu tomo banho de agua fria e tenho I'm forno a lenha


    Pode usar a lenha para aquecer a água do banho. Bem-vindo ao século XIX.
  5.  # 885

    Colocado por: DR1982Nao? Nunca ouviu falar em “patrao fora dia santo na loja”?


    É com essa mentalidade que há mt empresa que ainda não aprendeu com estes últimos anos o tema do teletrabalho :)


    E o que se falava ali era compra de material e a sua gestão e não controlo do trabalho..
    • Troino
    • 23 março 2022 editado

     # 886

    Colocado por: ThingsHappenA única conclusão que consigo tirar das últimas páginas é que se não quer ser fecundado, construa a sua casa com as suas mãos...mesmo assim pode acontecer...mais vale começar por minar o ferro.

    Ou seja, uma fantástica imagem de todas as classes profissionais que trabalham na construção!

    Se calhar é por isso que quando abordamos alguém com décadas de trabalho nessa indústria, contam pelos dedos de uma mão as sugestões de entidades honestas.

    Ainda só estou na fase de cotação e já estou farto de que me chamem parvo na cara. Mas inocentemente lá continuo à procura de alguém sério.

    Imagino se todos fôssemos assim...um tipo sai do bloco operatório e descobre que a prótese que lhe meteram é da wish, foi o médico que o fecundou.
    Concordam com este comentário:Troino,FabCardoso,lumpre


    É muito ruído, sobretudo de gente a gritar alto para instalar o medo, porque sem esse medo não podem trabalhar.
    Concordam com este comentário: FT87, desofiapedro
  6.  # 887

    Colocado por: P@rAdiS3

    É com essa mentalidade que há mt empresa que ainda não aprendeu com estes últimos anos o tema do teletrabalho :)
    Pois, sera isso então.
    Eu trabalho diariamente nas obras e tenho a
    Minha opinião acerca da coisa, mas nao quer dizer que seja certo.
    Cada um que faça como achar melhor, eu a minha sei como irei gerir
  7.  # 888

    Colocado por: Troino

    É muito ruído, sobretudo de gente a gritar alto para instalar o medo, porque sem esse medo não podem trabalhar.


    Vamos acabar com o medo, acreditem:
      Vai-ficar-tudo-bem.jpg
  8.  # 889

    Colocado por: rjmsilva

    Vamos acabar com o medo, acreditem:
      Vai-ficar-tudo-bem.jpg


    CAPS LOCK SFF
  9.  # 890

    Ficam dependents de entidades externas depois olha acontece estas coisas
  10.  # 891

    Até parece q adivinhava, ainda esta manhã falei disto aqui q depois do voucher da gasosa vinha o da alimentação e o dos supermercados:

    https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/invasao-da-ucrania/detalhe/governo-aprova-novo-apoio-para-ajudar-familias-mais-pobres-na-compra-de-alimentos
  11.  # 892

    Colocado por: ThingsHappenSe calhar é por isso que quando abordamos alguém com décadas de trabalho nessa indústria, contam pelos dedos de uma mão as sugestões de entidades honestas.

    Sem dúvida. Basta ver a antiguidade média das empresa do sector...

    Colocado por: ThingsHappenImagino se todos fôssemos assim...um tipo sai do bloco operatório e descobre que a prótese que lhe meteram é da wish, foi o médico que o fecundou.

    Esta sector tem muitos pontos interessantes: cada negócio envolve um grande volume financeiro; a aquisição é feita largamente por DO sem experiência em gestão de projecto, equipas nem aquisição de grandes volumes; os profissionais não necessitam de qualquer tipo de formação formal/credenciada o que abre a porta a todo o tipo de pato bravo...

    Colocado por: DR1982Eu trabalho diariamente nas obras e tenho a

    Colocado por: P@rAdiS3É com essa mentalidade que há mt empresa que ainda não aprendeu com estes últimos anos o tema do teletrabalho :)

    Sem dúvida a mentalidade típica de middle management.
    Mas a realidade das obras é diferente daqueles cargos em escalões mais elevados, onde se pode trabalhar confortavelmente num escritório ou em casa. O tipo de pessoas também é bem diferente.

    Colocado por: RUIOLIAssaltar ou não assaltar este carregamento de ouro, eis a questão :)

    Deve chegar para fazer uma ou duas casinhas...

    Que engraçado. Pela foto, parece-me que há 20 anos atrás era seu vizinho :)
    Concordam com este comentário: RUIOLI
  12.  # 893

    Colocado por: pguilhermeSem dúvida a mentalidade típica de middle management.
    Mas a realidade das obras é diferente daqueles cargos em escalões mais elevados, onde se pode trabalhar confortavelmente num escritório ou em casa. O tipo de pessoas também é bem diferente.
    Voces estao habituados a trabalhar com empresas com menina de escritório e maquina de café, eu para mim nao quero nada dessas coisas. Basta o ze manel com uma carrinha de caixa e uma betoneira, sao realidades diferentes.
    • ibyt
    • 23 março 2022

     # 894

    Colocado por: pedrorainhoAté parece q adivinhava, ainda esta manhã falei disto aqui q depois do voucher da gasosa vinha o da alimentação e o dos supermercados:

    Não é voucher nenhum. São transferências extraordinárias para os benefíciários.
  13.  # 895

    Colocado por: ibyt
    Não é voucher nenhum. São transferências extraordinárias para os benefíciários.
    lol, cada um pode chamar-lhe o q quiser. A seguir vem a medida do CDS o voucher dos medicamentos.
  14.  # 896

    https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/vitor-bento-espero-que-quem-pediu-credito-tenha-previsto-alta-dos-juros

    O nosso país estará sempre pior do que os outros quando ha uma crise. Porque vivemos em modo Carpe Diem.
    • ibyt
    • 23 março 2022

     # 897

    Um voucher só pode ser usado com um propósito muito limitado.
    Quando lhe entregam dinheiro e dizem que é para ajudar a comprar comida, mas não existe forma sequer de confirmar que foi usado numa loja que vende produtos alimentares não estamos a falar de um voucher.

    A ideia de um voucher para medicamentos é ridícula porque o SNS já consegue comparticipar os medicamentos de forma variável e sabe a que utente foi emitida cada receita electrónica.
  15.  # 898

    Colocado por: ThingsHappenA única conclusão que consigo tirar das últimas páginas é que se não quer ser fecundado, construa a sua casa com as suas mãos...mesmo assim pode acontecer...mais vale começar por minar o ferro.

    Ou seja, uma fantástica imagem de todas as classes profissionais que trabalham na construção!

    Se calhar é por isso que quando abordamos alguém com décadas de trabalho nessa indústria, contam pelos dedos de uma mão as sugestões de entidades honestas.


    Colocado por: pguilhermeEsta sector tem muitos pontos interessantes: cada negócio envolve um grande volume financeiro; a aquisição é feita largamente por DO sem experiência em gestão de projecto, equipas nem aquisição de grandes volumes; os profissionais não necessitam de qualquer tipo de formação formal/credenciada o que abre a porta a todo o tipo de pato bravo...


    Colocado por: pguilhermeSem dúvida a mentalidade típica de middle management.
    Mas a realidade das obras é diferente daqueles cargos em escalões mais elevados, onde se pode trabalhar confortavelmente num escritório ou em casa. O tipo de pessoas também é bem diferente.


    Este é o grande problema da construção a meu ver. Esta malta das obras é sempre tratada de forma depreciativa e é inferiorizada.

    Digam o que disserem, a ver verdade é que "trabalhar" faz calos e ninguém tá pa andar a apanhar com chuva no lombo para ganhar dois tostões. Os empreiteiros que não sabem nada de gestão se calhar são aqueles que melhor percebem da arte do bem fazer, do bem construir. Não há milagres, o dia tem 24h para toda a gente, se anda na escola de gestão, não anda a chapar massa.

    A verdade nua e crua é que somos um país teso, a viver a crédito, sem precaver-se para um resfriado qualquer... Onde o que importa não é o "como?" mas sim "e quanto custa?". Os profissionais para melhorarem deverão ser formados, seja ele Engenheiro ou pintor de caixas do correio... E deverão ser remunerados convenientemente.

    Depois, é o sector das candongas, veja-se onde investiu o Sócrates por exemplo (autoestradas)... Parecem as comissões do futebol... É que a tal gestão que falta ao artista-artesão é a mesma que sobra ao xico esperto. Qual Mário Centeno das cativações? Ao empreiteiro pede-se-lhe sobretudo que saiba construir. Certamente também haverá aquele que além disso sabe gerir, mas isso já não é a empresa familiar do Zé da esquina (que é a empresa comum em PT). A malta quer eficiência para fazer um barraco? Porque não vai pedir orçamento a uma grande construtora? €€€? Falta de disponibilidade? Pois.

    Por muito que critiquem o empreiteiro, lembre-se que provavelmente ele começou a trolha, servente, moço das minis...

    O nosso problema é o ensino e a mentalidade. Desenvolver o ensino profissional neste sector, qualificar a malta, para que seja mais eficiente, limpa e responsável. E dar-lhe condições laborais, WC nas obras, pausas, em vez de encher os "profissionais de roupa limpa" com subsidicios, vauchers, layoffs, férias 30 dias, ou semanas de 35h...

    Na Suíça tem um sistema de ensino diferente do nosso (baseado no "não podemos ser todos doutores, todas as profissões são importantes") lá via um ambiente em obra brutal, às 9h e 15h havia uma pausa pa café, mas o tempo em trabalho rendia. O fulano que andasse a encher chouriços no dia seguinte já não ia. E a remuneração era a condizer com o desgaste físico provocado... Aqui ainda pisam mais no desgraçado que anda a vergar a mola e ninguém quer um filho nas obras como que se isso fosse alguma vergonha.

    Apesar de tudo, é com certo alivio que vejo que na minha zona (triangulo Braga/Matosinhos/Esposende sobretudo), a realidade está a anos-luz da que pintam aqui. Regra geral, as empresas são relativente honestas e sensatas. Ninguém anda a trabalhar para aquecer, mas de pouco adianta a especulação dos preços. Quem o faz fica logo marcado. Engana um, não engana mais nenhum.

    Só não percebo é que sendo um sector aparentemente tão rentável, não vejo novas empresas de construção a abrir ou gente com capital a apostar forte e feio na formação destes profissionais como noutros sectores... Enfim. Há obras que nem WC tem, ou uma mesa em condições para se poder almoçar tranquilamente. Respeita para seres respeitado. Agora anda tudo "contra" os empreiteiros, mas nem por isso tentam se pôr nos seus sapatos.
    Concordam com este comentário: fredcunha, azwsedcrfv
  16.  # 899

    Miguel Oliveira concordo plenamente consigo.

    O problema destes clientes é quererem um nivel de gestão da Mota Engil feito pelo preço da Zé da Esquina & Filhos Lda.

    Mas a Mota Engil não faz barracos.
  17.  # 900

    N Miguel Oliveira, ficou melindrado por alguma razão, mas repare que:

    Colocado por: N Miguel OliveiraEste é o grande problema da construção a meu ver. Esta malta das obras é sempre tratada de forma depreciativa e é inferiorizada.

    Não tratatei de forma depreciativa nem inferiorizada.
    Apenas constatei o mesmo que N Miguel Oliveira tb referiu:

    Colocado por: N Miguel OliveiraOs empreiteiros que não sabem nada de gestão se calhar são aqueles que melhor percebem da arte do bem fazer, do bem construir. Não há milagres,

    Colocado por: N Miguel OliveiraPor muito que critiquem o empreiteiro, lembre-se que provavelmente ele começou a trolha, servente, moço das minis...

    Repare na minha msg anterior:

    Colocado por: pguilhermea aquisição é feita largamente por DO sem experiência em gestão de projecto, equipas nem aquisição de grandes volumes; os profissionais não necessitam de qualquer tipo de formação formal/credenciada o que abre a porta a todo o tipo de pato bravo...

    Aqui tentei justificar porque razão este sector chama tantos patos-bravos ou simples trafulhas que enganam os clientes. É de fácil acesso e envolve algum dinheiro.

    Há empreiteiros simples, mas bons e honestos?
    Acredito que sim. Aqui por baixo devem ser mais raros, pelos vistos.

    Colocado por: N Miguel OliveiraA malta quer eficiência para fazer um barraco? Porque não vai pedir orçamento a uma grande construtora? €€€? Falta de disponibilidade? Pois.

    Francamente...
    A malta não quer "eficiência de uma grande construtora". A malta quer simplesmente é não ser enganada à bruta.
    A sua resposta comum é "mas o DO não tem que aceitar a proposta de um qualquer empreiteiro, tem que escolher os sérios", mas convenientemente falha em ver que é essa a questão: para os poucos sérios que possam haver, há muito vigarista. Este é o cerne da questão, e que até podem dar má imagem ao sector.

    Por fim, repare que a semente deste tema partiu de DR1981 (presumo que trabalhe nas obras), quando referiu que os trabalhadores das obras, se deixados sem supervisão, terão "dia santo".
    Depreendemos que seja provável que não executem o trabalho com a mesma qualidade, não tenham o mesmo rendimento, aproveitem para tapar alguma asneirada ou, quem sabe, até levar material para outras obras, como alguém também referiu (roubar!)

    Ora, se me diz que a única forma de obter um trabalho justo, nos termos acordados, é preciso um miliagre para encontrar um empreiteiro honesto e depois andar com o chicote em cima dos trabalhadores, apenas confirma o que já foi dito. Que é um sector com comportamentos diferentes de algumas outras áreas.
    Não é uma ofensa, apenas um constatar de factos.
 
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