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    • allwer
    • 10 janeiro 2025 editado

     # 261

    Colocado por: N Miguel Oliveiraacredito que fará uma vida muito mais tranquila com 3600€ em Portugal, que com 4900chf na Confederação,


    SG. 80% mais 200CHF por cada cachopo (400CHF)
    Trabalhava sem tanto stress isso lhe digo… a esposa também.
    Pagava 1500CHF de renda. Aqui pago 1000€ nos arrabaldes do Porto por um apartamento com substancialmente menos conforto que tinha lá…

    Sinto-me muitíssimo mais stressado aqui!… viajar é mais complicado, acesso a material, etc…
    Mas pronto família.
  1.  # 262

    Colocado por: allwer
    Sinto-me muitíssimo mais stressado aqui!


    Mas não manteve o trabalho que tinha na Suíça?
    Porque haveria de ser mais stressante? Não é o mesmo trabalho?

    Quanto ao resto, o que conseguia fazer lá com 4900chf, que não consegue fazer no Porto com 3600€?
    • allwer
    • 10 janeiro 2025 editado

     # 263

    Colocado por: N Miguel OliveiraMas não manteve o trabalho que tinha na Suíça?

    Sim o trabalho é o mesmo.
    Mas as viagens deixaram de ser possíveis de comboio como Zurich. Viajar do Porto envolve quase sempre escalas. A sociedade continua tal como quando saí à 15 anos.
    Pago mais de electricidade aqui. Pago mais de IUC. Pago muito mais portagens. No supermercado gasto menos 300€.

    Enfim…
    Em termos financeiros e social foi uma troca miserável mas pronto.
  2.  # 264

    Tenho de concordar ali com o allwer Nuno. Não sei por onde andas a trabalhar Nuno mas como ele tb eu regressei mas sem as mesmas condições :) e entendo bem aquelas palavras!
  3.  # 265

    Colocado por: allwer
    Sim o trabalho é o mesmo.
    Mas as viagens deixaram de ser possíveis de comboio como Zurich. Viajar do Porto envolve quase sempre escalas. A sociedade continua tal como quando saí à 15 anos.
    Pago mais de electricidade aqui. Pago mais de IUC. Pago muito mais portagens. No supermercado gasto menos 300€.

    Enfim…
    Em termos financeiros e social foi uma troca miserável mas pronto.


    E já não tem o desconto do irs?
  4.  # 266

    Colocado por: allwerEm termos financeiros e social


    Colocado por: gil.alvesTenho de concordar ali com o allwer Nuno. Não sei por onde andas a trabalhar Nuno mas como ele tb eu regressei mas sem as mesmas condições :) e entendo bem aquelas palavras!


    Sim, eu também troquei Fribourg por Matosinhos em 2016.
    E entendo as mudanças financeiras e sociais...
    Agora, mantendo o salário Suíço, vivendo em Portugal... mesmo depois dos impostos, não estou a ver como poderá ser pior a nivel financeiro. Entenderia, se o salário fosse ajustado ao novo país, Portugal.
    Porque, apesar de tudo, se com 3600€ líquidos não faz uma vida desafogada no Porto... e ainda tem a família próximo, algo me escapa aqui. Pode por exemplo comprar ou mandar construir uma casa muito mais barata e com outra qualidade, que jamais conseguiria na Suíça. OK, a eletricidade na Suíça é barata... Por outro lado, em Portugal não vive ao lado da central nuclear que lhe permite pagar tão pouco de eletricidade na Suíça... Tudo tem as suas vantagens e desvantagens.

    O meu caso actual é algo diferente, apesar dos diferentes impostos, basicamente as fronteiras passaram a ser uma simples linha imaginária num mapa. É desfrutar do melhor que cada país tem, e ignorar um bocado os seus problemas. Por vezes, já nem sei onde vivo :)
  5.  # 267

    Colocado por: JCoimbra
    Em que concelho? Isso é um absurdo.
    Estou a construir a 50km de Seia e estou longe desses valores...

    Aconselho a pedir no mínimo 5 orçamentos
    Estas pessoas agradeceram este comentário:WarrenG

    Em Gouveia e apesar de ter familiares lá a viver não consegue ninguém que apresente sequer um orçamento.
  6.  # 268

    Colocado por: jg231evolução de carreira como nenhuma outra, perigo desemprego = 0

    Desculpem-me o offtopic. Sem querer desvalorizar a profissão de Médico, com a evolução tecnológica se eu fosse médico, iria tentar planear bem a minha carreira.

    A maioria das minhas interações com médicas já é por videochamada (e só há interação sequer por imperativos legais, administrativos, ...). Temos por exemplo AI a detectar casos de cancro em estágio iniciais que passam ao lado do olho do ser humano. Temos robôs capazes de operar com autonomia (fonte: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10862530/). Desemprego = 0? Hoje sim, mas amanhã não sei.

    Já para construir uma casa, ainda não o vejo a fazerem por videochamada. E o preço vai subindo, subindo,...
  7.  # 269

    Colocado por: Carvai
    Em Gouveia e apesar de ter familiares lá a viver não consegue ninguém que apresente sequer um orçamento.

    É ir a Seia, Nelas etc pedir orçamentos a empreiteiros..
  8.  # 270

    Colocado por: N Miguel OliveiraAi não que não torno.


    Percebi o ponto ;)

    Mas ainda so discordo. So o facto de pensar em usar o dinheiro para novas competencias ao inves de ir passar umas belas ferias ja e uma distincao. Mas pegando numa profissao menos criativa... acha que o funcionario com mais 10 mil euros aplica melhor capoto na casa? Pode aplicar mais feliz... agora se for um 'badalhoco' a trabalhar vai continuar a se-lo com mais ou menos 10 mil euros.
    Eu tendo por base a minha experiencia, diria que metade dos funcionarios do meu pai se lhes dessem 10 mil euros hoje, durante 1 mes nao apareciam ao trabalho :)

    Colocado por: N Miguel OliveiraQuando o critério é o preço por se achar que o resultado será indiferente num lado ou noutro... esta discussão acaba por aqui.


    Mas nao foi isso que eu disse. Alias, pelo contrario! O que eu disse e precisamente o oposto. Que o preco para qualquer servico e o criterio menos importante (desde que se esteja a falar em precos dentro do orcamento). E para clarificar: eu nao digo que se deve escolher o mais barato porque o servico e igual ao mais caro. O que eu acho e que e perfeitamente possivel trabalhar comparativamente mais 'barato' e com qualidade. Porque pelo que se leu em alguns comentarios aqui, basicamente quase que se assumiu que se for barato e porque fogem ao ferro, ao betao, etc quando da minha experiencia esse tipo de coisas acontece a quem paga barato e caro.
  9.  # 271

    Colocado por: JCoimbraÉ ir a Seia, Nelas etc pedir orçamentos a empreiteiros..


    Deduzo que as vezes nao seja facil pois malta com muito trabalho em Nelas, nao quer ir para Gouveia construir.
  10.  # 272

    Colocado por: dmanteigasMas pegando numa profissao menos criativa... acha que o funcionario com mais 10 mil euros aplica melhor capoto na casa? Pode aplicar mais feliz... agora se for um 'badalhoco' a trabalhar vai continuar a se-lo com mais ou menos 10 mil euros.
    Eu tendo por base a minha experiencia, diria que metade dos funcionarios do meu pai se lhes dessem 10 mil euros hoje, durante 1 mes nao apareciam ao trabalho :)


    Acho que coloca um situação irreal aqui.
    Porque razão lhe daria 10mil hoje?
    Pensava que o tema eram os salários.
    Se em vez de dar 10mil hoje, desse um aumento de 1000 no salário...

    O mal dessa desconfiança toda... é que termina e toma todos por igual, mesmo sabendo que não o são, e não daria o aumento de 1000 a nenhum deles.

    Se é certo o que diz, que muitos seriam o mesmo trabalhador... também acredito então, que muitos converteriam esses 1000 num serviço melhor prestado, mesmo que fosse, como você disse, menos creativo.

    Quanto muito, andava mais descansado e feliz a fazer o serviço. Mais pró-activo, com disposição para trabalhar em equipa, cumprir horários, etc etc.

    Eu tenho a certeza, que eu trabalharia melhor com melhor remuneração. Prestaria um melhor serviço, etc. Nem estou a ver qual é a dúvida aqui.
  11.  # 273

    Colocado por: dmanteigasse for um 'badalhoco' a trabalhar vai continuar


    Pois não sei...

    Ganha pouco porque é badalhoco, ou é badalhoco porque ganha pouco?

    Pode ser ambas as coisas.
    Pelo que pagando pouco sempre, terá sempre o mesmo resultado. Tanto pode o seu pai ter a iniciativa de pagar melhor a ver se o tipo trabalha melhor... como pode ser o tipo a ter iniciativa sendo menos badalhoco a ver se começa a ganhar mais.

    Ou cada uma das partes fazer metade desse caminho... para que todos ganhem no final...
  12.  # 274

    Colocado por: dmanteigasQue o preco para qualquer servico e o criterio menos importante (desde que se esteja a falar em precos dentro do orcamento).


    Olhe, entre parêntesis está o pormaior.
    Pegando no exemplo dos honorários dos projectos...

    Se você define que o seu orçamento para os projectos são 2500€... porque foi isso que os seus 4 ou 5 amigos e vizinhos lhe disseram que pagaram pelos seus projectos...

    Você será um dos que tanto critica.
    Se um Arquitecto lhe pedir 5000€... no meio de orçamentos de 2500 a 3000... e o que está contemplado na lista de serviços prestados fôr exactamente o mesmo... você muito provavelmente vai achar a mesma coisa, dos que acham que se é barato é porque rouba. Só que aqui ao contrário... se é caro é porque explora.

    Acho que depende muito do serviço que é.
    Se Arquitectura tem um componente de criativade forte, assentar capoto algo terá também. Caso contrário todos assentariam igual e não haveria diferença. E sabemos que isso não é assim. Pelo que acho que estas comparações entre serviços fazem pouco sentido.

    Acho que faz sentido comparar productos exactamente iguais, da mesma marca, com preço diferente em função do fornecedor. E mesmo assim poderiam variar as garantias e serviço ao cliente. Serviços médicos, arquitetónicos, de como assentar capoto, etc... é outra conversa...
  13.  # 275

    Colocado por: N Miguel OliveiraEu tenho a certeza, que eu trabalharia melhor com melhor remuneração. Prestaria um melhor serviço, etc. Nem estou a ver qual é a dúvida aqui.


    A duvida e que eu, por exemplo, nao prestaria um melhor servico se este mes fosse aumentado em 1000e. Ia prestar exatamente o mesmo servico que prestava em Dezembro de 2024. Ficava era mais feliz durante um tempo, porque e uma felicidade que tambem rapidamente passa.


    Colocado por: N Miguel OliveiraTanto pode o seu pai ter a iniciativa de pagar melhor a ver se o tipo trabalha melhor... como pode ser o tipo a ter iniciativa sendo menos badalhoco a ver se começa a ganhar mais.


    O meu pai tem essa experiencia de mais de 30 anos como empreiteiro e nunca teve um empregado que contrariasse este maxima. No limite o que acontece e um 'boost' temporal curto ai de 1 ou 2 meses e depois regressa aquilo que sempre foi. Os bons profissionais que teve, nunca foram melhores nem piores pelo dinheiro que recebiam, assim como os maus. Os que chegam as 5 e meia e comecam a arrumar o material nem que falte 10min para acabar de armar a malhasol e assim evitar-se ter que regressar a obra no dia seguinte por 10min seguem sempre aquilo estilo quer ganhem 500 ou 1500.
  14.  # 276

    Sem querer colocar lenha na fogueira, mas

    Colocado por: N Miguel OliveiraGanha pouco porque é badalhoco
    Então é simplesmente um badalhoco, e se ganha pouco é resultado do trabalho que apresenta, é o merecido. Se ganhasse mais seria badalhoco na mesma, está no adn.

    Colocado por: N Miguel Oliveiraou é badalhoco porque ganha pouco?
    Então é pior que um badalhoco, é um reles mercenário que anda a sabotar o patrão (ou quem lhe paga). Se fosse alguém profissional e achasse que era mal pago pelo trabalho de qualidade elevada que considera produzir, é fácil, abandona o barco e procura quem lhe dê o devido valor. Não encontra esse alguém porque "está difícil arranjar um bom emprego"? Fácil, cria o seu próprio negócio e livra-se do lastro que é um patrão explorador. Trabalhar mal de propósito porque não gosta do ordenado ou está chateado com a mulher, é só revelador de um tipo de carater.
    Concordam com este comentário: dmanteigas
  15.  # 277

    Colocado por: N Miguel OliveiraAcho que depende muito do serviço que é.
    Se Arquitectura tem um componente de criativade forte, assentar capoto algo terá também.


    Nao e nao. Nao vamos agora tambem chegar ao ridiculo de comparar sequer...
    Assentar capoto, armar ferror, pintar, assentar azulejo, etc nao sao 'rocket science' e a produtividade e relativamente simples de medir. Um homem por hora e capaz de produzir entre X a Y.
    Nao vamos comparar com profissoes mais intelectuais onde 1h de trabalho pode ser mais eficaz que 20h de trabalho.

    Dai que eu volte outra vez a questao do brio profissional, que nao se 'compra' com dinheiro. Um funcionario que tem gosto por fazer as coisas bem e gosta daquilo que faz, vai faze-lo independentemente do salario que aufere.

    E isto e valido tambem para empreiteiros e construtores. E uma questao de filosofia da empresa. Conheco um caso de um gabinete de projetos que faz solucoes chave na mao bem mais caras que 2000e/m2 e 10k nao chegam para o projeto de licenciamento, tendo ate varios premios por esse pais fora... e depois ha obras onde ate metem armarios do Ikea depois de retirarem todos os autocolantes para poupar nas carpintarias e os pilares com 8 ferros de 12 com estribos afastados a 10 passam a pilares com 4 ferros de 12, 2 de 10 e estribo afastado a 15, entre muitas outras coisas. Porque o objetivo e 'ganhar dinheiro'.

    Obviamente que nao estamos a falar de casos 'absurdos'. Eu nao estou aqui a dizer que com 500e/m2 da para construir uma casa. O meu ponto e que em muitos casos, os 500e/m2 a mais sao simplesmente margem de lucro do empreiteiro/construtor...
    Um exemplo concreto oposto ao seu relativamente aos projetos. Assentar azulejo custa em media aqui na zona 10 a 12e por m2 e este preco permite uma margem bem razoavel de lucro ao empreiteiro. Se lhe aparecerem em 5 orcamentos dos quais 1 dentro deste valor e 4 acima de 20e/m2, quer dizer necessariamente que o que lhe ofereceu o valor de 10e/m2 vai fazer um mau trabalho? E que o argumento aqui neste topico e precisamente esse. Se faz preco X e porque vai roubar ferro, vai fazer isto e aquilo e mais nao sei quantos exemplos de mau profissionalismo que em nada estao ligados ao preco praticado.
  16.  # 278

    O que me quer parecer, é que o seu pai faz um bom serviço, não rouba... e tem preços baixos.
    Mas depois, por azares do destino, só lhe aparecem badalhocos para trabalhar àquele preço.

    Por isso é que a nossa economia é esta e não outra.
    Num qualquer outro país, o badalhoco começa a trabalhar na 2ª feira... na 3ª o patrão percebe que o tipo não dá o esperado... na 4ª feira já está na fila do IEFP de novo. O patrão não anda a engonhar com um tipo que sabe que é mau profissional.

    Por isso em Portugal proliferam as empresas de vão de escada, que cobram pouco... e no final tem donos de obra satisfeitos.
    Olhos que não veem, coração que não sente.

    É preciso dinheiro para as coisas, inclusive para "melhorar" o brio dos trabalhadores.
    Talvez por isso, em Portugal, as primeiras empresas a dedicar parte do orçamento a ações de "team building" e afins, tenham, por mera coincidência, sido empresas estrangeiras...
  17.  # 279

    Colocado por: RuikodeFácil, cria o seu próprio negócio e livra-se do lastro que é um patrão explorador.


    Aqui totalmente de acordo.

    Mas isso serve igualmente para o patrão insatisfeito com os badalhocos.
    Daí eu ter escrito, que talvez a solução seja um pouco de ambas as coisas (o badalhoco que deixa de o ser, e o patrão que melhora as condições)... cada um faz meio caminho, em vez dum esperar que o outro faça o caminho todo primeiro. Porque o caracter do badalhoco que trabalha mal porque ganha pouco, é exactamente o mesmo do patrão que paga o mesmo tendo o tipo brio ou não.
  18.  # 280

    Colocado por: dmanteigasDai que eu volte outra vez a questao do brio profissional, que nao se 'compra' com dinheiro. Um funcionario que tem gosto por fazer as coisas bem e gosta daquilo que faz, vai faze-lo independentemente do salario que aufere.


    Eu percebo o que quer dizer.
    Só não acho que esse funcionário deva ser visto isolado do resto, como que se operasse num mundo isolado e abstracto.
    Exemplo prático, já que estamos nisto dos projectos...

    Para duas obras diferentes, necessito da participação dum determinado profissional especifico.
    Para uma obra, dum grau de dificuldade menor, contracto um profissional por 1500€.
    Para a outra obra, mais complexa, contracto outro profissional por 3000€.

    Ao de 3000, eu além de pagar mais, irei exigir mais também. Por uma simples razão, a obra que lhe tocou ao segundo, exije de mim, e do profissional que eu escolher, mais também.

    Claro que, e concordando consigo, não significa que o de 1500 preste um mau serviço por sí só.
    Mas seria no mínimo, muito ingénuo da minha parte, adjudicar as duas obras ao de 1500... e esperar que o tipo dedique o tempo necessário, tenha a formação necessária, tenha uma equipa e equipamento necessários... exactamente igual que se ele mesmo me cobrasse 3000€ como o outro. Porque se cobra 1500 é porque acha suficiente. Claro, que a seu ver e bem... se ele cobrasse 3000 poderia fazer-me o mesmo serviço que cobrando 1500. Acontece que como disse atrás, ele não trabalha isolado do mundo. Aí, o burro seria eu, porque teria dois projectos ao mesmo nível, quando uma obra exige muito mais dedicação que a outra. É como lhe digo, esse profissional não opera sozinho. Eu próprio desempenho um papel nesta equação, neste caso, o de exigir e perceber as diferenças entre as necessidades das duas obras.

    "recebes o que pagas"

    Por isso, e felizmente, o mercado tem profissionais para todos os gostos e carteiras.
    Permite-me alocar um profissional para uma obra e outro para outra.
    Adecuando o brio à qualidade da obra também, e à carteira do cliente.

    O que é estranho, é eu esperar receber o mesmo serviço dum tipo que cobre 1500 ou 3000.
    Deixa de ser tão estranho, quando nós enquanto Arquitectos, como Donos de Obra, como compradores, etc abdicámos da função que nos tocou também. A de exigir... E se há duas coisas em que os portugueses são dos melhores do mundo são: 1- a queixarmo-nos no tasco e 2- a não saber exigir na obra. E estas duas coisas, estão altamente relacionadas...
 
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