Colocado por: dmanteigas
Eu continuo sem perceber isso... os dados nao sao contraditados pelo proprio estado. Isso foi a imagem que o PR quis passar ca para fora para tentar negar aquilo que mais uma vez e OBVIO nao so para mim mas qualquer pessoa que nao viva debaixo de uma pedra.
E aqui o mais importante e mesmo nao existirem dados. A nao existencia de dados e a prova factual e objetiva que recebemos mais do que conseguiamos acolher. E completamente irrelevante se o valor e 1.4, 1.5 ou 1.7 milhoes. Nao e mais ou menos 100 mil imigrantes que faz a diferenca. O problema esta la na mesma.
Nao. Esta a confundir residencia com nacionalidade. Quem tem os mesmos direitos constitucionais sao os nacionais portugueses.
Mas e uma discussao esteril pois nos temos um entendimento diferente relativamente a este assunto e se nem entre os juizes do TC e claro...
Que interessa BOLA para esta discussao. Eu vejo sempre esse argumento. 'Ah e tal mas e os portugueses nos anos 80 que iam ilegais para Franca'. E um excelente exemplo e um belo problema... para Franca. E que me lembre, o nosso problema nao e Franceses a virem aos magotes para Portugal a alegarem a recriprocidade.
Um Portugues que emigre passa a ser 'problema' do Pais que o acolhe, da mesma forma que os brasileiros que imigram para ca passam a ser problema nosso e nao do Brasil. Portugal nao tem obrigacao nenhuma de deixar de exigir o que quer que seja aos imigrantes por aquilo que os seus proprios emigrantes fizeram no passado.
Eu tambem nao estou a dizer que sao todos iguais.
....
Evidente. Mas respeitar a cultura onde se 'aterra' e precisamente ir apanhando essas dicas sociais atraves da interacao com os locais. O que nao acontece em Portugal.
Colocado por: N Miguel OliveiraQuando lemos por aqui: "o brasileiro saiu da favela, mas a favela não saiu do brasileiro", isso é tremendamente injusto. Parece que a única versão de brasileiro que há, é o que só faz asneira e que cospe no prato, inculto e que abusa do sistema.
Colocado por: Malaico_EVConcordo, mas desses que refere há cada vez mais, alguns até criminosos violentos que andam a executar rivais. Destes haver um já é demais.
Colocado por: ferreiraj125https://cnnportugal.iol.pt/habitacao/jovens/nelson-mariana-henrique-e-nuno-tem-mais-de-35-anos-e-salarios-acima-da-media-nao-conseguem-comprar-casa-em-portugal/20250812/687f7e19d34ef72ee4489874
Colocado por: N Miguel OliveiraÉ preciso um equilibrio entre o que há para comprar e o que há para arrendar. Sermos todos proprietários não melhora a situação, até porque na verdade quem é o proprietário não é quem compra mas sim o banco.
Se todos "temos" que comprar... o dinheiro esvai-se na mesma, em imobiliárias, em impostos, seguros, etc... além da tendência em manter-se no mesmo sítio, mesmo emprego, etc...
Precisamos que haja apartamentos e casinhas para alugar, sobretudo nas tipologias mais pequenas... para aqueles que não podem nem querem entalar-se com um crédito tão cedo, para os que têm uma situação laboral instável, etc...
Colocado por: palmstroke- eu pessoalmente acho inócuo dizer que arrendar permite mais mobilidade (é verdade), quando 99% das pessoas não quer mudar de vida.
Colocado por: palmstrokereality check:
- em Portugal,
Colocado por: palmstroke- eu pessoalmente acho inócuo dizer que arrendar permite mais mobilidade (é verdade), quando 99% das pessoas não quer mudar de vida. de que serve isso se as pessoas querem viver para sempre no mesmo sítio? a ironia do artigo é que o entrevistado ganha acima da média e consegue pagar uma renda de 950€, mas tem que ajudar a mãe que escolheu NÃO ser propietária e agora tem uma reforma que não lhe permite alugar em Lisboa -- de certeza que em alguma aldeia ou cidade mais de interior podia viver mais barato, deveria estar feliz com essa possibilidade de mobilidade..
Colocado por: palmstrokeapenas apreciei a ironia da situação especifica do entrevistado, que consegue pagar uma renda de 950€ (=11400€/ano, =57000€ em cinco anos), ajudar financeiramente a mãe cuja reforma não lhe permite pagar a própia renda, e diz que não tem interesse em ser propietário..
Colocado por: CarvaiÉ mesmo inócuo, porque mesmo comprando e sabendo gerir amortizações, pode perfeitamente ir mudando de tipologia e de localização
Colocado por: N Miguel OliveiraParece-me obvio, que sem um mercado de arrendamento saudável, o país estagnará quanto à mobilidade laboral...
Colocado por: Vítor MagalhãesAté à data de hoje bani e eliminei vários comentários do user "Luís" com as mais váriadas variantes de nicks, mas sempre com o mesmo estilo de escrita e de raciocínio. Pelos vistos banir não é suficiente e por incrível que pareça este sujeito teima em criar emails novos só para se registar no fórum e continuar com a sua semântica que não quero acreditar que reflita a sua verdadeira opinião e forma de estar perante a sociedade.
Você é, sem dúvida, um fenómeno raro. Ninguém o chamou, ninguém o quer por perto, mas lá está você — sempre a aparecer como se o mundo estivesse à sua espera. Spoiler: não está.
A sua presença tem o mesmo efeito que um mosquito no ouvido às três da manhã. Pequeno, irritante, impossível de ignorar. E o pior? Você acha mesmo que está a contribuir com algo de útil para o fórum.
Por favor, não ache que é indispensável, resuma-se a sua insignificância e procure outro sítio para debitar as fezes que lhe saem da ponta dos dedos. Finja que está com cólicas e desapareça daqui homem!!!!
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Colocado por: Vítor Magalhães
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Colocado por: dmanteigasO portugues comum, em 2025, ainda continua a casar com o posto de trabalho.
Colocado por: dmanteigasA quantidade de pessoas que eu conheco que se tornaram proprietarios nos ultimos tempos ficando completamente de calcas na mao... (sem fundo de emergencia, no limite do endividamento, sem trabalhos particularmente estaveis).
Colocado por: rod_2000
Os novos não são assim. É uma das coisas em que tenho orgulho na minha geração, quando o “chefe” começa a chatear muito, mudam-se para a empresa do lado e nem estão para se chatear. É a vantagem de termos salários baixos. A facilidade que eu tive em negociar tudo o que não era salário no meu contrato de trabalho até é irónico, veja-se tenho 25 anos e 30 dias de férias + 2 dias fixos.
Eu estou particularmente preocupado com este grupo de pessoas, eu acho que isto pode correr muito mal.
Colocado por: matavelhoso vendedor tem todo o poder e informação na mão, enquanto o comprador tem praticamente 0