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  1.  # 401

    Uma gota no oceano … mas cada uma conta
    • Carvai
    • 22 julho 2024 editado

     # 402

    Colocado por: BondiParece que o regabofe acabou....

    Pois regabofe nas empresas públicas é uma constante...
    • AMG1
    • 22 julho 2024

     # 403

    Nenhum dos multiplos problemas da europa serão resolvidos pelo futuro presidente dos USA, seja ele qual for. Mas para a solução de alguns desses problemas essa escolha dos americanos, não é de todo indiferente. Tal como também não é indiferente para nos, portugueses, quem ganha as eleições em França ou na Alemanha.
    A autonomia europeia nos mais variados dominios é necessaria e urgente, mas impossivel de concretizar sem ser em colaboração, ou pelo menos em competição leal, com aqueles que são os seus parceiros naturais, ou seja, aquilo a que convencionamos chamar de nações ocidentais e nesse grupo obviamente com os USA à cabeça.
    Alguns dos problemas da europa, p.e. tudo o que se relaciona com a defesa terão sempre de ser articulados com os parceiros a NATO, sob pena de estarmos a desbaratar recursos cujo retorno será nulo, logo não é indiferente saber se o compromisso dos USA no ambito dessa aliança é para manter ou se isso vai depender do vento que sopra aos ouvidos do inconstante Trump.
    Claro que os USA tem todo o direito e dever de exigir que europeus participem nos custos de forma porpocional. Não sei se sao 2% do PIB de cada um, se é mais ou menos, mas que temos de suportar o custo da nossa defesa disso ninguém pode dúvidas.
    Não sei se para aumentar os gastos em defesa, a europa tera de cortar no estado social, talvez sim ou talvez não. Eu, estou como São Tomé, ver para crer, mas se for assim, o caminho é escolher onde e avançar, para isso precisamos ter uma estrutura dirigente na UE que rume toda no mesmo sentido e reparta as necessidades e vantagens por todos, mas muito sinceramente, não vejo como vamos conseguir isso com a crescente divisão e com os paises a elegerem representantes que quererem caminhar ainda mais nessa direcção da divisão.
    A europa como bloco tem inúmeros problemas e poucas soluções, os paises sozinhos, alguns mais do que outros, mas todos terão ainda mais problemas e menos possibilidades para os resolver.
    Mas enfim, estamos a trilhar o caminho que a maioria escolhe, se essa escolha é ou não avisada, só o saberemos mais tarde, esperemos que não seja tarde demais.
    Concordam com este comentário: Soliva
  2.  # 404

    Colocado por: dmanteigasTivemos 4 anos de Trump e o mundo nao acabou.

    Não acabou, mas esteve quase...aquele assalto ao capitólio podia ter corrido mal.
    Concordam com este comentário: Dias12
  3.  # 405

    Colocado por: Pickaxe
    Não acabou, mas esteve quase...aquele assalto ao capitólio podia ter corrido mal.

    Ocupar um edifício ser quase o fim do mundo, é no mínimo paranoico. Por cá os comunas cercaram o parlamento durante vários dias e a consequência foi um palavrão do então 1º Ministro.
    Sim morreu um policia, mas matar policias em manifestações não foi inédito.
  4.  # 406

    Colocado por: CarvaiOcupar um edifício ser quase o fim do mundo, é no mínimo paranoico.

    Podia ter sido o inicio de uma guerra civil.
  5.  # 407

    Colocado por: Pickaxe
    Podia ter sido o inicio de uma guerra civil.

    Ou de uma guerra nuclear, devem lá estar armazenadas muitas ogivas "antónias"...
  6.  # 408

    Colocado por: CarvaiEra o que eu pensava. Tirando questões ideológicas e causa identitárias nada mudou com Trump nem depois de Trump.
    Tal como a promessa do fim da guerra na Ucrânia, ele não tem qualquer plano milagroso. Simplesmente os verdadeiros protagonistas - Putin e Zelensky - precisam urgentemente de uma desculpa para fazer cedências e o Trump sem qualquer atitude consistente é o ideal para isso, e com malucos não se discute...
    Concordam com este comentário:Soliva


    Se ele cumprir com a promessa de cortar o financiamento à Ucrania a guerra acaba em poucos meses. Não estou a ver a Europa a ter capacidade de substituir os EUA no fornecimento de armamento.
    Triste é a Europa ter caido neste estado de dependência dos EUA!
  7.  # 409

    Colocado por: Pickaxe
    Podia ter sido o inicio de uma guerra civil.


    Guerra civil era se partes do exercito se tivesse envolvido em lados opostos. Tal como aconteceu no Brasil o exercito esteve sempre leal ao presidente eleito.
  8.  # 410

    Colocado por: AJS1974Se ele cumprir com a promessa de cortar o financiamento à Ucrania a guerra acaba em poucos meses.

    Essa á a ameaça que ele vai usar com o Zelensky para este aceitar que os russos continuem a ocupar os territórios onde estão e que não diferem muito do que acontecia antes da invasão. Mas não o vai obrigar a reconhecer que aquilo é território russo. Tirando a Crimeia o resto ficaria num limbo como aconteceu a partir de 2014.
    E ao Putin vai dar a garantia que a Ucrania nunca entrará na NATO e que vai haver novas eleições. O Putin precisa de uma desculpa urgente para parar a guerra e o Trump é a personagem ideal.
    Embora normalmente eu perca as minhas previsões, apostava que a guerra vai parar em Dezembro. O Trump quer isso antes de tomar posse para não ter que tomar nenhuma atitude estupida como Presidente. E a EU vai querer tambem mudar o discurso e o ideal é enquanto o Orban é teoricaente o lider da EU. Assim o odioso da mudança de posição já tinha um bode expiatório.
    Mas atenção a guerra não vai acabar mas apenas parar tornando-se um conflito de baixa intensidade tipo balcãs que ainda hoje não foi resolvido.
    • AMG1
    • 22 julho 2024

     # 411

    Colocado por: Carvai
    Ocupar um edifício ser quase o fim do mundo, é no mínimo paranoico. Por cá os comunas cercaram o parlamento durante vários dias e a consequência foi um palavrão do então 1º Ministro.
    Sim morreu um policia, mas matar policias em manifestações não foi inédito.


    O Carvai costuma ter varios pesos e muitas medidas para olhar para a mesma coisa. Mas comparar a invasão do capitolio no 6 de janeiro, com o cerco da AR em 75, só pode ser mesmo não ter qualquer noção da dimensao da gravidade das duas coisas.
    Mesmo sem ir ao resto, que já lá vamos. Qual foi o "comuna" que se sentou no palanque da sala das sessões no parlamento portugues em 75, ou que defecou no gabinete do presidente da AR?
    Já agora em 75 os comunas tambem gritavam enforquem o Pinheiro de Azevedo?
    Agoa vamos ao essencial do 6 de janeiro, o Carvai nao sabe, ou finge que não sabe que o objectivo era impedir a validação do resultado eleitoral e com isso evitar a transição de poder?
    Se as eleições não tivessem sido validadas pelo senado, quem tomava possa em janeiro: o Biden ou o Trump, sabendo que a outra parte não o iria reconhecer?
    Fosse qual deles fosse naquelas circunstâncias o que iria acontecer nos USA, sabe?
    A democracia também vive destes rituais formais, sem eles é só a lei do mais forte.
    Desculpe lá se achar que fui demasiado agreste, mas já não tenho paciência para tanta complacência para com quem não merece nenhuma. Já agora espero que não veja nisto qualquer defesa do que se passou na AR em 75, porque não é o caso.
    Concordam com este comentário: Soliva, Dias12
    • Soliva
    • 22 julho 2024 editado

     # 412

    Colocado por: AJS1974

    Se ele cumprir com a promessa de cortar o financiamento à Ucrania a guerra acaba em poucos meses. Não estou a ver a Europa a ter capacidade de substituir os EUA no fornecimento de armamento.
    Triste é a Europa ter caido neste estado de dependência dos EUA!


    Se ele cortar o financiamento á Ucrânia , será nos apoios directos … acha que o Biden/ NATO não se precaveram.
    Acabam os apoios directos mas os indirectos serão maiores … não foi há muito tempo que falaram em acordos de financiamento “blindados” a mudança do poder nos EUA.

    Trump cavalga na frase … “não há mais guita” , um bom slogan , uma boa foto … para as massas o aplaudirem , mas por detrás da cortina… é outra conversa, que a ser honesto as massas não querem saber.
  9.  # 413

    Colocado por: AMG1Se as eleições não tivessem sido validadas pelo senado, quem tomava possa em janeiro: o Biden ou o Trump, sabendo que a outra parte não o iria reconhecer?

    Se a validação dos resultados fosse feito numa sala de hotel com as mesmíssimas pessoas seria inconstitucional?
    • Soliva
    • 22 julho 2024 editado

     # 414

    Colocado por: Carvai
    Se a validação dos resultados fosse feito numa sala de hotel com as mesmíssimas pessoas seria inconstitucional?


    É com cada um ….
    Tem a ver com o acto em si que teria de acontecer naquela data de acordo com regras de passagem de poder que existem há décadas .
    É a invasão de um edifício representante de um dos 3 poderes democráticos do país.

    Existe um protocolo … a partir de 06 de janeiro se a invasão tivesse surtido efeitos , poderia efectivamente provocar uma guerra civil .

    Quem tomaria posse ?
    Se os dados não foram validados , o presidente mantém-se em funções e ignora-se as eleições ?
    Quem governa ?
    Qual a legitimidade de governação ?
    Pode o presidente cessante , colocar-se acima do colégio eleitoral ?

    São tantas as perguntas …
    Nem posso crer que estamos em 2024 e as pessoas ainda duvidam das consequências que os actos da invasão poderiam ter .
    Felizmente para o país e para o mundo , aquele disparate terminou a tempo de não haver repercussões sérias para a nação.
    Não é por acaso que digo que o provavelmente o melhor teria sido Trump ganhar… seria uma presidência polémica mas efémera.

    Da forma com estão, o partido Republicano … já não o é … é um misto de extremos impregnados de religião ultra conservadora que esqueceu completamente o que significa separação de estado /igreja … que faz a Rússia ou a Coreia do Morte roerem-se de inveja .
    O candidato embrenhou-se num culto de personalidade … pessoas a andar com pensos na orelha em sinal de apoio não é nada mais que idolatria.

    O partido democrata … anda aos papeis. A poucos meses das primárias mudam de candidato , estratégia , sondagens be dammed enfim …
    Internamente anda tudo aos cucos .
    Concordam com este comentário: AMG1
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Dias12
  10.  # 415

    Prontes, já percebi, quem governa um País é quem ocupa um determinado edifício e não quem foi eleito. Protocolo oblige...
    Um noite destas ocupo a sala do Marcelo em Belém e passo a PR e já consigo marcar uma consulta no SNS.
  11.  # 416

    Não é quem ocupa uma sala. Mas quem governa é quem os outros pilares da sociedade respeitam e ouvem.
    Se você ocupar a sala do Marcelo mesmo que berre com megafone a polícia não vai fechar ruas, os impostos não vão descer, o exercito não vai reconquistar Olivença e por aí fora.
    Nos states com tantos "crentes" no trumpismo, não me admirava que alguns polícias o continuassem a ouvir, governadores a seguir as suas ideias, etc etc.
    Quem sabe algum capitão de uma companhia do exército não se passasse dos carretes e começasse a desobedecer aos superiores.
    Não foram poucas as revoluções que começaram assim.
    Concordam com este comentário: AMG1
    • AMG1
    • 22 julho 2024

     # 417

    Colocado por: Carvaise


    Colocado por: Carvai
    Se a validação dos resultados fosse feito numa sala de hotel com as mesmíssimas pessoas seria inconstitucional?


    Mas que raio de disparate, mas você não consegue mesmo alcançar a diferença, ou está mesmo só a picar-nos?
    Provavelmente nem seria inconstitucional, mas com o Pence enforcado, era bem capaz de ser dificil, ou continua a achar que sim, que não havia problema nenhum porque em ultima análise tinhamos o decano do senado, se também não tivesse o mesmo destino do Pence, afinal o homem era do partido democrata.
    Depois se acha que o problema é o local, então que raio o incomoda que os operarios da construção civil tenham cercado S. BENTO em 75, se o primeiro ministro até lá vivia?
    Cama, mesa e roupa lavada, não lhe devia faltar, era só esperar que os comunas desmobilizassem.
    Qualquer tentativa de justificação ou memorização de qualquer desses eventos, nao tem qualquer justificação e é no minimo absurda. Digo assim, porque apesar de tudo, ainda estou a assumir que o Carvai não deve fazer a figura de um daqueles grunhos que andam atrás do Trump a trata-lo por Jesus laranja, como alguns lhe chamam, mas...
    • AMG1
    • 22 julho 2024

     # 418

    Colocado por: CarvaiProntes, já percebi, quem governa um País é quem ocupa um determinado edifício e não quem foi eleito. Protocolo oblige...
    Um noite destas ocupo a sala do Marcelo em Belém e passo a PR e já consigo marcar uma consulta no SNS.


    Pois afinal era uma piada...pois acredita quem quer!
    Quando eu era rapazola também tinha a mania que era engraçado, mas não eram poucas as vezes em que me espalhava. Sabe o que o meu pai me dizia nessas ocasiões?
    "Olha pá espera aí sentadinho, que eu ja volto para me rir"
  12.  # 419

    Colocado por: AMG1Depois se acha que o problema é o local, então que raio o incomoda que os operarios da construção civil tenham cercado S. BENTO em 75, se o primeiro ministro até lá vivia?

    Pois 100.000 operários de umas obras ali ao lado cercaram a AR ( o nosso Capitólio mais pequinininho) durante 3 dias para um churrasco.
    https://visao.pt/atualidade/politica/2023-05-12-cerco-a-assembleia-constituinte-1975-como-a-guerra-civil-esteve-por-um-fio/

    Colocado por: AMG1Carvai não deve fazer a figura de um daqueles grunhos

    Como não percebo a "verdade" dos fofinhos, só posso ser um grunho.
    • AMG1
    • 23 julho 2024

     # 420

    Colocado por: Dias12Não é quem ocupa uma sala. Mas quem governa é quem os outros pilares da sociedade respeitam e ouvem.
    Se você ocupar a sala do Marcelo mesmo que berre com megafone a polícia não vai fechar ruas, os impostos não vão descer, o exercito não vai reconquistar Olivença e por aí fora.
    Nos states com tantos "crentes" no trumpismo, não me admirava que alguns polícias o continuassem a ouvir, governadores a seguir as suas ideias, etc etc.
    Quem sabe algum capitão de uma companhia do exército não se passasse dos carretes e começasse a desobedecer aos superiores.
    Não foram poucas as revoluções que começaram assim.


    As audições no congresso no âmbito da comissão sobre o 6 de janeiro, em boa parte conduzidas por uma congressista republicana (Liz Cheney) mostraram que o plano era ir muito além da ocupação do edifício, como se isso ja fosse pouco.
    A sorte foi o autor do plano ser um tosco (Steve Bannon), alias, se não fosse um tosco não se deixava colocar na posição de ser o único do círculo proximo do Trump que está preso e nem é por causa do 6 de janeiro, mas porque roubou o dinheiro para fazer o tal famoso muro na fronteira com o México. Dinheiro que tinha sido doado pelos parolos que acreditaram naquela aldrabice.
    O trumpismo é isto, uma cambada de vigaristas, sem escrúpulos, capazes de vender a mãe por três patacos.
    Haver quem queira justificar isto é só deprimente.
    Agora o novo Trumpismo já será muito mais do quen isto. Os Bannon desta vida ja não vão ter lugar. Agora nem o "cacau" nem a inspiração vêm do mesmo sitio. O Trump já não vai asneirar tanto, mas talvez seja por isso que, em meu entender, até pode ser mais perigoso,
    Concordam com este comentário: Dias12
 
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