Iniciar sessão ou registar-se
  1.  # 141

    Colocado por: AMG1Sinal de que sindicalismo não é inimigo da economia


    AMG, eu vejo sempre essa lenga lenga de paises onde o sindicalismo nao e inimigo da economia. Mas isso e em Paises com uma cultura substancialmente diferente da nossa. Mostre-me la esses paises do norte da europa onde os sindicatos fazem como em Portugal no que toca a greves, com estas artimanhas que se usam ca. E mostre-me la esses sindicatos estilo CGTP que estao em 'guerra' constante e onde a colaboracao e um mito.

    Nao vamos comparar a estrada da beira com a beira da estrada.
    Em Portugal isso nao acontece. Eu vejo a malta a queixar-se a toda a hora dos patroes, que sao apenas um reflexo dos proprios trabalhadores.
  2.  # 142

    Colocado por: dmanteigas

    AMG, eu vejo sempre essa lenga lenga de paises onde o sindicalismo nao e inimigo da economia. Mas isso e em Paises com uma cultura substancialmente diferente da nossa. Mostre-me la esses paises do norte da europa onde os sindicatos fazem como em Portugal no que toca a greves, com estas artimanhas que se usam ca. E mostre-me la esses sindicatos estilo CGTP que estao em 'guerra' constante e onde a colaboracao e um mito.

    Nao vamos comparar a estrada da beira com a beira da estrada.
    Em Portugal isso nao acontece. Eu vejo a malta a queixar-se a toda a hora dos patroes, que sao apenas um reflexo dos proprios trabalhadores.


    Meu caro, na Suecia que conheço razoavelmente ja aqui disse o que se passa em matetia de greves e sindicatos. Também referi aquilo que me parece que faz toda a diferença que é uma concertação social muito poderosa e respeitada por todos.
    Talvez você tenha tanta razao quanto aos sindicatos suecos (a maioria e os maiores, mas não todos). Na verdade não querem mudar o mundo, apenas conseguir melhores condições para os seus associados.
    Agora você tem razão, é bem possivel que a cultura laboral e profissional dos trabalhadores suecos seja diversa da dos portugueses. Da mesma forma que a cultura empresarial dos empresarios suecos é diferente da dos empresários portugueses.
    Como se costuma dizer, a tampa está boa para o tacho!
    Se não quiser confundir a beira da estrada com a estrada da beira, tem de comparar as duas realidades e não ap3nas aquela quem convém ao seu argumento.
    Eu tambem estou bem farto da lenga lenga de que são as leis maborais em Portugal que limitam o crescimento económico, quando existem paises em que essas leis, e sobretudo a prática, são bem mais benéficas para os trabalhadores e onde a riqueza e o crescimento é muito superior ao nosso.
    Mais, há mais de 20 anos já havia essa treta dessa conversa, com a Troyca houve alterações substanciais, mas isso mudou o quê na economia portuguesa? Como se costuma dizer: mudou bola!
    Depois tirando a função pública, que relevância tem os sindicatos hoje em Portugal? Muito simples, Nenhuma!
    Sempre as mesmas desculpas da treta. Como voce mesmo diz a proposito da mão de obra imigrante. Ha patrões em Portugal que só com escravos é que se sentiam satisfeitos!
    Essa idea absurda, de que por mais complexo que sejano problema a solução é sempre a mesma é que não passa de uma lenga lenga.
    Concordam com este comentário: HAL_9000
  3.  # 143

    Colocado por: Carvai
    Não é sensação é a realidade. Tente arranjar um Dentista no SNS quando lhe doer um dente...
    Concordam com este comentário:AMG1


    Desta vez teve piada!
    Concordam com este comentário: HAL_9000
  4.  # 144

    Colocado por: AMG1Agora você tem razão, é bem possivel que a cultura laboral e profissional dos trabalhadores suecos seja diversa da dos portugueses. Da mesma forma que a cultura empresarial dos empresarios suecos é diferente da dos empresários portugueses.
    Como se costuma dizer, a tampa está boa para o tacho!
    Se não quiser confundir a beira da estrada com a estrada da beira, tem de comparar as duas realidades e não ap3nas aquela quem convém ao seu argumento.


    Entao e nao foi precisamente o que eu disse?
    Culturas diferentes.
    Tantos dos funcionarios como dos patroes.

    A greve devia ser o ultimo recurso. Em Portugal, e sempre o 1o por qualquer motivo. Conhece a historia do joao e do lobo?
    Neste momento, a esmagadora maioria da populacao acredita tanto nos meritos da greve na funcao publica e empresas publicas como acredita que o Porto pode voltar a dominar o futebol portugues depois do Pinto da Costa.



    Colocado por: AMG1Mais, há mais de 20 anos já havia essa treta dessa conversa, com a Troyca houve alterações substanciais, mas isso mudou o quê na economia portuguesa? Como se costuma dizer: mudou bola!


    Sabe o que mudou? Basta ver os louros que o governo do Costa 'colheu' da medidas estruturais da altura. Por exemplo, o numero de contratos sem termo e o emprego em maximos. Mais cego e quem nao quer ver.
    Isto nao implica ter uma legislacao completamente absurda estilo EUA. E nem tudo implica menos direitos. Pelo contrario. Uma melhor legislacao laboral deve implicar uma melhor protecao ao emprego, nao ao trabalhador. O maior DIREITO que um trabalhador pode ter e a LIBERDADE para mandar o seu patrao pastar e encontrar melhores condicoes rapidamente noutro sitio.


    Colocado por: AMG1Depois tirando a função pública, que relevância tem os sindicatos hoje em Portugal? Muito simples, Nenhuma!


    Zero... infelizmente, pois o sindicalismo e saudavel e necessario. So nao e nos terms atuais. E o sindicalismo e irrelevante fora da funcao publica porque nao acrescenta qualquer valor. A verdade pura e dura e esta.

    Colocado por: AMG1Sempre as mesmas desculpas da treta. Como voce mesmo diz a proposito da mão de obra imigrante. Ha patrões em Portugal que só com escravos é que se sentiam satisfeitos!


    Entao a solucao e dar essa mao de obra escrava?
    Nao me vai apanhar nessa. Eu sou o primeiro aqui a defender a destruicao criativa. Por exemplo, sempre que se fala nos aumentos do SMN, eu sou o 1o a defender que quem nao os consegue pagar pode simplesmente falir. Se nao conseguem contratar em condicoes dignas, nem precisam de existir.
  5.  # 145

    Permitam-me uma nota prévia:

    Uso diariamente o comboio (três em cada sentido, R/IR + IC + U) para me deslocar de casa ao trabalho, num percurso de 130 Km por cada sentido, portanto, cerca de 260 Km, de ida e volta, todos os dias.


    Colocado por: desofiapedro

    Desculpe-me a franqueza, mas mesmo reclamando junto de quem nos governa por melhores condições paraos trabalhadores da CP, melhor material circulante, melhores horários e acessos, as greves da CP são um castigo puro para os utentes, e por isso naquele momento, quando estão a tentar ir para os seus empregos onde os patrões estão-se bem marimbando para as greves e a tentar ao fim de um dia duro de trabalho voltar para casa a última coisa que o povo quer saber é "do olhar mais profundo para as coisas". Lamento, mas para o comum cidadão as coisas têm que ser mais simples e directas.


    Lá está, percebo que é frustrante, que há patrões menos, ou nada, condescendentes e que "ao fim de um dia duro de trabalho voltar para casa a última coisa que o povo quer saber é «do olhar mais profundo para as coisas»", porém, nada de significante para as nossas vidas se consegue sem esforço, e como tal, todos nós temos o dever de «olhar mais profundo para as coisas», especialmente quando elas dizem, directamente, respeito à forma como vivemos, às condições pessoais e colectivas, aos impostos, aos serviços públicos, etc, etc, etc.

    Vivemos num tempo em que uma parte do povo não aprofunda o seu entendimento, onde a banalidade, o superficial (sobretudo emanado das redes sociais, ôcas, vazias e sedentas de likes), conjugado com um novo mundo digital, automatizado em IA, ditará um novo tipo de "esclavagismo" (perdoem-me o termo forte, mas não me ocorre outro) assente neste novo patamar de info-exclusão, já não porque haja falta de acesso à informação (pelo contrário), uma info-exclusão auto-infligida, inconscientemente, por um excesso "breaking-news" sem o mínimo de rigor informativo (já para não falar da informação falsa que cada vez mais circula com facilidade), uma "estupidifcação" dos conteúdos de entretenimento (e até uma degradação dos conteúdos de ensino), a fulanização da política, enfim, julgo que entenderão que a sociedade caminha para um futuro bastante instável.

    É por isso que devemos parar para pensar, e sim, com «um olhar mais profundo para as coisas» reivindicar e atacar a origem dos problemas, não os seus vectores.

    Colocado por: HAL_9000

    Bonito discurso. Atrevo-me a dizer que o Miguel é um homem que nunca precisou de usar um comboio em dia de greve. Nessa situação também eu não teria qualquer dificuldade e fazer e concordar com discursos bonitos daqueles que vemos nos flyers das campanhas :)


    Como referi, uso diariamente o comboio, em distâncias que, muito provavelmente, poucos utentes utilizarão, e já há vários anos, portanto, eu não faço "discursos bonitos". Escrevo e digo a realidade, no melhor que posso, tentanto perceber todos os pontos em "disputa", tentando não moldar o discernimento pelas frustações que possa estar a sentir em determinado momento. Não sou perfeito, já me arrependi de coisas que disse no calor do momento, como certamente, toda a gente já terá passado por isso, somos todos humanos, e errar é humano («discurso bonito»).

    Se quer que lhe diga, dependendo dos dias e dos problemas de circulação, 3,5 a 5,5 horas do meu dia são perdidos em deslocação, portanto, acho que, tenho alguma autoridade moral para dizer uma ou dias coisas. Quem quiser ler, lê. Quem não quiser, paciência. Quem concordar, óptimo, quem discordar, tenho todo o gosto em debater com quem tem pontos de vista diferentes, desde que sejam sustentados por alguma racionalidade. Infelizmente gostava de ter mais tempo para me dedicar ao debate da coisa pública, mas sempre que posso, faço-o.

    Não me leve a mal, mas quando alguém tem que puxar de um argumentário, como aquele que usou ("nunca precisou de usar um comboio em dia de greve. Nessa situação também eu não teria qualquer dificuldade e fazer e concordar com discursos bonitos daqueles que vemos nos flyers das campanhas"), além de ser uma falácia informal (isto é, um argumento logicamente instável), porquanto se alicerça na preposição de que todo aquele que não usa é incapaz de disso falar, é, também, uma constatação falsa, como referi, nem sequer corresponde à realidade, porque uso, amiúde e em grande escala. E mesmo que fosse verdadeira, tratar-se-ia de uma falácia, como aflorei, não apresentando argumentos lógicos. Portanto, contribuindo para uma discussão pobre, precisamente o oposto daquilo que como país e cidadãos precisamos.
 
0.0146 seg. NEW