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  1.  # 21

    E isso é uma novidade?
    • mog
    • 15 março 2013

     # 22

    A ideia que eu tenho dos leilões das finanças é que o valor base de licitação corresponde a 75% do valor patrimonial tributário, o que faz com que, por exemplo, em prédios rústicos com um VPT de meia dúzia de tostões, o valor inicial para efeitos de licitação seja baixinho. Obviamente, o VPT nada tem a ver com o valor de mercado.
    • adias
    • 17 março 2013 editado

     # 23

    ou será apenas mais um dos terrenos "vejam como faço milhões, com os amigos na camara". Mais um dos milhares que estão como garantias em empréstimos de milhões, mas que valem tostões.
    Terrenos RAN/REN, comprados a preços da uva mijona, a quem os "amigos" da camara fizeram o milagre do PDM e da noite para o dia ficaram urbanos. Avaliados em milhões por causa disso, fizeram o milagre do pão para uns poucos corruptos. Os ladrões, foram ao banco, apresentaram o terreno-milagre, o banco emprestou com base nessa "garantia" e nunca se viu um tijolo (porque o bancário queria era o bónus ao fim do mês pela espectacular carteira de lixo-empréstimos). Agora, o banco executa e vê-se que afinal vale uns tostões, porque não passa de um pedaço de terra para umas batatas, com um papel assinado na camara a dizer que pode construir. Mas já não há construção (nem vai haver por umas décadas).
    Como são aos milhões estes terrenos maravilha, no país, os bancos começam a dar prejuizo atrás de prejuízo. O querido governo, eleito em eleições regadas com os milhões-fantasma, nacionaliza e dá milhares de milhões a esses bancos. Porque "não podem falir".
    O pagode, esse trabalha que nem cão, para pagar o maior crime da história Portuguesa.

    Talvez este terreno não seja um pechincha, talvez seja só um dos milhares de sintoma do crime em larga escala. Talvez seja a desgraça do pagode, que todo contente ainda o vai comprar por uns milhares, quando vale uns tostões, e paga-o em dobro, mês a mês, para tapar o buraco que o terreno fez num banco qualquer.
    Triste país, que não leva esta máfia ao banco dos réus.
    Concordam com este comentário: de jesus mendes
  2.  # 24

    Nesses leiloes não costuma haver muitas pechinchas, existem muitos investidores institucionais em cima disso.
    Têm avaliação de 100 e acabam a ser vendidos a 80 e muitas vezes já na fase da venda à melhor oferta, o que acho esquisito.
    E as constantes falhas do site, se nao sao um caso de policia, sao pelo menos um caso de grave incompetencia técnica

    Pergunto-me também se nesses casos em que a casa é vendida por valores muito inferiores ao da divida e ao valor de avaliação se a divida fica paga.
    Por exemplo, Uma divida de 110, uma casa avaliada em 100 e só e vendida por 80.
    O executado ainda fica a dever 30?
  3.  # 25

    Sim, penso que a divida se mantém... Quer seja com finanças, quer seja com bancos...
    • eu
    • 19 março 2013

     # 26

    Colocado por: PicaretaAinda por cima o pobre ficou mais pobre, e um rico ficou mais rico.

    E a culpa é de quem?
  4.  # 27

    Colocado por: euE a culpa é de quem?

    Não sei. O eu sabe?
  5.  # 28

    Colocado por: laivortPor exemplo, Uma divida de 110, uma casa avaliada em 100 e só e vendida por 80.
    O executado ainda fica a dever 30?


    De coisas que por aqui li, fica a dever. O engraçado é que o contrário não é verdade. Se houver excedente, ele vai para o credor.
  6.  # 29

    Pergunto isto, porque.. vejo muitas vezes nesses leilões, casos em que o valor do bem, sobe muito acima do valor de avaliação e normalmente nesse caso o leilão é suspenso.

    Como o leilão só é suspenso se o executado pagar a divida ou parte dela, imagino que nesses casos o executado entre em negociação particular com possíveis compradores.
 
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