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  1.  # 81

    Colocado por: GooseCom isto tudo, esperam PIPs a 1.000€? Quem espera pagar isso por um PIP, se calhar é porque nem sequer precisa de um, se calhar o tal "Direito à Informação" basta.

    eu orçamento para um PIP por metade desse valor, no meu caso é um terreno que na revisão do PDM está proposto pela reserva agricola deixar de ser de construção, o PIP é para assegurar que durante 2 anos, mesmo que o PDM mude, possa lá construir uma moradia.
  2.  # 82

    Colocado por: Goosenunca me foi dado um "Direito à Informação". Era o que faltava um requerente pagar as taxas de um PIP e darem-lhe outra coisa...


    Como mencionei atrás, é apenas o nome que dão erradamente ao "Direito à Informação"... as taxas são de valores residuais e por vezes, até é mesmo grátis.
  3.  # 83

    Colocado por: Sasapoeu orçamento para um PIP por metade desse valor, no meu caso é um terreno que na revisão do PDM está proposto pela reserva agricola deixar de ser de construção, o PIP é para assegurar que durante 2 anos, mesmo que o PDM mude, possa lá construir uma moradia.


    Como mencionado atrás, de nada serve comparar alhos com bugalhos, só porque todos eles têm o mesmo nome.
    500€ até pode ser caro no seu caso. Sabemos lá?!

    O seu PIP pode ser uma planta com um quadrado no meio (polígono de implantação), com alçados que representam apenas a volumetria, numero de pisos e cota de soleira...

    Como pode ser um PIP que é 99% igual a um projecto de Arquitectura para Licenciamento.

    Depende.
    Depende das Câmaras.

    "Em Roma sê romano."

    E sim, se a Câmara "exije" de determinada maneira, de pouco lhe adianta vir com esse peito feito todo... vai para a fila como os outros e espera meses para receber um oficio a dizer para que faça de tal maneira (como a Câmara quer)... aí você vai fazer o quê? Encravar mais um meses o processo ao cliente porque na Câmara ao lado fazem diferente?

    É mesmo estar alheado da realidade das coisas...

    É uma luta que simplesmente não vale a pena (ser travada por um técnico, cliente, cidadão isolado). Se naquela câmara usam um idoma diferente é muito mais simples e rápido aprendê-lo, que tentar unificá-los todos. Isso é trabalho do Estado central. Se as repartições das Finanças conseguem fazê-lo... porque não as do Urbanismo?
    Até para que fosse mais rápido. Quando pede algo nas Finanças em Braga, o processo pode ser tratado por um funcionário do Alentejo que tem tempo vago... é tudo mais rápido. Se o regulamento PDM fosse único a nivel nacional... era muito mais fácil. Ao municipio apenas cabia desenhar a planta e definir as zonas no mapa...

    Imagine ter 300 portais das Finanças diferentes? Faria sentido? Pois bem, isso é o que acontece no Urbanismo. Cada câmara, com a sua pseudo-plataformazinha de instrução... regras e requisitos diferentes para instruir algo que deveria ser uniformizado num país tão minusculo como Portugal...
    Concordam com este comentário: Goose
  4.  # 84

    Colocado por: Sasapoperdeu de cobrar o triplo ou mais com a desculpa de "a CM exige" ;) tem de aprender com os seus colegas aqui do forum


    Que tem que ver isso com cobrar mais?
    Pode cobrar aquilo que entende... e depois anda a fazer trabalho à sorte de borla?

    Eu deduzo que você também se recusa a pagar as taxas municipais no seu municipio, com o argumento de que no municipio ao lado cobram mais barato...
    Aliás, até acho que o seu municipio ainda lhe responde: "tem toda a razão Sr. X... vamos já actualizar as nossas taxas, é que é já a seguir"... ao passo que lhe dá umas palmadinhas nas costas...

    :)
  5.  # 85

    Colocado por: GooseEste sim é o grande problema... não deveria ser mas é.... Nenhum arquitecto quer ficar na lista negra do técnicos das câmaras.
    Temos de gerir com pinças esta relação de amor/ódio... e isso custa tempo. E tempo é dinheiro... do requerente.


    Depende das lutas também.

    Uma coisa é defender os direitos do requerente dentro das regras que o municipio tem. De poder, dentro da legalidade, sacar o máximo proveito dum terreno ou características do projecto. Aí, dentro da razão não vejo motivo para não exijir mais da Câmara e zelar pelos interesses do cliente, mesmo que "me" queime um bocado perante este ou aquele funcionário.

    Outra coisa, é ver isto numa visão mais ampla, para que tudo funcionasse melhor.

    Isso ao cliente não importa tanto, desde que tenha o seu projecto resolvido, tudo OK.
    E tampouco "me" interessa a mim queimar-me por isso. Se têm outro idioma, aprendo-o e assunto arrumado. É chato e perco tempo, mas é melhor assim que lutar contra os interesses instalados na Câmara e ficar na lista negra sem grande proveito. Nem iria fazê-lo pro bono e com prejuízo, nem carregar nos honorários por causa disso. Para isso estão os advogados.
  6.  # 86

    Colocado por: N Miguel Oliveira
    O seu PIP pode ser uma planta com um quadrado no meio (polígono de implantação), com alçados que representam apenas a volumetria, numero de pisos e cota de soleira...

    Exactamente o que se pretende de acordo com o art. 1. O Pip não é um projecto, é só idiota estar a pagar por algo que não é o que se pretende ter.
  7.  # 87

    Colocado por: SasapoExactamente o que se pretende de acordo com o art. 1. O Pip não é um projecto, é só idiota estar a pagar por algo que não é o que se pretende ter.


    No seu caso.
  8.  # 88

    Colocado por: N Miguel OliveiraSe naquela câmara usam um idoma diferente
    é como os RMOU .. cada CM chama lhe o que quer.. ás vezes andamos à procura deles sem saber o que procurar. o sasapo no que toca a isto não está dentro da realidade pois cada CM chama o que quer às coisas, numa CM pode ser um pedido de informação simplificado, noutra é um PIP simples, noutra é ... e mesmo assim considero que as coisas têm dado alguns passos à frente no que toca às incongruências das CM.

    e não tem nada a ver com cobrar mais porque a CM chama de PIP a um pedido de informação, é aprender qual a linguagem utilizada pela CM para instruir o processo que o nosso cliente nos pediu de acordo com o lexico local.
  9.  # 89

    Colocado por: antonylemosRMOU

    Ou RMEU, RMUE, CR, etc... que na minha opinião, nem deveria ter normas relacionadas com o Urbanismo. Para isso temos o PDM (menos mal, esse tem sempre o mesmo nome).
  10.  # 90

    Colocado por: antonylemoso sasapo no que toca a isto não está dentro da realidade


    Nota-se.
    Porque mesmo nos casos dos PIP para prender um terreno para que não mude de zona PDM... há de tudo um pouco.
    Pelo que a do "fazer um PIP duma coisa que não se pretende fazer"... nem sempre é assim.

    Há também quem apenas pretende ganhar tempo... e pensa a largo prazo construir sim qualquer coisa... se a isto juntar uma Câmara que aproveitaria qualquer pequena alteração em relação ao PIP para encravar o projecto... dá-se o caso em que se tem todo o interesse em fazer um projecto correcto desde o PIP. Sobretudo quando a Câmara "exije" um projecto completo mesmo sendo um PIP apenas. Ao pagar, pelo menos fica bem feito desde ínicio...
  11.  # 91

    Colocado por: N Miguel Oliveirase a isto juntar uma Câmara que aproveitaria qualquer pequena alteração em relação ao PIP
    tenho um caso desses. o cliente nao queria o poligono de implantação 'aprovado' no PIP que veio como um terreno que comprou num terreno que deixou de ser urbanizável. lixou-se porque o que estava aprovado não lhe agradava e quem vendeu iludiu-o que não seria problema alterar pois o terreno é de construção enquanto o pip tiver validade. vendeu a outro ...

    aqui a CM tem a razão em não permitir construir uma coisa diferente da aprovada. basta uma coisa mínima.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  12.  # 92

    Colocado por: antonylemostenho um caso desses. o cliente nao queria o poligono de implantação 'aprovado' no PIP que veio como um terreno que comprou num terreno que deixou de ser urbanizável. lixou-se porque o que estava aprovado não lhe agradava e quem vendeu iludiu-o que não seria problema alterar pois o terreno é de construção enquanto o pip tiver validade. vendeu a outro ...

    aqui a CM tem a razão em não permitir construir uma coisa diferente da aprovada. basta uma coisa mínima.


    Eu acho que, como em tudo nestes temas, é preciso bom senso. Se o projecto novo for mais pequeno que o poligono, menos área, mais baixo, etc... se em nada prejudica o que foi aprovado previamente... deveria haver abertura da Câmara para aceitar. Mas isso nem sempre acontece. Numa negociação, não basta a boa argumentação dum Arquitecto. Do outro lado pode estar uma Câmara Feudal com a mania que manda em tudo que é privado.

    Por isso é que... isto dos PIP para prender um terreno só porque o PDM vai mudar tem muito que se lhe diga... e varia conforme as Câmaras. Não é tudo igual, infelizmente.

    Daí que os preços dos PIP para essa mesma situação variem bastante também.
  13.  # 93

    Colocado por: antonylemoslixou-se porque o que estava aprovado não lhe agradava e quem vendeu iludiu-o


    Eu já estou como o outro.
    A malta só leva no pêlo desta maneira por mera ignorância. É normal que quem não é da área não saiba certas coisas. É a coisa mais natural do mundo. Não podemos todos saber de tudo. Há tanta informação na net, grátis, à distância dum clique. Se não sabe interpretar a lei, tem muitos solicitadores, advogados, e sobretudo arquitectos... que por 100 ou 200 paus verificam a viabilidade para construir determinada coisa... sem interesses pelo meio, como acontece com as imobiliárias por exemplo.

    Serviu para aprender.
    O "faça você mesmo" tem disto...
    Concordam com este comentário: Goose
  14.  # 94

    Colocado por: N Miguel Oliveiradeveria haver abertura da Câmara para aceitar.
    bem.. aqui não se trata de 'haver bom senso' pois a vontade da CM é que naquele lugar não se construa. vão fazer tudo para que assim seja sempre que houver qq coisa diferente ao PIP.

    nas outras CM não sei, mas pelo menos em duas onde tenho tratado disso digo às pessoas para terem algum cuidado com os PIPS, para terem a certeza daquilo que é submetido pois os técnicos depois são intransigentes quanto a alterações ao aprovado.
  15.  # 95

    antony

    desde que essas alterações não mexam nos indices regulamentares para a zona, pode sempre depois meter alterações ao projeto, digo eu.
  16.  # 96

    Colocado por: antonylemosbem.. aqui não se trata de 'haver bom senso' pois a vontade da CM é que naquele lugar não se construa. vão fazer tudo para que assim seja sempre que houver qq coisa diferente ao PIP.

    nas outras CM não sei, mas pelo menos em duas onde tenho tratado disso digo às pessoas para terem algum cuidado com os PIPS, para terem a certeza daquilo que é submetido pois os técnicos depois são intransigentes quanto a alterações ao aprovado.


    +/-... alguma abertura há, porque deixam a malta fazer os tais PIPs... antes do PDM mudar. Assim como há fugas de informação a torto e a direito.

    De resto, embora não concorde com a actitude das Câmaras, confirmo que essa é a minha realidade também.

    Um PIP nestas condições chega a ser mais exigente a nível de projecto, que um Licenciamento normal, com tempo para averbamentos, alterações, etc...

    Aqui não há tempo para nada nisso... tem que passar à primeira e ser exactamente o que será construído...
    Além de que, muitas vezes o PDM sai da noite para o dia... sem antecedência para preparar nada... podemos estar a preparar um projecto e a meio, sai o PDM novo...

    Mas constacto, que a sociedade no geral, não tem a menor noção das coisas...
  17.  # 97

    Colocado por: marco1antony

    desde que essas alterações não mexam nos indices regulamentares para a zona, pode sempre depois meter alterações ao projeto, digo eu.


    "Depende" é a resposta para quase tudo nestes assuntos...

    Os índices até podem ser mantidos, que basta uma coisinha qualquer, como a implantação não ser exactamente a mesma para o técnico da Câmara lavar ali as suas mãos. Como referi, para muita Câmara, o PIP é para ser mantido na sua integralidade, só muda o nome para o licenciamento...
  18.  # 98

    Colocado por: marco1desde que essas alterações não mexam nos indices regulamentares para a zona
    na minha experiência quando um terreno passa a ter outra classificação mais restritiva tudo o que altera a implantação ou volumetria é apreciado pelo regulamento do PDM em vigor e não pelo antigo.
    e desse ponto de vista consigo entender a razão deles, afinal de contas se for para aceitar alterações a um PIP segundo as regras do PDM que foi revogado mais valia não fazer um PDM novo.

    depois de revogado aquele documento deixou de ter qq validade legal e tudo que foi aprovado por ele tem uma prazo para se poder concluir
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  19.  # 99

    Colocado por: N Miguel Oliveira+/-... alguma abertura há, porque deixam a malta fazer os tais PIPs
    sim mas esse é o fim da linha para o documento que vai ser revogado. é como aquela situação de estar dentro de uma loja na hora do fecho. quem está dentro poder ir à caixa e concluir as suas compras mas quem está fora já não entra.

    Colocado por: N Miguel Oliveiramuitas vezes o PDM sai da noite para o dia... sem antecedência para preparar nada... podemos estar a preparar um projecto e a meio, sai o PDM novo...
    aqui suspenderam o pdm (quase de um dia para o outro) e a partir dessa dat nao aceitavam mais nenhum processo, ficamos 5 meses à espera do PDM novo.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  20.  # 100

    Colocado por: Sasapo
    1. perdeu de cobrar o triplo ou mais com a desculpa de "a CM exige" ;) tem de aprender com os seus colegas aqui do forum


    Está enganado Sasapo.. Eu não cobro barato!

    De qualquer forma, penso que não entendeu o que eu disse... O que eu quis dizer, foi que para submeter um PIP (seja lá que tipo for), a câmara vai cobrar uma taxa..
    Essa taxa, está tabelado e refere-se a um Pedido de Informação Previa, logo a câmara vai enviar um despacho a deferir (ou não) um PIP.... Ponto!
    Durante 2 anos, seja lá o que for que esteja definido na proposta está garantido.

    Nada disto têm a ver com os honorários.
 
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