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  1.  # 21

    isto é tudo um negócio, o pessoal faz os projetos pelo mínimo porque o projeto que o cliente está a pagar ao gabinete de engenharia é pelo mínimo OU o dono do gabinete de engenharia procura no mercado os engenheiros que cobram mais barato. Ao ponto de eu já ouvir dizer aqui na zona um engenheiro reformado cobrar 70€ por projetos de ITED em moradias, as ordens não fazem nada a estes dumpings entre outras coisas.

    Não podem estar a espera que um engenheiro mecânico faça um projeto de AVAC com ar condicionado de condutas e VMC tudo perfeitinho para não haver barulhos com o material todo escolhido e só cobrarem 200 ou 300€, quando por esse tempo poderia estar a fazer um projeto de maior relevo e que dá até menos dores de cabeça porque o problema das moradias é falta de espaço para passar condutas.

    Na minha opinião, quem é arquiteto aqui não vai gostar do que eu vou dizer, este modelo de negócio das obras está demasiado tendencioso para se depender dos arquitetos, não se pode fazer certo tipo de coisas em algumas especialidades sem o aval dos arquitetos, antigamente nos anos 90 e antes ainda poderia ser tudo feito por engenheiros e um desenhador do empreiteiro agora o mercado virou por completo e a qualidade da moradia (e das especialidades técnicas que acompanham) vai depender demasiado do arquiteto que o cliente escolhe, na minha opinião poucos são os arquitetos no mercado que teem algum conhecimento de especialidades técnicas para perceberem que não convém colocar uma bomba de calor de aqs num dos cantos da casa e as casas de banho estarem na outra ponta da casa entre muitos outros pormenores como falta de espaço para meter um quadro elétrico em condições e muitas outras coisas.

    Essa dos projetos elétricos simplesmente a DGEG quer proteger os eletricistas vão de escada. É um bocado ridículo as casas aos valores que estão e não haver projeto elétrico quando a eletricidade também é das especialidades que mais perigo tem (a seguir ao Gás) quer em termos de perigo de eletrocussão como de incêndio.

    Quanto ao assunto do tópico, para mim detalhe que faz enorme diferença é o pessoal em vez de meter um ATI ao pé do quadro de entrada, meter um bastidor mural num sítio qualquer da casa e nesse bastidor meter lá uma UPS em rack pode ser 500W, interligar lá todas as camaras de CCTV, monitores e botoneiras de videoporteiro, mete para lá o router da operadora e compra um router à parte com portas POE ou mete também um switch para além desse router à parte com portas POE, dependendo do número de camaras e monitores a interligar obviamente.

    Aconselho também a meterem um quadro parcial na garagem para o carregador de veículos elétricos, nunca se sabe o dia de amanhã se querem só um carregador, dois, três.. (podem querer carregar o carro, a mota elétrica, a trotinete elétrica estão a ver o esquema... ao mesmo tempo de noite). Com o quadro parcial na garagem depois podem também interligar o inversor dos paineis fotovoltaicos e assim não ficam com um quadro de entrada tão congestionado com interruptores diferenciais e disjuntores tetrapolares (8 módulos) que roubam imenso espaço. E com o inversor do fotovoltaico na garagem podem depois no futuro meter umas baterias ao lado, tudo interligado com o carregador de veiculos elétricos para o mesmo carregar só quando há sol, essas coisas todas.

    Na climatização depende da zona do país mas do Tejo para cima na minha opinião basta piso radiante hidráulico e VMC com bypass, do Tejo para baixo já vejo o ar condicionado ou ventiloconvetores como uma necessidade (tendo à mesma a VMC).

    Depois aconselho também brisas solares sempre E deixar negativos junto às janelas para meter blackouts elétricos.

    Poderia estar aqui a falar de domótica mas sou sempre suspeito neste campo portanto não vou acrescentar mais nada porque isso dá sempre um enorme sobrecusto e quero só deixar o que acho mais relevante como o que seria ideal de "mínimos olímpicos"
    Concordam com este comentário: Pedro737
  2.  # 22

    Colocado por: EspalhaBrasasa opinião poucos são os arquitetos no mercado que teem algum conhecimento de especialidades técnicas para perceberem que

    deve estar ai com alguma visão distorcida, o arquiteto que se preze conta com a engenharia para uma série de coisas e opções, cada macaco no seu galho.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, N Miguel Oliveira
  3.  # 23

    Colocado por: EspalhaBrasasconselho também a meterem um quadro parcial na garagem para o carregador de veículos elétricos, nunca se sabe o dia de amanhã se querem só um carregador, dois, três.. (podem querer carregar o carro, a mota elétrica, a trotinete elétrica estão a ver o esquema... ao mesmo tempo de noite). Com o quadro parcial na garagem depois podem também interligar o inversor dos paineis fotovoltaicos e assim não ficam com um quadro de entrada tão congestionado com interruptores diferenciais e disjuntores tetrapolares (8 módulos) que roubam imenso espaço. E com o inversor do fotovoltaico na garagem podem depois no futuro meter umas baterias ao lado, tudo interligado com o carregador de veiculos elétricos para o mesmo carregar só quando há sol, essas coisas todas.

    Vê-se que não está a par da legislação...

    Nem tão pouco entendo porque mete os arquitetos ao barulho...
    e está a meter tudo no mesmo saco.

    Isso é praticamente é obrigatório, a parte do VE.
    Nos meus projetos, como arquiteto, abordo esse assunto com os donos de obra e depois são dadas indicações à eng. eletrotécnica quanto ás necessidades requeridas, além das mínimas da legislação (seja de ITED, seja IEL), há também quem queira domótica (não sou fan), há quem queira bastidor (pelos motivos que explana e outros!!!)... depende!.

    Normalmente, em qq moradia, eu faço questão de explicar porque deve ter projeto elétrico e porque deve garantir no mínimo certificação elétrica para 13,8kVA.

    Quanto à climatização é a mesma coisa, é discutido antes com o cliente o que deve ter ,qual é o mínimo e depois ajeita-se para o projetos de climatização/ ventilação.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  4.  # 24

    Colocado por: marcocarOu secalhar simplesmente não querem perder tempo em detalhes...
    Entre a compra de um terreno e o início da construção já decorrem muitas vezes em média 2 anos... Só para os prazos na câmara...
    Em 2 anos pode acontecer muita coisa, a pessoa que hoje compra o terreno e tem capital para construir, com estas esperas abusivas pode perder o emprego, ter um acidente, acontecer N coisas que o venham a fazer perder a capacidade de construir o que hoje podia fazer.
    Um projeto de licenciamento no arquiteto demora 6meses? 1 ano?
    Quanto tempo mais iria demorar só para estes detalhes que aqui falam?
    A culpa não é do DO que não quer, a culpa é todo este tempo perdido que faz com que se possa perder o momento da vida em que se pode construir.
    Esses detalhes que se falam, se os todos os técnicos fossem profissionais e não quisessem só puxar a brasa a sardinha deles eram muito simples de resolver em obra... Por menos dinheiro que o tempo de espera nos possa custar


    Aí está o sintoma. Ver o projecto como "tempo perdido". Já tive obras que demoraram metade do tempo do projecto. Não porque o projecto foi demorado, mas porque a obra foi extraordináriamente rápida (5-6 meses) graças ao nível de detalhe do projecto. Lembre-se que numa obra, por vezes tem 10 ou 20 pessoas por dia, a cobrar-se disso. Cada dia que uma obra demora a mais, cada dia que tem o estaleiro, grua, WCs, etc... montados, é mais X... a indefinição faz com que um empreiteiro conte sempre com a pior situação no momento de orçamentar.
  5.  # 25

    Colocado por: Pedro Barradas
    Vê-se que não está a par da legislação...

    Nem tão pouco entendo porque mete os arquitetos ao barulho...
    e está a meter tudo no mesmo saco.

    Isso é praticamente é obrigatório, a parte do VE.
    Nos meus projetos, como arquiteto, abordo esse assunto com os donos de obra e depois são dadas indicações à eng. eletrotécnica quanto ás necessidades requeridas, além das mínimas da legislação (seja de ITED, seja IEL), há também quem queira domótica (não sou fan), há quem queira bastidor (pelos motivos que explana e outros!!!)... depende!.

    Normalmente, em qq moradia, eu faço questão de explicar porque deve ter projeto elétrico e porque deve garantir no mínimo certificação elétrica para 13,8kVA.

    Quanto à climatização é a mesma coisa, é discutido antes com o cliente o que deve ter ,qual é o mínimo e depois ajeita-se para o projetos de climatização/ ventilação.
    Concordam com este comentário:N Miguel Oliveira


    eu sei que a Portaria n.º 138-I/2021 obriga a meter reserva de carregamento para todos os lugares de estacionamento de habitação, mas na dgeg nada obriga a isso (só obriga a meter reserva para um lugar de estacionamento, se houver, nas moradias, para prédios de habitação tem outras contas) e a inspeção elétrica é de acordo com a rtiebt e restantes enunciadas da dgeg.
  6.  # 26

    Colocado por: EspalhaBrasaseu sei que a Portaria n.º 138-I/2021 obriga a meter reserva de carregamento para todos os lugares de estacionamento de habitação, mas na dgeg nada obriga a isso (só obriga a meter reserva para um lugar de estacionamento, se houver, nas moradias, para prédios de habitação tem outras contas) e a inspeção elétrica é de acordo com a rtiebt e restantes enunciadas da dgeg.


    Pois.. mas o Artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 101-D/2020, de 7 de dezembro, na sua atual redação ( Estabelece os requisitos aplicáveis a edifícios para a melhoria do seu desempenho energético e regula o Sistema de Certificação Energética de Edifícios, transpondo a Diretiva (UE) 2018/844 e parcialmente a Diretiva (UE) 2019/944), já nos obrigava, como coordenadores de projeto, a assegurar isto... O restante que indica, tem a ver com o projeto e obra de instalações elétricas, que entretanto foi atualizado com as exigências mencionadas.
  7.  # 27

    Colocado por: Pedro Barradas

    Pois.. mas o Artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 101-D/2020, de 7 de dezembro, na sua atual redação ( Estabelece os requisitos aplicáveis a edifícios para a melhoria do seu desempenho energético e regula o Sistema de Certificação Energética de Edifícios, transpondo a Diretiva (UE) 2018/844 e parcialmente a Diretiva (UE) 2019/944), já nos obrigava, como coordenadores de projeto, a assegurar isto... O restante que indica, tem a ver com o projeto e obra de instalações elétricas, que entretanto foi atualizado com as exigências mencionadas.


    ai foi atualizado com essas exigências... então diz-me lá daqui

    https://www.dgeg.gov.pt/media/5adbxzxo/guia-ve-ed-3-2023.pdf

    no capítulo 3 onde é que obriga a meter pre-instalação para todos os lugares de estacionamento em edificios multifamiliares?

    Entendo que por esse decreto lei e portaria mencionados anteriormente tem que se por mas é para verem como estas coisas não se compatibilizam por incrivel que se pareça.
  8.  # 28

    Colocado por: EspalhaBrasasno capítulo 3 onde é que obriga a meter pre-instalação para todos os lugares de estacionamento em edificios multifamiliares?

    Isso já é particularizar.
    Esta discussão foi idealizada para moradias unifamiliares, certo! Para o DO particular.
  9.  # 29

    Colocado por: N Miguel OliveiraPorém, nunca saberemos como poderia ter sido a nível de custos e qualidade se tivesse sido um profissional a levar a cabo a gestão da obra.

    Hot take: aposto eu que teria saído mais caro :) Mas de tal forma mais caro, que nem seria comparável
  10.  # 30

    Colocado por: pguilhermeHot take: aposto eu que teria saído mais caro :) Mas de tal forma mais caro, que nem seria comparável


    O que eu me rio de muitos preços unitários que por aqui leio de vez enquando. Para quem está habituado, é tão fácil ver onde um DO está a ser chulado forte e feio. Mas como o é por todos, e os valores andam pela mesma ordem de valores, ele acha que "é normal" e aceita.

    Enfim, é a mesma lógica que em qualquer outra profissão. Mas na construção, parece que isso não se aplica. Achamos sempre que o DIY sai mais barato mesmo quando não percebemos nada da poda.
  11.  # 31

    Colocado por: NalotilQuando comecei esta aventura, comprei uma licença do Revit (daquelas manhosas de education 😅), perdi umas horas a ver tutoriais e copiei o projeto do arquiteto.
    Neste momento já tenho mais de 600 horas a “remoer” o projeto e, graças a esta visão mais holística, muitas coisas nas especialidades já foram otimizadas.

    Parece muito interessante... se capitalizar esse investimento nos próximos projectos.

    Sugestões de alterações à arquitectura, ajustando à vivência pessoal, pode ser giro, mas não serão micro-optimizações? Valerão +-12 meses de tempo dispendido para um único projecto?
    Por outro lado, com 600 horas, conseguir melhorar um projecto de especialidade, não abona muito do projecto/engenheiro...

    Já em obra, garanto-lhe que vão surgir questões que o coordenador de projecto não conseguiu prever/compatibilizar, pormenores omissos, soluções que na prática não existem, etc. Pace yourself. Poupe-se para estes casos concretos, de onde não poderá fugir. E sobretudo, escolha bem os seus projectistas!!
  12.  # 32

    Colocado por: N Miguel Oliveirapreços unitários

    De futuros DO, sem contactos nem experiência, e comentam o que veem em sites na internet? Claro.
    Mas deixe-os começar as consultas de mercado e sobretudo as aquisições, que rapidamente percebem onde vão parar os preços. Já se entregar ao "gestor de obra", com azar ainda é comido duas vezes 😅
    Concordam com este comentário: Contratempo
  13.  # 33

    Colocado por: N Miguel OliveiraPara quem está habituado, é tão fácil ver onde um DO está a ser chulado forte e feio. Mas como o é por todos, e os valores andam pela mesma ordem de valores, ele acha que "é normal" e aceita.

    E um gestor de obra consegue miraculosamente baixar esses preços consensuais (isto é, valores de mercado), recuperar o suficiente para pagar os seus honorários e ainda poupar euros ao DO? Tall order.
    Concordam com este comentário: Contratempo
  14.  # 34

    Colocado por: pguilhermemiraculosamente

    Não é milagre nenhum.
    É saber o que custa cada coisa.
    E saber que o empreiteiro sabe que ele sabe.
    Além de que, depois dum tempinho numa região, o próprio empreiteiro pode preferir trabalhar com um profissional e não com um cliente que nem percebe e que a cada 2 semanas troca de ideias.
    Muitas vezes, o lucro vem do fluxo das obras. E da rapidez das coisas. Por vezes nem precisa desses honorários que diz, de estar em permanência na obra. Se o projecto estiver bem feito, a obra funciona como um reloginho.

    Enfim, isso acontece na Suíça, nos USA, em todo o lado onde a mão de obra é cara. Não acontece em Portugal porquê?
  15.  # 35

    Colocado por: pguilhermerecuperar o suficiente

    Às vezes, basta a optimização da utilização da grua e andaimes, que paga todo esse "gasto brutal" do gestor que diz...
    O mal das obras é o tempo.
    Pode pagar mais a um gestor que a um trolha, precisamente para não pagar a 10 trolhas para um trabalho que podia ser feito só por 5.
    Uma obra que demore 2-3 anos, para uma simples casita é escandaloso. Devia demorar 9 meses, 12 no máximo. Mas pronto, a malta depois em obra vê. Como que se isso não representasse um custo.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas
  16.  # 36

    Colocado por: N Miguel OliveiraÉ saber o que custa cada coisa.
    E saber que o empreiteiro sabe que ele sabe.
    Além de que, depois dum tempinho numa região, o próprio empreiteiro pode preferir trabalhar com um profissional e não com um cliente que nem percebe e que a cada 2 semanas troca de ideias.

    "Saber o que custa"? Isso é o mercado que dita e tem muitas variáveis, como sabe muito bem.

    Até por aqui vemos profissionais a dar valores altos para ver se pega. E se pegar, o profissional vai deixar cair uma obra do tal "fluxo de obras" em detrimento dessa oportunidade.

    Na verdade, até vejo muitos empreiteiros a preferirem trabalhar com DO, justamente por conseguirem moldar/conduzir e, não pouco importante, por odiarem ter alguém a dizer-lhes o que fazer e como.
    Além de que, se o DO muda de ideias todas as semanas, são trabalhos a mais, logo mais €.

    Como até N Miguel já disse, o empreiteiro está no tempo das vacas gordas, tem dinheiro do seu lado e muita procura. Se o cliente se põe a inventar muito com a ajuda de gestores, simplesmente abandona. A maior parte das casinhas não tem contratos sólidos e lutas em tribunal são um pesadelo... e o empreiteiro certamente arranja justificação para se safar.

    Ainda assim, parece continuar no registo de entregar tudo a um empreiteiro geral, o que desvaloriza o papel do gestor.

    Colocado por: N Miguel OliveiraÀs vezes, basta a optimização da utilização da grua e andaimes, que paga todo esse "gasto brutal" do gestor que diz...
    O mal das obras é o tempo.

    Por aqui as moradias nem costumam ter grua. Mas sim, face ao aluguer do aparelho, é bom que tenha uma utilização optimizada. Está a falar de determinar a melhor posição para a mesma, certo? É que nas operações do dia-a-dia, não está lá o gestor a dizer passo-a-passo o que cada um vai fazer... Os andaimes compram-se e cobrem a coisa na totalidade, que é mais barato que o aluguer, mesmo numa obra ultra rápida. E depois podem reutilizar-se, se assim for o caso ;)

    Colocado por: N Miguel Oliveiraprecisamente para não pagar a 10 trolhas para um trabalho que podia ser feito só por 5.

    Gostava mesmo de ver um caso real disto no contexto de construção de uma moradia.

    Colocado por: N Miguel OliveiraDevia demorar 9 meses, 12 no máximo. Mas pronto, a malta depois em obra vê. Como que se isso não representasse um custo.

    Tem um custo, claro, o custo do dinheiro. O resto é desprezável.
    Por outro lado, como dever imaginar, é mais fácil optimizar custos se houver tempo do que ser tudo com urgência.
  17.  # 37

    Colocado por: N Miguel Oliveiraque paga todo esse "gasto brutal" do gestor que diz...

    Também podemos estar a falar de custos diferentes... que ordem de valores tem em mente?
  18.  # 38

    Colocado por: EspalhaBrasasantigamente nos anos 90 e antes ainda poderia ser tudo feito por engenheiros e um desenhador do empreiteiro agora o mercado virou por completo e a qualidade da moradia (e das especialidades técnicas que acompanham) vai depender demasiado do arquiteto que o cliente escolhe


    tendo em conta a qualidade das construções dos anos 90 e de agora, diria que nem tem comparação.
  19.  # 39

    Colocado por: pguilhermeSe o cliente se põe a inventar muito com a ajuda de gestores, simplesmente abandona.

    É precisamente o contrário.
    É ter algo predefinido antes do desaterro.
    Depois é só seguir com os trabalhos.
    Isso do inventar e do "depois vê-se" acontece precisamente quando não há gestão.
  20.  # 40

    Colocado por: pguilhermeEstá a falar de determinar a melhor posição para a mesma, certo? É que nas operações do dia-a-dia, não está lá o gestor a dizer passo-a-passo o que cada um vai fazer... Os andaimes compram-se e cobrem a coisa na totalidade, que é mais barato que o aluguer, mesmo numa obra ultra rápida. E depois podem reutilizar-se, se assim for o caso ;)


    Estou sempre a falar de tempo, não da posição das coisas.
    Quantos aos andaimes, depende. Para quem constrói uma única casa, comprá-los não vale a pena. Mas lá está, se precisa de alugá-los por tanto tempo que comece a ponderar comprá-los, é logo um sinal de que algo não está bem.
 
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