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    • eu
    • 28 outubro 2025
    Colocado por: ClioIITaxa de IVA reduzida.


    Em quê, concretamente?
    • AMG1
    • 28 outubro 2025
    Colocado por: eu

    Em quê, concretamente?


    Creio que é a Tx reduzida (6%) no alojamento e intermédia (13%) na alimentação.
    Mas isso é apenas uma parte das ditas ajudas. Depois há um conjunto de fundos especificos para apoiar a actividade em condições de maior vantagem que a generalidade dos sectores.
    A promoção também é altamente subsidiada.
    Quando em 2013/4 se quiz usar o turismo para relançar a economia, isso não foi um erro e ainda bem que tinhamos esse recurso. O problema foi a economia ter-se tornado tão dependente de num sector com tão pouca produtividade e tanta externalidade. O "desmame" ja devia ter começado há muito, mas continua e até parece que o querem aumentar.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira, ferreiraj125
    • AMG1
    • 28 outubro 2025
    Colocado por: N Miguel Oliveira
    Ele e 90% da população ou é imigrante ou é descendente de um.
    Concordam com este comentário:AMG1


    E a forma como estimam e se orgulham dessas multiplas origens, sem que isso desvirtue em nada o seu patriotismo americano!
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  1. Colocado por: AMG1E a forma como estimam e se orgulham dessas multiplas origens, sem que isso desvirtue em nada o seu patriotismo americano!


    Esta foi das coisas que mais me custou a entender. O "amor" à pátria e ao país de destino não é um jogo da bola, em que se um tem mais posse de bola, o outro terá menos.
    Lá entendi que este tipo de amor pode ser cumulativo, sem que um perca o seu valor por também gostar do outro. Acho perfeitamente possível que um indiano ame tanto Portugal como eu, ao passo que esse mesmo indiano ame tanto a Índia como o primo dele que lá ficou.
    Não é por emigrar que deixará de amar o seu país, nem por ser estrangeiro que amará menos o país de destino...
    Concordam com este comentário: AMG1
    • eu
    • 29 outubro 2025
    Colocado por: AMG1Creio que é a Tx reduzida (6%) no alojamento e intermédia (13%) na alimentação.


    Isso não é grande ajuda, aliás, os 13% na alimentação se calhar beneficiam mais os locais do que os turistas.

    O problema foi a economia ter-se tornado tão dependente de num sector com tão pouca produtividade e tanta externalidade.


    O setor tem uma grande vantagem: é exportador e capta capital externo. E o turismo nunca bloqueou os outros setores da economia; é que por vezes fala-se de uma forma que... até parece que haver turismo impede os outros setores de se desenvolverem.

    São atividades complementares, o turismo até pode ajudar os outros setores de atividade - aliás, ajuda !
    • Joseba
    • 29 outubro 2025 editado
    Preços das casas caem nas zonas da ‘moda’ de Lisboa e Porto

    O boom imobiliário dá sinais de pausa em algumas freguesias de Lisboa e Porto. Marvila, Arroios e Foz têm quedas inéditas, no primeiro travão do mercado, à boleia da queda dos preços das casas novas.


    Fonte: https://eco.sapo.pt/2025/10/29/precos-das-casas-caem-nas-zonas-da-moda-de-lisboa-e-porto/

    Olha olha..... a juntar a isto o início dos despedimentos no outro lado do Atlântico...
    Apertem os cintos que a coisa pró ano não vai ser bonita....
    Concordam com este comentário: kajuda
  2. Mais uma fichinha, mais uma voltinha.
  3. Colocado por: AMG1

    Eu também aconselho o mesmo, mas não é essa a realidade nos locais que indiquei.
    Provavelmente os Portuguesas são mais parecidos com os bengalis do que julgam 🤣


    Isso importa?

    Acho que estás a ver a questão por um prisma de superioridade/inferioridade, como se os portugueses fossem supostamente superiores aos bengalis, etc.

    Para mim é uma questão de serem culturas diferentes e haver choques culturais.

    Os portugueses podem queixar-se dos bengalis como os bengalis podem queixar-se dos portugueses, ou os luxemburgueses podem queixar-se dos portugueses como os portugueses podem queixar-se dos luxemburgueses.

    No Algarve também se queixam dos turistas britanicos bebedos, se calhar no Reino Unido queixam-se dos portugueses...
  4. Colocado por: AMG1Também não vi aqui ninguem a defender a subsidiacao do turismo seja por via fiscal ou qualquer outra.


    Convenhamos que o turismo não é subsidiado mas é altamente incentivado e sustentado através de politicas migratorias que permitem atividades de baixo valor acrescentado que direta ou indiretamente permitem turismo de massas.

    Nem sequer tenho nada contra o turismo, apenas contra atividades de baixo valor acrescentado, associadas ou não ao turismo.

    Já agora, tecnicamente temos uma entidade publica que promove o turismo (Turismo de Portugal), que de certa forma é uma subsidiação do turismo.

    Mesmo a requalificação das cidades, que é algo que é bom para todos, mas muitas vezes também é feito com a promoção do turismo em mente. Mas pronto, pode dizer-se que até é um aspeto positivo do turismo.
  5. Colocado por: euIsso não é grande ajuda, aliás, os 13% na alimentação se calhar beneficiam mais os locais do que os turistas.


    Nao e grande ajuda?
    Uma familia que que queira ir de ferias tem duas opcoes. Vai para o Algarve num hotel de 4 estrelas e paga 3500e, dos quais 200e sao IVA. Com a taxa normal de IVA de 23%, o IVA total a pagar seria 750e. Portanto ou o preco passava a 4000e ou o grupo hoteleiro mantem os 3500e e 'absorve' da sua margem de lucro 500e. Ao passar o preco para 4000e ja faz diferenca e o turista pode preferir, por exemplo, ir para o Mexico ou outro destino por esses 500e a mais. Aqui o turista pode ser portugues ou estrangeiro, nao interessa. Isto nao so e um fator de vantagem competitiva com o exterior, como noutros casos esta borla fiscal permite engordar as margens e ter mais rentabilidade.
    Esquecendo tudo o resto, isto por si so e uma ENORME ajuda e subsidio estatal.
    Se o eu nao consegue perceber isto entao nao adianta discutir muito mais.


    Colocado por: euO setor tem uma grande vantagem: é exportador e capta capital externo. E o turismo nunca bloqueou os outros setores da economia; é que por vezes fala-se de uma forma que...até parece que haver turismo impede os outros setores de se desenvolverem.


    E OBVIO que impede outros setores de se desenvolverem.
    Os recursos que vao para o turismo nao vao para outro lado. A mao de obra que vai trabalhar para o turismo, nao trabalha na construcao por exemplo. O capital que vai para o turismo nao vai para outros setores. Os creditos concedidos ao turismo idem. O investimento num novo hotel nao vai para um novo predio. Os impostos que o turismo NAO PAGA tem de ser pagos pelos OUTROS SETORES.
    O turismo regra geral e como um eucalipto. O que e que se desenvolve no Algarve sem ser direta ou indiretamente ligado turismo? Boa sorte a captar investimento para o algarve que nao seja turismo...
    Isto sem falar das enormes externalidades negativas associadas ao turismo.
    Obvio que aqui ninguem defende que nao deve haver turismo. A unica coisa que eu pelo menos peco e que nao seja subsidiado pelo estado, pois isso e meter todos os portugueses a pagar por um setor que e mais um custo economico e social que uma vantagem em grande parte dos casos.
  6. Colocado por: dmanteigasO AMG1 nao acha que e o proprio estado que cria estas condicoes ao subsidiar por via direta (impostos) e indireta (imigracao abundante para manter o preco da MO baixo)


    Exato, outra forma de subsidiação acabam por ser as proprias infraestruturas publicas utilizadas por estas pessoas.

    A esmagadora maioria da receita do IRS advém de uma pequena porção de contribuintes com rendimentos mais elevados.

    Mesmo a SS, as pessoas com menores rendimentos, por motivos compreensiveis, costumam receber mais da SS do que contribuem.

    É natural, pois pessoas com maiores rendimentos, não só contribuem mais, como têm menos chances de necessitar de subsidios, e não recorrem tanto a organismos publicos como o SNS, creches publicas, escolas publicas, etc.


    Fala-se muito da contribuição dos imigrantes para a SS, mas é um engano, porque para a comparação ser justa teria de haver ajustamento à idade.

    É natural que um imigrante de 40 anos, em idade ativa, mesmo a ganhar o SMN, está a contribuir mais do que um professor aposentado, apesar de este ultimo ter, na sua vida toda, pago IRS, impostos sobre o consumo, e contribuições para sistemas de pensões, etc, que ajudaram a financiar muitas das infraestruturas que existem atualmente.

    É um ganho imediato, sem contabilizar o impacto no longo prazo. É um ganho quando ignoramos que as infraestruturas existentes foram dimensionadas para a população atual, e foram financiadas por essa população ao longo de toda a sua vida.

    Um imigante chega cá e está logo (naturalmente) a beneficiar de um conjunto de infraestruturas que muitas vezes nem existiam no seu país, e é óbvio que não são meia duzia de meses de descontos a ganhar o SMN que os tornam em contribuintes liquidos, que já tenham contribuido mais do que aquilo que estão a usufruir.
    Concordam com este comentário: dmanteigas
  7. Colocado por: AMG1

    Eu até acho que os trabalhadores não precisam de se preocupar com essa ideia do emprego para a vida, porque simplesmente a maioria dos empregos já não vão sequer durar esses 40 anos. Talvez essa ideia ainda sobreviva na cabeça dos mais velhos, mas já deixou de ser uma realidade, salvo raras excepções ou então na função pública, onde também haveria muita vantagem em haver maior mobilidade e, sobretudo, transição entre publico e privado. Mas também não é um tema fácil, dada a especificidade de muitas profissões na função publica.
    O proprio perfil do emprego e da formação também é relevante para a manutenção dessa ideia, os profissionais mais competentes e/ou qualificados, também são em regra os que tem maior capacidade negocial e mais facilmente arriscam na mudança.
    Um português que, em Portugal, vê num imigrante um concorrente ao seu emprego, seguramente que se deve agarrar a ele com todas as duas forças e se calhar até faz bem, quem sabe se o imigrante ao fim de algum tempo não monstra ao patrão que é mais competente do que o português e nesse caso...o pragmatismo vai acabar por se impor.


    O engraçado é que os "velhos" não entendem as consequencias de os trabalhadores terem noção que um emprego já não é para a vida.

    Estão habituados a que os trabalhadores vistam a camisola.

    Mas hoje em dia os trabalhadores sabem que os empregos são uma coisa temporaria.

    Hoje trabalho para esta empresa, amanhã trabalho para outra.

    Não vou vergar a mola nem dar uma milha extra quando amanhã há uma restruturação e o meu posto de trabalho torna-se redundante. :)
  8. Colocado por: N Miguel Oliveira
    Ele e 90% da população ou é imigrante ou é descendente de um.
    Concordam com este comentário:AMG1


    Os EUA são um exemplo de que a imigração pode ser um grande contributo para o país.

    São um país onde os melhores engenheiros, os melhores cientistas, os melhores investigadores, etc, têm as melhores oportunidades do mundo.

    Conseguem atrair o melhor talento de todo o mundo, e beneficiam muito com isso.

    Infelizmente Portugal tem pouco para oferecer para os profissionais de topo, para pessoas de elevadas qualificações, etc, antes pelo contrario. Perdemos muito do talento que criamos em Portugal.

    Colocado por: AMG1

    E a forma como estimam e se orgulham dessas multiplas origens, sem que isso desvirtue em nada o seu patriotismo americano!
    Concordam com este comentário:N Miguel Oliveira


    Isso é caracteristico de paises como os EUA, Brasil, etc.

    São paises que não foram fundados por uma população autoctone, mas por pessoas de fora.

    É natural que na Europa, onde os paises foram criados pelas populações autoctones, essa mentalidade não sejam tão prevalente.
    Concordam com este comentário: Joseba, N Miguel Oliveira
  9. Colocado por: dmanteigasE OBVIO que impede outros setores de se desenvolverem.
    Os recursos que vao para o turismo nao vao para outro lado. A mao de obra que vai trabalhar para o turismo, nao trabalha na construcao por exemplo. O capital que vai para o turismo nao vai para outros setores. Os creditos concedidos ao turismo idem. O investimento num novo hotel nao vai para um novo predio. Os impostos que o turismo NAO PAGA tem de ser pagos pelos OUTROS SETORES.


    Acredito que sem tanta importação de mão de obra barata muitos postos de trabalho deixariam de existir, mas são postos de trabalhos que de qualquer das formas "os portugueses não querem".

    Empresas que necessitam de mão de obra barata, ou desapareceriam, ou seriam forçadas a reinventar-se para conseguir produzir mais valor com menos trabalhadores, ou a pagar mais aos trabalhadores.

    A necessidade aguça o engenho.

    Muitos empresarios, se não tivessem mão de obra barata acessivel, não iriam simplesmente fechar os negocios e abri-los no Bangladeche onde a mão de obra é mais barata.

    Iriam sim direcionar as suas atividades para coisas mais produtivas, iriam procurar formas de aumentar a sua eficiencia, aumentar o valor dos seus produtos, explorar mercados estrangeiros, etc.
  10. Curioso que neste precisos momento os Países Baixos (vulgo Holanda) estão a discutir os mesmíssimos problemas de habitação e imigração. E as eleições têm partidos muito similares aos nossos. E também não têm nenhum Silicon Valley mas isso deve ser por ser tudo plano.
    Mas a velha cassete perdura - Isto só em Portugal
    Concordam com este comentário: AMG1
    • eu
    • 29 outubro 2025 editado
    Colocado por: dmanteigasE OBVIO que impede outros setores de se desenvolverem.
    Os recursos que vao para o turismo nao vao para outro lado. A mao de obra que vai trabalhar para o turismo, nao trabalha na construcao por exemplo


    Isto é para rir ?

    A mão de obra no turismo (e não só) é acima de tudo constituída por imigrantes, não foi "roubada" aos outros setores.

    Os outros setores também podem contratar imigrantes; o que não falta são brasileiros, angolanos, cabo-verdianos, indianos e bengalis com vontade de trabalhar. Muitos Portugueses é que parece que não estão virados para esse lado.

    O turismo não impede em nada os outros negócios, isso são desculpas esfarrapadas. Aliás, o turismo até estimula os outros negócios, não só pela simples presença dos turistas no País (gastam em outros serviços) mas por todos os serviços que o turismo sub-contrata, incluindo empresas de manutenção, construção, transporte, limpezas, marketing, comunicação, publicidade, alimentação, etc.
    Concordam com este comentário: Joseba, Jorge_Gonçalves
  11. Colocado por: euIsto é para rir ?


    Para rir sao os seus comentarios que negam ciencia economica basica
    Concordam com este comentário: ferreiraj125
  12. Colocado por: eu

    Isto é para rir ?

    A mão de obra no turismo (e não só) é acima de tudo constituída por imigrantes, não foi "roubada" aos outros setores.

    Os outros setores também podem contratar imigrantes; o que não falta são brasileiros, angolanos, cabo-verdianos, indianos e bengalis com vontade de trabalhar. Muitos Portugueses é que parece que não estão virados para esse lado.

    O turismo não impede em nada os outros negócios, isso são desculpas esfarrapadas. Aliás, o turismo até estimula os outros negócios, não só pela simples presença dos turistas no País (gastam em outros serviços) mas por todos os serviços que o turismo sub-contrata, incluindo empresas de manutenção, construção, transporte, limpezas, marketing, comunicação, publicidade, alimentação, etc.
    Concordam com este comentário:Joseba,Jorge_Gonçalves


    Quantos jovens portugueses não emigram porque não conseguem comprar casa em Portugal? Porque os salarios são baixos? Porque está tudo caro?

    O turismo, e atividades de baixo valor acrescentado, causam isso.

    E tanta gente a ganhar baixos salarios, tanta despesa do estado para as quais tão pouca gente consegue contribuir, leva a uma carga fiscal brutal para salarios mais elevados, precisamente aqueles que poderiam gerar mais riqueza em Portugal mas que emigram em busca de melhores salarios.

    A economia está toda interligada.

    Não é por acaso que na Suíça a carga fiscal é baixa. Toda a gente ganha salarios elevados. Desde o barista ao empregado de supermercado. Há muito dinheiro na economia.

    É dos paises com o PIB per capita mais elevado do mundo. Ou seja, a riqueza produzida por pessoa é muito elevada.

    Portanto, atividades que trazem mais pessoas, para gerar baixo valor, contribuem para um país mais pobre.
  13. Colocado por: euA mão de obra no turismo (e não só) é acima de tudo constituída por imigrantes, não foi "roubada" aos outros setores.


    Então, poder-se-ia dizer que uma vantagem do turismo é criar postos de trabalho.

    Mas, pelos vistos, são postos de trabalho que não faziam falta, pois só conseguem ser preenchidos indo buscar trabalhadores a outros paises.

    Para que precisamos de tanto turismo, então?
  14. Colocado por: ferreiraj125

    Então, poder-se-ia dizer que uma vantagem do turismo é criar postos de trabalho.

    Mas, pelos vistos, são postos de trabalho que não faziam falta, pois só conseguem ser preenchidos indo buscar trabalhadores a outros paises.

    Para que precisamos de tanto turismo, então?

    Mesmo que no limite assim fosse.... e quem são os donos dos cafes? Dos restaurantes? Dos ALs? Também há portugueses nessa conta!
    Concordam com este comentário: eu
 
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