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  1. Colocado por: euSomos um País de bananas e os governos têm medo de tomar as decisões corretas, por causa de riscos eleitorais.

    É mais fácil vociferar "vamos acabar com as taxas moderadoras" a pensar no impacto eleitoral, mas não no impacto no SNS.


    Ha 50 anos que somos liderados por chulos
  2. Colocado por: manelvcOutra hipótese é taxar a 15€ as pulseiras verdes e 30€ as azuis, independente do extrato social


    Desculpe, mas não tem pés nem cabeça.

    Não há um médico em cada cidadão para saber à priori de que a dor que as aflige é grave e urgente ou não.
    • eu
    • 15 janeiro 2026
    Colocado por: ClioIINão há um médico em cada cidadão para saber à priori de que a dor que as aflige é grave e urgente ou não.


    Pagar 15€ ou 30€ por uma falsa urgência (mesmo de boa fé do "doente") também não me parece nada de grave. E tinha um efeito moderador.
  3. Colocado por: ClioII

    Desculpe, mas não tem pés nem cabeça.

    Não há um médico em cada cidadão para saber à priori de que a dor que as aflige é grave e urgente ou não.


    Sabe o que é a triagem de Manchester?
  4. Colocado por: manelvc

    Sabe o que é a triagem de Manchester?


    Sei, é aquilo que se faz DEPOIS de o paciente chegar ao hospital, não antes.

    Quem não tem noções de medicina não sabe se a dor de barriga de que o miúdo se queixa é uma gastroenterite ou uma apendicite, logo pulseira verde ou pulseira vermelha.

    Só vai saber a cor da pulseira DEPOIS de passar na triagem. E depois de pagar, segundo a sua ideia.
  5. Colocado por: eu

    Pagar 15€ ou 30€ por uma falsa urgência (mesmo de boa fé do "doente") também não me parece nada de grave. E tinha um efeito moderador.


    Não me parece assim tão líquido, eu.

    Moro num país chamado Portugal onde 20% da população está abaixo do limiar da pobreza.
    E mais outros 20% estariam se não fosse por força de subsídios e ajudas.

    30€ parece-me um bocado forte enquanto "puxão de orelhas" para 40% da população, normalmente as que menos estudos têm e menos percebem o mal que as aflige . "Olhe, como castigo por não ser médico, tome lá mais 30€ para pagar".
  6. Se forem á Holanda as urgências estão fechadas...
    Taxas moderadoras foi uma pena, mesmo na fisioterapia está tudo isento, tens utentes a fazer fisioterapia sem benefícios alguns á 5 anos consecutivos...
    • AMG1
    • 15 janeiro 2026
    Colocado por: spvaleSe forem á Holanda as urgências estão fechadas...
    Taxas moderadoras foi uma pena, mesmo na fisioterapia está tudo isento, tens utentes a fazer fisioterapia sem benefícios alguns á 5 anos consecutivos...


    Mas porque é que isso acontece. Pode fazer-se fisioterapia sem que seja por prescrição médica?
  7. Colocado por: ClioII

    Sei, é aquilo que se faz DEPOIS de o paciente chegar ao hospital, não antes.

    Quem não tem noções de medicina não sabe se a dor de barriga de que o miúdo se queixa é uma gastroenterite ou uma apendicite, logo pulseira verde ou pulseira vermelha.

    Só vai saber a cor da pulseira DEPOIS de passar na triagem. E depois de pagar, segundo a sua ideia.


    Sim, então vá rever sff o que eu escrevi.

    Se eu digo que a taxa moderadora é associada á cor da pulseira, é óbvio que a taxa é definida posteriormente á triagem.
    Ou paga a vir embora ou é depois enviada a conta por correio.
  8. Colocado por: AMG1

    Mas porque é que isso acontece. Pode fazer-se fisioterapia sem que seja por prescrição médica?

    Podes no privado sem fisiatria.
    Se os médicos de familia passam o p1 o utente consegue andar sempre e sendo isento os casos crónicos é uma festa...
  9. Então, temos os SNS Seguro ou não?
  10. Colocado por: rod_2000Então, temos os SNS Seguro ou não?




    Claro , a partir de agora acabou as 12 horas de espera nas urgencias...
    • AMG1
    • 19 janeiro 2026
    Colocado por: spvale
    Podes no privado sem fisiatria.
    Se os médicos de familia passam o p1 o utente consegue andar sempre e sendo isento os casos crónicos é uma festa...


    Mas nesse caso continua a depender do medico de familia. É dele a decisão e não do utente.
    O dever dos profissionais também é zelar pela boa e eficaz gestão dos meios que tem disponíveis. Isso é assim no SNS, como em qualquer outro lado, seja publico ou privado, Só não é quando os dirigentes não fazem o seu trabalho.
  11. Colocado por: AMG1Mas nesse caso continua a depender do medico de familia. É dele a decisão e não do utente.


    Deveria ser... mas no fim há tantas e tantas voltas que os utentes dão para levar a água ao seu moinho que acabam a vencer os médicos de familia pela exaustão.
    Vou só lhe contar este episódio:
    - O utente X teve um AVC há 5 anos da qual resultaram sequelas motoras que são permanentes. O utente ao fim de mais de 1 ano de renovações sucessivas de fisioterapia pelo SNS levou com um médico de familia muito zeloso dos recursos públicos que lhe negou a fisioterapia. Foi-lhe proposto ser referenciado para uma consulta de Neurologia e Fisiatria no SNS de modo a ser avaliado sobre a real necessidade de manter fisioterapia "ad eternum". O Fisiatra foi direto: não há mais potencial de recuperação face ao AVC prévio. O Neurologista não se quis comprometer e disse "é pouco provável que haja recuperação mas a manutenção da fisioterapia poderá evitar futuras complicações secundárias como atrofia muscular". Resultado final: o utente agarrou-se à decisão do Neurologista (que percebeu a milhas que aquilo ia acabar com um processo em tribunal e defendeu-se) e ficou a fazer a sua fisioterapia ad eternum... sempre que alguém o questiona, leva logo com a ameaça de processo e com o relatório do Neurologista... e esta hein?
    Estas pessoas agradeceram este comentário: AMG1
    • AMG1
    • 19 janeiro 2026
    Colocado por:ivreis

    Deveria ser... mas no fim há tantas e tantas voltas que os utentes dão para levar a água ao seu moinho que acabam a vencer os médicos de familia pela exaustão.
    Vou só lhe contar este episódio:
    - O utente X teve um AVC há 5 anos da qual resultaram sequelas motoras que são permanentes. O utente ao fim de mais de 1 ano de renovações sucessivas de fisioterapia pelo SNS levou com um médico de familia muito zeloso dos recursos públicos que lhe negou a fisioterapia. Foi-lhe proposto ser referenciado para uma consulta de Neurologia e Fisiatria no SNS de modo a ser avaliado sobre a real necessidade de manter fisioterapia "ad eternum". O Fisiatra foi direto: não há mais potencial de recuperação face ao AVC prévio. O Neurologista não se quis comprometer e disse "é pouco provável que haja recuperação mas a manutenção da fisioterapia poderá evitar futuras complicações secundárias como atrofia muscular". Resultado final: o utente agarrou-se à decisão do Neurologista (que percebeu a milhas que aquilo ia acabar com um processo em tribunal e defendeu-se) e ficou a fazer a sua fisioterapia ad eternum... sempre que alguém o questiona, leva logo com a ameaça de processo e com o relatório do Neurologista... e esta hein?
    Estas pessoas agradeceram este comentário:AMG1


    Eu nem imagino o que vos deve aparecer...contudo, admito que esses casos todos mais complexos não sejam em numero avassalador, nem a raiz do problema.
    Mesmo nesses casos, se a direcção do SNS entende que não há mais nada a fazer e que tem o suporte técnico para o assumir, à semelhança do que acontece em qualquer organização, tem de haver uma instancia que tome a decisão, independentemente das consequências, que obviamente não será o medico de familia.
    O recurso aos tribunais não deve ser visto como impeditivo da tomada de decisão, se a mesma tiver o devido respaldo. O médico, o SNS e no limite o estado, não pode ficar refém da ameaça de um processo judicial, que provavelmente não terá consequencias.
    A mim parece-me que há demasiado laxismo por parte dos dirigentes, que depois passa para os niveis intermédios e inferiores a sensação de que não vale a pena ninguém chatear-se. Mas não pode ser assim, senão não há limite para quem se queira aproveitar, ou que apenas seja teimoso, sem qualquer razão para isso.
    Qualquer organização para ser eficiente precisa de autonomia e responsabilidade, mas isso tem de começar no topo.
    Esta historia faz-me lembrar um superior hierarquico que eu tive ha muitos anos, no início da minha vida profissional. Tratava-se de uma área onde a conflitualidade entre a empresa e os clientes era muito frequente, embora os processos implementados cumprissem toda a regulamentação. De vez em quando, lá vinha a ameaça do processo judicial. Eu, novato com vinte e poucos anos, lá ia ao chefe com o caso e a tentar explicar tudo. Invariavelmente a resposta era quase sempre a mesma e começava sempre pela mesma pergunta: "fizemos alguma coisa que não estivesse prevista?" Se a resposta fosse não, ele nem queria ouvir o resto e para rematar a ameaça do processo, acabava sempre com mais uma pergunta: "achas que os tribunais se fizeram para os cães ou para os homens?"
    Nunca mais esqueci esta pergunta e já me ajudou a tomar algumas decisões na vida.
    Talvez falte dizer que tudo isto se passou num pais onde os tribunais não levam decadas nem anos a resolver questões e onde o recurso a mediação independente é uma constante antes dos tribunais. Na verdade, muito poucos casos acabavam por chegar ao tribunal e não me lembro que tenhamos perdido algum,
  12. Colocado por: AMG1tudo isto se passou num pais onde os tribunais não levam decadas nem anos a resolver questões


    Ora nem mais...
  13. Actualmente já nem os relatórios de patologia são inequívocos.

    Ninguém se quer 'atravessar'.
    Concordam com este comentário: Dias12
  14. Precisei de uma consulta de urgência num grande hospital e fui atendido em 1h30 de espera.
    Muito bom!!!
    E já tenho uma outra consulta de seguimento marcada.

    Tudo funcionou bem comigo.
    Nada a reclamar antes pelo contrário.
  15. Era privado ou público, e qual a cor da pulseira?No vermelho da triagem de Manchester 1h30 isso é péssimo..
  16. Pulseira Verde.
    Público.

    Se fosse privado acho que nem vinha cá dizer nada.
 
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