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  1.  # 21

    Colocado por: zedasilva
    Depende da câmara.
    correto, da mesma forma que depende da CM se é considerado obrigatório ou não quer haja alterações ao projecto ou não
  2.  # 22

    O mercado é livre.
    As primas donas dos rabiscos adoram invocar os termos de responsabilidade para justificar honorários.
    Over rated ?
    Sim
  3.  # 23

    já agora, os advogados costumam invocar o quê para mal se entre na porta são 100 paus ?
  4.  # 24

    Do que sei telas finais não carecem de termo, mas já vi outras a pedir
  5.  # 25

    Recebi agora o ultimo projecto no valor de 14000 euros com IVA mas sem fiscalização da Obra. E continuo indeciso entre o 21K e o de 14K.
  6.  # 26

    Colocado por: TiagomiguelmarquesRecebi agora o ultimo projecto no valor de 14000 euros com IVA mas sem fiscalização da Obra
    obviamente que é sem fiscalização de obra. percebam uma coisa. a fiscalização de obram não pode, nem deve ser feita pelos autores nem pelo gabinete dos autores. a fiscalização deve ser pedida à parte

    em relação ao preço. sem saber o que está incluido nem o programa do projecto é como eu dizer que estão me a pedir 14000 e 21000 por um carro.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, dmanteigas
  7.  # 27

    O projecto de execução inclui isto

    A equipa projectista sera responsavel pelos desenhos de pormenonzac;ao necessaries a l1n1a
    perfeita e adequada execuc;ao de toda a fase de acabamentos, nomeadamente:
    1. Mapa de vaos exteriores. com indicac;ao da tipologia de cada vao. das respectivas drn1en~oes e
    quantidades. do modo de funcionamento. da natureza e das caracteristicas dos n1atena1s, das
    ferragens e de outras informac;oes necessarias ao fabrico e montagem de caixilharias. portas.
    envidrac;ados e outros elementos.
    2. Definic;ao dos vaos interiores: tipo de madeira e/ou envidrac;ados. ferragens. tipo de
    acabamentos; aros. guarnic;oes e rodapes e demais acess6rios considerados necessaries ao
    seu perfeito funcionamento.
    3. Definic;ao da organizac;ao e disposic;ao do mobiliano considerado "f1xo". cozinha e instllla,oes
    sanitarias.
    4. Desenhos pormenorizados de apainelados em madeira tais como tectos, lare1ras elou outros
    elementos similares.
    5. Definic;ao dos materiais (em concordancia com o Dono de Obra) references aos pav1n1entos e
    revestimentos de paredes e desenho pormenorizado das respectivas estereoton1,as
    6. Definic;ao da localizac;ao dos pontos de ilumina9ao e das suas caracteristicas
    7. Definic;ao das caracteristicas e referencias de todas as pec;as san1tarras (san,tas. lavat6110s,
    bides. banheiras e bases de chuveiro) e das torne,ras
    8. Elaborac;ao do mapa de acabamentos discrim1nando os diferentes trpos de acaban1ento para os
    diferentes compartimentos.
    9. Elaborac;ao do mapa de quantidades com a ind1ca9ao de todas as med1c;oes para os clrversos
    tipos de materiais.
    10 Todo o projecto sera desenvolvido a escala 1/50 (plantas. cortes e nlc;ados) Sempre qua
    necessario. nomeadamente quando a execuc;ao ass,m o Justificar. os porrnenores sorio
    desenvolvidos as escalas mais adequadas.
  8.  # 28

    nessa descriminação devia estar comtemplado a compatibilização com as diversas especialidades, de pouco serve ter a composição de uma parede por exemplo se depois as diversas redes e tubagens não passam e tambem com a estrutura.
  9.  # 29

    Colocado por: Tiagomiguelmarques6. Definic;ao da localizac;ao dos pontos de ilumina9ao e das suas caracteristicas
    incluí estudo luminotécnico dos espaços ou é apenas a localização dos pontos de luz?

    Colocado por: Tiagomiguelmarques8. Elaborac;ao do mapa de acabamentos discrim1nando os diferentes trpos de acaban1ento para os
    diferentes compartimentos.
    inclui alçados interiores?

    Colocado por: Tiagomiguelmarques1/50 (plantas. cortes e nlc;ados)
    num projecto de excução há muita coisa que deve ser estudada a 1:20, 1:10, 1:5 ...

    Arranjos exteriores? muros? serralharia, carpintaria, mapas de pedra, cozinhas?.. mas lá está .. não conheço o programa, nem orçamento da casa, nem o tipo de casa de que se trata

    não vejo coordenação com os restantes projectos e especialidades que é um dos elementos mais importantes de um PE .. inclui PE das especialidades?
  10.  # 30

    Colocado por: TiagomiguelmarquesO projecto de execução inclui isto


    Quanto mais vejo coisas destas mais me convenco da inutilidade que e um projeto de execucao na maioria deste tipo de obras.
    Tambem tinha essa ideia originalmente, e nem era pelo preco, mas depois de perceber que 1) a maioria dos empreiteiros vai-se estar a ****, 2) grande parte desse trabalho ate pode ser melhor feito com os subempreiteiros de cada especialidade que dao recomendacoes muito boas pois fazem aquilo na pratica e nao em desenhos e 3) estar a pensar em algo para ser feito daqui a 1 ou 2 anos, como os rodapes, com mulheres que mudam de opiniao a cada 2 meses...

    Acho que mais que esses pormenores como mapas de vao, projetos a escala 1:20, etc parece-me bem mais importante o que o gil referiu de compatibilidade entre as especialidades e arquitetura. Por exemplo, garantir que nao ha nenhuma viga na cobertura que nao permite passar tubos de VMC, AC, etc sem ter que baixar o teto falso ou se nao for possivel, 'inventar' outra solucao :)
    Concordam com este comentário: paulo_pereira
  11.  # 31

    Colocado por: dmanteigas1) a maioria dos empreiteiros vai-se estar a ****,

    Fazendo a ponte com a discussão da burla da Remax, aqui é igual, só cai quem quer... um empreiteiro que se esteja a marimbar para os projectos é logo para se pôr de parte. Caso contrário, depois "não se queixem".

    Quanto ao resto...

    Colocado por: dmanteigasAcho que mais que esses pormenores como mapas de vao, projetos a escala 1:20, etc parece-me bem mais importante o que o gil referiu de compatibilidade entre as especialidades e arquitetura.

    Uma coisa precede a outra. De pouco adianta fazer qualquer projecto de execução se não houver um esforço de compatibilizar todas as especialidades primeiro... pelo que, não é escolher entre um ou outro. São coisas completamente diferentes.
    O detalhe aqui, é que não raras vezes, quando não há um só um projecto, mas 10 em pastinhas separadas... quando se tenta dar detalhe a uma especialidade (porque o eletricista ou carpinteiro começam a fazer demasiadas perguntas, e bem) é que a malta se lembra de ir compatibilizar.

    Novamente, fazendo a ponte com a história da Remax, as pessoas não sabem os direitos que têm quando assinam um projecto.

    Quem é o coordenador do projecto?
    Geralmente o Arquitecto é o mais apto para isso e é o que assume e cobra por isso.

    Porém, a maneira de licenciar projectos em Portugal leva a que se façam projectos de Arquitectura sem que os demais estejam finalizados. Depois de Arquitectura aprovada... entram as Engenharias que devem ser coordenadas. Estas, muitas vezes exigem correções menores na Arquitectura... que não põem em causa o licenciamento.

    Ora, o problema começa, quando o cliente não pretende gastar mais para fazer um único desenho onde se incluem toda e qualquer Engenharia... e avança para obra com os projectos de licenciamento separados, elaborados com um propósito diferente do da obra. Esse é o problema.

    Talvez os projectistas devessem incluir tudo isso nos seus honorários, mas aí, não haveria projecto nenhum nos 5 ou 6k€...

    Por muita pedagogia que se faça, a malta continua sem distinguir um projecto de licenciamento daquilo que deveria ser o manual para o empreiteiro. As Câmaras tampouco facilitam, pois pedem tralha a mais sobre o Urbanismo, deixando a Técnica ao critério do Dono de Obra, que muitas vezes, a última coisa que quer é perder mais tempo e dinheiro com papéis. Se a lei fosse mais homogénea ao longo do território, simplificada, e amplamente ilustrada, reduzirse-ia a ambiguidade, a dúvida, e a hesitação, permitindo entregar Arquitectura e Engenharias juntas sem tanto risco de alterações impostas pelo departamento de Urbanismo. A entrega em BIM poderá ajudar e muito neste tema.
    • PR10
    • 16 fevereiro 2026 editado

     # 32

    Colocado por: marco1penso que qualquer arquiteto as podia assinar ou engenheiro habilitado para arquitetura, foram comidos.
    por outro lado ainda as telas finais em bom rigor são feitas pelo empreiteiro quando exigidas.


    Colocado por: RicardoPortoTenho ideia que telas finais não necessitam assinatura de arquiteto, pode ser do diretor de obra


    Qual é o Arquiteto q permite que saia do seu gabinete a arquitetura em DWG?
    Não o permitem por direitos de autor,
  12.  # 33

    Colocado por: PR10Qual é o Arquiteto q permite que saia do seu gabinete a arquitetura em DWG?
    Não o permitem por direitos de autor,

    Tudo tem um preço.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: PR10
  13.  # 34

    PR10 :)

    Se calhar isso dos direitos de autor é o que menos os preocupa, é sim todo um trabalho editável por vezes com material que é pago (blocos , texturas, pormenorização, etc..., horas de trabalho que fica assim de mão beijada disponivel. De qualquer forma os editáveis devem ser transmitidos á engenharia e para fazer telas finais pode meter-se por por baixo á escala um dwf ou mesmo pdf que tambem serve.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
    Estas pessoas agradeceram este comentário: PR10
  14.  # 35

    Colocado por: marco1horas de trabalho que fica assim de mão beijada disponivel


    E não só...
    Não é propriamente simples criar um desenho que funcione bem ao ler num ecrã, e que se consiga ler bem também em papel. Há muita coisa por detrás de um desenho.
    Concordam com este comentário: marco1
  15.  # 36

    é todo um trabalho/ biblioteca, configurações, etc, que se "entrega" assim sem mais.
    Uma colega com quem tive um trabalho não conseguiu perceber esse aspecto.
    digamos, passe o absurdo da comparação, é como que comprar uma aplicação de software e exigir que venha tambem o código fonte da mesma.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  16.  # 37

    Colocado por: marco1PR10 :)

    Se calhar isso dos direitos de autor é o que menos os preocupa, é sim todo um trabalho editável por vezes com material que é pago (blocos , texturas, pormenorização, etc..., horas de trabalho que fica assim de mão beijada disponivel. De qualquer forma os editáveis devem ser transmitidos á engenharia e para fazer telas finais pode meter-se por por baixo á escala um dwf ou mesmo pdf que tambem serve.
    Concordam com este comentário:N Miguel Oliveira
    nada que um ctrl A mudar para layer 0 não resolva. e se quiseres ir mais longe a seguir isolate layer (layer 0) ctrl A copy para new file. assim não leva nada de mais.

    demora 2 min a fazer e se quiseres ser mesmo mausinho fazer 3 ou 4 explode de tudo
  17.  # 38

    Vou tentar responder ás várias perguntas

    casa de 230 a 240 m2 dois pisos a rondar os 450k a 500K. Os valores são extremamente dispares.

    Arquitectura e especialidaddes empresa 1 8700 euros Empresa 2 14700 Euros. Empresa 3 15200

    Empresa 1 Caderno de Encargos e Mapa de quantidades 2100 euros , Empresa 2 Projecto de execução( desenhos de Pormenor com mapa de quantidades 6300 euros, EMpresa 3 Projecto de execução mapa de quantidades e caderno de Encargos 19000
  18.  # 39

    Colocado por: TiagomiguelmarquesO projecto de execução inclui isto

    A equipa projectista sera responsavel pelos desenhos de pormenonzac;ao necessaries a l1n1a
    perfeita e adequada execuc;ao de toda a fase de acabamentos, nomeadamente:
    1. Mapa de vaos exteriores. com indicac;ao da tipologia de cada vao. das respectivas drn1en~oes e
    quantidades. do modo de funcionamento. da natureza e das caracteristicas dos n1atena1s, das
    ferragens e de outras informac;oes necessarias ao fabrico e montagem de caixilharias. portas.
    envidrac;ados e outros elementos.
    2. Definic;ao dos vaos interiores: tipo de madeira e/ou envidrac;ados. ferragens. tipo de
    acabamentos; aros. guarnic;oes e rodapes e demais acess6rios considerados necessaries ao
    seu perfeito funcionamento.
    3. Definic;ao da organizac;ao e disposic;ao do mobiliano considerado "f1xo". cozinha e instllla,oes
    sanitarias.
    4. Desenhos pormenorizados de apainelados em madeira tais como tectos, lare1ras elou outros
    elementos similares.
    5. Definic;ao dos materiais (em concordancia com o Dono de Obra) references aos pav1n1entos e
    revestimentos de paredes e desenho pormenorizado das respectivas estereoton1,as
    6. Definic;ao da localizac;ao dos pontos de ilumina9ao e das suas caracteristicas
    7. Definic;ao das caracteristicas e referencias de todas as pec;as san1tarras (san,tas. lavat6110s,
    bides. banheiras e bases de chuveiro) e das torne,ras
    8. Elaborac;ao do mapa de acabamentos discrim1nando os diferentes trpos de acaban1ento para os
    diferentes compartimentos.
    9. Elaborac;ao do mapa de quantidades com a ind1ca9ao de todas as med1c;oes para os clrversos
    tipos de materiais.
    10 Todo o projecto sera desenvolvido a escala 1/50 (plantas. cortes e nlc;ados) Sempre qua
    necessario. nomeadamente quando a execuc;ao ass,m o Justificar. os porrnenores sorio
    desenvolvidos as escalas mais adequadas.


    Viva Tiago,


    A meu ver, isso não é um projeto de execução, mas sim, na sua grande parte, elementos que já devem fazer parte do projeto + MQT.

    Infelizmente hoje em dia "qualquer casa" já vai para valores que vão de encontro ao seu budget, logo vai utilizar na sua maioria soluções construtivas convencionais. Não acho que justifique projeto de execução no seu caso.

    Talvez seja melhor, com o projeto na mão e o MQT gastar algum dinheiro numa fiscalização que vá verificar o MQT para não ter surpresas durante a obra e avançar com mais confiança na fase de pedirem orçamentos.

    No seu caso, desde que tenha referências positivas, ia para o projetista mais acessível.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Tiagomiguelmarques
  19.  # 40

    tudo isso parece um tiro no escuro, terá que decidir um pouco por empatia inicial, é difícil opinar pois não se percebe á partida que complexidade poderá ter o projeto.
    de qualquer maneira parece que o orçamento mais barato aponta para algo mais corrente em termos de solução arquitetónica e construtiva e pode ser algo muito chapa mas se a casa tiver padrões correntes pode chegar.
    O que eu acho é que deveria fazer um acordo com a que escolher que é fazer a adjudicação inicial apenas para estudo previo. Se por ventura a coisa correr bem e a solução lhe agradar ai sim seguem para outras etapas, licenciamento, projeto de execução.
    Se a coisa estiver complicada por vezes é melhor dar um passo atrás ( não o entendo assim) e terminar o serviço no estudo previo e contar outro gabinete.
 
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