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  1.  # 41

    Não morro de fome porque tenho 3,6ha de terreno para cultivar, mas só os cultivo quando isso for rentável, até agora comprar os produtos tem sido menos dispendioso de que se os cultivasse. Acha que os combustíveis, estão ao preço que estão porquê ? simplesmente porque a OPEP controla a extração não permitindo que o mundo seja inundado de petróleo e controlando assim o preço. Os agricultores tem que fazer o mesmo, controlar a produção e obrigar os preços a subir, quem não tiver dinheiro para os comprar, azar, passa fome. Agora é inadmissível que um empregado de escritório ganhe mais que um agricultor.
  2.  # 42

    Se fosse eu plantava árvores, muitas árvores, mas não apenas de uma espécie.

    Primeiro via o que dava ou não na região em questão, deliniava as espécies mais "rentáveis" e depois passava à acção.

    Macieiras, limoeiros, cerejeiras, figueiras, oliveiras, pessegueiros, pereiras, ameixieira... sem esquecer os frutos arbustivos tais como as amoras, groselheiras, videiras, framboeseiras, etc.

    Muita variedade, mas pouca quantidade de cada coisa.

    A única coisa que pessoalmente plantava mais do que meia dúzia de árvores seria a Oliveira e da variedade Galega.
    • ktm333
    • 15 novembro 2014 editado

     # 43

    Colocado por: DelfimOs agricultores tem que fazer o mesmo, controlar a produção e obrigar os preços a subir, quem não tiver dinheiro para os comprar, azar, passa fome. Agora é inadmissível que um empregado de escritório ganhe mais que um agricultor.

    Ok, com esta parte concordo, mas ai podemos também falar dos bombeiros, esses sim... Mas o problema dos preços dos produtos é que a maioria do que compra vem de fora, e eles vendem o deles, não se preocupam com os outros, os Portugueses ou baixam os preços(não ganham para a despesa), ou acabam com a atividade, o que muitos têm feito..
    Quanto a não cultivar, para mim tem valido a pena cultivar, o único gasto que tenho maior é o gasóleo para lavrar a terra, mesmo assim como tenho gasóleo agrícola nem é muito, de resto adubos não uso, pesticidas/herbicidas a mesma coisa, agua tive o gasto com a mangueira a traze-la da mina até casa, mas se fosse agora arranjava um kit solar para meter a bomba a funcionar tenho 2 poços no quintal.. Uma das coisas que eu gosto no facto de ser eu a produzir é porque sei aquilo que estou a comer, muitas das coisas dos supermercados e só vitaminas... Então os ovos não troco os que trago de lá pelos do supermercado!



    Colocado por: branco.valterSe fosse eu plantava árvores, muitas árvores, mas não apenas de uma espécie.

    Primeiro via o que dava ou não na região em questão, deliniava as espécies mais "rentáveis" e depois passava à acção.

    Macieiras, limoeiros, cerejeiras, figueiras, oliveiras, pessegueiros, pereiras, ameixieira... sem esquecer os frutos arbustivos tais como as amoras, groselheiras, videiras, framboeseiras, etc.

    Muita variedade, mas pouca quantidade de cada coisa.

    A única coisa que pessoalmente plantava mais do que meia dúzia de árvores seria a Oliveira e da variedade Galega.


    O terreno fica na zona de Castelo Branco, por lá "dá tudo", dessas árvores que referiu tenho pelo menos uma de cada, menos a ameixoeira, já tive mas secou-se, sendo todas para consumo da casa, muita da fruta acaba por se "estragar", ou por causa da mosca da fruta, ou porque não temos capacidade para comer toda, o que nós não comemos comem os animais.. oliveiras galegas, tenho o quintal cheio delas(umas 25 mas grandes, o ano passado deram 2T de azeitona), algumas por lá espalhadas nos terrenos cheias de mato, arderam no incêndio, nem quero saber mais delas(só para lenha), tenho as do Tejo cerca de 1ha(estão ai umas fotos mais atrás), por tratar a cerca de 12 anos, o gasto em trata-las, transportar a azeitona, o azeite, pagar para moer a azeitona... nem sei se chega para o azeite, mas que é bom é! Azeitona para comer tenho 2 cor-de-vil pelo menos é assim que chamam por lá...
    Concordam com este comentário: branco.valter
  3.  # 44

    Colocado por: Delfimplantar sobreiros!!!! Se não forem atacados por alguma doença ou destruídos nos incêndios, descontando os que morrem antes da maturidade, daqui a 40 anos tira a primeira cortiça. Excelente investimento!
    - Não há quem faça planos de poupança reforma? :):)))) (aqui não consegue é tirar o dinheiro antes)
    - As doenças atacam mais umas zonas que outras... tem que se informar. Quanto há fitofora parece que começa a haver alguma investigação eficaz sobre o uso de plantas colocadas perto do sobreiro. A doença do carvão do entre-casco é que é ainda uma grande m...
    - Incêndios... o tractor e a grade é para serem usados para fazerem bom aceiros ... mas ouvi dizer que os sobreiros até resistem bem à passagem do fogo... o incêndio do ktm333 deve ter sido muito forte.
    - 40 anos em principio já é a 2ª tiragem de cortiça.... a primeira é mais cedo mas não dá grande rentabilidade (mas tem que poupar dinheiro para ser tirada ou vende na árvore julgo eu)

    Mas lá está, quando acabar os subsídios, tem um terreno que não tira rendimento nenhum por mais ou menos 20 anos a não ser nalguma coisa que consiga fazer entre os sobreiros... pastagens, ou outra coisa qualquer.
    • ktm333
    • 16 novembro 2014 editado

     # 45

    Colocado por: Mighty Sparrow- Não há quem faça planos de poupança reforma? :):)))) (aqui não consegue é tirar o dinheiro antes)
    - As doenças atacam mais umas zonas que outras... tem que se informar. Quanto há fitofora parece que começa a haver alguma investigação eficaz sobre o uso de plantas colocadas perto do sobreiro. A doença do carvão do entre-casco é que é ainda uma grande m...
    - Incêndios... o tractor e a grade é para serem usados para fazerem bom aceiros ... mas ouvi dizer que os sobreiros até resistem bem à passagem do fogo... o incêndio do ktm333 deve ter sido muito forte.
    - 40 anos em principio já é a 2ª tiragem de cortiça.... a primeira é mais cedo mas não dá grande rentabilidade (mas tem que poupar dinheiro para ser tirada ou vende na árvore julgo eu)

    Mas lá está, quando acabar os subsídios, tem um terreno que não tira rendimento nenhum por mais ou menos 20 anos a não ser nalguma coisa que consiga fazer entre os sobreiros... pastagens, ou outra coisa qualquer.


    Ali por acaso tenho alguns conhecidos que têm andado só a queimar lenha de azinheira e sobreiro, andam a secar-se muitos :(
    Na altura do incêndio o terreno estava cheio de mato menos do que agora.. O incendio não foi meu atenção, não sou incendiário! ;) Foi o conhecido incêndio de 3 de Agosto de 2003, também achava que os sobreiros tinham uma grande resistência aos incêndios, mas o que sei é que a maioria deles está lá no chão já tudo podre...
    Normalmente, o que o mau pai fazia quando tirava a cortiça era vende-la nos sobreiros depois a pessoa ia lá retira-la, pagava menos é verdade mas se tivesse a pagar a alguém para a tirar ficava ela por ela de certeza... A primeira cortiça muitas vezes é tirada aos 20 anos mais ou menos e acabava por ficar no chão, porque tem muitas rugosidades as outras já são mais lisas, agora se for para fazer por exemplo isolamentos em que a cortiça é triturada e compactada... ai acho que ja serve toda, mas a uns anos bons anos atrás não se ouvia falar disto.
    Eu não me importo de não tirar rendimento nenhum durante 20 ou 30 anos, desde que o investimento seja pouco.. Estes 5ha pouco interessa, se quiser tirar rendimento de outra forma tenho mais 30 e poucos ha que não sei o que lhes fazer!
  4.  # 46

    30 ha! Não sabe o que lhes fazer ? Faça uma coutada de caça, solte umas lebres uns javalis e uns corços e vai ver como é muito mais rentável. Os "cowboys" pagam muito bem para dar uns tiros.
    Concordam com este comentário: treker666
    • ktm333
    • 16 novembro 2014 editado

     # 47

    Colocado por: Delfim30 ha! Não sabe o que lhes fazer ? Faça uma coutada de caça, solte umas lebres uns javalis e uns corços e vai ver como é muito mais rentável. Os "cowboys" pagam muito bem para dar uns tiros.
    Concordam com este comentário:treker666

    Se fossem todos no mesmo sitio era um caso a pensar, mas é um bocado aqui, outro ali, outro além... Ao todo os terrenos que tenho é que fazem os cerca de 30ha!
  5.  # 48

    Julgo que as coutadas têm de ter no mínimo 400h juntos (só se juntar com vizinhos)... e javalis????? Bem... cada um sabe de si, mas de certeza que não é bicho que eu queira ter ao pé de mim.

    Ktm333 quanto à sua avó, segundo o pdf, tem que ter a titularidade do terreno nem que seja por contrato de arrendamento ou contrato de comodato (mas o pagamento dessa renda não deverá ser comparticipado pois entre parentes julgo que não é elegível)

    Quanto há área ardida havia a Acção 2.3.2 Ordenamento e Recuperação Povoamentos – Recuperação de Áreas Ardidas, para a Reabilitação e Reflorestação (comparticipação de 70%) e para a Estabilização de Emergência Apôs Incêndio (100%)

    Quanto aos sobreiros e azinheiras a secar havia a Acção 2.3.3 Valorização Ambiental Espaços Florestais- Operações de Beneficiação Florestal , para a recuperação de montados de sobro e azinho em declínio (80%)

    Quanto ao seu amigo...veja bem, porque o dinheiro tem mesmo que sair da sua conta... e aconselho a fazer contas pois ambos têm de pagar impostos.
    Infelizmente... (ou felizmente para alguns) o IFAP baseia-se numa tabela com valores máximos de trabalhos florestais, criada pelos próprios empreiteiros florestais... ora daí se pode calcular que aceita valores super-inflacionados e quem acaba por comer os subsídios são os empreiteiros e não os Agricultores.... a menos que conheçam bem os custos normais e aí sempre se pode negociar: ou baixa o preço...ou faz algum trabalho florestal fora do projecto... ou passa para outro empreiteiro. Esta parte é muito importante... porque se aceitam os preços inflacionados dos trabalhos, acaba por ser tão caro como sem os subsídios.
  6.  # 49

    Isso do terreno não ser meu não é problema é uma questão de "comprar"... Sabe como é que funciona isso da "Estabilização de Emergência Apôs Incêndio (100%)"?
    Isso a secar(por doença) é dos "vizinhos" porque as minhas estão mesmo todas secas e podres no chão, mas derivado ao incêndio...
    Essa tabela com valores máximos de trabalhos florestais fala sobre o preço por Hora do serviço? Porque dependendo do tipo de terreno, inclinação, tipo de vegetação, as maquinas podem demorar mais ou menos tempo a executar o trabalho... O preço normal deste tipo de máquinas é de 60€/H, pelo menos todos os trabalhos feitos por várias pessoas ali na zona das quais conheço os preços, é sempre este... A contar com o financiamento na limpeza do terreno a ideia era a de aumentar as horas de trabalho e não o preço por hora.. Ou seja ele dizia que tinha feito 130H(para efeitos do subsidio), mas só fazia 100H, que era essas 100h que eu pagava, é um bocado confuso explicar e perceber.
  7.  # 50

    Tope ou alguem sabem-me explicar o que é este ponto:
    4 - Quando previsto no contrato de financiamento, pode ser apresentado um pedido de pagamento a título de adiantamento sobre o valor do investimento, mediante a constituição de caução correspondente a 110 % do montante do adiantamento.
    Do artigo 21º do http://www.proder.pt/ResourcesUser/Legisla%C3%A7%C3%A3o/Versoes_Consolidadas/Junho_2011/versaodetrabalho_131_062011.pdf
  8.  # 51

    • tope
    • 17 novembro 2014 editado

     # 52

    Colocado por: Mighty SparrowTope ou alguem sabem-me explicar o que é este ponto:
    4 - Quando previsto no contrato de financiamento, pode ser apresentado um pedido de pagamento a título de adiantamento sobre o valor do investimento, mediante a constituição de caução correspondente a 110 % do montante do adiantamento.
    Do artigo 21º dohttp://www.proder.pt/ResourcesUser/Legisla%C3%A7%C3%A3o/Versoes_Consolidadas/Junho_2011/versaodetrabalho_131_062011.pdf


    Honestamente não sei se no contratos do IFAP surge essa cláusula, mas pelo meu entendimento será possível solicitar um pedido de pagamento, que, e uma vez que não foi ainda efetuado o investimento, surgirá com adiantamento e requer a caução bancária. Não conheço nenhum caso que tenha recorrido a este pedido de adiantamento, até porque o processo junto do banco somado à análise do mesmo pelos técnicos da DRAP deverá ser demasiado longo...
    O normal será executar o(s) investimento(s) e apresentar os pedidos de pagamento mediante a apresentação de documentos de prova - faturas, recibos, comprovativos de transferência, no caso de cheques cópia dos mesmos, extrato bancário (o ideal será ter uma conta em exclusivo para este processo), documentos contabilisticos e qualquer outro necessários para validar a legalidade de determinado investimento, por exemplo, DU de trator agrícola adquirido. No processo de análise dos pedidos os técnicos poderão solicitar informações adicionais que considerem necessárias.
    Concordam com este comentário: ktm333
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  9.  # 53

    Neste - http://www.proder.pt/ResourcesUser/Legisla%C3%A7%C3%A3o/Versoes_Consolidadas/Junho_2011/VersaoTrabalho_232_062011.pdf Página 16 falam sobre "Espécies elegíveis na reflorestação e florestação e período de atribuição do prémio por perda de rendimento atribuído no âmbito da florestação de terras agrícolas " onde na imagem, está lá o "Eucalyptus PPR" posso reflorestar, ou florestar estes tais 5ha usado esta espécie? Posso fazer o mesmo nos 30ha que tenho(metendo-os em meu nome)?
    Outra duvida que me surgiu, o meu pai disse que quando ele fazia subsidio das oliveiras, recebia mais qualquer coisa por ser área protegida, sendo área protegida ajuda em alguma coisa com o financiamento?
    O que é que para eles são "Faixas de Gestão de Combustiveis"?
    E onde é que posso ver as "Áreas de intervenção prioritária"?
    Peço desculpa de perguntar tanta coisa, mas anda um bocado a apanhar do ar com isto, e depois não tenho muita paciência para ler decretos de lei e portarias...
  10.  # 54

    Colocado por: topeHonestamente não sei se no contratos do IFAP surge essa cláusula, mas pelo meu entendimento será possível solicitar um pedido de pagamento, que, e uma vez que não foi ainda efetuado o investimento, surgirá com adiantamento e requer a caução bancária
    Bem... está lá no artigo 21º nessa versão consolidada da Portaria n.º 828/2008, de 8 de Agosto... não sei se mantem. Tinha uma idea que isto significava um adiantamento do dinheiro pelo IFAP mas com uma penalização de 10%.

    Mas se é uma caução de 110%... Não sei se percebo bem para que é que isto serve....Exemplo: O IFAP adianta-me o dinheiro... mas... eu tenho que depositar 110% do que eles me emprestam num banco na conta do próprio IFAP...que me devolverá depois de eu apresentar os comprovativos??? É isto? estou a ver bem? Isto não faz muito sentido
  11.  # 55

    Colocado por: Mighty Sparrow Mas se é uma caução de 110%... Não sei se percebo bem para que é que isto serve....Exemplo: O IFAP adianta-me o dinheiro...mas... eu tenho que depositar 110% do que eles me emprestam num banco na conta do próprio IFAP...que me devolverá depois de eu apresentar os comprovativos??? É isto? estou a ver bem? Isto não faz muito sentido


    Isso não faz muito sentido, mas pelo que percebi, é isso mesmo... Se não tenho os 100% que preciso onde é que raio vou buscar o que preciso, mais 10% do que preciso para a caução? o.O Se preciso que paguem adiantado é porque não tenho, se querem o que eu preciso +10% como caução não sei onde é que vou buscar isso, mas...
    • tope
    • 18 novembro 2014

     # 56

    Fica um aviso. É um erro avançar para um projeto desta natureza sem alguma capacidade de injetar capital para além do que já está previsto. O que tenho visto é mesmo com as contas bem feitas falha na equação os timmings de análise dos pedidos de pagamento. Não são são céleres como se espera e quem normalmente "vende" o acompanhamento do projeto doura a pílula, nesses períodos ou não o projeto não avança ou há necessidade de reforço de tesouraria. O impacto no IRS também poderá fazer alguma mossa e que normalmente ninguém alerta quem está a iniciar o processo.
    Concordam com este comentário: tortulia
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  12.  # 57

    Colocado por: ktm333e depois não tenho muita paciência para ler decretos de lei e portarias...
    Nem você nem ninguém... mas tem que ser.
    Colocado por: ktm333posso reflorestar, ou florestar estes tais 5ha usado esta espécie? Posso fazer o mesmo nos 30ha que tenho(metendo-os em meu nome)?
    Não sei
  13.  # 58

    Colocado por: ktm333recebia mais qualquer coisa por ser área protegida, sendo área protegida ajuda em alguma coisa com o financiamento?
    Julgo que sim na Acção 2.3.3 Valorização Ambiental Espaços Florestais- Operações de Beneficiação Florestal deve lá estar qualquer coisa para corredores Ecológicos e Rede natura (Áreas protegidas, etc) julgo que a comparticipação podia chegar aos 100%, mas não tenho a certeza.

    Faixas de Gestão de Combustiveis"? Veja aqui Aqui http://www.icnf.pt/portal/agir/boapratic/resource/doc/dfci/man-gest-combu
    No seu caso provavelmente devem ser aceiros... aceiros perimetrais (à volta do terreno) e não sei se àreas pequenas obrigam a aceiros interiores(faz 2 faixas deixa 4)...mas também inclui subida de copas de árvores adultas ou diminuição de árvores, julgo que é tudo o que diminui carga combustível
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  14.  # 59

    Colocado por: ktm333Essatabela com valores máximos de trabalhos florestaisfala sobre o preço por Hora do serviço?
    Aqui está uma tabela
    Não sei se é nesta tabela que o IFAP se baseia... e gostava de saber se estes valores estão inflacionados ou não. Alguém sabe?
    http://www.icnf.pt/portal/florestas/gf/prdflo/caof
    http://www.icnf.pt/portal/florestas/gf/prdflo/resource/doc/matriz-caof-13-14-1
    Estas pessoas agradeceram este comentário: ktm333
    • ktm333
    • 18 novembro 2014 editado

     # 60

    Essa tabela e esses preços não me parecem corretos, mas...
    Onde é que estão as "maquinas de rastos"? Só se para eles isso for um trator industrial...

    Depois como disse antes, o preço pela zona é de 60€/h mas ninguém pede fatura por isso, não sei... Normalmente primeiro limpam o mato e as arvores que existam, depois lavram, fazem o caminho a volta(aceiro) depois fazem as valas caso o dono queira..
 
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