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  1.  # 41

    Posso dizer que são empresas estabelecidas e com alguns anos na zona de Viseu. Uma mais focada na engenharia outra mais focada na arquitectura tenho boas referencias de ambas. S estou indeciso no projecto de execução porque não tenho tempo e não seriam mais ou menos 6000 euros que fariam a diferença.
  2.  # 42

    Colocado por: Tiagomiguelmarquesnão seriam mais ou menos 6000 euros que fariam a diferença.


    Gaste-os numa fiscalização que controle a obra, preços e quantidades.
    De preferencia um fiscal que acompanhe a concepção do projeto para que ele caiba em 450k.
    Vai ter menos dores de cabeça do que com um PE detalhado.~

    O que o arquitecto podia e devia ter era um corte construtivo a 1:50 ou até um 1:20 que passa-se pelas situações mais complexas, e compatibilizado com o restante projeto de arquitectura (não uma manta de retalhos que não cosem com o resto). E até um desenho, na arquitectura, onde marque as caixas de pluviais e esgoto exteriores, os tubos de esgoto e ventilação no interior, onde passam os drenos e respetiva caixa, etc.
    Isso dá mais jeito em obra do que saber a marca da dobradiça e do puxador.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas
  3.  # 43

    Colocado por: paulovalenteGaste-os numa fiscalização que controle a obra, preços e quantidades.
    De preferencia um fiscal que acompanhe a concepção do projeto para que ele caiba em 450k.
    Vai ter menos dores de cabeça do que com um PE detalhado.~
    concordo com isso.. aliás eu contratava já a fiscalização para ajudar na escolha e análise das propostas que tem em cima da mesa.
    Concordam com este comentário: paulovalente
  4.  # 44

    Colocado por: marco1é sim todo um trabalho editável por vezes com material que é pago (blocos , texturas, pormenorização, etc..., horas de trabalho que fica assim de mão beijada disponivel. De qualquer forma os editáveis devem ser transmitidos á engenharia e para fazer telas finais pode meter-se por por baixo á escala um dwf ou mesmo pdf que tambem serve.


    O que eu cobro (ou possa cobrar) num projeto já inclui enviar os editaveis.
    Eu não vejo confusão nenhuma nisso. Nem acho muito que o pessoal vai logo agarrar naquilo e fazer copias para vender.
    E isso não tem nada a ver com os direitos de autor.

    Hoje em dia é muito fácil transformar um dwfx em dwg. E até um PDF (este mais trabalhoso).
  5.  # 45

    paulovalente
    não se trata de cópias para vender, entenda....mas sim partes de material que levam horas a afinar e que ficam disponiveis copy paste com toda a informação do elemento para adaptar, por exemplo.
    isso do dwf para dwg posso apresentar-lhe n coisas que não ficam de imediato manipuláveis e e repetíveis, não é a mesma coisa.
    eu por norma um projeto de licenciamento ( entenda-se peças desenhadas para licenciamento) não tenho qualquer problema em passar os dwg, agora um projeto todo detalhado a 1/50 e várias pormenorizações a 1/20 e mesmo 1/10., já não acho tão pacifico.
    Concordam com este comentário: paulovalente, Pedro Barradas
  6.  # 46

    Coisas assim dão muito mais jeito para execução do que puxadores de móveis...




    Se não tem tempo para seguir nem aconselhar-se recomendava mesmo um serviço de gestão ou fiscalização desde já que o apoie e guie no processo.
    Abr.
    Concordam com este comentário: paulovalente, Tiagomiguelmarques
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Tiagomiguelmarques
  7.  # 47

    Eu concordo com o que diz.
    Mas na minha prática, onde até já consultei projetos de execução de terceiros, nunca consegui aproveitar grande coisa, ou nada mesmo.
    A solução nunca á igual. E hoje, com o BIM, é ainda mais raro ou difícl aproveitar coisas.
    E muitos dos objectos / bibliotecas estão disponíveis gratuitamente na net.

    Eu tiro muito mais proveito em consultar o archdaily ou pinterest do que dwg's dos "vizinhos".
    Mas é verdade que o dwg é aquilo que se pode considerar o produto direto do arquitecto. As horas de esforço (que poucos valorizam ou têm ideia da quantidade), o suor, o ir para a cama a pensar naquilo e acordar com uma dor de cabeça.

    A unica situação em que o projeto "gamado" pode dar jeito é de facto as telas finais. Quando existam alterações em obra.
    Se bem que eu acho que a lei devia mudar nisso, em caso de alterações, estas deviam estar assinadas pelo arquitecto autor.
  8.  # 48

    Colocado por: gil.alvesCoisas assim dão muito mais jeito para execução do que puxadores de móveis...



    Se não tem tempo para seguir nem aconselhar-se recomendava mesmo um serviço de gestão ou fiscalização desde já que o apoie e guie no processo.
    Abr.
    Concordam com este comentário:paulovalente,Tiagomiguelmarques
    Estas pessoas agradeceram este comentário:Tiagomiguelmarques


    Isso está planeado desde o inicio e já tenho preços para essa situação de 450 euros +Iva por mês de obra efectiva.
  9.  # 49

    Colocado por: Tiagomiguelmarques

    Isso está planeado desde o inicio e já tenho preços para essa situação de 450 euros +Iva por mês de obra efectiva.

    Para quantas visitas?
    Só fiscalização ou igualmente gestão de obra e coordenação de segurança?
  10.  # 50

    Colocado por: TiagomiguelmarquesIsso está planeado desde o inicio

    Uma Gestão ou Fiscalização deve idealmente começar em projecto para apanhar/antecipar/minimizar problemas de obra que custam muito mais de resolver em produção. Tal como debug em sw lançado... custa muito mais e nem sempre é possível.

    por esses 450€/mês... desconfio que seja mais que "patrulha de ferro" e cumpre com projecto não faço mais do que isso... :/
  11.  # 51

    Colocado por: gil.alves"patrulha de ferro"

    ... que vai uma vez por semana no máximo.
    O Zé da carrinha só tem marcar o betão para o dia anterior que assim o fiscal não precisa de ver o ferro. Dá menos trabalho aos dois.
  12.  # 52

    Colocado por: paulovalente... que vai uma vez por semana no máximo.
    e se estiver a dormir chega lá passados 15 dias e a obra está toda ereguida. tenho um cliente que em janeiro levantou a licença para construir e prá semana ja´terá o telhado montado... e tem chovido que deus a dá.. imagina se tivesse tido bom tempo
  13.  # 53

    Bem, até parece que os empreiteiros é que são todos finos e os fiscais todos burros...

    O fiscal não tem porque dizer quando vai ou quando deixa de ir... nem menos ainda acreditar na agenda que lhe dá o empreiteiro. O fiscal bem sabe como "elas se fazem" se quiser apanhar a obra antes de betonar.

    Do mesmo modo, acho que muita gente ainda confunde Fiscalização com Acompanhamento Técnico por parte do autor.

    Um autor/coordenador não deve fiscalizar. No entanto será eventualmente a pessoa que melhor conhece o projecto no seu todo, e aquele que mais apto estará para compatibilizar tudo. Arredá-lo da obra não é boa ideia por todos os motivos e mais alguns. Agora, nem tudo é a preto e branco. Se é verdade que obviamente deverá ser um serviço pago, também é verdade que o tipo pode ir à obra quando quiser que ninguém o impede.

    Isto para dizer, que não raras vezes, de passagem por alguma obra, basta um olhar, sem papeis nem nada... que se apanham logo defeitos ou problemas futuros, tão simplesmente por ter dito projecto na cabeça.

    Não é igual enquanto fiscal de obras de outros técnicos. São coisas diferentes.

    Se é verdade que a Ordem dos Arquitectos diz que por uma questão de conflito de interesses, um autor não deve fiscalizar a obra que desenhou (e entende-se bem o porquê disso), também é certo que em inúmeras câmaras até incentivam para que seja precisamente o autor do projecto, o responsável pela fiscalização. Depende do caso também. Há terriolas em que os técnicos são tão poucos... que dificilmente não haverá relação entre autor e fiscal, entre empreiteiro e fiscal, entre autor e empreiteiro, etc...
  14.  # 54

    Quanto aos ficheiros editáveis...
    Ser-se Arquitecto ou Engenheiro é muito mais que saber desenhar. Exije formação contínua e adaptação. No limite, os desenhos são a expressão do conhecimento que nos distingue.

    Não se trata de reciclar um projecto para outro terreno e está. Trata-se da pesquisa, conhecimento e experiência condensados num boneco. Passar desenhos de execução é muito bonito para os Campo Baeza desta vida, que de uma forma muito generosa e altruista disponibilizam o conhecimento na net. Para os demais, e sobretudo em Portugal, o salário não será tão alto assim para disponibilizar sem mais nem menos o fruto e resultado final do nosso trabalho.

    Em fase de licenciamento é diferente. Por norma, o próprio desenho é de determinada forma em função dos requisitos do municipio. Mas isso também implicou tempo e adaptação no primeiro projecto que se fez. Para quase tudo houve uma evolução que foi preciso fazer. Ainda assim, é mais tranquilo passar um desenho desses, que detalhes de execução.

    Também gostava de saber se os restaurantes Michelin dão gratuitamente as receitas aos clientes que lá vão comer... Depois de partilhada, deixa de ser do restaurante, passa a ser de quem a quiser usar. Com os editáveis dos projectos é igual. Dá-a ao cliente, que depois a propaga pelos empreiteiros que orçamentam, empreiteiros esses que também têm Arquitectos e Engenheiros nos quadros... e por aí fora.

    Em suma, é um tema sensível.
    Concordam com este comentário: marco1, Nostradamus
  15.  # 55

    Ficheiros editáveis, só disponibilizo os desenhos a 1:100 + planta de implantação.
    Pormenores e afins, não.
  16.  # 56

    Colocado por: Pedro BarradasFicheiros editáveis, só disponibilizo os desenhos a 1:100 + planta de implantação.
    Pormenores e afins, não.
    .. e totalmente explodido no layer 0 ...
    :) ...
  17.  # 57

    O zwcad abre dwfx, e grava dwg com layers (pelo menos com os mesmos do dwfx).
    E sem estar tudo explodido.
    A não ser que expludam antes de fazer o dwfx.
  18.  # 58

    O bricscad poe tudo em layers separado desde momento que tenha cores diferentes.
    Até tem função para converter em BIM. …
  19.  # 59

    Acho que me vou decidir pela opção mais em conta uma vez que pelo mesmo preço me faz também o projecto de execução seu eu achar necessário e foi o unico que inclui a compatibilização de projectos.

    Inclui:
    – Plantas gerais compatibilizadas com os projetos de engenharia;
    – Plantas de tetos falsos;
    – Mapas de vãos (portas e janelas);
    – Mapa de roupeiros e elementos fixos;
    – Mapa de serralharias;
    – Pormenorização de instalações sanitárias;
    – Modelação 3D de espaços interiores;
    – Apoio à pormenorização e articulação com projetos de engenharia.
  20.  # 60

    Colocado por: TiagomiguelmarquesAcho que me vou decidir pela opção mais em conta uma vez que pelo mesmo preço me faz também o projecto de execução seu eu achar necessário e foi o unico que inclui a compatibilização de projectos.


    Se pretender procurar preços de coisas diversas, peça medições de revestimentos cerâmicos e um desenho da cozinha com planta e alçados dos móveis.
 
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