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  1.  # 21

    Além do SAVE -ISQ, tem uma empresa de Lisboa (IMODIAG), que efectua peritagens desse género. Inclusivé têm Câmara termográfica...
  2.  # 22

    O projecto térmico inicial deve referir, desde logo, qual a solução de isolamento a colocar nos pavimentos e na cobertura (penso que é aí que vai encontrar as desconformidades). Basta comparar com o que está descrito na sua Ficha Técnica da Habitação, pode começar por aí. Também pode comparar o isolamento previsto para as paredes, mas aí já será menos provável que encontre desconformidades. A correcção de pontes térmicas planas também é possível que não tenha sido feita, mas aí tem mesmo de recorrer à termografia ou a ensaios destrutivos.
  3.  # 23

    Sobre o certificado : TRETAS !!! Sem qualquer fim e só para encher os bolsos de uns quantos .

    Tome como exemplo uma viatura nova que compra no Stand e tem lá o valor de CO2 ... etc .
    Vai verificar se mede exactamente isso ?
    Se passar devolve a viatura ?
    Ou , tomando por exemplo os consumos anunciados de fábrica : Alguma viatura cumpre ou depende da utilização de cada pessoa ?

    Um A/c de Classe A ou frigorífico colocado ao SOL no verão cumpre a Classe A ? NUNCA !!! Até lhe digo que um A/c e frigorífico colocado nas devidas condições gasta menos euros ao bolso .




    Isso das classes é uma grande treta e só tem valor meramente informativo ... nada de importante e sempre sujeito a mudanças devido às condições do meio da instalação .

    Uma habitação que cumpre o padrão sonoro ou ruído referido nos Decretos Lei impede de ser incomodado ? NÃO !!!

    TRETAS ... bom para quem passa fatura ... as Classes...
    Concordam com este comentário: rodrigo_gomes29
  4.  # 24

    Boa tarde

    como já alguém falou, e pelo indicado o projecto é de 2005, aqui a única questão por onde pode pegar, é se o que foi construído corresponde ao projecto aprovado pela câmara municipal... se estiver tudo igual.. pouco ou nada pode fazer nesse campo...

    Caso existam problemas de infiltrações, má construção etc, ai sim pode pegar com o empreiteiro....

    Quanto ao CE a informação dada é a correcta, sendo que possivelmente quem elaborou o CE, não teve acesso à ficha técnica e pos os valores de tabela.... pelo que o CE não pode ser a base para colocar uma acção.

    cumps
  5.  # 25

    Por acaso, acho que a descrição que o perito faz da envolvente até é semelhante ao que poderia encontrar na FTH
  6.  # 26

    O CE é uma treta , tenho aqui um na minha frente um pedido na EDP que dá Classe C , mas para ter Classe A dão duas medidas , uma de 1000 euros e outra de 8000 euros .

    TRETAS!!!

    O CE foi elaborado e foca mais o A/c que estava lá e o Esquentador instalado e se não tivesse o Apartamento esses objectos lá instalados ?

    Portanto : Se meter uma Caldeira a substituir o Vailant com 10 anos e se meter um Inverter Multi - Split a substituir um Samsung normal com 5 anos : TINHA Classe A .

    O caricato é que até metem as fotos dos novos aparelhos a instalar ... certo iguais aos da EDP ... luvas e conluios por trás de marcas , até oferecem uns vales de desconto !!!

    Na escritura é obrigatório ... só isso e quanto à Ficha Técnica da Habitação : Mais uma treta porque o empreiteiro escreve lá o que lhe apetecer e depois de obra feita 95% do que lá está : É muito difícil de aferir .

    Em Portugal continua-se a construir mal , muito mal ( para venda ) .
  7.  # 27

    O CE é uma treta

    O CE não é uma treta, tretas são o que alguns lá escrevem. O CE pode e deve ser uma mais valia - desde que lhe seja dado o uso correcto.

    quanto à Ficha Técnica da Habitação : Mais uma treta porque o empreiteiro escreve lá o que lhe apetecer e depois de obra feita 95% do que lá está : É muito difícil de aferir .

    Mais uma vez: tretas são o que lá escrevem alguns. Bem utilizado é um autêntico manual para o uso e manutenção da habitação. Quanto à possibilidade da aferição do que foi ou não feito está, evidentemente, redondamente enganado.
    Concordam com este comentário: costa3333, Picareta
  8.  # 28

    Claro , levanto o mosaico do chão e por tras verifico se é a marca designada e 1ª ou 2ª escolha ...

    Abro um buraco na parede para aferir se o isolamento tem a espessura correcta e marca ...

    Faço um corte no pilar para medir a espessura do arame e quantidade ...

    Corto um bocado da placa para ver no LNEC a composição do betão ...

    etc....


    Ando com construtores à mais de 30 anos e AFIRMO : Duas tretas tipo Simplex de Sócrates ... para formar uns miúdos em peritos de coisa alguma e diminuir o desemprego ... , pois pela avaliação Nacional das Imobiliárias 0% procura casas pela classificação atribuída ou lê Ficha Técnica , que com o andar da carroça quando dá conta já as empresas lá citadas faliram .
    O RGEU já tem barbas e não o cumprem , quanto mais outras ...até porque os senhores das Câmaras ainda gostam de receber prendas de Natal.

    Tenho dito e tenho PROVAS!!
  9.  # 29

    Tenho dito e tenho PROVAS!!

    Tinha todo um testamento escrito a discordar de si, mas já não é necessário: tem provas? Mostre (ou cale-se).
  10.  # 30

    ...sim Ok, ditadura!
    (cale-se Vossa Exa. ) ou tb quer que lhe mande oferecer um perú de Natal ?

    Certificados energéticos são obrigatórios mas estão a ser mal feitos e podem levar compradores das casas ao engano. Proprietários também podem sair prejudicados

    Hoje em dia todas as casas precisam de certificação energética para serem vendidas. Mas cuidado: este processo nem sempre é bem realizado e os proprietários podem ser prejudicados pelos erros que algumas entidades de certificação cometem. Porque quanto pior for a avaliação, menos vale o imóvel.

    Em Novembro último, a pedido da Deco Proteste, cinco proprietários de apartamentos T2 e T3, em dois prédios da Grande Lisboa, solicitaram certificação energética. E, de acordo com os especialistas da associação de defesa do consumidor, os peritos cometeram «falhas graves» e «os certificados nem sempre são emitidos correctamente».

    A Proteste diz mesmo que um dos certificados não incluía as obrigatórias medidas de melhoria e que algumas casas nem foram visitadas por peritos qualificados

    De acordo com a análise da associação, publicada na revista Deco Proteste de Março, os «peritos não seguem os mesmos critérios na avaliação e apartamentos iguais receberam classes energéticas diferentes.

    «O certificado é uma mais-valia para o futuro proprietário: na hora de escolher a casa a comprar, deve consultá-lo, para conhecer o comportamento energético do imóvel e compará-lo com o de outros», explica a Deco. Mas se o certificado não for fiel à realidade, então torna-se inútil e enganador.

    «Dada a importância deste processo para conhecer os consumos das famílias e melhorar o conforto das habitações, a Deco comunicou os resultados desta investigação à ADENE, entidade supervisora. A agência já reconheceu a necessidade de intervenção e garantiu que os certificados vão ser corrigidos», refere a associação.

    A Deco reivindica ainda que os contribuintes deveriam poder incluir o custo do certificado na declaração de IRS e deduzi-lo à mais-valia da venda. «Tal como a caderneta predial, o certificado deveria estar disponível para consulta, por exemplo, no portal das finanças», diz.

    É de recordar que o simulador criado pela Deco em parceria com a ADENE, que está disponível em www.deco.proteste.pt/certificadoenergetico, permite estimar a classe dos imóveis, os consumos para água quente, aquecimento e arrefecimento. No mesmo local, é possível consultar as dicas para pedir certificação energética em 10 passos.

    in Agência Financeira | 23 de Fevereiro 2010


    Queixas por má construção disparam
    02-Jun-2010
    Até Março, a Deco recebeu 142 queixas devido a má construção, quase metade das 364 registadas no ano passado.

    Só no primeiro trimestre deste ano a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco) recebeu 142 reclamações por má construção de casas. Quase metade das 364 registadas em 2009. Os números revelam que os portugueses estão mais atentos à qualidade da construção dos imóveis.

    A Deco aconselha o consumidor a estar atento antes de realizar o maior dos investimentos. "Além de consultar a ficha técnica da habitação, o comprador deve deslocar-se à repartição de Finanças e pedir a caderneta predial", refere Carla Varela jurista da associação de defesa do consumidor. Com os dois documentos o futuro proprietário vai conhecer as características da casa e saber "se existe algum tipo de penhora antes da assinatura do contrato de promessa de compra e venda". Os defeitos encontrados ainda antes da escritura devem ser denunciados de imediato. "Numa cláusula imposta ao construtor ou vendedor, este compromete-se a reparar as falhas já identificadas." Não reclamar antes de comprar pode significar "aceitar os defeitos da casa. Aí o processo é mais complicado".

    Os imóveis têm uma garantia de cinco anos, mas existem "outros prazos que o morador deve ter em conta", alerta a jurista da Deco. O proprietário tem um ano para denunciar as falhas como infiltrações ou fissuras, a contar da data de detecção dos problemas. A queixa deve ser enviada ao construtor ou vendedor por carta registada e com aviso de recepção: "A garantia de que a reclamação foi formalizada." Pedir uma vistoria a uma empresa especializada pode dar uma grande ajuda na hora de reclamar.

    O promotor dispõe de um ano a contar da data da notificação para resolver o problema. Caso o construtor não responda, o comprador dispõe de três anos, a contar da data da notificação, para recorrer aos tribunais e interpor uma notificação judicial. Um prazo a ter em conta. "A partir daqui caduca a possibilidade de o consumidor accionar os meios ao seu dispor."

    A alternati- va à justiça comum é o recurso a uma associação de defesa do consumidor. A Deco recomenda aos proprietários recorrerem aos tribunais arbitrais ou julgados de paz. Especializados na defesa do consumidor são mais rápidos, baratos e dispensam advogado. Ainda em pequeno número no País, estas instituições só funcionam se quem vendeu o imóvel aceitar diminuir o conflito.

    "O que nem sempre é fácil uma vez que é no sector imobiliário onde há mais recusa na mediação dos litígios." Carla Varela reconhece que os tribunais civis acabam por ser a única alternativa. "Obrigar alguém a cumprir a lei é muito difícil e só um juiz tem legitimidade para o fazer."

    Alguns portugueses já começam a pedir um diagnóstico à habitação antes da compra. Mas a maioria só recorre a uma vistoria quando os problemas começam a aparecer e o imóvel está na garantia. "O vendedor e o comprador ainda não estão preparados para este tipo de procedimentos. No estrangeiro, o diagnóstico é obrigatório antes da compra", revela Miguel Dias, da Checkhouse, empresa especializada em vistorias técnicas a imóveis. Diz que as infiltrações "são o problema mais difícil de resolver" e são muitas vezes disfarçadas com tinta. Ao mau isolamento térmico e acústico juntam-se os problemas nas instalações eléctricas e do gás e os defeitos nos acabamentos do imóvel. A Checkhouse recomenda que o comprador deve estar atento aos pormenores logo na primeira visita (ver caixa).

    "Cada prédio ou fracção só pode ter uma ficha técnica de habitação (FTH)", esclareceu o Instituto da Construção e do Imobiliário, entidade responsável pela fiscalização no sector.

    Elaborada pelo promotor imobiliário, a FTH deverá ser entregue na Câmara Municipal. As características do documento devem corresponder às do imóvel. Informação que deve ser atestada pelo técnico responsável pela obra, o director de fiscalização.

    Ao INCI chegam sobretudo queixas de particulares sobre defeitos de construção de imóveis, quase sempre associados ao incumprimento das regras. As reclamações mais frequentes são de problemas de isolamento térmico e acústico, infiltrações e a utilização de materiais de inferior qualidade aos indicados.

    O INCI aponta ainda "falsas declarações prestadas pelo técnico responsável pela obra, quando atesta a correspondência entre a FTH e o imóvel construído". Comprovada a ilegalidade, o INCI dá início a um processo de contra-ordenação que pode ir da multa à suspensão de actividade ou a indemnizações nos casos mais graves.

    Rita Teixeira | Diário de Notícias | 02.06.2010
  11.  # 31

    É uma ditadura muito democrática, tanto que disse o que quis e citou quem quis. Curiosamente citou afirmações que dizem o contrário daquilo que antes afirmou:

    «O certificado é uma mais-valia para o futuro proprietário: na hora de escolher a casa a comprar, deve consultá-lo, para conhecer o comportamento energético do imóvel e compará-lo com o de outros», explica a Deco.

    Lembro o que tinha afirmado antes:

    O CE é uma treta


    Dito isto fico à espera das provas que diz ter sobre o que afirmou e que inclui isto:

    O RGEU já tem barbas e não o cumprem , quanto mais outras ...até porque os senhores das Câmaras ainda gostam de receber prendas de Natal.

    Tenho dito e tenho PROVAS
    !!



    Soubesse você do que estava a falar e saberia que os técnicos das câmaras nada têm a ver com o CE ou com a FTH.
  12.  # 32

    Afirmo : É uma treta entre outras agora modernas !!!!!

    As Câmaras estão feitas desde a entrada dos projectos com 95 % dos construtores , conluios Bancários e certos Promotores Imobiliários... !!!!

    Nas vistorias , se efectivamente fossem "boas" não existia a má construção que existe por todo o lado .

    A sorte é que nã otem havido terramotos , caso : 90% desaparecia em Pó !
    Portugal é um Mar de corrupção ...
    Só quem não tem TV ou acredita no Pai Natal é que não quer perceber os negócios podres entre políticos , construtores que tem levado esta coisa toda a uma falência !!!
  13.  # 33

    As Câmaras estão feitas desde a entrada dos projectos com 95 % dos construtores , conluios Bancários e certos Promotores Imobiliários... !!!!

    E se mostrasse as provas que diz possuir? Ou mentiu ao dizer que as tinha? Olhe que mentir é feio, principalmente se com essa mentira atira lama para cima dos outros.
    Basta ler o que escreve - as vistorias, as construções que se desfazem em pó com um terramoto, os 95% dos construtores "feitos" com as câmaras - para confirmar que estamos em presença de alguém que não faz a mínima ideia do que diz.
  14.  # 34

    Humm, eu acho que são cerca de 72,7%, vá lá 62,74%, segundo os últimos dados do INE.
  15.  # 35

    Colocado por: AugstHill72,7%, vá lá 62,74%

    Qual o motivo dos 9,96% de diferença, será uma "comissão" desconhecida ou variável consoante o factor c.......?
  16.  # 36

    Isso é porque eu primeiro estava a ler os dados do INCI, relativos aos indicadores de empreiteiros corruptos (ou, mais correctamente, corruptores) e não reparei que estes contabilizaram também os que lidam directamente com a administração central. Os dados do INE são mais fidedignos, porque mostram exactamente a percentagem de construtores que estão "feitos" com as câmaras.
    Quanto à percentagem de construções que desaparecem em pó, em caso de terramoto, os 90% podem não ser muito exactos, já que em 47,81% dos casos as partículas terão dimensões superiores a 0,021g de massa, o que, de acordo com o LNEC, já não se pode considerar "pó".
    Concordam com este comentário: j cardoso, costa3333
  17.  # 37

    Só espero que eu e outras gerações possam falecer no tempo normal de vida e que nunca , sublinho : NUNCA , se possa ver em on , um terramoto com intensidade fulcral , metade ; do que existiu noutros tempos. Depois , seria triste ver que as construções feitas no tempo dos empréstimos a 100% , cairem como baralhos de cartas e os prédios que estão em cima de estacas de pinho , do tempo ainda do Sr. Pombal : Ficarem de pé !

    Caro amigo tenta vender banha da cobra , eu estou vacinado no laboratório que frequento contra um Portugal virtual a que nos habituaram as últimas políticas desde a "tanga" . Pessoas formadas na matéria e quando constroiem para elas , por vezes tem dificuldades em meter na cabeça do pedreiro que : Quero assim ! Quanto mais quando se trata para vender ... olhos abertos . Mas quando compram uma viatura , fazem questão de ver testes ... opiniões , nas casas ... metem-se logo a escriturar e depois dá banha da cobra . Devia antes ser : Arrendar um mês e depois passar a escritura . Queria ver a percentagem dos que a faziam ... Muitos empreiteiros que andavam por aí até presos tiveram ....... antes , porque agora : sumiram . A lei do genocídio de Hitler : Só fica quem tem estofo e ainda bem , se for para melhor .
  18.  # 38

 
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