Iniciar sessão ou registar-se
  1. Colocado por: HAL_9000vai-se rir porque? A sandra tira prazer de uma situação potencialmente gravosa para o sistema público de saúde?


    Será que estamos perante a inquisição?
  2. Colocado por: HAL_9000triplicamos quando devíamos era ter sextuplicado.

    não foram nada 500 a mais uma vez que todos eles, apesar de não terem escolhido a especialidade, estavam a trabalhar nas mais diversas áreas. Formou-se foi 500 colegas a menos, isso sim, uma vê que ainda ficaram 20 % de vagas por preencher


    Quais areas????!!
  3. Colocado por: HAL_9000triplicamos quando devíamos era ter sextuplicado.

    não foram nada 500 a mais uma vez que todos eles, apesar de não terem escolhido a especialidade, estavam a trabalhar nas mais diversas áreas. Formou-se foi 500 colegas a menos, isso sim, uma vê que ainda ficaram 20 % de vagas por preencher


    Para ano já vão mais 500.

    Vai ver como eles vão preencher essas vagas!!!!!
  4. Colocado por: TyrandeÉ pah, depois desta pérola tenho mesmo a certeza que vc não faz a mínima ideia do que está a falar.


    Então vai dizer que é impossível um oficial do exercito entrar por regime de contrato (já tendo um curso superior feito previamente) e findo o prazo do contrato de 2 anos, sair sem ter de indemnizar ?
    • ivreis
    • 9 dezembro 2025 editado
    Colocado por: Jorge_GonçalvesFixar médicos no SNS é uma das necessidades naturalmente, mas enquanto o privado conseguir absorver todos aqueles que queiram ir para lá trabalhar, significa que existe falta de médicos em Portugal! Tem de existir um equilíbrio entre a oferta e a procura, enquanto isso não acontecer, estaremos sempre atrás do prejuízo.


    Só há uma falha nesse raciocínio: é que vocês colocam a hipótese da emigração de fora da equação e infelizmente se não for o privado a absorver será o estrangeiro.
    Atualmente há empresas europeias a recrutar em Portugal médicos das mais diferentes especialidades com vencimentos superiores a 10k/mês (https://movingpeople.com/job-opportunities/).

    Fixar no SNS tem de ser a primeira medida. Depois podemos aumentar as vagas na faculdade mas se queremos o problema resolvido nos próximos 3-5 anos tem de ser pela via da fixação ao SNS. E tem de se começar pelo internato médico. É vergonhosa a tabela salarial dos médicos internos.
    Concordam com este comentário: Sandra_cc
  5. Colocado por: ivreisÉ vergonhosa a tabela salarial dos médicos internos.


    De que valores estámos a falar?
  6. Colocado por: N Miguel Oliveira

    De que valores estámos a falar?


    Estamos a falar de 1.863 base para interno de ano comum.

    2.188 a 2.459 base internos de especialidade.

    Cerca de 2.800 base especialistas.

    Ridículo
    Estas pessoas agradeceram este comentário: N Miguel Oliveira
  7. Colocado por: ivreis

    Só há uma falha nesse raciocínio: é que vocês colocam a hipótese da emigração de fora da equação e infelizmente se não for o privado a absorver será o estrangeiro.
    Atualmente há empresas europeias a recrutar em Portugal médicos das mais diferentes especialidades com vencimentos superiores a 10k/mês (https://movingpeople.com/job-opportunities/).

    Fixar no SNS tem de ser a primeira medida. Depois podemos aumentar as vagas na faculdade mas se queremos o problema resolvido nos próximos 3-5 anos tem de ser pela via da fixação ao SNS. E tem de se começar pelo internato médico. É vergonhosa a tabela salarial dos médicos internos.
    Concordam com este comentário:Sandra_cc


    A emigração ainda tem outra nuance que aqui nunca abordam.

    Um médico tem facilidade de emigrar acima da média.

    Não só na procura por nós, mas na prática técnica, em termos de burocracia na UE e em vários países, o reconhecimento de equivalência é praticamente automático.

    Fixar no SNS tem de ser central. Isto porque só falámos dos 500 potenciais internos de especialidade, que nem o quiseram ser, para estarem desde já fora do SNS.

    Mas também temos de falar de especialistas, como eu, que ao fim de muitos ou poucos anos de SNS, o abandonam. Isso ainda é mais grave porque temos especialidade feita, coisa que o SNS precisa como pão para a boca.

    Estas saídas de especialistas têm sido uma sangria imparável que o SNS não consegue estancar e nem sequer já consegue compensar com internos de especialidade.
  8. Colocado por: HAL_9000A questão é que o SNS não escolhe o paciente, ao contrário do privado que escolhe os clientes. E como pode escolher os clientes, escolhe aqueles com maior poder economico, por isso na prática o paciente comum não escolhe porra nenhuma, escolhe enquanto a carteira deixar e se não tiver nenhum problema se saúde grave.

    A Sandra está a querer vender que no privado o atendimento terá maior qualidade porque se pode escolher. Eu acho que não se pode fazer essa relação direta. O atendimento será mais rápido, é um facto. Já a qualidade em si....



    Falei em liberdade de escolha.

    Com liberdade de escolha aumenta a probabilidade de qualidade.

    No SNS tem uma probabilidade elevadíssima de ser atendido e até operado por um interno.

    No privado? Essa probabilidade é nula. Quanto muito um interno pode ajudar numa cirurgia.

    Um especialista é garantia de qualidade? Não, mas aumenta a probabilidade.

    Um interno é garantia de falta de qualidade? Não, mas aumenta a probabilidade.
  9. Parar a sangria! Já!

    A fixação de colegas no SNS é a chave!

    A formação em quantidade é uma falácia absoluta que comprovadamente nunca irá suprir esta sangria. Muito menos quando quem sai da formação também já não quer sequer fazer internato de especialidade. Aliás, tem um claro efeito perverso de alimentar a dinâmica extra SNS.

    Como dizia o outro: é fazer as contas!

    Com esta hemorragia pode formar o que quiser que sai tudo pelo fundo do vaso furado.


    https://cnnportugal.iol.pt/medicos/reformas/todos-os-dias-estao-a-sair-quatro-medicos-do-sns/20251208/69332042d34e3caad84c13d1
  10. Estão a entender para que servem os internos de especialidade?... E porque fogem eles antes ainda de o serem?


    https://cnnportugal.iol.pt/medicos/especialistas/mais-de-78-dos-medicos-nao-fazem-urgencias-como-especialistas-do-sns/20251209/69330d59d34e3caad84c12c5
  11. Colocado por: Sandra_ccporque teria havido um investimento em fixar os profissionais que o SNS já tinha e não em ter novos médicos com parca experiência e nenhuma fidelização.
    E entrava-se numa competição de salários com o privado? É essa a sua ideia? Está mais que visto onde é que isso ia parar.

    Os factos são que existe maior procura de mão de obra do que oferta. Como disse atrás triplicou-se a formação de médicos, quando na verdade se deveria ter sextuplicado.
  12. Colocado por: Sandra_ccSerá que estamos perante a inquisição?
    Claro que não, é uma mera curiosidade. As interações humanas, ainda que através de fóruns como este, são feitas deste tipo de curiosidades. É assim que nos sabemos quais a pessoas com a quais queremos interagir e em que contextos.
  13. Colocado por: Sandra_ccQuais areas????!!
    Se tiver oferta de médicos suficientes, eventualmente vao começar a escolher as áreas necessárias para o SNS. Trata-se sempre disso. De equilíbrio entre a oferta e a procura, que neste caso claramente não existe.
  14. Colocado por: HAL_9000E entrava-se numa competição de salários com o privado? É essa a sua ideia? Está mais que visto onde é que isso ia parar.

    Os factos são que existe maior procura de mão de obra do que oferta. Como disse atrás triplicou-se a formação de médicos, quando na verdade se deveria ter sextuplicado.


    Se o SNS tivesse apostado em fixar colegas com várias políticas desde a progressão de carreira, até tempo para investigação, melhoria das condições remuneratórias, o privado não tinha conseguido crescer, aliás nem teria nascido como sector com dinâmica, limitar-se-ia a ser o que era: um nicho.

    Sem isto, o SNS fica a competir com o privado, radiais e emigração, pela parte financeira pura e dura. E aí...ciao!

    Se sextuplicar a formação (recordo que já mais que triplicou em 25 anos) vai continuar a acelerar o privado, os radiais e a crescente emigração.

    nem para fazer internato de especialidade os colegas mais novos querem o SNS. Eu não sei se tem bem noção do que isto é.
  15. Colocado por: ivreisSó há uma falha nesse raciocínio: é que vocês colocam a hipótese da emigração de fora da equação e infelizmente se não for o privado a absorver será o estrangeiro.
    Atualmente há empresas europeias a recrutar em Portugal médicos das mais diferentes especialidades com vencimentos superiores a 10k/mês (
    acontece com todas as outras profissões qualificadas e o problema de Portugal, nesses casos, não é falta de mão de oferta de mao obra, é falta de oportunidades. Havendo equilíbrio entre a procura e oferta, tudo se tenderia a ajustar. Equilíbrio esse que também não deve comprometer a atractividade financeira da profissão.

    Colocado por: Sandra_ccEstamos a falar de 1.863 base para interno de ano comum.

    2.188 a 2.459 base internos de especialidade.

    Cerca de 2.800 base especialistas.
    sim esses valores são baixos, mas na verdade há algum medico que ganhe apenas o base? Esses valores servem apenas de referencial para calcular os extras.

    Por mim os valores base seriam o dobro, mas teria de haver muito mais parcimónia em todos os extras que depois compõem o rendimento mensal. Agora duplicar o ordenado base, duplicando depois todos os extras é financeiramente insustentável, completamente insustentável.
  16. Colocado por: Sandra_cc
    Se o SNS tivesse apostado em fixar colegas com várias políticas desde aprogressão de carreira, até tempo para investigação, melhoria das condições remuneratórias, oprivado não tinha conseguido crescer.
    claro que tinha, porque em princípio o privado conseguiria melhorar todas essas condições. Lembre-se que o privado escolhe apenas os clientes financeiramente rentáveis. O SNS não pode fazer isso, trabalha com pacientes, não com clientes.

    Colocado por: Sandra_ccnem para fazer internato de especialidade os colegas mais novos querem o SNS. Eu não sei se tem bem noção do que isto é.
    Tenho noção que têm outras alternativas, porque existe pouca competição para essas mesmas alternativas.
  17. Colocado por: HAL_9000acontece com todas as outras profissões qualificadas e o problema de Portugal, nesses casos, não é falta de mão de oferta de mao obra, é falta de oportunidades. Havendo equilíbrio entre a procura e oferta, tudo se tenderia a ajustar. Equilíbrio esse que também não deve comprometer a atractividade financeira da profissão.

    sim esses valores são baixos, mas na verdade há algum medico que ganhe apenas o base? Esses valores servem apenas de referencial para calcular os extras.

    Por mim os valores base seriam o dobro, mas teria de haver muito mais parcimónia em todos os extras que depois compõem o rendimento mensal. Agora duplicar o ordenado base, duplicando depois todos os extras é financeiramente insustentável, completamente insustentável.


    Vai desculpar a franqueza, mas a maioria das outras profissões qualificadas não tem a procura internacional da medicina e nem a capacidade técnica e burocrática para o exercício da mesma fora das fronteiras.

    Tente lá que um advogado exerça para a semana na Alemanha. Na medicina? É amanhã.
  18. Colocado por: HAL_9000claro que tinha, porque em princípio o privado conseguiria melhorar todas essas condições. Lembre-se que o privado escolhe apenas os clientes financeiramente rentáveis. O SNS não pode fazer isso, trabalha com pacientes, não com clientes.

    Tenho noção que têm outras alternativas, porque existe pouca competição para essas mesmas alternativas.


    Não tinha porque há coisas que o privado não conseguia oferecer.

    O privado era um nicho.
 
0.0547 seg. NEW