Colocado por: Rafael FortesOlá, Tânia
Se todo o trabalho de carpintaria será feito pelo seu marido, porque não pensa em fazer quase como se fosse uma espécie de "carcaça exterior" e todo o interior ser feito pelo seu marido? Paredes divisórias, portas, pavimentos e mesmo tectos falsos e revestimentos de parede, já sem falar em armários, guarda-roupas e cozinha...
Poderia ficar com uma casa bastante interessante com todo o interior em madeira (exceptuando-se zonas humidas)...
Cumprimentos,
Rafael Fortes, Arq.
Colocado por: trabalharmuitobem
E o alvará?Estas pessoas agradeceram este comentário:tania.s
Colocado por: GinetaPara onde é a moradia?
Colocado por: GinetaSe eu perguntei é porque me interessa para dar alguma ajuda...
Colocado por: GinetaPara onde é a moradia?
Colocado por: trabalharmuitobemQualquer que seja o sitio
Colocado por: tania.sO local é situado no concelho de Mafra
Colocado por: GinetaSe eu perguntei é porque me interessa para dar alguma ajuda...mas pela tabela de taxas já vi que é em Mafra.
Colocado por: GinetaMas eu quando perguntei sobre o local não era por causa da sua pergunta de alvará.
Bem sei como funciona o levantamento do alvará...
Colocado por: mafgodLembro-me que iam aumentar a área mínima para construção em terrenos rústicos.
Em meados de 2010... era necessário ter no mínimo 2.500m^2 um terreno rústico para permitir a construção mesmo que estivesse dentro da localidade.... e iam aumentar para um valor pornográfico.
Colocado por: marcoaraujoEu tenho um terreno rústico com 41000 m2 e neste concelho só permitem construir em terrenos com pelo menos 50 mil m2. Azar do camandro...:-) pois... o terreno que adquiri tinha ~2000m^2 e foi preciso anexar mais uns m^2 do terreno vizinho para que se pudesse construir :-)
Colocado por: Rafael FortesOlá, Tânia
Sem querer precisar ao detalhe tem várias possibilidades para que seja o seu marido a fazer o interior, desde o licenciamento ser feito com uma compartimentação mínima até ao seu marido ter um alvará de empreiteiro de obras particulares ou quando contratarem o empreiteiro utilizarem o seu alvará, como se o seu marido fosse uma sub contratação, e fazerem tudo de uma vez...creio que não é por aí que o gato vai às filhoses, como se costuma dizer...
No caso de, por exemplo, decidirem fazer uma "carcaça" terão que fazer com que esta cumpra os requisitos do RGEU em termos de áreas e disposição interior e terão que ter o cuidado de deixar a casa infraestruturada para intervenção futura. Como a intervenção que se seguirá será uma compartimentação interior não necessitará de licenciamento ou autorização municipal, visto que em conceito, funciona como levantar uma parede de gesso cartonado. Seja qual for a forma e o tempo da intervenção, recomendo sempre que tenha um projecto que preveja a construção total de modo a minimizar as intervenções posteriores.
Pode ainda optar por um licenciamento de obras faseado, onde por exemplo poderia construir inicialmente um T1 e posteriormente construir os restantes quartos. As opções são imensas e terá que estudá-las com o arquitecto que contratar, relativamente à ordem dos passos que coloca, eu creio que o 1º passo seria mesmo contratar um arquitecto para auxiliá-la em todo o processo. Pela vista de olhos rápida que dei na tabela de taxas, poderá ter alguma vantagem em fazer um PIP, uma vez que isso reduz-lhe o valor do Licenciamento posterior e permite lhe ter garantido durante um ano (com possibilidade de prorrogação de mais um, se não me engano) uma volumetria definida.
No que se refere aos projectos de arquitectura (e caso deseje à condução do processo) teria todo o gosto em fazer-lhe uma proposta. Pode ver algum do nosso trabalho aqui: www.facebook.com/lar.laboratoriodearquitectura.
Cumprimentos,
Rafael Fortes, Arq.