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    • pjovp
    • 11 abril 2022 editado

     # 141

    Colocado por: N Miguel Oliveira

    Pois. Mas convém que se esforcem nessa parte. Pode haver modos de reinterpretar a lei por isso perguntei se você viu isso escrito. Imagine que o seu terreno era como o do DR1982 com 9m de declive. Ia fazer-se a casa 4,5m abaixo da rua? Bunker? Não faz sentido.
    Concordam com este comentário:Pedro Barradas


    Liguei para o departamento urbanístico da CM e confirmaram-me a situação. O técnico falou bastante e utilizou bastantes termos técnicos e em pouco tempo fiquei perdido. Contudo, o cerne é precisamente que procuram encontrar a cota média do terreno para evitar grandes desníveis, sobretudo em declives e aclives e fazer o mínimo de movimentação de terras possível.
    No entanto eles dão uma margem de manobra de 1 metro a 1,5metros, dependente da inclinação.
    Esta situação condiciona também a altura dos muros.
    Mas flexibilidade e margens de manobra vão depender da envolvência e se a argumentação da memória descritiva justificar. Como por exemplo dizer que estamos a elevar a casa porque temos receio do escorrimento das águas do caminho norte para dentro da casa, etc..

    Contudo deram-me abertura para agendar uma reunião com o chefe de departamento para antes de darmos entrada do projecto, podermos lá ir e ver se vai passar ou se precisar ser afinado. Esta situação é uma excelente ajuda e pode poupar meses de burocracia.
  1.  # 142

    Colocado por: pjovpLiguei para o departamento


    Está a ver? Não é tudo preto ou branco. Há vários modos de interpretar a lei abstrata e justificar em função do seu caso em particular.
    Porque essa ideia geral da cota média (em altura) só faz sentido se a implantação da construção se posicione a meio do terreno (em planta). Encostando a um lado, e levando a lei à risca estaria a movimentar demasiadas terras e a ir contra o "espirito da lei".
    Uma margem de manobra de 1,5m é logo meio piso.
    Não deve engolir tudo o que lhe dão sem questionar caso não lhe pareça lógico.

    Colocado por: pjovpFoi a informação transmitida por ambas a arquitecta e os engenheiros. Não vejo o interesse de transmitirem uma informação condicionante destas se não fosse verdade.

    Numa simples chamada desfez-se logo duma condicionante negativa importante, pois afinal não é bem assim.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas
  2.  # 143

    .. e uma coisa é um terreno em declive/ aclive , confrontante com um arruamento numa das extremas, outra situação completamente diferente, é ter dois arruamentos confrontantes, neste caso em cotas distintas...
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
    • pjovp
    • 11 abril 2022 editado

     # 144

    Colocado por: N Miguel Oliveira

    Está a ver? Não é tudo preto ou branco. Há vários modos de interpretar a lei abstrata e justificar em função do seu caso em particular.
    Porque essa ideia geral da cota média (em altura) só faz sentido se a implantação da construção se posicione a meio do terreno (em planta). Encostando a um lado, e levando a lei à risca estaria a movimentar demasiadas terras e a ir contra o "espirito da lei".
    Uma margem de manobra de 1,5m é logo meio piso.
    Não deve engolir tudo o que lhe dão sem questionar caso não lhe pareça lógico.


    Numa simples chamada desfez-se logo duma condicionante negativa importante, pois afinal não é bem assim.
    Concordam com este comentário:Pedro Barradas


    Sim verdade. Mas tb, não foi muito diferente do que me tinha sido transmitido, sendo que a arquitecta, provavelmente, está a tentar jogar pelo seguro e evitar que o processo batesse na trave e voltasse para trás para ser rectificado. Seriam muitos e longos meses!!!!
    Mas esta abertura de podermos agendar reunião chefe de departamento antes de submetermos o processo, é sem dúvida uma tremenda mais valia.

    A conversa que tive foi informativa mas informal e o técnico chamou-me à atenção para o facto da arquitecta estar a querer fazer as coisas da forma como fez, eventualmente, porque estaria considerar as fundações da casa. Ou seja, fazer a casa na cota que pretendo pode representar uma valor muito elevado para assentar as fundações em terra firme. É que 1,5metros/2metros de altura de escavação e fundações pode significar uma diferença considerável de orçamento. Alertou-me para ter muita atenção a este facto, pois meter a casa no local idealizado pode significar uma surpresa desagradável no orçamento.
    Mais uma coisa para ser discutida na próxima reunião.
  3.  # 145

    Colocado por: pjovp

    Sim verdade. Não foi muito diferente ao que me tinha sido transmitido, sendo que o que arquitecta estava a tentar fazer era jogar pelo seguro para evitar que o processo batesse na trave e voltasse para trás e tivesse que ser corrigido. São muitos meses!!!!
    Mas esta abertura de falarmos com o técnico responsável antes de submetermos o processo, será uma tremenda mais valia.

    A conversa que tive foi informativa mas informal e o técnico chamou-me à atenção para o facto da arquitecta estar a querer fazer as coisas da forma como fez, eventualmente, porque está a levar as fundações necessárias em linha de conta. Ou seja, fazer a casa na cota que pretendo pode representar uma valor muito elevado para assentar as fundações em terra firme. É que 1,5metros/2metros de altura de escavação e fundações pode significar uma diferença considerável de orçamento. Alertou-me para ter muita atenção a este facto, pois meter a casa no local idealizado pode significar uma surpresa desagradável no orçamento.
    Mais uma coisa para ser discutida na próxima reunião.
    Eu se fosse pela minha vontade tinha agora 4.5m de altura para vencer, assim tenho 2.5m no pior ponto
    Da que pensar...
  4.  # 146

    Colocado por: pjovpestá a tentar jogar pelo seguro e evitar que o processo batesse na trave e voltasse para trás para ser rectificado

    Por isso lhe perguntei se viu isso escrito.
    Se estiver convicto de que tem razão e o que defende faz sentido, é como marcar o penalti, só vai à trave se hesita ao chutar.

    Colocado por: pjovpMas esta abertura de podermos agendar reunião chefe de departamento antes de submetermos o processo

    Mas isso é o normal quando se tem dúvidas nalgum tema: pergunta-se. Depois do Estudo Prévio alinhavado reúne-se com um técnico municipal para uma análise rápida e não vinculativa. Até pode acontecer de lhe alertarem para outra situação qualquer que tinha como garantida.
  5.  # 147

    Colocado por: pjovpSeriam muitos e longos meses!!!!


    E se forem? Condicionará a sua casa (para viver dezenas de anos) em função do tempo que demora aprovar o projecto?
  6.  # 148

    Colocado por: N Miguel Oliveira

    E se forem? Condicionará a sua casa (para viver dezenas de anos) em função do tempo que demora aprovar o projecto?


    Depende. Condicionará a minha sanidade mental garantidamente.
    Quero isto a andar para a frente e não estagnado por meros pormenores técnicos. Aliás como tudo na minha vida.
    Se pode andar rápido, não tem que andar lento.
  7.  # 149

    Colocado por: pjovppor meros pormenores técnicos.


    Mas considera que a casa ficar onde quer (à cota da rua), ou 1,5m abaixo é um pormenor técnico?
    Arrependeu-se da chamada que fez para a Câmara? Em vez de ter ignorado e ter seguido em frente sem verificar?
    A pressa está longe de resultar bem no que a projectos diz respeito.
    • pjovp
    • 11 abril 2022 editado

     # 150

    Colocado por: N Miguel Oliveira

    Mas considera que a casa ficar onde quer (à cota da rua), ou 1,5m abaixo é um pormenor técnico?
    Arrependeu-se da chamada que fez para a Câmara? Em vez de ter ignorado e ter seguido em frente sem verificar?
    A pressa está longe de resultar bem no que a projectos diz respeito.

    Claro que não. "Mero pormenor técnico" é por exemplo o facto de ter que esperar meses por algo que se pode saber em dias, por falta de proactividade ou outro motivo qualquer.
    Não estava de forma alguma a retirar importância ao processo no geral. Mas lutei e penei bastante para chegar a este ponto, como tal existe um certo grau de ansiedade acrescida para que as coisas andem a um passo acelerado. O facto das 2 propostas de projecto qye me foram apresentadas não reflectirem em nada o que pretendemos, só veio agravar o stress e a vontade de fazer isto andar e rápido.

    Já deixei bem claro lá em casa. Vou dar uma terceira oportunidade de projecto para não contrariar a esposa, mas vai ser a última. Se a próxima proposta não for um ponto de partida, terei mesmo que encontrar solução alternativa.
    Agora, já não sei como devo explicar o que queremos exatamente sem apresentarmos imagen, poi aparentemente é tabu e não se deve fazer...
  8.  # 151

    Ui se tem problemas em esperar é melhor não se meter neste filme

    Processos como o seu existem às carradas em dossiers em cima das secretárias dos técnicos municipais

    A não ser que o seu Arquiteto tenha lá algum amigo para pegar primeiro no seu
  9.  # 152

    Colocado por: pjovpAgora, já não sei como devo explicar o que queremos exatamente sem apresentarmos imagen, poi aparentemente é tabu e não se deve fazer...


    É precisamente o contrário de um tabú. Já lá atrás lhe tinham comentado abertamente as desvantagens de fazer bonecos. A partir daí, você faz o que entender melhor. Até acho que os bonecos ideiais numa fase inicial são os organigramas às bolinhas, com a relação dos diferentes espaços e pequenas notas escritas. E com quem deve falar é com a Arquitecta. Os Engenheiros serão muito importantes depois mas podem estar a atrapalhar agora nesta fase.

    Quanto à sua ansiedade/pressa, toca-lhe a si saber gerir isso.
    • pjovp
    • 24 abril 2022 editado

     # 153

    ficamos a saber que no nosso terreno, quando metermos o projecto na CM, vamos também ter assinar uma declaração de aceitação de expropriação de uma parcela de 2 metros de largura ao longo da confrontação norte com a rua, para que a CM possa, eventualemente, no futuro vir a fazer alargamento de via, tipo com passeios ou algo do género.
    Esta expropriação até pode até nunca vir a acontecer, mas é algo que altera bastante o cenário, ou seja, andávamos aqui a querer chegar a casa o mais para cima possível para aproveitarmos as cotas mais altas e agora temos a certeza absoluta que vamos ter que dar pelo menos 4 metros de distância dessa confrontação. Isto porque ao haver lugar à dita expropriação para melhorias de infraestruturas, não ficarei com a casa encostada à rua. Julgo que é daqueles casos que mais vale prevenir que remediar.
    Portanto, trazer a casa para os 4 metros de distância, coloca-a em cotas mais baixas, então, pedimos para avançar com uma solução com cave ou semicave, para tentarmos manter a casa mais elevada apesar de estar numa cota mais baixa.
    Lá se vai a ideia de uma casa térrea.

    Mas esta solução traz também um entrave em relação aos esgotos.
    A cave não vai ter desnível para conseguir descarregar as águas na caixa de esgoto que está encostada ao terreno. Ou seja para termos a lavandaria e uma casa de banho na cave as águas teriam que ser bombadas, aparentemente. A caixa de esgoto seguinte está cerca de 100metros e fazer a ligação parece que pode encarecer um pouco a coisas.
  10.  # 154

    Colocado por: pjovpas águas teriam que ser bombadas,


    Isso é lugar comum. Se quiser estar mais descansado, faz a estação de bombagem com 2 bombas, com bóias a cota diferente.

    E se não meter wc na cave, não precisam de ser bombas trituradoras.
  11.  # 155

    Mais 2 propostas de projecto...

    Proposta 3 (sem cave)
    Esta parece o mesmo das 2 anteriores, com a alteração na garagem que foi deixada encostada ao terreno do vizinho.
    Num terreno com quase total liberdade de construção, custa-me encaixar o que leva um arquitecto a projectar "encostado" ao vizinho.
    https://ibb.co/b6Ms7QR
    https://ibb.co/sQDs946
    https://ibb.co/MGVGxXt

    Proposta 4 (com cave)
    Nem sei por onde começar.....
    https://ibb.co/g4Nwkw4
    https://ibb.co/xDDfd0F
    https://ibb.co/9WKxWF1
    https://ibb.co/6YxYRHG
    https://ibb.co/GPTbmkZ

    Mas qual a vossa opinião e acham que há margem para melhorar?
    Sem paninhos quentes por favor
  12.  # 156

    Tanto numa proposta como na outra faz me confusão a inexistência de acesso direto da garagem para a casa.
    • pjovp
    • 4 maio 2022 editado

     # 157

    Colocado por: primaveraTanto numa proposta como na outra faz me confusão a inexistência de acesso direto da garagem para a casa.

    reparei isso em relação à proposta sem cave mas nem tinha reparado que a da cave tb não tem acesso directo à casa, o que está completamente fora de questão. Obrigado pela chamada de atenção.
  13.  # 158

    A preferir seria a primeira mas com janela junto ao lava-loiça. Estar na cozinha de volta dos tachos e não ter uma janela para mim não. E depois aquele muro à frente dos grandes envidraçados da sala... Não sei que altura vai ter, mas no 3d parece um mono d ebetão feito de propósito para tirar vista à sala!

    Não acho mal a garagem encostada à extrema, acho é que merecia uma janela. Não sei, enerva-me os nervos não ter luz natural nas divisões de uma casa desenhada do zero.
  14.  # 159

    Colocado por: Casa da HortaA preferir seria a primeira mas com janela junto ao lava-loiça. Estar na cozinha de volta dos tachos e não ter uma janela para mim não.


    Realmente a cozinha tem tão pouca iluminação natural.
    Onde vai colocar a máquina de lavar roupa? Na lavandaria? Tem de sair de casa para por a roupa a lavar?
    A despensa com essa porta a meio, não serve para nada
    • pjovp
    • 4 maio 2022 editado

     # 160

    Nova reunião, no gabinete de engenharia, com o objectivo de dar por terminado
    os serviços da arquitecta.
    Mas é muito profissionalismo, cordialidade e amizade, só terei que dar instruções nesse sentido e muda-se de arquitecto, obviamente, perdendo alguma parte do sinal já pago. Aceitável!

    Mais umas trocas de ideias e lá decidimos dar mais uma hipótese de na esperança que seja desta.

    Será uma mistura das propostas.
    Para já o layout com a zona social como está na proposta 4 é como parece fazer mais sentido.
    Com a implantação à cota 146 (conforme proposta 3), sem cave e com a garagem do lado da zona social (poente) e com entrada directa para casa.
    Ou seja, tudo num só piso e como sempre idealizamos.
    A casa ficar totalmente acima do nível do solo é tb uma exigência do qual não abrimos mão.
    Uma janela horizontal ao longo da bancada da cozinha tb não vai faltar garantidamente.
    A piscina é que não conseguimos ver muito bem como ficará nesta nova proposta.

    Vamos ver se resulta.
 
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