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  1.  # 221

    Colocado por: smstA todos vocês que estão nas zonas afetadas pelas cheias e tempestades, podem dizer-nos o que vos faz mais falta no imediato, para que nós comuns mortais vos possamos ajudar?
    Sou do norte e existem várias localidades a encaminhar ajuda para Leiria e outros locais afetados, pedem alimentos não pereciveis, água, cobertores e mantas, colchões, toldos e lonas, é isto que vos faz mais falta? ou há algo mais que possamos enviar?


    Materiais de construção a maior parte da malta que vejo, está orientada.
    Falta é mão de obra, condições climatéricas e - em alguns casos - eletricidade, para proceder aos reparos.

    Vejo muita gente como eu - por exemplo, precisa refazer a chaminé, mas não tem quem a faça neste momento.
  2.  # 222

    Em continuação ao post anterior, confesso que há gente que me mete impressão.

    Tenho um vizinho cuja chaminé caiu, tal como a minha, e tal como no meu caso, abriu um buraco no telhado.

    Reação do vizinho: o telhado é pra trocar todo.
    Eles não estão interessador em ir procurar telhas (que já são antigas), tal como muita gente foi, para substituir as que partiram. Eles querem é um telhado novo e o seguro que se lixe.

    E já disseram que não se importam em ficar meses com a lona ali, se for preciso. Querem que o seguro substitua tudo.

    Cada qual sabe da sua vida, mas não consigo compactuar com este tipo de atitude.
  3.  # 223

    Colocado por: smstA todos vocês que estão nas zonas afetadas pelas cheias e tempestades, podem dizer-nos o que vos faz mais falta no imediato, para que nós comuns mortais vos possamos ajudar?
    Sou do norte e existem várias localidades a encaminhar ajuda para Leiria e outros locais afetados, pedem alimentos não pereciveis, água, cobertores e mantas, colchões, toldos e lonas, é isto que vos faz mais falta? ou há algo mais que possamos enviar?

    Sobre materiais de construção, telhas há (q.b.), não há é telhões. E quando há, são filas de horas.
    Uns kits destes também dão jeito - seja vender, alugar, emprestar.
      kit.png
    • eu
    • 12 fevereiro 2026

     # 224

    Imaginem que a barragem da Aguieira tem um problema grave e desaba?

    Quais seriam os efeitos em Coimbra?

    Quanto tempo haveria para avisar as pessoas em Coimbra?

    Será que existe algum plano da proteção civil para um desastre desta magnitude?
    • hangas
    • 12 fevereiro 2026 editado

     # 225

    Existe um plano..

    Pelo leito a distancia ronda os 40km até ao acude.. a onda frontal deveria chegar em 1.5-2h

    Não creio é que estes meio de comunicação sejam eficazes num evento tão rapido.
    Sera que a população iria associar as sirenes dos bombeiros com uma situação emergente de perigo?
    Estas pessoas agradeceram este comentário: eu
      Screenshot 2026-02-12 at 16.45.40.png
      Screenshot 2026-02-12 at 16.50.34.png
  4.  # 226

    Colocado por: hangasExiste umplano..

    Pelo leito a distancia ronda os 40km até ao acude.. a onda frontal deveria chegar em 1.5-2h

    Não creio é que estes meio de comunicação sejam eficazes num evento tão rapido.
    Sera que a população iria associar as sirenes dos bombeiros com uma situação emergente de perigo?
    Estas pessoas agradeceram este comentário:eu
      Screenshot 2026-02-12 at 16.45.40.png
      Screenshot 2026-02-12 at 16.50.34.png


    Demoraria TANTO tempo a chegar caso fosse um rebentamento abrupto? Não estou a ver a água a vir por ali abaixo a apenas 20-30 km/h...
    Concordam com este comentário: eu
    • eu
    • 12 fevereiro 2026

     # 227

    Eu sei que a probabilidade de acontecer é muito baixa, mas a proteção civil devia fazer exercícios regulares e testar a capacidade de resposta, pois estamos a falar de um potencial destrutivo enorme.

    Os cidadãos deviam também estar informados sobre os sinais de alerta e o que fazer.
  5.  # 228

    Eu sobre as barragens penso ser melhor inspeções e reparações rigorosas que simulacros e planos de evacuação.
    Não acredito que algum plano sirva de alguma coisa numa situação como essas.
    É muita força a acontecer em pouco tempo.
    • eu
    • 12 fevereiro 2026 editado

     # 229

    Colocado por: Dias12Não acredito que algum plano sirva de alguma coisa numa situação como essas.


    Se a água demorar uma hora a chegar a coimbra, muitas pessoas podem ser salvas com um plano bem delineado e treinado.

    Uma hora é muito tempo para reagir.
  6.  # 230

    Colocado por: euEu sei que a probabilidade de acontecer é muito baixa, mas a proteção civil devia fazer exercícios regulares e testar a capacidade de resposta, pois estamos a falar de um potencial destrutivo enorme.

    Os cidadãos deviam também estar informados sobre os sinais de alerta e o que fazer.

    O último exercício que fiz numa escola secundária sobre como agir em caso de terramoto, houveram cerca de 10 professores que com a benção da direção da escola se recusaram a deixar os alunos participar porque tinham matéria para dar.
    Muito provavelmente serão os que vemos nas redes sociais a apreguar que ninguém faz nada e que as entidades deste país são uma vergonha
  7.  # 231

    É tão longe...
    Aquilo não dilui na distância e superfície?
  8.  # 232

    Colocado por: zedasilvaúltimo exercício que fiz numa escola secundária sobre como agir em caso de terramoto, houveram cerca de 10 professores que com a benção da direção da escola se recusaram a deixar os alunos participar porque tinham matéria para dar.
    Muito provavelmente serão os que vemos nas redes sociais a apreguar que ninguém faz nada e que as entidades deste país são uma vergonha


    É uma questão de mentalidade... até ao dia.

    Passei por vários alertas de terramoto, a todo tipo de horas, durante o sono, até no trono do WC, em escadas de caracol, etc...
    E entre o alerta e a vibração só há uns segundos... mesmo assim, dá para tomar certas medidas de precaução, não vá o tremor ser daqueles que rebenta com tudo.

    Com a água, cheias, etc... é apesar de tudo muito mais previsível e espaçado no tempo. O que aconteceu na DANA de Valência, ou no Comboio Tempestivo Leiriense, e agora com os caprichos do Mondego... deveriam funcionar para duma vez por todas pensarmos o país por regiões e não por municípios. Seja no Ordenamento do Território, mas como também na Proteção Civil.
    Concordam com este comentário: zedasilva
  9.  # 233

    Sem querer ser alarmista mas aquele "por maior" do kit de emergência é coisa que temos que começar a interiorizar e levar a sério.
    Isso e preparar as nossas crianças para serem capazes de agir em situações de emergência.
    Um excelente exemplo é aquele jovem que por estes dias teve o sangue frio para fazer a diferença no socorro á mãe
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira, desofiapedro, eu
  10.  # 234

    Colocado por: euUma hora é muito tempo para reagir.

    É o tempo necessário para um GNR convencer 2 pessoas a abandonar a casa...
    Concordam com este comentário: ClioII
  11.  # 235

    Colocado por: PalhavaÉ tão longe...
    Aquilo não dilui na distância e superfície?


    Não, porque vem "encaixada" vales a baixo até Coimbra. Já onde moro, numa zona alta ao pé do vale do Mondego, deve diluir muito com o enorme alargamento. O que vejo da varanda do apartamento é impressionante...
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Palhava
  12.  # 236

    Colocado por: pcspinheiroque vejo da varanda do apartamento é impressionante...

    De vez enquando vou às "Queijadas de Pereira". Acho que é do melhor que há.
  13.  # 237

    Aqui a 200m 😁.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Palhava
  14.  # 238

    É muita água…
    Num colapso repentino começava numa parede de água de 100m de altura se ia espalhando por aqui abaixo, seguida de 400mil m3 de água.

    Por cá os velhotes dizem que se isso acontecesse Coimbra ia parar à Figueira da Foz

    Capacidade total (dam3): 423030
    Capacidade útil (dam3): 216030
    Cota do nível de máxima cheia - NMC (m): 126
    Cota do nível de pleno armazenamento - NPA (m): 124.7
    Cota do nível mínimo de exploração - NmE (m): 110
    Existe bacia drenante em Espanha: Não
    Nome: Aguieira
    Superfície inundável ao NPA (ha): 2000
    Tipos de aproveitamento: Energia, defesa de cheias, abastecimento, irrigação
    Volume morto: 207000
    Bacia
    Altitude máxima (m): 1591
    Altitude média (m): 441
    Altitude mínima (m): 78
    Declive médio (%): 12.00
    • eu
    • 13 fevereiro 2026

     # 239

    Colocado por: zedasilvaO último exercício que fiz numa escola secundária sobre como agir em caso de terramoto, houveram cerca de 10 professores que com a benção da direção da escola se recusaram a deixar os alunos participar porque tinham matéria para dar.


    São uns parvalhões...
  15.  # 240

    Colocado por: eu

    São uns parvalhões...

    Alguns são mesmo.
 
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