Iniciar sessão ou registar-se
  1.  # 101

    Colocado por: callinasDoutoramento ajuda em alguma coisa na progressão na carreira


    Ajuda, claro que sim. E os mestrados também ajudam muito.

    O nivel que têm estado a ser mais desvalorizado são as Licenciaturas, a diferenças entre Licenciado e não licenciado é cada vez inferior.

    Lá está, se as Licenciaturas são quase "grátis" e todos são licenciados, então ser licenciado deixa de ser um beneficio.
    Concordam com este comentário: Caravelle
  2.  # 102

    Para técnicos superiores apenas os doutoramentos podem dar uma subida, mas acho que tem de ser num tema associado ao cargo em questão
  3.  # 103

    Colocado por: rod_2000
    O nivel que têm estado a ser mais desvalorizado são as Licenciaturas, a diferenças entre Licenciado e não licenciado é cada vez inferior.

    Lá está, se as Licenciaturas são quase "grátis" e todos são licenciados, então ser licenciado deixa de ser um beneficio.


    Permita-me que lhe pergunte, msa que eu saiba o Mestrado não dá vantagem nenhuma, apenas o Doutoramento dá acesso a uma remuneração superior.
    Concordam com este comentário: trivial
  4.  # 104

    Colocado por: trivialPara técnicos superiores apenas os doutoramentos podem dar uma subida, mas acho que tem de ser num tema associado ao cargo em questão


    Tenho a mesma dúvida, sinceramente. Não sei se terá de ser relacionado com o cargo...
  5.  # 105

    Há por aqui muitos funcionários públicos. 😏
  6.  # 106

    Colocado por: sky3205Permita-me que lhe pergunte, msa que eu saiba o Mestrado não dá vantagem nenhuma


    Claro que dá, várias vantagens. Candidaturas a empregos públicos em que haja mestrado, a componente da parte curricular vale mais pontos, o que torna os candidatos com maior formação mais prováveis de ser selecionados.

    E no privado é a mesma coisa, existe uma seleção para determinadas posições em que requerem mestrado. Claro, normalmente equipas em que a remuneração também é superior. E depende do mestrado claro...
  7.  # 107

    Já na minha opinião a carreira de TS é das que anda a ser mais beneficiada. Isto porque em muitos sítios basta ter uma licenciatura sem clara vantagem para o cargo, muitas vezes sem ligação direta com o trabalho feito e onde o trabalho feito pouco tem de TS, para terem a respectiva carreira.

    Depois funções de licenciado específico, como por exemplo engenheiros, ganha o mesmo que um TS "administrativo"
  8.  # 108

    Já vi um serviço público recrutar para um cargo de recursos humanos um técnico superior cuja formação era licenciatura em educação física.
  9.  # 109

    Colocado por: rod_2000

    Claro que dá, várias vantagens. Candidaturas a empregos públicos em que haja mestrado, a componente da parte curricular vale mais pontos, o que torna os candidatos com maior formação mais prováveis de ser selecionados.

    E no privado é a mesma coisa, existe uma seleção para determinadas posições em que requerem mestrado. Claro, normalmente equipas em que a remuneração também é superior. E depende do mestrado claro...


    No privado o assunto é outro ;)
    Quanto à questão da avaliação curricular no público é verdade, pode acontecer. Referia-me apenas a subida de categoria "automática" como acontece com doutoramento.
    Concordam com este comentário: trivial
  10.  # 110

    Colocado por: rjmsilvaJá vi um serviço público recrutar para um cargo de recursos humanos um técnico superior cuja formação era licenciatura em educação física.


    E isso devia ter sido impugnado.
  11.  # 111

    Colocado por: sky3205

    E isso devia ter sido impugnado.


    Talvez. Os concursos são desenhados de forma tão ambígua que dá para tudo.

    Até temos enfermeiros a chefiar grupos de trabalho de energias renováveis.
  12.  # 112

    Colocado por: VarejoteHá por aqui muitos funcionários públicos. 😏

    O pessoal do renndimento mínimo também é funcionário público.
  13.  # 113

    Colocado por: nielsky
    O pessoal do renndimento mínimo também é funcionário público.

    E eu agora também sou, o Estado paga-me e não faço nenhum...
  14.  # 114

    Colocado por: Carvai
    E eu agora também sou, o Estado paga-me e não faço nenhum...


    Mas creio que ao longo dos anos, pagou mais do que recebeu ou irá receber.

    Não pertence ao sistema parasitário.
  15.  # 115

    Colocado por: sky3205

    No privado o assunto é outro ;)
    Quanto à questão da avaliação curricular no público é verdade, pode acontecer. Referia-me apenas a subida de categoria "automática" como acontece com doutoramento.
    Concordam com este comentário:trivial


    Está correto, ou seja, mestrado não dá direito a nenhum benefício automático, pode ajudar na progressão em caso de novo cocnurso ou nomeação, mas automaticamente só mesmo o doutoramento e... é preciso ser formação relevante ao cargo.

    Um técnico superior de serviços administrativos ganha o mesmo que um TS no ramo da engenharia, os únicos que tem uma carreira "especial" são os informáticos"
  16.  # 116

    Colocado por: VarejoteMas creio que ao longo dos anos, pagou mais do que recebeu ou irá receber.
    Depende. Se descontou sempre cerca 34% do ordenado (As % no passado era variáveis, mas arrico-me a dizer que antes de 2011 até seriam inferiores) para a SS, durante 40 anos, isso corresponde a cerca de 13 anos de reforma, assumindo que não houve baixas, desemprego, e que a reforma é proxima dos 100% da média de ordenados sobre os quais descontou.


    Todos nós aqui temos simpatia pelo Carvai, e portanto desejamos que ele receba reforma durante muito mais anos que os tais 13. Assumindo isso não é verdade que "pagou mais do que recebeu ou irá receber."

    Um senhor lá da terrinh no ano passado saiu-se com esta:
    -"Rapaz só no ano passado é que passei a dar despesa ao estado!.
    Eu: Então, porquê?
    - "descontei durante 30 anos, e no ano passado fez 30 nos que estou reformado".

    Concordei com ele, não valia a pena estar a explicar uma coisa que ele não ia querer compreender, mas fiquei a pensar naquilo. De facto acho que há muita gente que faz as contas como ele fez.
    Concordam com este comentário: Dias12
  17.  # 117

    Colocado por: HAL_9000Todos nós aqui temos simpatia pelo Carvai, e portanto desejamos que ele receba reforma durante muito mais anos que os tais 13.

    Na verdade cada caso é um caso. Eu aos 18 anos fui para a tropa e estive 1 ano em Angola ao serviço do Estado português. Por causa disso actualmente recebo 70€ por ano o que é ridículo mas também não vejo grande justificação para isso.
    Por outro lado quando trabalhava descontava em IRS o equivalente ao ordenado de um sargento do Exército (tinha um amigo que sempre que nos encontrávamos me perguntava se já tinha depositado o ordenado dele) mas o que me chateava mais é que tinha de pagar o colégio do meu filho e a saúde privada. A velha regra que quem mais paga é normalmente quem menos usa.
    Claro que tudo o que descontei o Estado já derreteu tudo e ainda tem dividas, mas felizmente que o meu filho está bem na vida e o que ele desconta paga a minha reforma ( e segundo dizem os imigrantes ajudam a pagar).
  18.  # 118

    Colocado por: HAL_9000Depende. Se descontou sempre cerca 34% do ordenado (As % no passado era variáveis, mas arrico-me a dizer que antes de 2011 até seriam inferiores) para a SS, durante 40 anos, isso corresponde a cerca de 13 anos de reforma, assumindo que não houve baixas, desemprego, e que a reforma é proxima dos 100% da média de ordenados sobre os quais descontou.


    Todos nós aqui temos simpatia pelo Carvai, e portanto desejamos que ele receba reforma durante muito mais anos que os tais 13. Assumindo isso não é verdade que "pagou mais do que recebeu ou irá receber."

    Um senhor lá da terrinh no ano passado saiu-se com esta:
    -"Rapaz só no ano passado é que passei a dar despesa ao estado!.
    Eu: Então, porquê?
    - "descontei durante 30 anos, e no ano passado fez 30 nos que estou reformado".

    Concordei com ele, não valia a pena estar a explicar uma coisa que ele não ia querer compreender, mas fiquei a pensar naquilo. De facto acho que há muita gente que faz as contas como ele fez.
    Concordam com este comentário:Dias12


    Tenho o mesmo raciocinio que você.
    Basta receber ⅓ dos anos que descontei para passa a "dar despesa" à SS.
    Mas pouca gente se lembra deste pormenor.

    Eu comecei com a chapa 1000 € para licenciados. São cerca de 340 € de descontos.
    Assumindo uma inflação de 3 % durante 42 anos (dos meus 25 aos 67) e crescimento de ordenado de pelo menos esse valor receberia no final 3260 € com 1 176 € de desconto para a SS.
    Com projeções de valor de reforma de 40 % do ultimo salário receberei 1400 € de reforma.
    Agora, digam-me como é possível descontar o suficiente para receber um valor razoável.

    É que nem precisa de chegar aos 13 anos de reformas. Ao fim de poucos anos de certeza que a minha conta ficará negativa.

    Os esquemas de reformas só sobrevivem com adesão de novos elementos daí o "festim" pela entrada de milhares de imigrantes.
    É este o esquema de pirâmide que é a base das dos sistemas de pensão ocidentais.
    Ou os fundos de pensões investem em produtos que os rentabilizem muito mais que a inflação. Mas com mais de metade investido na divida publica portuguesa em vez de outros produtos mais rentaveis dificilmente sobreviverá.
    Concordam com este comentário: HAL_9000
  19.  # 119

    Colocado por: CarvaiPor outro lado quando trabalhava descontava em IRS o equivalente ao ordenado de um sargento do Exército (tinha um amigo que sempre que nos encontrávamos me perguntava se já tinha depositado o ordenado dele) mas o que me chateava mais é que tinha de pagar o colégio do meu filho e a saúde privada. A velha regra que quem mais paga é normalmente quem menos usa.
    Claro que tudo o que descontei o Estado já derreteu tudo e ainda tem dividas, mas felizmente que o meu filho está bem na vida e o que ele desconta paga a minha reforma ( e segundo dizem os imigrantes ajudam a pagar).
    Certo. Tem razão, apenas fiz contas de merceiro, coma questão dos descontos para a SS e o valor da reforma, porque a afirmação do Varejote não me pareceu correta e acho que é importante termos noção disso.

    Aliás o ideal é que cada contribuinte conseguisse consulta o "saldo" junto do estado: O valor que contribuiu, e o valor de que beneficiou (as despesa que deu). Seria um exercício útil de consciência coletiva. Talvez assim se dissipasse a ideia de que “o Estado dá”. O Estado não dá, limita-se a redistribuir.
  20.  # 120

    Colocado por: Carvaimas felizmente que o meu filho está bem na vida e o que ele desconta paga a minha reforma ( e segundo dizem os imigrantes ajudam a pagar).
    Imaginando que a sua esposa também recebe ou irá receber reforma, na verdade o Carvai deveria ter tido dois filhos para equilibrar a balança ;)
 
0.0200 seg. NEW