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  1.  # 161

    Colocado por: asc_Como se pode verificar no site da SGG e no programa Calumen (da SGG) é possível colocar na face 2 todos os vidros baixo emissivos e de controlo solar. Na face 3 apenas os que indiquei (inclusivé o plnitherm ultra N). (pdf em anexo no meu anterior post)

    Se não sabe informe-se primeiro e se não quer aprender não crie mais confusão.


    Mas será que a única propriedade do vidro baixo emissivo é um valor ug baixo?
    Não existem outras condicionantes? Eu também uso o simulador dos vidros (por acaso uso o da vitro chaves)
    Será que devo estar calado quando alguém precisa de ajuda?

    Colocado por: j cardoso.A composição das capas é ligeiramente diferente nos dois casos. Antes que se levante um brado a clamar que este último caso é e controle solar e não de baixa emissividade, deixe-me dizer-lhe que é uma questão de nomenclatura: em ambos os casos estamos a falar de capas de baixa emissividade, o efeito conseguido é que é diferente e por isso se vulgarizaram as expressões “vidro baixo emissivo” para um caso e “controle solar” para outro.


    O sr. Cardoso é um malandreco, tanta confusão e afinal era tudo uma questão de vocabulário.
    Se eu não tivesse alguma auto-estima nesta altura já estaria a pensar que tenho andado a viver enganado e a enganar os clientes e também aqui os nossos caros "foristas".
    Sr. Cardoso, em relação ao que costumo dizer no forum, peço-lhe para, caso eu alguma vez diga alguma barbaridade (na sua opinião), que me corrija, certamente que resultará uma saudável discussão, todos os dias estamos a aprender, ninguém aqui tem em seu poder palavras sagradas que não podem ser corrigidas e/ou melhoradas. A perfeição nunca será atingida, mas tentamos sempre aproximar-nos o mais possível, correcto? E isso só será possível tentando aprender um pouco mais a cada dia que passe.

    Colocado por: manuel machadoDe qualquer forma continuo a achar que isto vai de opiniões e interpretações. Não há um estudo ou documento concreto para servir de referência.
    cps


    Não pense nisso, o fabricante dá instruções ao serralheiro para que este aplique o vidro com a orientação adequada de cada vidro (consoante as características do mesmo).

    Colocado por: GAE já agora, quando o cliente recebe os instaladores da caixilharia na obra e eles se preparam para montar os vãos, como me posso certificar se os vidros foram bem aplicados, ou seja, se têm realmente as faces de baixa emissividade voltadas para o interior da caixa de ar?


    Penso que qualquer fabricante de vidro duplo saberá orientar a capa para o interior da câmara, pelo menos a mim nunca me fizeram um disparate desses.

    Colocado por: Jorge RochaO vidro Planitherm é colocado ao contrário por muito boa gente porque se trata de um vidro mais barato que o planistar e usam-no desta forma para ganhos económicos(apenas)


    Isso acredito... Por isso aparecem obras montadas e os autocolantes a dizer as caracteristicas dos vidros nunca apareceram... (Foram retirados na oficina...)

    Colocado por: GAComo tal, continuo a querer saber se há alguma forma de um dono de obra se certificar que os vidros da sua obra estão correctamente aplicados.


    Correctamente aplicados pelo serralheiro sim, pode observar o autocolante com a marcação CE (onde diz as caracteristicas do vidro duplo em questão, espessuras, camaras, etc.), e o autocolante a dizer para que lado se monta.

    Para não haver problema, previamente deve dizer ao instalador que não quer que seja removido nenhum autocolante de nenhum vidro, para se certificar que recebe aquilo que comprou.
    Outra forma (e mais eficaz ainda) é saber com quem está negociar.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: GA
  2.  # 162

    Boas Tardes

    Sem me querer meter ao barulho... andei no site da Saint gobain e sem querer deparei-me com isto:

    A posição da capa (face 2 ou face 3) no vidro duplo tem importância?
    Para SGG CLIMPALUS, a posição da capa não tem importância sobre as performances do vidro duplo. Contudo, sobre a mesma fachada, é importante instalar os vidros duplos com a capa para a mesma face. Em contrapartida, a capa de SGG CLIMAPLUS 4S é sempre posicionada em face 2 para obter as performances mencinadas na documentação SGG.

    http://pt.saint-gobain-glass.com/b2c/default.asp?nav1=st&nav2=faq&theme=459

    Espero não mandar mais lenha pá fogueira...
    Cumprimentos
  3.  # 163

    Colocado por: Pedro Azevedo78Não é isso que diz aqui... Ou é?


    Não, não é.
    Agora meta-se no meu lugar, recebe um vidro desses, onde tem um autocolante a dizer para virar para dentro o vidro que é baixo emissivo, o que é que o sr. fazia? Virava-o para dentro? Ou virava-o para um lado qualquer porque no site diz que é igual?

    Termicamente é igual, mas a retenção de calor fica invertida, percebe?

    Colocado por: asc_Fale por si! Ou tem acesso ás encomendas da SGG?


    Como deve compreender recebo visitas dos comerciais que me fornecem vidro, e conversamos...

    Colocado por: asc_Cada um tem a sua especificidade. Para cada caso uma situação... ou não!


    Logicamente amigo, e o sr. manuel machado falou de alguma especificidade em particular? Que eu tenha lido, não. Por isso tenta-se aplicar aquilo que tenha uma melhor relação qualidade/preço, neste caso o planitherm ultra N.

    Colocado por: Jorge RochaNão tem.
    Um profissional coloca sempre este vidro conforme está nas fichas técnicas.


    Apenas razão em apontar um artigo da SGG (quanto a mim infeliz) onde diz que tanto faz aplicar na face 2 ou 3, quando na realidade eles mandam aplicar na face 3 (continuo a falar no planitherm ultra n).
  4.  # 164

    Boas

    O sr. Cardoso é um malandreco, tanta confusão e afinal era tudo uma questão de vocabulário.

    Não, não é apenas uma questão de vocabulário. É uma questão de saber que diferentes objectivos servem essas capas e qual a posição em cada caso.

    Ok, para quem já estava tremendamente confuso, vir para aqui falar em mais variantes de vidros, penso que só venha confundir ainda mais, de qq forma o que se aplica na maior parte das vezes é o Ultra N logo confirma-se aquilo que vem a ser dito por mim e outros.


    O problema está aqui, só porque se usa na maior parte das vezes parte-se do princípio que não existem outros que podem ser mais indicados. Mais, se é verdade que se usa a maior parte das vezes então atrevo-me a dizer que provavelmente será também usado quando não é o mais indicado.
    Já agora, e atirando mais uma acha para a fogueira, gostava que me explicassem que critério usam para escolher os vidros de uma habitação sem conhecer as características do comportamento térmico dessa mesma habitação como se os vidros fossem o único critério a ter em conta e as suas características não dependessem de outros factores.

    cumps
    José Cardoso
  5.  # 165

    Colocado por: JancidoEspero não mandar mais lenha pá fogueira...

    Apenas meteu a mesma lenha do Pedro Azevedo 78...o lume ficou na mesma como a lesma.
  6.  # 166

    Colocado por: two-rok

    Não, não é.
    Agora meta-se no meu lugar, recebe um vidro desses, onde tem um autocolante a dizer para virar para dentro o vidro que é baixo emissivo, o que é que o sr. fazia? Virava-o para dentro? Ou virava-o para um lado qualquer porque no site diz que é igual?

    Eu faria exactamente o que o fabricante me indicasse. Sem dúvidas. Acho que faz muito bem em seguir as instruções do fabricante,
    Nesta discussão eu apenas quis introduzir dados, pois muitas vezes criam-se certos mitos... E este pode ser um deles.
    E o que trancreve mais uma vez o Jancido ainda reforça isso mais!



    Colocado por: Jancidoandei no site da Saint gobain e sem querer deparei-me com isto:

    A posição da capa (face 2 ou face 3) no vidro duplo tem importância?
    Para SGG CLIMPALUS, a posição da capa não tem importância sobre as performances do vidro duplo. Contudo, sobre a mesma fachada, é importante instalar os vidros duplos com a capa para a mesma face. Em contrapartida, a capa de SGG CLIMAPLUS 4S é sempre posicionada em face 2 para obter as performances mencinadas na documentação SGG.

    http://pt.saint-gobain-glass.com/b2c/default.asp?nav1=st&nav2=faq&theme=459

    Agora se cá os fabricantes são taxativos a indicar a face 3, acho que os instaladores devem seguir essas indicações.
    Agora que me faz confusão que a Casa Mãe possa estar a dar indicações tão dúbias e segundo vocês mesmo erradas, lá isso faz...
  7.  # 167

    Pois
    Na minha opinião acho que a capa de baixa emissividade apenas influencia no factor g consoante se está na face 2 ou 3, pelo menos é o que me dá a enteder o texto no site da Saint Gobain.

    Cumprimentos
  8.  # 168

    Colocado por: j cardosoJá agora, e atirando mais uma acha para a fogueira, gostava que me explicassem que critério usam para escolher os vidros de uma habitação sem conhecer as características do comportamento térmico dessa mesma habitação como se os vidros fossem o único critério a ter em conta e as suas características não dependessem de outros factores.

    Eu quando vou a um local dar orçamento falo muito com as pessoas percebe?
    antes de observar o local pergunto sempre como se comportam as divisões termicamente...no Inverno/Verão etc.
    E como se sentem as diversas pessoas...porque não são todas iguais,umas mais friorentas que outras,outras de olhos claros que aguentam menos os raios solares ok?
    Teria muito pano para mangas porque isto é muito vasto neste tipo de abordagem.
    Para não falar no tipo de caixilho adequado por mero espaço,comportamento devido às muitas circunstâncias tais como altura a que se encontram,dimensões etc.
    Estaria aqui a teclar uma eternidade,e o J.Cardoso assimilaria quase a mesma coisa...pois tendo o J.Cardoso aprendido aqui(presumo)embora sempre em contradição que a caixa de um vidro térmico é determinante para um valo Ug...seria suficiente para perceber que uma capa de baixo emissivo sofre influência quando esta é posicionalmente colocada inversamente...
    Que também sempre contrariou que diversos caixilhos não servem para determinadas zonas eólicas de Portugal por causa dos diversos factores de pressão atmosférica.

    Cumps
    Rocha
    depois observo a meu modo o posicionamento das janelas
  9.  # 169

    Colocado por: JancidoPois
    Na minha opinião acho que a capa de baixa emissividade apenas influencia no factor g consoante se está na face 2 ou 3, pelo menos é o que me dá a enteder o texto no site da Saint Gobain.

    Cumprimentos

    Também influencia na transmissão dos vários raios solares filtrando-os.
  10.  # 170

    Quem te manda a ti tocar Rabecão...
    Os Gemini eram um agrupamento que eu simpatizava.
  11.  # 171

    Colocado por: Pedro Azevedo78Agora que me faz confusão que aCasa Mãepossa estar a dar indicações tão dúbias e segundo vocês mesmo erradas, lá isso faz...

    Há muita maneira de matar pulgas...e podem considerar-se todas boas...de uma forma podem morrer lentamente e de outras ràpido.
  12.  # 172

    Isto aqui precisava era mesmo do CHB neste post para desanuviar um pouco as mentes...

    Até à pròxima.

    Cumps
    Rocha
    • asc_
    • 10 fevereiro 2011

     # 173

    Colocado por: Jorge Rocha
    Não tem.
    Um profissional coloca sempre este vidro conforme está nas fichas técnicas.


    Quantas fichas técnicas quer com o planitherm ultra N na face 2 e na face 3 (isoladamente, claro)?

    Mais uma rectificação, se me permite, um vidro com a mesma medida e mesmas espessuras tendo o planitherm na face 2 e na face 3 terá exactamente o mesmo coeficiente Ug. Sabe o que é isso, não sabe? Então como pode dizer que numa face retém mais os raios UV e no outro os infravermelhos?
    • asc_
    • 10 fevereiro 2011

     # 174

    Colocado por: Jorge Rocha
    Até na face 1 pode ser colocada a película.(depende dos objectivos)


    Sr. Jorge Rocha, deve ter teclado no nº errado. Pelo menos assim o espero...

    Doutra forma mostrará que não sabe mesmo o que diz, que nada percebe de vidros e atira as coisas para o ar! Tenho-o em maior estima que isso. Nota-se algumas lacunas nas questões dos vidros mas esta é básica. Os baixos emissivos nunca podem ser aplicados na face 1 e/ou 4. Oxidariam imediatamente. Concerteza que já visitou vidreiras e pode comprovar que as chapas deste tipo de vidros estão armazenados e protegidos do contacto do ar, por isso nunca seriam duplados ou triplados dessa forma!

    Concerteza foi um lapso.
  13.  # 175

    Vou tentar resumir algumas das coisas que julgo ter aprendido por aqui e pelas fichas técnicas que fui lendo (rogo eventuais correcções por parte dos entendidos).
    1- A configuração dos vidros para um edifício em concreto é contextual. Ou seja, para um mesmo edifício podem usar-se vidros com especificações diferenciadas desde que seja salvaguardado o cuidado de não se fazer uso de vidros diferentes para o mesmo alçado (apenas por razões estéticas; vidros diferentes têm colorações diferentes);
    2- Para responder às especificidades funcionais de um edifício num determinado contexto, existem vários tipos de vidro: vidro comum, vidro melhorado com resinas ou filmes - vidro baixo emissivo (de controlo térmico, por exemplo, o Planitherm – para retenção da temperatura interior, frio ou calor, tira partido da energia solar permitindo a sua “entrada” e não o “deixando” saír), vidro de “controle solar” (por exemplo, o Planistar - vidro “4 estações”, não “deixa entrar o sol”, minimiza a entrada de calor ou frio e “retém” a temperatura interior), vidro para atenuação de ruídos, vidro de segurança, etc.;
    3- Assim, um edifício pode - e em princípio deve - levar vidros baixo emissivos num alçado a norte e levar vidros de controle solar num alçado a sul. Além disso, estes vidros podem - e em determinadas circunstâncias, devem – ser combinados com outros tipos de vidro. Por exemplo: no alçado norte de um infantário com vão de vidro ao solo, o vidro baixo emissivo pode ser combinado com um vidro de segurança ou com um vidro para atenuação de ruído (combinando diferentes espessuras, …), etc., etc.
    4- Por regra, o vidro baixo emissivo deve ser o vidro interior (c/capeado na posição 3). Contudo, como numa determinada combinação de vidros pode haver necessidade de colocar o vidro baixo emissivo pelo exterior (porque tem que se colocar um vidro de segurança com determinadas especificações pelo interior - num infantário por exemplo – a um custo relativamente baixo, pode verificar-se a necessidade de colocar o capeado do baixo emissivo na posição 2.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Pedro Azevedo78, manuel machado, asc_, Layman
    • asc_
    • 10 fevereiro 2011

     # 176

    O melhor dos resumos que li recentemente. Pena não ter conseguido exprimir-me assim.
    Só ressalvo (ou acrescentaria) que o vidro de controlo solar é aplicado SEMPRE na face 2.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: dutilleul
  14.  # 177

    Caro asc_

    Quase tudo o que julgo saber e me permitiu escrever o comentário que teve a gentileza de valorizar, na sua maior porção, aprendi-o com os comentadores que o asc_ uma vez por outra considera “disparatados”.

    (ao dizer isto também quero que saiba que a minha intenção não é a de o constranger mas apenas a de fazer justiça àqueles que me ajudaram a saber mais)
    :)
  15.  # 178

    Boas

    Contudo, como numa determinada combinação de vidros pode haver necessidade de colocar o vidro baixo emissivo pelo exterior (porque tem que se colocar um vidro de segurança com determinadas especificações pelo interior - num infantário por exemplo – a um custo relativamente baixo, pode verificar-se a necessidade de colocar o capeado do baixo emissivo na posição 2.

    Não me parece que seja assim. A capa pode ser colocada em vidro temperado ou laminado pelo que a situação que refere não altera a posição da capa. As razões que levam à colocação da capa na posição 2 são outras e têm a ver com o efeito pretendido: evitar ganhos no Verão (o que referem como controle solar) ao contrário da posição 3 que se utiliza para evitar perdas no Inverno (o que referem como de baixa emissividade).

    cumps
    José Cardoso
    • asc_
    • 10 fevereiro 2011

     # 179

    Colocado por: dutilleulCaro asc_

    Quase tudo o que julgo saber e me permitiu escrever o comentário que teve a gentileza de valorizar, na sua maior porção, aprendi-o com os comentadores que o asc_ uma vez por outra considera “disparatados”.

    (ao dizer isto também quero que saiba que a minha intenção não é a de o constranger mas apenas a de fazer justiça àqueles que me ajudaram a saber mais)
    :)


    Compreendo e agradeço a sinceridade e frontalidade.

    Apesar de considerar alguns comentários de tal forma disparatados não tiro absolutamente valor nenhum aos conhecimentos gerais dessas pessoas, pese embora que, pontualmente, não estejam correctos. Mas são pessoas bastante válidas e como disse anteriormente dou-lhes valor por se prestarem ajudar neste fórum.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: alçada, dutilleul
  16.  # 180

    Não me parece que seja assim.


    ...a um custo relativamente baixo, pode verificar-se a necessidade de colocar o capeado do baixo emissivo na posição 2.
 
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