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  1. Atenção a colocar diferenciais em cascata, não me parece correcto. Por exemplo, se a saída load do meu Deye vai até entrada do quadro e a primeira coisa que "vê" é um diferencial que já lá está, para que vou meter outro no caminho?Jay no caso dos sistemas exclusivamente grid tie, percebo alguma lógica.
  2. Colocado por: m6rk
    Ao contrário do que a Huawei e muitos "instaladores" de material Huawei afirmam,
    os inversores Huawei SUN2000 fazem black-start e modo ilha, usando um simples ATS(um desses de 30 € de que temos vindo a falar aqui no fórum); não é necessário usar uma Huawei Backup Box para isso.

    Houve (muitas) pessoas com sistemas caríssimos da Huawei (inversores + baterias de alta voltagem) que durante o apagão ficaram às escuras porque... nem tinham a tal Huawei Backup Box, nem sabiam as "palavrinhas secretas". Aqui ficam:Energía de respaldo solo con paneles y sin batería. Huawei SUN2000L-KTL- L1. Há vários outros vídeos dispersos pela net sobre este tema.

    Talvez não seja pior evitar os fabricantes que preferem estratégias da "sopa de pedra" como a Tesla, a Victron(*), a Huawei, a Solax, etc., pois essas estratégias visam mais proteger os instaladores e usá-los como veículo de marketing direto, do que propor melhores custo/eficácia para os clientes finais.
    (*) Enfim, a Victron pelo menos disponibiliza software e firmware open source e tem um bom serviço central de apoio aos clientes.


    É claro que sim. Mas acho um completo atraso de vida fazer isso sem um pack de baterias, especialmente, com a imprevisibilidade da energia solar. Basta passar uma nuvem para todo o sistema ir abaixo, com a consequente degradação dos electrodomésticos ligados e do próprio inversor. É só especialistas destes por aí...
  3. Colocado por: m6rkos inversores Huawei SUN2000 fazem black-start e modo ilha, usando um simples ATS(um desses de 30 € de que temos vindo a falar aqui no fórum); não é necessário usar uma Huawei Backup Box para isso.


    A backup-box não é mais do que um ATS prontinho a ligar com os terminais de controlo (um N.O. que fecha quando falta a rede) pre-ligados. Quem souber pode perfeitamente replicar aquilo com componentes genericos.
      file.jpg
      Screenshot 2026-05-19 at 19.39.51.png
  4. Colocado por: jfsmoreiraÉ mesmo obrigatório introduzir + 2 diferenciais e + 2 magnetotermicos no inversor (GRID e LOAD)?

    Os disjuntores "à volta" dos inversores servem sobretudo para cortar as saídas e as entradas em caso de necessidade de intervenção no inversor. No caso dos inversores Deye até 6kW inclusivé, podem usar-se disjuntores curva C 40A, por ex. Schneider R9F12240 2P 40A curva-C, 9€. Para inversores dos 7 aos 10 kW a Deye especifica 50A.

    Quanto aos interruptores diferenciais, presumo que a sua residência esteja bem instalada e tenha um quadro com 2 ou 3 setores (iluminação, tomadas1, tomadas2/forno/indução, etc.) cada um deles protegido por um diferencial tipo A de 30mA e apto para 40A, por ex. Schneider Electric R9R22240 Resi9 2-Pin 40A 30mA Type A R9R22240, 30€.
    E, à cautela, em especial se tiver crianças ou idosos, um diferencial tipo A de 10mA de 16A ou 20A, para as tomadas dos WC (as pessoas e em especial as mais frágeis, estão molhadas e com os pés descaços no chão...).

    Como corolário:
    * um diferencial de 300mA destina-se a evitar que os equipamentos "ardam",
    * um diferencial de 30mA destina-se a evitar que as pessoas "ardam" ("bater a bota", entregar a alma ao Criador", etc.),
    * um diferencial de 10mA destina-se a evitar que as pessoas "ardam quando estão molhadas".

    E em 2026, devem usar-se sempre diferenciais de tipo A ou melhor (superimunizados SI, A-SI, etc.), em vez dos antigos AC, porque os circuitos atuais com muita probabilidade vão ter ligados circuitos que injetam artefactos de corrente contínua (carregadores de telemóvel, lâmpadas LED, etc.) e essas perturbações podem "cegar" um diferencial AC, i.e., mesmo que haja uma falha de 20 ou 30mA o diferencial não dispara porque não a "vê"... e então não serve para nada ter um diferencial que não funciona. Mas estes diferencias tipo A de 30mA são uma chatice para alguns eletricistas, porque como são ainda mais propensos a disparar do que os tipo AC, tendem a causar-lhes grande ansiedade e perturbações do sono.

    Os diferenciais de 30mA, ou pior ainda se forem os de 10mA, são uma "grande maçada" para os eletricistas incompetentes ou meramente preguiçosos... não há muitos, mas enfim corremos sempre o risco de encontrar um ou outro.

    Quanto ao diferencial de 300mA (e 40A ou 50A) que a Deye especifica para proteger a entrada GRID, este diferencial deve estar ligado diretamente ao disjuntor C40 acima referido e deste diretamente à e-Redes, portanto independentemente do que já está no seu QGE. Claro que se for mesmo fanático pela segurança, talvez consiga convencer o inversor Deye a trabalhar com um diferencial de 30mA superimunizado, por ex. Schneider A9R61240, 2P, 40 A 30 mA Type A-SI, 44€. Mas isso é outra estória porque nesse território há dragões...
    • m6rk
    • 19 maio 2026 editado
    Colocado por: Celso1É claro que sim. Mas acho um completo atraso de vida fazer isso sem um pack de baterias, especialmente, com a imprevisibilidade da energia solar. Basta passar uma nuvem para todo o sistema ir abaixo, com a consequente degradação dos electrodomésticos ligados e do próprio inversor.

    O que é indicado no vídeo é válido quer haja ou não bateria.
    De resto a bateria costuma acompanhar as instalações Huawei; sendo certo que "vender" a necessidade de instalação duma bateria Huawei é vantajosa para os "instaladores" Huawei.
    Pelo contrário os sistemas Huawei SUN2000 sem a Huawei Backup Box não são capazes de funcionar quando falta a energia da rede pública, quer tenham ou não bateria e quer tenham ou não energia solar. Portanto, na ausência de energia da rede pública, também não servem para obviar os problemas que referiu.
  5. Colocado por: hangasA backup-box não é mais do que um ATS prontinho a ligar

    Exato, com um pequenisssimo pormenor, são ambos chineses mas os ATS que andam por aí custam 25 ou 30€ e a box da Huawei custa 900€, enfim, uns trocos...
    Quem sabe se "vender" a necessidade duma Huawei Backup Box não é também vantajosa para os "instaladores" Huawei.
  6. Colocado por: m6rkOs diferenciais de 30mA, ou pior ainda se forem os de 10mA, são uma "grande maçada" para os eletricistas incompetentes ou meramente preguiçosos... não há muitos, mas enfim corremos sempre o risco de encontrar um ou outro.


    Já vi que é entendido na matéria. Provavelmente sabe explicar-me porque é que eu tinha constantes quebras do diferencial de 30 mA, frequentemente a horas exactas (00:16). Também acontecia a outras horas sem nada que mudasse no apartamento e pudesse explicar esse comportamento... Tentei falar com a e-Redes para perceber se era perturbação externa mas, como de costume, não era nada com eles. Troquei por um de 300 mA (consciente do perigo, mas só eu é que mexo em eletricidade e os miúdos já são graúdos) e nunca mais tive problemas. Honestamente, preferia ter o de 30 mA mas não consigo sem o ter constantemente a desligar... Acontecia com outros vizinhos da mesma urbanização.
  7. Colocado por: m6rkque a Deye especifica para proteger a entrada GRID, este diferencial deve estar ligado diretamente ao disjuntor C40 acima

    Posso substituir isso por um Disjuntor Diferencial 63A 300mA.
    Fica imagem de como é o QGE da minha moradia.
      QGEAtual.jpg
  8. E agora como pretendo lighar: Fora os descarregadores de sobretensões, falta alguma coisa? Se calahar um Bypass para em caso de avaria/intervenção do inversor ter alimentação nas cargas críticas, correto?
      QGEInversor.jpg
    • m6rk
    • 19 maio 2026 editado
    Colocado por: pcspinheiroHonestamente, preferia ter o de 30 mA mas não consigo sem o ter constantemente a desligar...

    A vida humana tem um valor diferente para cada pessoa mas, no seu caso, eu diria que contratar um bom eletricista para avaliar e, caso necessário, refazer o quadro é uma urgência.

    Os diferenciais de 30mA são como os cintos de segurança dos automóveis, são uma chatice mas estão lá para salvar vidas.

    Um diferencial funciona com base num princípio muito simples: num circuito elétrico toda a corrente que sai para um equipamento pela fase tem de regressar pelo neutro; idealmente a diferença entre os dois deve ser zero. Como neste mundo nada é ideal, os circuitos elétricos também não o são, pelo que têm sempre fugas, razão pela qual há sempre uma diferença entre o que entra pela fase e o que sai pelo neutro.

    Quando se usa um diferencial de 30mA num circuito eletrico de 230V CA, o que pretendemos garantir é que uma eventual fuga de corrente que entra pela fase e que se perca por qualquer outro sítio que não o neutro, não exceda 30mA.

    E porquê 30mA? Porque essa é a corrente a partir da qual numa pessoa normal pode ser provocada uma fibrilhação ventricular com paragem cardíaca. Se a corrente for igual ou superior a 30 mA, é uma lotaria... Daí ser importante ter um dispositivo que
    no caso de tocar ou num fio elétrico em carga e descarnado,
    ou no caso da resistencia elétrica que aquece a água num cilindro elétrico por um azar desgraçado encontra um caminho de fuga para a água do duche,
    ou no caso duma fuga numa máquina de lavar ou noutro equipamento que consuma amperagens consideráveis,
    nesses casos em que a corrente eletrica começa a achar que é mais fácil passar pelo ser humano do que continuar pelo seu caminho para o fio do neutro, o diferencial de 30mA deteta essa anomalia e desliga tudo. E desliga bem, porque atua para salvar uma vida.

    Essa é a razão pela qual os diferenciais de boa qualidade (Hager, Schneider, ABB, Efapel, etc.) são muitas vezes fabricados para dispararem um pouco abaixo dos 30mA, não raro à volta dos 20 mA. Por vezes, disparam ainda um pouco mais baixo, podendo acontecer dispararem logo aos 16 mA. Os diferenciais de má qualidade (aliexpress ?) disparam aos 30 mA e, muitas vezes, disparam muito acima dos 30 mA. Nesse caso, "o barato sai caro".

    E este é o drama dos "eletricistas": sabem que os diferenciais estão especificados como 30mA, sabem que por vezes trocar os diferencias dum sub-circuito para outro resove o problema de disparos intempestivos, mas raramente usam equipamento adequado para medir as correntes e os tempos de disparo (que também são importantes) dos diferenciais. O equipamento de medida é caro, muito especializado e, que maçada, faz perder tempo.

    O mesmo se aplica ao diagnóstico de outro circuito extremamente importante: o circuito de terra. Mas isso fica para outra vez...
  9. Colocado por: m6rkMas isso é outra estória porque nesse território há dragões...


    Resta dizer que esses valores são para instalações monofásicas :) mas em trifásicas um simples DR tipo A pode andar à volta dos 200 paus.



    Colocado por: m6rkm diferencial tipo A de 10mA de 16A ou 20A, para as tomadas dos WC


    Isso já me parece demasiado. Só se for para estar sempre a correr até ao quadro.
    • m6rk
    • 19 maio 2026 editado
    Colocado por: jfsmoreiraResta dizer que esses valores são para instalações monofásicas :) mas em trifásicas um simples DR tipo A pode andar à volta dos 200 paus.

    É pior, muito pior, porque o lixo elétrico que um inversor híbrido injeta numa rede doméstica (incluindo as tais componentes residuais de corrente contínua que "cegam", saturando o núcleo magnético do diferencial, impedindo-o de detetar correntes de fuga alternadas) é muito maior.
    O correto e seguro seria especificar no caso destes inversores híbridos um diferencial de tipo B-SI. Mas aí, sim, a coisa fica estratosférica, por ex. Schneider A9Z61240, 2P 40A 30mA B SI A9Z61240, 250€
  10. Colocado por: m6rk
    A vida humana tem um valor diferente para cada pessoa mas, no seu caso, eu diria quecontratar um bom eletricistapara avaliar e, caso necessário, refazer o quadroé uma urgência.

    Os diferenciais de 30mA são como os cintos de segurança dos automóveis, são uma chatice mas estão lá para salvar vidas.

    Um diferencial funciona com base num princípio muito simples: num circuito elétrico toda a corrente que sai para um equipamento pela fase tem de regressar pelo neutro; idealmente a diferença entre os dois deve ser zero. Como neste mundo nada é ideal, os circuitos elétricos também não o são, pelo que têm sempre fugas, razão pela qual há sempre uma diferença entre o que entra pela fase e o que sai pelo neutro.

    Quando se usa um diferencial de 30mA num circuito eletrico de 230V CA, o que pretendemos garantir é que uma eventual fuga de corrente que entra pela fase e que se perca por qualquer outro sítio que não o neutro, não exceda 30mA.

    E porquê 30mA? Porque essa é a corrente a partir da qual numa pessoa normal pode ser provocada uma fibrilhação ventricular com paragem cardíaca.Se a corrente for igual ou superior a 30 mA, é uma lotaria... Daí ser importante ter um dispositivo que
    no caso de tocar ou num fio elétrico em carga e descarnado,
    ou no caso da resistencia elétrica que aquece a água num cilindro elétrico por um azar desgraçado encontra um caminho de fuga para a água do duche,
    ou no caso duma fuga numa máquina de lavar ou noutro equipamento que consuma amperagens consideráveis,
    nesses casos em que a corrente eletrica começa a achar que é mais fácil passar pelo ser humano do que continuar pelo seu caminho para o fio do neutro, o diferencial de 30mA deteta essa anomalia e desliga tudo. E desliga bem, porque atua para salvar uma vida.

    Essa é a razão pela qual os diferenciais de boa qualidade (Hager, Schneider, ABB, Efapel, etc.) são muitas vezes fabricados para dispararem um pouco abaixo dos 30mA, não raro à volta dos 20 mA. Por vezes, disparam ainda um pouco mais baixo, podendo acontecer dispararem logo aos 16 mA. Os diferenciais de má qualidade (aliexpress ?) disparam aos 30 mA e, muitas vezes, disparam muito acima dos 30 mA. Nesse caso, "o barato sai caro".

    E este é o drama dos "eletricistas": sabem que os diferenciais estão especificados como 30mA, sabem que por vezes trocar os diferencias dum sub-circuito para outro resove o problema de disparos intempestivos, mas raramente usam equipamento adequado para medir as correntes e os tempos de disparo (que também são importantes) dos diferenciais. O equipamento de medida é caro, muito especializado e, que maçada, faz perder tempo.

    O mesmo se aplica ao diagnóstico de outro circuito extremamente importante: ocircuito de terra. Mas isso fica para outra vez...


    Certo, eu percebo isso tudo. Mas o que fazer quando não há nada em casa que justifique, por exemplo, o disparo do diferencial a uma hora certa? Eu sei bem o porquê dos 30 vs 300 mA, mas penso que a minha rede EXTERNA é parcial ou totalmente culpada por isto. Se não, por que motivo o problema começaria do nada? Gremlins nos fios? E muito frequentemente à tal hora certa que afeta outros vizinhos? É uma instalação relativamente recente e vê-se pela organização dos fios no quadro que quem fez, fez com brio. Estou aqui há mais de 10 anos e os problemas são muito mais recentes...
    • m6rk
    • 20 maio 2026 editado
    Colocado por: pcspinheiroMas o que fazer quando não há nada em casa que justifique

    Contrate um bom eletricista.

    Por mais espantoso que pareça a eletricidade não tem nada de metafísico.
    Os eletrõesinhos da eletricidade obedecem, invariavelmente, às leis da física e da termodinâmica.

    Um bom eletricista:
    * vai medir cuidadosamente as correntes e os tempos de disparo (que também são importantes) dos tais diferenciais de 30mA recalcitrantes.
    * vai medir cuidadosamente o seu circuito de terra.
    * vai verificar e reapertar todas as ligações do seu quadro elétrico.
    * vai verificar se instalou ultimamente algum dos tais equipamentos que causam o caos nos diferenciais, nomeadamente equipamentos com fontes de alimentação comutada (i.e., quase tudo o que existe agora: Tv's, routers, computadores, etc.), inversores solares, carregadores de veículos elétricos, fogões de indução, máquinas com inverter (alguns microondas, máquinas de lavar/secar roupa, bombas de calor de aquecimento de agua, bombas de calor de ar condiconado, etc.).
    * caso necessário vai propôr-lhe as medidas corretivas adequadas.

    No fim vai ver que esse comportameno "misterioso" dos seus diferenciais de 30mA vai desaparecer. Às vezes até parece que os diferenciais têm medo dos eletricistas competentes e conscenciosos.

    Resta então a questão: como posso saber se um eletricista é competente?
    A resposta a essa pergunta é difícil e não, não basta que o eletricista esteja inscrito na DGEG.

    É bem mais fácil distinguir o eletricista preguiçoso, o meramente incompetente, ou o completamente mau (bem sei que todos estes são raríssimos, mas, ainda assim, por vezes calha-nos um): eles não gostam de diferenciais de 30 mA e vão fazer de tudo para o demover de instalar ou manter na sua instalação essas "aberrações" de 30 mA. Vão tentar convencê-lo a instalar um diferencial de 300mA. É um mistério por que razão os fabricantes teimam em fabricar essas aberrações de 30 mA e, pior ainda, por que razão os regulamentos os exigem (e não é só nos equipamentos de classe I...).

    Declaração de interesses: eu não sou eletricista, embora por obrigação profissional tenha tido o encargo de fiscalizar as instalações elétricas de instalações críticas (*)

    (*) Uma instalação crítica, melhor designado por sistema crítico, é um sistema de cuja falha pode resultar o dano ou a morte dum ser humano. Pensa-se frequentemente nos aviões, ou nos reatores nucleares, mas no dia-a-dia encontramos sistemas críticos anónimos e silenciosos.
    Um quadro elétrico residencial e a rede que comanda e protege, constituem sempre um sistema crítico, porque da sua falha pode resultar o dano ou a morte dum ser humano.
    Uma anónima tomada elétrica sem os buracos protegidos pode ser um sistema crítico para, por ex., uma daquelas criaturinhas que gatinham e que por curiosidade podem sentir a necessidade de meter o dedo num daqueles buracos misteriosos que, ainda por cima, estão mesmo à altura dos seus olhos...
    Estas pessoas agradeceram este comentário: eu
  11. Colocado por: m6rkelétrico residencial e a rede que comanda e protege, constituem sempre um sistema crítico
    regulamentarmente falando não é um sistema que apelida de crítico pois é um elemento somente acessível por pessoal técnico ou seja é obrigatoriamente exclusivamente de acesso restrito.


    A sensibilidade dos dispositivos diferenciais teem que ter em consideração as condições do local e não como prescreve.
  12. Colocado por: pcspinheiroo disparo do diferencial a uma hora certa? Eu sei bem o porquê dos 30 vs 300 mA,


    Só uma questão: Tem toda a instalação pendurada num só Diferencial?!?
  13. Pois... mas é assim que foi feito na construção. Nunca ninguém mexeu nos quadros, e os meus vizinhos têm igual. Penso que seria boa prática meter lá alguns de 30 mA para dividir as cargas (e as eventuais fugas que os fazem disparar). Mas o que me chateia é que os problemas começaram, como se nada tivesse mudado na instalação. E o tal disparo frequente às 00:16 aponta para um problema externo, já que outros vizinhos (no mesmo prédio ou noutros da urbanização) se queixaram do mesmo. Acho que o facto de não acontecer só a mim é o ponto-chave.
    • eu
    • 20 maio 2026
    Eh estou farto de dizer qual é a causa provável: passagem entre neutro e terra, que origina correntes de fuga quando algo no exterior altera o referencial de tensão do neutro.

    E é fácil de descobrir: basta medir a resistência de isolamento entre neutro e terra.
  14. Fiz um upgrade ao meu sistema e comprei um Solís S6 8kw e uma bateria weco 16k0. Só agora me apercebi que não traz o dongle wifi/Bluetooth e não consigo usar o protocolo Solís <--> weco. Alguém passou pelo mesmo? Há outra solução sem comprar um dongle de 100€ ?
 
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