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  1. Colocado por: jfsmoreiraNum dos circuitos que vi em backup total, toda a instalação da casa foi pendurada na porta load. Ou seja, era um circuito muito simples: Rede-Grid(inversor)-load-QGE-cargas

    Os inversores híbridos, como o Deye, estão especialmente concebidos para funcionarem desta forma.
    À cautela é preferível optar por um inversor com alguma folga; por exemplo, se o consumo previsto/potência contratada for de 6,9 kW, pode instalar-se um inversor de 8 kW..
    Quando é o inversor Deye a fazer de ATS, os tempos de comutação são de 3 a 10 ms. Esta diferença é notória quando comparada com um desses ATS chineses de 25€ que andam por aí e que declaram capacidades de comutação de até 63A em 50 ms. Seria fantástico e não se perceberia porque é que a Schneider, a Hager ou a ABB não são capazes de fazer o mesmo.
    • m6rk
    • 18 maio 2026 editado
    Colocado por: euO meu farta-se de comutar os relés quando há pouca luz, no início e fim do dia. Ele deteta diferença de potencial suficiente

    Isso é a tensão fantasma, i.e., mede-se uma voltagem mas a amperagem é residual.

    e liga o circuito DC. Claro que a corrente é zero, a tensão cai em flecha, e ele desliga logo a seguir. Passado uns segundos volta ao mesmo ciclo.

    Isso é "hunting" (oscilação por saturação) e ocorre sobretudo por falha do firmware do inversor. Se no sistema operativo do inversor fosse programada alguma histerese; por. ex., em vez de o inversor tentar ligar quando "vê" os tais 125V, esperaria um pouco mais até atingir 140~150V e só abriria o relé dos painéis se a tensão caísse abaixo de 80~90V, ou se detetasse repetidamente potência zero por vários minutos.

    Mas a boa programação do sistema operativo é mais o território dos inversores da Victron, que têm software aberto. Neste caso, a descrição do problema no respetivo grupo de utilizadores e programadores seria, muito provavelmente, seguida da criação de um patch e da disponibilização de um novo firmware com o bug corrigido. No entanto, a Victron tem outros problemas como o custo e a estratégia de comercialização do tipo "sopa da pedra".

    Será que não há forma de alterar este comportamento? Isto vai dar cabo dos relés muito rapidamente.

    Há, é ir fazendo os upgrades de firmware e esperar que num deles este bug seja corrigido. Ou então escrever à Deye e pedir-lhes a alteração do firmware para introduzir um mecanismo do tipo do indicado acima.

    Mas, infelizmente, parece que a durabilidade e a qualidade mantida ao longo do tempo não são conceitos que interessem aos designers e aos fabricantes chineses deste tipo de equipamentos.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: eu
    • eu
    • 18 maio 2026
    Colocado por: m6rkinfelizmente, parece que a durabilidade e a qualidade mantidas ao longo do tempo não são conceitos que interessem aos designers e aos fabricantes chineses deste tipo de equipamentos.


    Também me parece.

    Como será que eles vão lidar com a garantia de 10 anos? Provavelmente muitos destes inversores vão falhar durante a garantia.
  2. O inversor da deye, tem algum tipo de contacto seco que me indique se está a trabalhar em modo ilha?
    Pergunto isto, porque poderia pendurar toda a moradia na saída Load do inversor, mas se estiver em modo ilha, poderia usar este tipo de sinal/contacto seco para ordenar o OFf d alguns equipamentos (como por exemplo maquinas de lavar, VE, VC, e eventualmente a placa de indução e fornos).
    • eu
    • 18 maio 2026
    Não é mais fácil criar dois circuitos separados, e escolher o que fica no circuito "Load" e o que fica no circuito "Grid" ?
    • m6rk
    • 18 maio 2026 editado
    Colocado por: eu
    Como será que eles vão lidar com a garantia de 10 anos? Provavelmente muitos destes inversores vão falhar durante a garantia.

    Que garantia? Ao fim de 3 ou 4 anos o valor residual do inversor/painel/bateria pode ser (muito?) inferior ao custo do envio por correio/DHL/GLS para o serviço de assitencia do fabricante... se ainda existir.

    No caso dos painéis solares ou das baterias, a situação é ainda pior. As baterias, em geral, têm uma garantia curta. No entanto, vamos supor que a garantia é mais alargada, pois há equipamentos chineses com garantias mais longas, mas... nesse caso não é raro os contratos/garantias indicarem que as despesas de envio e de devolução (de e para a China) são da responsabilidade do cliente (o Direito aplicável é o chinês). Pudera! O peso das baterias é, atualmente, quase sempre superior a 130 kg e de igual modo com o peso-volume de 2 ou 3 painéis fotovoltaicos avariados.

    Já experimentou pedir cotações para o envio de um desses inversores/baterias/painéis (os envios medem-se em tonelada-métrica) para o fabricante na China?

    Para os mais cautelosos e/ou dispostos a pagar por "segurança extra", é mais vantajoso fazer o que os distribuidores/"representantes" europeus de equipamentos chineses fazem, ou seja, contratar a uma seguradora local/europeia um seguro de reparação ou de substituição do equipamento.
  3. Um seguro multirriscos com cobertura de danos elétricos pode servir aqui, digo eu… afinal de contas, não é raro haver trovoadas que avariam coisas.
  4. Colocado por: hangasNão deve ser muito. Da ultima vez que controlei deve ter ficado uns 300-400Wh abaixo do máximo teórico.
    As specs da bateria dão como máximo 56.70V (3.60 por célula) que deve corresponder aos 100%.
    Mas a celula #14 estava a cortar nos 3.65 com as outras na casa dos 3.50v.



    Com este tempo melhor e com a bateria a chegar frequentemente aos 100% e ficar lá por umas horas, mesmo com um BMS passivo as celulas já começam a equilibrar.
    Ainda assim tem um delta de 100mV quando idealmente deveriam ser 20-50mV.. Mas para uma bateria passiva low cost, se calhar não me posso queixar muito.

    A celula #14 continua a ser a primeira a chegar ao corte (3.65v) mas a atrasada passou a ser outra e já com um delta menor.
    A tensão já chega quase ao limite teorico.
      IMG_2358.jpeg
  5. O que foi exatamente "low cost"?
  6. Colocado por: pcspinheiroO que foi exatamente "low cost"?


    Uma Felicity 15kWh (~150Eur/kWh) há cerca de 1ano. Uma solução tipo PylonTech na altura rondaria os 250-300Eur/kWh
  7. OK, obg. Efetivamente, em 1 ano os preços caíram um pouco. Mas parece-me que esta tendência está a inverter-se bruscamente, com alguns dos principais fabricantes de células a aumentarem os preços (ou pelo menos é o que dizem os fabricantes/vendedores de baterias completas) para justificar os aumentos de preço das baterias.

    Eu comprei há dias uma Docan 16 kwh por menos de 1600€. Honestamente, trazendo células de qualidade mínima, equiparadas, e com o balanceador activo de 2A, há menos que pode correr mal. E sendo uma marca que deve usar componentes genéricos/não proprietários, deve ser fácil um dia mais tarde trocar uma BMS que frite ou até trocar uma célula que avarie (a não ser que venham soldadas, mas memso isso deve ser exequível). Afinal de contas, não são muito mais do uma caixa contendo células controladas por uma BMS e cabos a ligar tudo...

    Já agora, que potência de PV tem instalada? Para eu tentar perceber onde me situa em termos de carga da bateria num dia "normal".
  8. Colocado por: pcspinheiroe com o balanceador activo de 2A, há menos que pode correr mal.


    É desta parte que tenho pena de na altura não ser tão comum em baterias plug'n'play, ou de não ter ido para o DYI.
    Por mais que as celulas venham bem emparelhadas de fabrica, com o tempo vai sempre acabar por haver desvios. Principalmente se como neste inverno passar algumas semanas sem chegar aos 100%.


    Colocado por: pcspinheiroJá agora, que potência de PV tem instalada?


    Inicialmente eram 4600Wp, mas no inverno com a pergola passou para cerca de 10kWp.
    AC Coupled limitado aos 4kW do inversor.
    • m6rk
    • 18 maio 2026 editado
    Uma bateria vertical interessante:
    EEL 48V Vertical V3 Battery Pack 17kwh with 200A Bluetooth JK V19 BMS
    * 17kWh,
    * JK BMS ativo 2A (JK BMS Jikong V19, mod. JK-PB2A16S20P),
    * USD $2000 = 1750€ (DDP para Portugal, vinda do armazén na Polónia)

    A versão bateria horizontal, também interessante:
    EEL 48V LFP Battery Pack 16kwh with 200A JK V19 Inverter BMS
    * 17kWh,
    * JK BMS ativo 2A (JK BMS Jikong V19, mod. JK-PB2A16S20P),
    * USD $2000 = 1700€ (DDP para Portugal, vinda do armazén na Polónia)

    Em ambas as baterias incluídas parecem ser estas: CALB (China Aviation Lithium Battery Co., Ltd.) 3.2V 324Ah.
    As baterias CALB, CATL e BYD são o trio de ouro das baterias chinesas.

    A Shenzhen EEL BATTERY, é conhecida sobretudo pelos seus kits de baterias que têm sido bem classificadas pelo bando do costume.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: eu, argo
  9. Colocado por: euNão é mais fácil criar dois circuitos separados, e escolher o que fica no circuito "Load" e o que fica no circuito "Grid" ?

    Seria se tivesse tudo num só QE. Mas com 1 QGE + 3 Quadros Parciais, tenho circuitos criticos e não criticos em vários quadros, onde entre eles só existe 1 alimentação.
  10. Também podia ter comprado uma Humsienk de 20 kWh por menos de 1900€ entregue, supostamente com células BYD, mas é uma marca demasiado recente e as reviews todas que apareciam eram patrocinadas... pelo que optei por Docan, pelo menos andam por cá há alguns anos. A ver se não me sai um limão...
    Concordam com este comentário: dom123
  11. A ideia de colcoar um ATS é mais ou menos isto? Ou seja, em caso de ilha forçar as cargas criticas a serem alimentadas pela porta BackUP e em caso de energia da rede, a serem alimentadas pela GRID. É esta a ideia?
      ATS.jpg
    • gab
    • 19 maio 2026
    boas
    Estou a pensar instalar paineis, mas nada percebo...
    Ultima fatura, consumi 537kwh, dos quais 292 foram de dia e os restantes de noite(cabo por gastar mais de dia)....
    5600€
    Sistema 4.9kw, com bateria de 10.24kw, 8 painéis tw 620w bifaciais, 1 inversor hibrido solis S5 4.6kw(limitado a 4kw), 2 baterias de 5.12kw Atrix.
    O que acham os entendidos?
  12. Colocado por: jfsmoreiraA ideia de colcoar um ATS é mais ou menos isto? Ou seja, em caso de ilha forçar as cargas criticas a serem alimentadas pela porta BackUP e em caso de energia da rede, a serem alimentadas pela GRID. É esta a ideia?
      ATS.jpg
    E porque não colocar toda a casa como cargas criticas?
    Ou seja, havendo rede, o inversor faz AC coupling como se fosse um inversor ongrid estando toda a casa alimentada pela rede.
    Em caso de falha de rede, o ATS faz com que a casa seja alimentada pelo inversor pela porta Load, funcionando este agora em offgrid.
    Obviamente que, nesta situação, temos de ter um controlo de gastos, o que já será de esperar estando numa situação de falha de energia da rede elétrica.

    Algo tipo isto:
    Estas pessoas agradeceram este comentário: jfsmoreira
      ab.jpg
  13. Colocado por: mafgodAlgo tipo isto:
    ter atenção que deve preferencialmente usar um ats com ponto neutro de acção temporizada, os de comutação imediata dão muitos problemas.

    para funcionar em full backup basta adicionar um corte de bypass para intervenção no inversor quando necessario.
    Concordam com este comentário: mafgod
  14. Colocado por: mafgodOu seja, havendo rede, o inversor faz AC coupling como se fosse um inversor ongrid estando toda a casa alimentada pela rede.
    Em caso de falha de rede, o ATS faz com que a casa seja alimentada pelo inversor pela porta Load, funcionando este agora em offgrid.



    Mas o inversor não faz já isso internamente e muito mais rápido? Em principio qualquer sistema que suporte off-grid (o que é o caso deste Deye) permite fazer full-house backup.
 
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