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    • nani65
    • 28 março 2011 editado

     # 1

    Olá,

    Inicio-me neste forum com o seguinte pedido :

    Tenho uma casa de aldeia, no Alentejo e cujo quintal tem ao fundo um amplo telheiro.
    Estamos a pensar fechar metade dele para ai fazermos uma zona de estar/refeições para os chamados petiscos...
    Gostaria de evitar utilizar cimento e tijolo ( a não ser o tijolo-burro tipico ) fazendo isto em sistema "marquise/vidros" para dar claridade ao mesmo e não ficar tão pesado.
    Estive a ver a Cubistral e o sistema de jardins de inverno...será que se pode fazer o mesmo sem o tecto em vidro ?

    É possivel utilizar este sistema ou o mais parecido será tipo "portão garagem com molduras de vidro"?

    Obrigada pela ajuda e dicas
    Nany
    • WR
    • 28 março 2011

     # 2

    já agora uma pergunta um pouco "fora" do contexto, vai legalizar essa obra?
    Estas pessoas agradeceram este comentário: nani65
  1.  # 3

    Colocado por: nani65Gostaria de evitar utilizar cimento e tijolo ( a não ser o tijolo-burro tipico ) fazendo isto em sistema "marquise/vidros" para dar claridade ao mesmo e não ficar tão pesado.

    use então o tijolo burro em conjunto com caixilharia ou tijolo de vidro mas atenção às dimensões do vidro ou plástico, ainda mais no Alentejo, pode estar a criar uma estufa.
    aconselho também a fazer vários respiros.
    não vá para essas estufas"" com telhados de pvc ou vidro.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: nani65
  2.  # 4

    Colocado por: WRjá agora uma pergunta um pouco "fora" do contexto, vai legalizar essa obra?

    Estas pessoas agradeceram este comentário:nani65



    Se fôr obrigatório, claro que sim .

    Será ? mesmo interior, que não mexa na fachada principal e que não se veja publicamente ?
  3.  # 5

    Colocado por: nani65Será ? mesmo interior, que não mexa na fachada principal e que não se veja publicamente ?


    se vai utilizar o telheiro não vejo necessidade de projectos"" e licença, informe-se na câmara, em principio não precisa de nada, depende também do que realmente quer fazer.
    • 1255
    • 30 março 2011

     # 6

    Eh pá, se vai para a câmara perguntar isso é só complicações. Um diz uma coisa, outro diz outra... por escrito não lhe dizem nada, depois ah coiso e tal meta uma informação prévia, ou então faça uma comunicação e o camano...agora vá buscar uma planta de localização...tire também um extracto das cartas do pdm...ah, e tem que pagar esta taxa, mais não sei quê de audiovisuais...temos que ver se tem área disponível e mais uma carrada de "condicionantes" para que no fim você se sinta culpado e muito agradecido pelo grande favor que todos lhe fizeram e bora lá tomar um café.........esqueça e atire o pontapé de saída e parta para a obra :-)
    (pronto, agora vêm os mais cépticos e dizem: vê lá não sejas apanhado em fora de jogo)
    Tá bem, mas isso nem deve dar para cartão amarelo.
    E ainda me esqueci de lhe perguntar: esse telheiro está legalizado? Não? mais uma carga de trabalhos.

    É fazer com gosto e com bons materiais para lhe garantir o conforto que precisa e pronto. Se lá forem os fiscais pode sempre fazer aquela pergunta "inocente": não me diga que é preciso isso? Não sabia, mas vou já tratar disso hoje para não ter problemas. Desculpem coiso e tal. E pode ser que passe. Se vamos para as câmaras dizer tudo o que fazemos tipo face book nunca mais de lá saímos :-)
    Não se esqueça é de aplicar materiais que garantam um bom isolamento e permitam uma boa ventilação para evitar o efeitos de estufa.

    PS: este texto AINDA NÃO foi elaborado com base no novo acordo ortográfico.
    • WR
    • 30 março 2011

     # 7

    nani 65

    eu digo isto porque tenho um caso igualzinho e sou obrigado a legalizar com o pedido de licença e respectivo projecto!!!
    agora se nao tem vizinhos eu arriscava senão se houver queixa dá uma carga de trabalhos que vai desejar ter legalizado antes!!!! abraço
    •  
      bcool
    • 30 março 2011

     # 8

    Faz lembrar a velha história... :)

    Um cidadão português, que sempre desejou ter uma casa com vista para o Tejo, descobriu finalmente umas águas-furtadas algures numa das colinas de Lisboa que cumpria essa condição. No entanto, uma das assoalhadas não tinha janela. Falou então com um arquitecto amigo para que ele fizesse o projecto e o entregasse à câmara de Lisboa, para obter a respectiva autorização para a obra. O amigo dissuadiu-o logo: que demoraria bastantes meses ou mesmo anos a obter uma resposta e que, no final, ela seria negativa. No entanto, acrescentou, ele resolveria o problema. Assim, numa sexta-feira ao fim da tarde, uma equipa de pedreiros entrou na referida casa, abriu a janela, colocou os vidros e pintou a fachada. O arquitecto tirou então fotos do exterior, onde se via a nova janela e endereçou um pedido à CML, solicitando que fosse permitido ao proprietário fechar a dita cuja janela. Passado alguns meses, a resposta chegou e era avassaladora: invocando um extenso número de artigos dos mais diversos códigos, os serviços da câmara davam um rotundo não à pretensão do proprietário de fechar a dita cuja janela. E assim, o dono da casa não só ganhou uma janela nova, como ficou com toda a argumentação jurídica para rebater alguém que, algum dia, se atreva a vir dizer-lhe que tem de fechar a janela!
 
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