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  1.  # 1

    Caros foristas,

    Para quem já construiu ou está em fase de projeto: quais são aqueles detalhes transversais à maioria dos imóveis, que não acrescentam um custo significativo à obra, mas que garantem uma melhor vivência do imóvel e/ou salvaguardam o futuro?

    Começo eu com alguns exemplos:
    -Garagem ou espaço dedicado para o aspirador robot, com ponto de água e esgoto para modelos que lavam o chão.
    - Zona de bancada no armário da cozinha, para pequenos eletrodomésticos.
    Entrada de ar independente para compensar a extração do exaustor caso vmc não seja suficiente.
    - Pontos de acesso Wi-Fi estrategicamente posicionados, para garantir cobertura de rede uniforme em todo o imóvel.
    - bomba de recirculaçao de aqs.

    Gostaria de saber quais outros detalhes consideram úteis prever já na fase de projeto, que acrescentem conforto, funcionalidade ou preparem a casa para futuras evoluções tecnológicas sem custos significativos.

    Cumprimentos
    Concordam com este comentário: fdfreire
  2.  # 2

    Colocado por: Nalotilque não acrescentam um custo significativo à obra, mas que garantem uma melhor vivência do imóvel e/ou salvaguardam o futuro?


    1. Projecto
    2. Fiscal
  3.  # 3

    Sugeriram-me há tempos, deixar espaço para passar coisas futuramente.
    Exemplos:
    - numa passagem do tubo de exaustão, deixar já outro espaço ou tubo livre para passar alguma coisa que seja necessário futuramente.
    - deixar tubos para cabos ethernet: o wifi não é o ideal para todo o tipo de aplicações e mesmo que coloque depois pontos de acesso, o ideal é liga-los por ethernet e não "repetidores wifi-wifi"
    - se considerar domótica, deve já deixar alguma coisa preparada que pode facilitar e evitar ter de andar a furar e partir paredes.
  4.  # 4

    Colocado por: josesusanadeixar tubos para cabos ethernet: o wifi não é o ideal para todo o tipo de aplicações e mesmo que coloque depois pontos de acesso, o ideal é liga-los por ethernet e não "repetidores wifi-wifi"


    Existe projecto ITED... que precavê isso.
    Concordam com este comentário: eu
  5.  # 5

    Colocado por: N Miguel Oliveira

    1. Projecto
    2. Fiscal


    parece básico mas ter projeto de instalações elétricas facilita imenso tanto a execução como o controlo de custos. Mas pronto o pessoal parece que não se importa de pagar por 300k por moradias sem projeto elétrico... prioridades...
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  6.  # 6

    Não fazer uma única alteração ao que está no projecto, venha quem vier, a não ser que manifestamente seja algo errado.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  7.  # 7

    Colocado por: EspalhaBrasasparece básico mas ter projeto de instalações elétricas facilita imenso tanto a execução como o controlo de custos. Mas pronto o pessoal parece que não se importa de pagar por 300k por moradias sem projeto elétrico... prioridades...


    É o grande mal das obras.
    É tão dilatada no tempo, e há tão pouca paciência antes de começar... que é normal que depois a obra encareça sem se saber ao certo em quê mesmo.
    Prever, planear, deveria ser lógico para todos, apesar do custo que tem.
    O detalhe, é que o "custo" de não o ter é bastante maior. Mas lá está, não é palpável depois da obra feita. Sabe-se que tal obra custou X, mas nunca se saberá ao certo quando poderia ter custado com um bom projecto e um bom fiscal.

    O exemplo que deu, do projecto eletrico, é um excelente modo de explicar o que se passa nas obras em Portugal. Como não é obrigatório, não se faz. O electricista que resolva... como que se tivesse alguma obrigação. Ou mesmo quando é o cliente a ir marcar a posição das coisas, o contributo que dá é tão simplista, que por vezes só serviu para perder tempo.
    O mesmo acontece noutras especialidades, que embora tenham mais informação (porque era exigida pela Câmara), são algo parcos para uma execução em obra. É o mínimo e está. Ninguém quer pagar além do mínimo.

    Com o Fiscal é igual. Se a Câmara facilitar, por vezes nem Fiscal existe. Ou melhor, existe, mas nunca ninguém o viu na obra.

    No geral, tanto custa fazer bem como mal. Dá o mesmo trabalho. É uma tristeza quando se vê uma obra com certas falhas, que metem em causa o esforço inicial do projecto em criar um espaço melhor. E tudo por poupar uns tostões, que depois se gastam noutras coisas, eventualmente desnecessárias ou redundantes.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas
  8.  # 8

    Colocado por: NalotilGostaria de saber quais outros detalhes consideram úteis prever já na fase de projeto, que acrescentem conforto, funcionalidade ou preparem a casa para futuras evoluções tecnológicas sem custos significativos.


    Isto para dizer que, por vezes, basta que haja mais tempo durante o projecto. Que se dê oportunidade de pensar e ponderar além do mínimo que a Câmara exije, que essas e muitas outras coisas aparecem naturalmente à medida que vão desenhando elementos duma escala mais pequena, em planos coordenados que incluem todas as especialidades em simultâneo.
    Concordam com este comentário: marco1, paulo.g
  9.  # 9

    zona técnica, de preferência central e com tudo centralizado; acesso às fundações (senão houver cave)

    Negativos...não quer CCTV? Deixe negativos na mesma. Não quer cabo de rede no "barracão" exterior? Deixa negativo. Não quer painéis solares? Deixa negativo ao telhado, etc, etc.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira, Nortenho
  10.  # 10

    Colocado por: N Miguel OliveiraQue se dê oportunidade de pensar e ponderar além do mínimo

    Eu acho que isto é mesmo o mais importante: pensar para além do mínimo.
    Se nem quando compro um simples eletrodoméstico escolho o primeiro que vejo na loja, porque razão, na construção mais importante da nossa vida, haveria de ser diferente?

    Infelizmente, o fórum é uma bolha. A população em geral não está desperta e muitos nem têm interesse em estar para este mundo.
    Há tantos pormenores que vão muito além do que está nos projetos... Ou temos interesse e vontade de aperfeiçoar o processo construtivo, ou acabamos por aceitar as soluções de quem constrói, que nem sempre são as mais indicadas.

    Quando comecei esta aventura, comprei uma licença do Revit (daquelas manhosas de education 😅), perdi umas horas a ver tutoriais e copiei o projeto do arquiteto.
    Neste momento já tenho mais de 600 horas a “remoer” o projeto e, graças a esta visão mais holística, muitas coisas nas especialidades já foram otimizadas.

    Em suma, o objetivo deste post é precisamente esse: partilhar e discutir aqueles pormenores que não aparecem nos projetos, mas que são essenciais para garantir uma vivência plena e prazerosa na casa que tanto trabalho e dor de cabeça dá a construir.
    Concordam com este comentário: marco1
  11.  # 11

    Colocado por: ALCLCFNegativos...não quer CCTV? Deixe negativos na mesma. Não quer cabo de rede no "barracão" exterior? Deixa negativo. Não quer painéis solares? Deixa negativo ao telhado, etc, etc


    Estou a pensar deixar uns negativos na zona técnica, para acesso dos loops de geotermia, caso em algum dia distante opte por isso
  12.  # 12

    Colocado por: NalotilEm suma, o objetivo deste post é precisamente esse: partilhar e discutir aqueles pormenores que não aparecem nos projetos


    Se lhe sou sincero, e perdoe-me a entrada a pés juntos... mas esses pormenores só não aparecem nos projectos por dois motivos simples:

    1. O cliente não quer pagar por isso. Ora porque não tem dinheiro, ora porque desvaloriza a essência da arte de projectar e planear em sí.
    2. Alguns técnicos não sabem, ou não querem saber... ou simplesmente não têm a experiência precisamente por nunca lhes ter sido adjudicadas étapas posteriores além do projecto mínimo.

    Claro que é perfeitamente lógico que esses detalhes estejam no projecto. O problema é que o cliente comum confunde isso, com o que pede uma Câmara. E na verdade, ainda bem que à câmara não lhe importa se você deixa mais 2 ou 3 negativos na lajes antes de betonar. Um projecto de licenciamento tem o objectivo de licenciar (perdoe-me a redundância) e mostrar à comunidade e autoridade que você cumpre com regras que interessam a todos nós a determinado nível. Afastamentos, alturas índices de construção, área permeável, estética da paisagem, etc... Mas o cliente não vê nada além disso na fase de projecto. Em obra vê-se.

    A ironia, é achar que o electricista ou pichileiro não cobra por "projectar" em obra... ou que o carpinteiro de cozinha, não cobra pelo trabalho de pensar como organizar e desenhar os armários... ou que o Sr. do pladur não cobra pelo tempo de contabilizar quantas placas precisa... nesse orçamento e dos outros 10 que fez, perdeu tempo, e que não foram adjudicados...
    No final, o cliente pagará tudinho. Nem poderia ser doutra maneira.
    Começar uma obra com indefinições, é como começar a fazer um bolo na casa dum amigo sem saber que ingredientes tem ele em casa. A meio, precisa de ir comprar ovos... e depois volta à loja porque faltou o fermento, etc...
    Era muito mais fácil se listasse o que precisa e comprasse isso antes de começar o bolo.
    Concordam com este comentário: marco1, Easidomo
  13.  # 13

    Colocado por: N Miguel Oliveira1. O cliente não quer pagar por isso.Ora porque não tem dinheiro, ora porque desvaloriza a essência da arte de projectar e planear em sí.
    Ora porque simplesmente não raciocinam sobre esse assuntos. Muitas pessoas estão "a leste" de todos esses detalhes, não percebem como as coisas são feitas e acham que tudo é feito a qualquer momento em que se lembram de um detalhe novo, sem entender o trabalho de planeamento ou simplesmente a impossibilidade técnica (porque o projeto não permite ou porque entra em conflito com outras partes técnicas, ou porque a fase em que podia ser implementado já passou, etc.). E isto acontece muito mais frequentemente que pensamos.

    Colocado por: N Miguel Oliveira2. Alguns técnicos não sabem, ou não querem saber... ou simplesmente não têm a experiência precisamente por nunca lhes ter sido adjudicadas étapas posteriores além do projecto mínimo.
    O que falta a muitos técnicos é precisamente acompanhar uma obra (em detalhe, no local) para tomar consciência de situações que no papel parecem uma coisa, e depois na pratica não são bem o que se pensava.
    Eu próprio como DO, que já conhecia um pouco do universo de construção, tenho aprendido muitas coisas na minha obra sobre as quais pensava que sabia razoavelmente bem, mas afinal nem por isso. Portanto julgo que com 2 ou 3 obras bem acompanhadas, um técnico pode juntar muito conhecimento ao seu arsenal.

    Colocado por: N Miguel OliveiraComeçar uma obra com indefinições, é como começar a fazer um bolo na casa dum amigo sem saber que ingredientes tem ele em casa.
    Verdade, MAS... há sempre qualquer coisa que passa. Há sempre um esquecimento ou arrependimento. Há quase sempre aquela coisa que no fim se começa a utilizar e depois se acha que se fizesse novamente faria um pouco diferente, noutra posição, com outro material, etc.
    Mas claro, as questões mais relevantes, de fundo, podem e devem ser planeadas atempadamente.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira, paulo.g
  14.  # 14

    Colocado por: RuikodeOra porque simplesmente não raciocinam sobre esse assuntos. Muitas pessoas estão "a leste" de todos esses detalhes, não percebem como as coisas são feitas e acham que tudo é feito a qualquer momento em que se lembram de um detalhe novo, sem entender o trabalho de planeamento ou simplesmente a impossibilidade técnica (porque o projeto não permite ou porque entra em conflito com outras partes técnicas, ou porque a fase em que podia ser implementado já passou, etc.). E isto acontece muito mais frequentemente que pensamos.

    O detalhe é que essa não é a função do proprietário, mas sim do técnico.
    Em teoria nenhum réu vai estudar Direito para ir a tribunal. Nenhum paciente vai estudar Medicina para ir ao Hospital. Nenhum condutor vai estudar Mecânica para conduzir um carro.
    O que acontece é que a malta assume que com o que pede a Câmara é suficiente. Na verdade a Câmara até pede coisas a mais, mas poucas são relevantes para a construção da obra em sí. O seu foco é o Urbanismo, e bem.

    Colocado por: RuikodeO que falta a muitos técnicos é precisamente acompanhar uma obra

    Concerteza haverá uns quantos. Mas isso combate-se como? Na escola/universidade? Ou espera que o façam pró-bono depois de licenciado o projecto? É que na Escola não estou a ver em que é que corta... os 5 anos + 1 de estágio já são bastante curtos. O cozinheiro à quarta tentativa já poderá sentir-se satisfeito. O Técnico se calhar à 4ª casa também... O detalhe, é que se calhar o cozinheiro pode "suportar" o custo das 3 primeiras tentativas do bolso dele e ainda as pode comer. Já o Arquitecto... precisa de meses e meses para acompanhar 3 obras... depois de 6 anos de despesas e estudo (quando corre bem).


    Colocado por: RuikodePortanto julgo que com 2 ou 3 obras bem acompanhadas, um técnico pode juntar muito conhecimento ao seu arsenal.

    Ainda assim também lhe digo, que não faltam Arquitectos e Engenheiros cansados de acompanhar/fiscalizar obras públicas, equipamentos comunitários, escolas, edificios de habitação colectiva, infraestrutura viária, etc... e mesmo assim, o proprietário duma casita T3 (ultima bolacha do pacote) desconfia da capacidade do técnico ou menospreza a importância de ter um profissional a coordenar uma obra. Ou pronto, prefere gastar esse dinheiro noutra coisa à qual dá mais valor.

    Acho que às vezes, os proprietários de moradias não se dão conta que Arquitectos, Engenheiros, Empreiteiros e todo o tipo de Sub-Empreiteiros, trabalham num sector que alberga todo o tipo de usos, escalas, legislação, etc... e em que uma moradia não deixa de ser sempre um projecto pequeno mas bastante enfadonho a nível burocrático e muitas vezes pouco atrativo a nível de lucro, pouco inovador, e em coisas até algo repetitivo... apesar do "sonho" começar por uma casa de revista de 2M€, cuja abordagem é diametralmente oposta à da casa para 250-400k€. O bonito duma casa para estes profissionais muitas vezes é o "passa a palavra", ficar conhecido em certa região, etc... Porque de resto, não duvido que o que paga os salários duma empresa que faz casas também, advém sobretudo de obras de maior escala. Apesar de tudo isso, adoro os projectos de habitação individual, é tipo Amor Proíbido :)

    Colocado por: RuikodeVerdade, MAS... há sempre qualquer coisa que passa. Há sempre um esquecimento ou arrependimento. Há quase sempre aquela coisa que no fim se começa a utilizar e depois se acha que se fizesse novamente faria um pouco diferente, noutra posição, com outro material, etc.
    Mas claro, as questões mais relevantes, de fundo, podem e devem ser planeadas atempadamente.

    A perfeição não existe. Não obstante, isso não deveria impedí-lo de tentar alcançá-la. É um pouco como a felicidade plena.
    Na obra, haverá sempre algo que escapa. Mas sem planeamento, escaparão muitas mais...

    No final é uma questão cultural.
    Começar uma obra sem ter uma ideia muito aproximada do seu custo final é algo muito lusitano.
    Há outras sociedades, em que a margem para imprevistos não pode passar os 5%.
    Mas, "coincidência" do catano, nessas sociedades é um Arquitecto/Engenheiro que gere a obra.

    Eu não menosprezo os conhecimentos e empenho do Ruikode na obra da sua própria casa. Porém, nunca saberemos como poderia ter sido a nível de custos e qualidade se tivesse sido um profissional a levar a cabo a gestão da obra. E aquilo que me consta muitas vezes, é que depois de 2h no Youtube todos somos mais "especialistas" que o perito. Dou muitas vezes por mim, a responder a questões que não fazem sentido nenhum, pois foram ideias descontextualizadas que o cliente viu na net horas antes.

    O que revela outro sintoma sistemático: a falta de dados e de contexto. Até por este Fórum se nota muito isso. É impressionante a quantidade de novas "discussões" que começam sem o mínimo dos mínimos ao nível do contexto, ou de pedidos de opinião sobre plantas ou preços ao m2...
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, Easidomo
  15.  # 15

    Colocado por: NalotilQuando comecei esta aventura, comprei uma licença do Revit (daquelas manhosas de education 😅), perdi umas horas a ver tutoriais e copiei o projeto do arquiteto.
    Neste momento já tenho mais de 600 horas a “remoer” o projeto


    Pois é. Faz bem.
    Mas acredite que muita gente, acha que um 3D é só clicar num botão...
    Agora com a IA... então é que devem pensar que nem do botão precisámos mais.

    Comprou uma versão Education? Pensava que essas eram grátis.
    Quanto às outras... variam muito, se quiser qualidade, uns 2-3k€/ano para modelar e mais 3k€/ano para renderizar também se refletem nos preços dos projectos...
    Concordam com este comentário: André Cordeiro
  16.  # 16

    Ou secalhar simplesmente não querem perder tempo em detalhes...
    Entre a compra de um terreno e o início da construção já decorrem muitas vezes em média 2 anos... Só para os prazos na câmara...
    Em 2 anos pode acontecer muita coisa, a pessoa que hoje compra o terreno e tem capital para construir, com estas esperas abusivas pode perder o emprego, ter um acidente, acontecer N coisas que o venham a fazer perder a capacidade de construir o que hoje podia fazer.
    Um projeto de licenciamento no arquiteto demora 6meses? 1 ano?
    Quanto tempo mais iria demorar só para estes detalhes que aqui falam?
    A culpa não é do DO que não quer, a culpa é todo este tempo perdido que faz com que se possa perder o momento da vida em que se pode construir.
    Esses detalhes que se falam, se os todos os técnicos fossem profissionais e não quisessem só puxar a brasa a sardinha deles eram muito simples de resolver em obra... Por menos dinheiro que o tempo de espera nos possa custar
  17.  # 17

    Colocado por: N Miguel OliveiraComprou uma versão Education? Pensava que essas eram grátis.
    Quanto às outras... variam muito, se quiser qualidade, uns 2-3k€/ano para modelar e mais 3k€/ano para renderizar também se refletem nos preços dos projectos...


    As de Education são grátis para estudantes, como não sou estudante nem tenho ligação à área tive de adquirir.
    Para mais valia que já deu para o pouco que custou foi dinheiro muito bem entregue. Para render importo o projecto no twinmotion e consigo uma ideia mais realista do resultado final. O twinmotion é gratis.
    Como não sou profissional não fica perfeito, mas para ir pensado nos detalhes de construção serve perfeitamente.

    Por exemplo à umas semanas, quando recebi o projeto elétrico fui fazer a simulação de como ficava a iluminação exterior. Não gostei.
    Experimentei algumas opções diferentes, reuni com o engenheiro para ver a viabilidade e chegamos a uma versão final.

    Outra, estou a pensar usar um motor de exaustor exterior. A distancia mínima à hotte recomendada pelos fabricantes devido a propagação do som é aproximadamente 2m. Fui medir e tinha menos de 2m. Na reunião do HVAC já alteramos a localização da saida do tubo do exaustor para acomodar este detalhe.

    Recomendo a todos que estão a planear terem um modelo 3D interativo do que vai ser construido.
  18.  # 18

    em 2030 vai ser assim para quase todos os projetos.

    agora os projetistas vão é ter que aperfeiçoar a "saida" do projeto 3D em peças planimetricas ( 2D)

    dá o seu trabalho, mas não há duvida que trabalhar logo o projeto com um modelo 3D é excelente para coordenar e compatibilizar tudo e efetivamente "desenhar" o projeto.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira, Easidomo, André Cordeiro
  19.  # 19

    Colocado por: N Miguel Oliveiranunca saberemos como poderia ter sido a nível de custos e qualidade se tivesse sido um profissional a levar a cabo a gestão da obra

    Colocado por: N Miguel OliveiraPois é. Faz bem.

    🤷‍♂️

    ps. Eu não estou a gerir a minha obra. Apenas a acompanho por ser algo importante para mim. A minha obra é a dois passos de onde vivo atualmente, e como tal vou frequentemente verificar os progressos (quando não está ninguém a trabalhar), ou quando me chamam para discutir algum detalhe. E é nessas visitas que realmente vou percebendo aquelas coisas que fazem parte do processo e que desconhecia. Mas não interfiro em nada, só pago 😒.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  20.  # 20

    Lembrei-me de outra para moradias com jardim, que comecei a reparar agora....acesso/portão de entrada pedonal » colocar grelha ligada às águas pluviais.
 
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