Iniciar sessão ou registar-se
  1.  # 21

    não estou de acordo a europa se neste momento é crista

    Quem lhe disse a si? Então não sabe que vivem,os num país LAICO? Não sabe que existem europeus de outras religiões?
    • Nss
    • 1 maio 2012

     # 22


    não estou de acordo a europa se neste momento é crista so se deve guiar pelo cristianismo!exemplo na sexta estavamos para fazer um churrasco na obra com costeletas de porco e toca a assar qual foi o nosso espanto quando chega uns muçulmanos e começam a mandar vir e a empurrar porque queriam assar tendo o dobro do espaço mas queriam que tirassemos a carne e que fosse-mos assar para outro lado!resumindo o dono da obra mandou embora os tais ditos pacificos muculmanos que por causa de uma carne de porco ja queriam andar ao soco!so acho que não devem falar das outras religiões sem primeiro as conhecer!


    Temos que saber respeitar os costumes que cada religião tem e não provocar conflitos entre religiões.
  2.  # 23

    Colocado por: Erdnaxeladiscordo, isso não é mais productividade é mais exploração!
    Edit: como disse o Miguel Sousa Tavares, os patrões fazem que pagam ao fim do mês e os empregados fazem que trabalham... A meu ver a baixa productividade passa por termos na generalidade baixos salários.
    Concordam com este comentário:vz1984


    Exploração porque?
    Só mostrei que menos feriados pode corresponder mais produtividade.
  3.  # 24

    Feriados religiosos são oriundos de imposições ancestrais que se mantêm ao longo dos séculos sem que as sociedades mais modernas os alterem porque ainda hoje o Vaticano e outras autoridades religiosas continuam a ter peso nas sociedades,o que é uma absoluta aberração!

    Uma religião não passa de um agrupamento de opinião ou convicção sectária tal como um clube,um partido ou uma família como lhe queiram chamar,por este preciso motivo é uma absoluta aberração impor uma base sectária como princípio com imposição de feriado para toda uma sociedade de igual forma!
    Concordam com este comentário: oxelfeR (RIP)
  4.  # 25

    Colocado por: j cardosoNão acha que um português muçulmano ou judeu tem o mesmo direito que um católico? Não seria possível que todas as religiões fossem respeitadas? Eu não sou religioso e respeito o direito da cada um à sua religião, não me parece difícil.

    Já está a querer desviar a conversa para outro lado: os direitos e deveres dos praticantes das várias religiões, mas isso nem sequer é discutível, obviamente todos devem ter os direitos e deveres.

    O que é discutível é uma empresa ter 100 funcionários, e 70 querem num determinado dia ir a uma cerimónia religiosa, o melhor é fechar a empresa. Mas se apenas 2 funcionários pretenderem ir a uma cerimónia religiosa, a empresa pode continuar a trabalhar. A forma com se lida com 70% da população forçosamente tem que ser diferente da forma como se lida com 2%, independentemente de todos terem os mesmos direitos. Imagine que existe uma religião com 20 praticantes!!!!
    Concordam com este comentário: becas
  5.  # 26

    As religiões podem ter o seu peso a nível público desta forma por exemplo num dia de descanço em Malange em que eu assisti a uma belíssima actuação por parte dos católicos da Missão de Malange em apelo à paz em 1988.
  6.  # 27

    Colocado por: j cardosoAcho que os feriados religiosos deviam ser repensados. Das duas uma:

    - Acabam todos os feriados religiosos.
    - Instituem-se feriados religiosos que contemplem TODAS as religiões.

    Tudo o que sair disto é parece-me hipocrisia.


    Tem outro tipo de soluções: Acabava com os feriados oficiais mas legislava X dias de feriados de celebração, não passíveis de ser recusados pela entidade patronal. Cada um tirava os dias para celebrar o que quisesse quando quisesse.
  7.  # 28

    Colocado por: danobregaCada um tirava os dias para celebrar o que quisesse quando quisesse.

    E quem pagava?A entidade religiosa?
  8.  # 29

    O que é discutível é uma empresa ter 100 funcionários, e 70 querem num determinado dia ir a uma cerimónia religiosa, o melhor é fechar a empresa. Mas se apenas 2 funcionários pretenderem ir a uma cerimónia religiosa, a empresa pode continuar a trabalhar. A forma com se lida com 70% da população forçosamente tem que ser diferente da forma como se lida com 2%, independentemente de todos terem os mesmos direitos. Imagine que existe uma religião com 20 praticantes!!!!

    A minha opinião é a seguinte:

    O Estado não devia decretar feriados de origem religiosa. Não indo tão longe, aceitaria o seguinte:

    - Cada religião definiria o dia que pretende feriado; um para cada religião e seria feriado nacional.
    - A entidade patronal teria o único dever de respeitar os feriados nacionais, se o trabalhador quer celebrar outros dias que o faça à sua responsabilidade e a seu custo.
  9.  # 30

    Colocado por: Jorge RochaE quem pagava?A entidade religiosa?


    Que quer dizer com isso? Quem paga é sempre o mesmo, o trabalhador. Assim como já paga as férias e feriados que celebra. Os salários dos trabalhadores são um reflexo directo da sua produtividade. Quanto mais férias e feriados gozar, menos dinheiro vai haver para repartir.

    E repare que eu falei em celebrar, pode ser uma celebração não religiosa. Assim acabava-se com todos os feriados, religiosos ou não.
  10.  # 31

    Colocado por: danobregaQuem paga é sempre o mesmo, o trabalhador. Assim como já paga as férias e feriados que celebra.


    Colocado por: danobregaQuanto mais férias e feriados gozar, menos dinheiro vai haver para repartir.

    Não são duas contradições?
    Afinal não existem valores fixos de ordenados pagos pela entidade empregadora?
  11.  # 32

    Colocado por: j cardoso- Acabam todos os feriados religiosos.
    - Instituem-se feriados religiosos que contemplem TODAS as religiões.

    Tudo o que sair disto é parece-me hipocrisia.

    O facto de 90% ou mais da população ser católica ou ter tido uma educação católica não lhe diz nada pois não?
    O facto de que as nossas tradições e as nossas leis reflectem uma tradição Judaico-Cristã, também não lhe diz nada?
    Já que você quer ser tão igualitarista, porque não legalizar a poligamia para os muçulmanos e impor a proibição de que, por exemplo, as muçulmanas conduzam, só para eles se sentirem mais em casa.
  12.  # 33

    Colocado por: Jorge Rochapor exemplo num dia de descanço em Malange

    Esteve em Malanje? Eu estive lá uns meses no ano passado.
  13.  # 34

    Colocado por: J.Fernandes
    Esteve em Malanje? Eu estive lá uns meses no ano passado.

    Como está aquilo?
    Em que lugar esteve?
  14.  # 35

    Colocado por: Jorge RochaNão são duas contradições?
    Afinal não existem valores fixos de ordenados pagos pela entidade empregadora?


    Não, não são contradições. Por exemplo, se em Portugal não se gozassem férias e isso tivesse um reflexo directo na produtividade, certamente os salários seriam mais altos. Ou será que o resultado da produtividade extra ia só para o patrão/dono?

    Se está a questionar-se sobre como passar de um sistema para o outro, os sistemas são equivalentes. Num tem uma média de X feriados fixos por ano nos dias úteis, no outro passava a ter X feriados "dinâmicos". Não estou a ver razão alguma para se alterarem salários por causa disso.
  15.  # 36

    Colocado por: Jorge RochaComo está aquilo?
    Em que lugar esteve?

    Pouco mais tem do aquilo que os colonos lá deixaram em 1975, a diferença é que está tudo vandalizado, cheio de lixo e esgotos a correrem por todo o lado.
    Eu estive mesmo na cidade, e você?
  16.  # 37

    O facto de 90% ou mais da população ser católica ou ter tido uma educação católica não lhe diz nada pois não?

    Diz-me várias coisas mas nada que me leve a pensar que têm mais direitos que os outros (sim, também tive educação católica mas não sinto que deva ser previlegiado por isso).

    O facto de que as nossas tradições e as nossas leis reflectem uma tradição Judaico-Cristã, também não lhe diz nada?

    Idem.

    Já que você quer ser tão igualitarista, porque não legalizar a poligamia para os muçulmanos e impor a proibição de que, por exemplo, as muçulmanas conduzam, só para eles se sentirem mais em casa.

    Por um motivo muito simples e que não imaginava ter de lhe explicar: a separação entre a igreja e o estado. Um estado laico não confunde legislação com religião. Não quero no meu país aquilo que critico no Irão, na Arábia saudita ou noutro qualquer estado que vá nesse sentido.
    Concordam com este comentário: Jorge Rocha
  17.  # 38

    Colocado por: J.Fernandes
    Pouco mais tem do aquilo que os colonos lá deixaram em 1975, a diferença é que está tudo vandalizado, cheio de lixo e esgotos a correrem por todo o lado.
    Eu estive mesmo na cidade, e você?

    Estive a trabalhar numa empresa que na altura se chamava Astaldi Internacional...para construir o instituto médio agrário de Malange,estive lá cerca de 3 anos e estava no Hotel Diamante que é o edifício que se encontra na imagem do lado direito.
    Reconstruímos esse hotel do nada para as nossas instalações...foi uma grandessíssima epopeia!
      Cedida-por-Joao-Martin-8.jpg
  18.  # 39

    Colocado por: j cardosoDiz-me várias coisas mas nada que me leve a pensar que têm mais direitos que os outros (sim, também tive educação católica mas não sinto que deva ser previlegiado por isso).

    Não é uma questão de direitos ou deveres, nem é uma questão de privilegiar os católicos. A questão é que um Povo ao longo dos sécs. tem tradições, religiões, crenças, que influenciam todo o seu modo de vida e as leis por que se regem e não acho que manter essas diferenças em relação a outras culturas seja desrespeito por estas.
    Por outro lado, impor feriados, por exemplo, de muçulmanos, uma minoria de 2% ou 3% (não faço idéia), isso sim era um desrespeito pelos portugueses.

    Colocado por: j cardosoPor um motivo muito simples e que não imaginava ter de lhe explicar: a separação entre a igreja e o estado. Um estado laico não confunde legislação com religião. Não quero no meu país aquilo que critico no Irão, na Arábia saudita ou noutro qualquer estado que vá nesse sentido.

    Não conheço nenhum Estado cuja legislação não reflita a formação religiosa e moral da maioria da sua população. Não subsidiar igreja nenhuma, não ter bispos em cerimónias do Estado, nem favorecer fiscalmente ou doutra forma nenhuma religião, é o mais longe que eu tenho visto em termos de laicidade e que, pessoalmente, acho que está certo. Agora querer renegar os nossos valores em favor do valor da igualdade é que acho que é ir longe de mais.
  19.  # 40

    Colocado por: J.Fernandes
    Pouco mais tem do aquilo que os colonos lá deixaram em 1975, a diferença é que está tudo vandalizado, cheio de lixo e esgotos a correrem por todo o lado.
    Eu estive mesmo na cidade, e você?

    Pode observar parte do objectivo da minha estadia em Malange...
    Trata-se do instituto médio agrário construído por nós,sediado no Quéssua e asseguro-lhe que quem montou todas as janelas deste belíssimo empreendimento fui eu!
 
0.0212 seg. NEW