Colocado por: antonylemosconcordo nas legalizações normais de obras já cabadas, mas neste caso em particular porque ao que parece é a legalização de uma obra em curso
Colocado por: jorgemlflorencio
Parecem-me valores normais (para pegar nesse processo e tratar do mesmo até lhe entregar a licença de utilização)... Não pense mais nisso e abra os cordões à bolsa, antes que passe o prazo para levantar a licença de obras e depois a coisa complica ainda mais.
Colocado por: marco1pois mas ai a incongruencia é da propria lei e das camaras pois estão a pedir para algo já feito ( situação juridica de legalização), os mesmos trâmites tal como se a obra ainda fosse iniciar.
Colocado por: Onlin32000A nível de obra, acabamentos acabamento e pintura que nãoportanto a obra está em curso.
Colocado por: antonylemosportanto a obra está em curso.
Colocado por: sergioemsMas o pedreiro seguiu os desenhos... Os dele claro...
Colocado por: Onlin32000Chega a ponto que só apetece ignorar os senhores.
Colocado por: zedasilvanem no chatgpt lol
E faz muito bem, pois aqui ninguém lhe vai dizer o que quer ouvir.
Colocado por: SrRnem no chatgpt lol
Ah, os famigerados Termos de Responsabilidade... esse papel mágico que serve para limpar o passado, legalizar o presente e sossegar a câmara municipal — tudo com uma assinatura e, idealmente, sem perguntas.
Compreendo o seu espanto: afinal, depois de toda uma obra feita com alvarás "emprestados" e técnicos que "lá estavam mas não estavam", é de facto difícil entender por que razão os engenheiros agora não se atiram em fila para assinar um papel por 50 euros e um café.
Ainda por cima têm a ousadia de pedir dinheiro. Imagine o desplante! Técnicos a querer ser pagos por assumir responsabilidade civil e criminal por uma obra que nunca viram. Estamos mesmo num país de loucos.
E sim, é escandaloso: todos esses “engenheiritos” e “arquitetitos” que insistem em não querer enfiar-se numa situação que cheira a trapalhada a três metros de distância. Só falta agora quererem ver a obra antes de assinar — onde é que já se viu tamanha exigência?
Mas olhe, talvez o problema esteja no modelo de negócio. Tentar construir primeiro e arranjar os papéis depois tem os seus riscos. E quando se tenta “dar a volta ao sistema”, é natural que o sistema depois exija um recibo… e com juros.
Fica a sugestão: para a próxima, tente o seguinte plano inovador — contratar técnicos desde o início, envolver quem tem alvará real e evitar queimar pontes com quem, no fim, pode mesmo ser a tábua de salvação.
Entretanto, boa sorte na procura do termo salvador. Há sempre alguém disposto a assinar, claro — mas o preço geralmente acompanha o cheiro a sarilho.
Colocado por: ClioIIEsse GPT está demasiado sarcástico para ser o GPT, normalmente tão delicado e doce que até enjoa. :-)