Colocado por: AMG1A ideia de que a dimensão da carga fiscal baixa é a chave para a properidade não tem qualquer adesão com a realidade, isto sem prejuizo dessa carga fiscal até poder ser mais baixa e mesmo assim constituir um entrave à prosperidade.
Colocado por: AMG1Eu durante muito tempo fui convictamente contra a regionalização, temia sobretudo a dispersão de recursos num pais onde eles sempre foram escassos e tinha e ainda tenho algum receio com a possibilidade de se estabelecerem "feudos" com a consequente divisão de poder entre a cacicagem local/regional e os efeitos nefastos disso. O exemplo que me vinha sempre a mente era a Madeira do Alberto João Jardim.
A verdade é que nos últimos anos tenho vindo a mudar de opinião, até porque parte dos meus receios acabaram por se verificar, numa escala bem maior e sem haver sequer a possibilidade de apontar responsabilidades a não ser a uma miríade de autarcas, que óbviamente, também não são a grande maioria deles.
Hoje, essa ideia da regionalização já não me causa grande confusão e ate consigo encontrar algumas vantagens num modelo bem desenhado, que permitisse alguma especialização vs. complementaridade vs. concorrência entre regiões. Os ministros no Terreiro do Paço, agora parece que já são mais no Campo Pequeno, deviam preocupar-se mais com os designios nacionais e com a condução dos negócios do estado, ou seja reger a orquestra e deixar os instrumentos serem tocados por quem os conhece e está perto deles. Só temos de garantir que todos estão em ordem e ter os ouvidos bem apurados para rectificar quem desafinar.
Ainda agora, na sequência das tempestades vimos o que é a ineficiência a roçar o escândalo, quando um autarca precisa da decisão dum primeiro ministro para poder mobilizar os meios necessários para fazer coisas tão simples como permitir o acesso dos seus munícipes a água potável, ou a mobilidade essencial.
Hoje temos um poder local que, mau grado algumas "ovelhas ranhosas", no essencial tem provado ser competente e eu não vejo nenhum problema em que discutamos coletivamente este tema do alargamento desse poder a nivel regional, agora já sem os complexos ou preconceitos que tal como eu, muitos também tinham há 30 anos, quando foi feito o referendo.
Colocado por: AMG1O que os USA têm é uma estrutura fiscal que é bastante "amiga" da inovação e do empreendedorismo
Colocado por: dmanteigas
Nao e a carga fiscal mas o esforco fiscal que interessa.
Portugal tem uma carga fiscal relativamente baixa mas um esforco fiscal alto. Exemplos? IRS e IRC... o esforco fiscal e alto (taxas marginais altas) mas a carga fiscal e baixa porque metade das empresas e dos contribuintes individuais nao pagam nada...
Colocado por: N Miguel Oliveira
E não só...
Os impostos prediais são de tal maneira elevados, que um tipo pensa duas vezes em vez de deixar uma propriedade ao abandono... se não usa, vende e pronto.
Idem para casas de férias, ou espaços desaproveitados... arranjam logo maneira de pô-los a render...
Isso até já se começa a ver muito com garagens por exemplo...
Transformam em T1... e deixam o carro na rua.
E aos construir igual. Os terrenos e impostos são tão caros, que tentam construir o máximo legal que o terreno permite.

Colocado por: Zé MeirinhoAcabo de ver isto noutra plataforma. O que acham?mas isso é Lisboa.
Colocado por: gil.alvesmas isso é Lisboa.
O que publiquei, nem Perto. Nem Porto(!)
Colocado por: Zé Meirinho
Gil, veja o pormenor que pode ter-lhe escapado.
Colocado por: AMG1Não é por acaso que a OCDE tem instado o estado português a desagravar a carga fiscal sobre os rendimentos do trabalho por contrapartida dos impostos sobre a manutenção da propiedade
Colocado por: AMG1Se olharmos para a UE, a partir do indice de Bird, p.e. é claro que é sobretudo naqueles estados onde a carga fiscal é mais elevada que o esforço dos contribuintes é menor, pela simples razão de que é melhor distribuido.
Colocado por: AMG1Não é por acaso que a OCDE tem instado o estado português a desagravar a carga fiscal sobre is rendimentos do trabalho por contrapartida dos impostos sobre a manutenção da propriedade.
Colocado por: dmanteigasEnquanto tivermos um esforco fiscal elevado, nunca conseguiremos criar as condicoes de prosperidade necessarias para baixar o esforco fiscal aumentando a carga fiscal.
Colocado por: rod_2000Descobri recentemente que para a garantia pública no crédito habitação em Portugal não é necessário ser cidadão Português. Portanto, os milhões (ninguém sabe quantos foram) que entraram em Portugal, conforme forem conseguindo os documentos e trabalho, podem logo pedir crédito para a casa, sem entrada, recorrendo a uma garantia providenciada por todos nós.
Colocado por: rod_2000E o facto de a garantia pública para os Jovens terminar em 31 Dez de 2026, pode estar a levar muita gente a comprar agora porque depois podem não ter condições para o fazer.
Outro fator importante é que os bancos podem dificultar o acesso ao crédito nos próximos tempos.
https://sicnoticias.pt/economia/habitacao/2026-04-24-video-banco-de-portugal-quer-dificultar-acesso-ao-credito-a-habitacao-6c7b4c6b
Eu durante outros tempos posso não ter concordado que isto era uma bolha, mas se isto não têm ar de bolha, eu não sei.
Colocado por: rod_2000Descobri recentemente que para a garantia pública no crédito habitação em Portugal não é necessário ser cidadão Português. Portanto, os milhões (ninguém sabe quantos foram) que entraram em Portugal, conforme forem conseguindo os documentos e trabalho, podem logo pedir crédito para a casa, sem entrada, recorrendo a uma garantia providenciada por todos nós.
Colocado por: PR10
É os nossos bons governos. Abriu as portas a tudo que entra em Portugal e com os mesmos direitos ou mais que os Portugueses. Conhecem mais algum País no Mundo igual?