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    • AMG1
    • 10 março 2026

     # 241

    Colocado por: Neconstrutor

    Se um amigo se esquece do telemovel em minha casa o telemovel nao passa a ser meu...


    A não ser que assuma que a URSS nunca foi um país, tera de considerar que a dado momento a Russia e a Ucrânia constituiam, em conjunto com outros, a URSS.
    Se quizer usar uma metafora, essa do telemóvel não parece aceitável. Talvez um divórcio em que os ex-conjuges dividem o património fosse mais adequado. Neste caso o conjuge que ficou com as armas também ficou com a responsabilidade de proteger o outro e o que aconteceu foi que o atacou.
  1.  # 242

    Colocado por: AMG1

    Não era só o "sistema bélico", a URSS, ee união so tinha o nome, aquilo era uma espécie de sistema de exploração colonial, em que a Russia fazia o papel de metrópole, subordinando tudo o que acontecia nas outras repúblicas aos interesses e poder absoluto da Rússia. Nem sequer havia liberdade de circulação dentro do territorio soviético.
    Agora formalmente, as armas eram da URSS, de que a Ucrânia fazia parte e consequentemente também teria algum direito sobre elas. A comparação com as armas americanas estacionadas em paises aliados, não tem qualquer comparação, até porque a gestão dessas armas é exclusivamente americana, nem sequer é conjunta.
    A questão foi que no inicio dos anos 90, todos assumiram que a Rússia jamais teria condições de aspirar a ser um império, incluindo os ucranianos, senão jamais teriam ido na cantiga de entregar as armas, a troco de conversa fiada.


    A ideia de que a Uniao Sovietica era os russos a explorar os outros todos acho algo errada, os russos eram explorados e enviados para campos de concentração como os outros. Como sempre, uma elite a aproveitar um sistema para enriquecer e desenvolver os seus sonhos megalomaniacos. O Estaline por exemplo era Georgiano. Mas claro que a região de Moscovo era quem realmente mandava, tudo o resto era carne para canhão.

    Tecnicamente as armas nucleares pertenciam à Uniao Sovietica, nem à Russia, nem a qualquer outra republica, pelo que entendo quando diz que a Ucrania teria algum direito sobe elas, mas sejamos realistas, A Uniao Sovietica supostamente pertencia aos camaradas todos, se a Russia tinha 10.000 ogivas nucleares não ia de certeza distribui-las por cada municipio.

    O controlo e posse era efectivamente da Russia.

    Os Ucranianos sempre foram povo irmão dos Russos, aliás a maioria da população é de origem Russia acho, regiões como Crimeia, Donetsk, Lughansk, Kharkiv, Mikolaiev, Odessa, sempre foram consideradas Russas. A Ucrania tal como a conhecemos é uma invenção sovietica e recente.

    Aliás, se não estou errado quando houve o colapso da USSR, a vasta maioria das regioes Ucranianas, incluindo Kiev, suportava maioritariamente reunificação com a Russia.

    Os Ucranianos serem oprimidos pelos Russos e rivais deles é uma grande treta da propaganda ocidental.
  2.  # 243

    Colocado por: AMG1

    A não ser que assuma que a URSS nunca foi um país, tera de considerar que a dado momento a Russia e a Ucrânia constituiam, em conjunto com outros, a URSS.
    Se quizer usar uma metafora, essa do telemóvel não parece aceitável. Talvez um divórcio em que os ex-conjuges dividem o património fosse mais adequado. Neste caso o conjuge que ficou com as armas também ficou com a responsabilidade de proteger o outro e o que aconteceu foi que o atacou.


    Percebo o ponto de vista e se calhar tem razão, mas na pratica acho que o meu ponto se mantém.

    Legalmente se calhar a Ucrania poderia argumentar que tinha direito a armas nucleares, na realidade isso nunca iria ser aceite, digamos que é uma separação de conjugues pré 25 de Abril e a Russia é o homem da casa.
    • AMG1
    • 10 março 2026

     # 244

    Colocado por Carvai
    ...E qual a graduação que se atribui depende sempre da importância dos intervenientes e o nº de mortos "apenas" serve para propaganda. Uns milhares em Gaza é um genocídio, umas centenas de milhares uns Kms mais a sul é um mero conflito interno. No Irão a alegada morte de 40.000 manifestantes pouca importância tem, a alegada morte de umas dezenas de "raparigas" é crime contra a humanidade.
    Tal e qual como os conceitos de liberdade e democracia apenas servem de propaganda pois a prática depende de quem manda.
    Concordam com este comentário:N Miguel Oliveira


    Mas a questão é mesmo essa, quem são intervenientes. Participar numa guerra, conflito, ou o que lhe queiramos chamar, é algo a que todos estão sujeitos, nem que seja como forma de se defenderem da agressao de outro. Mas o comportamento dos participantes não tem de ser, mem é igual e isso é fundamental. Mesmo na guerra há regras e uns cumprem essas regras e outros não as cumprem. Meter tudo no mesmo saco, não faz qualquer sentido. Ninguém espera dos USA ou mesmo de Israel, o mesmo comportamento do Irão.
    No conflito da Ucrânia, os russos feridos ou mortos em combate são abandonados no campo de batalha, que eu saiba, isso seria uma coisa impensável p.e. para o exército americano.
    Em Gaza, o Hamas usava os civis como escudos, tanto quanto sei o exército israelita não o fez, portanto não é tudo a mesma coisa.
    Depois os conceitos de democracia e liberdade tem uma tradução objectiva em coisas mensuraveis, p.e. na liberdade expressão e em eleições livres, logo não "dependem de quem manda", ou existem ou não existem e isso define o sistema vigente, independentemente de quem "manda".
    • AMG1
    • 10 março 2026

     # 245

    Colocado por: Neconstrutor

    Percebo o ponto de vista e se calhar tem razão, mas na pratica acho que o meu ponto se mantém.

    Legalmente se calhar a Ucrania poderia argumentar que tinha direito a armas nucleares, na realidade isso nunca iria ser aceite, digamos que é uma separação de conjugues pré 25 de Abril e a Russia é o homem da casa.


    Que a Rússia nunca o aceitaria, eu tambem percebo. O que me é mais difícil perceber é como os USA e o UK aceitaram que a Ucrânia as entregasse, a troco de nada e quando chegou a hora de honrarem o compromisso que firmaram, preferiram assobiar para o lado.
  3.  # 246

    Colocado por: AMG1

    Mas a questão é mesmo essa, quem são intervenientes. Participar numa guerra, conflito, ou o que lhe queiramos chamar, é algo a que todos estão sujeitos, nem que seja como forma de se defenderem da agressao de outro. Mas o comportamento dos participantes não tem de ser, mem é igual e isso é fundamental. Mesmo na guerra há regras e uns cumprem essas regras e outros não as cumprem. Meter tudo no mesmo saco, não faz qualquer sentido. Ninguém espera dos USA ou mesmo de Israel, o mesmo comportamento do Irão.
    No conflito da Ucrânia, os russos feridos ou mortos em combate são abandonados no campo de batalha, que eu saiba, isso seria uma coisa impensável p.e. para o exército americano.
    Em Gaza, o Hamas usava os civis como escudos, tanto quanto sei o exército israelita não o fez, portanto não é tudo a mesma coisa.
    Depois os conceitos de democracia e liberdade tem uma tradução objectiva em coisas mensuraveis, p.e. na liberdade expressão e em eleições livres, logo não "dependem de quem manda", ou existem ou não existem e isso define o sistema vigente, independentemente de quem "manda".


    Os EUA que mataram literalmente e admitidamente milhões de civis no Iraque? Os Israelitas que admitidamente colocam centros militares em zonas residenciais e que sao apanhados a dizer que basicamente existem os judeus e tudo o resto nao tem valor humano?

    Não sei como é que alguém ainda acredita que os russos deixam soldados feridos no campo de batalha para morrer... acho que deviam ver menos telejornal e deixar de acreditar nestes contos de propaganda ridículos.

    A ilusão de liberdade é apenas uma das optimizações da escravatura moderna.
    • AMG1
    • 10 março 2026

     # 247

    Colocado por: Neconstrutor

    A ideia de que a Uniao Sovietica era os russos a explorar os outros todos acho algo errada, os russos eram explorados e enviados para campos de concentração como os outros. Como sempre, uma elite a aproveitar um sistema para enriquecer e desenvolver os seus sonhos megalomaniacos. O Estaline por exemplo era Georgiano. Mas claro que a região de Moscovo era quem realmente mandava, tudo o resto era carne para canhão.

    Tecnicamente as armas nucleares pertenciam à Uniao Sovietica, nem à Russia, nem a qualquer outra republica, pelo que entendo quando diz que a Ucrania teria algum direito sobe elas, mas sejamos realistas, A Uniao Sovietica supostamente pertencia aos camaradas todos, se a Russia tinha 10.000 ogivas nucleares não ia de certeza distribui-las por cada municipio.

    O controlo e posse era efectivamente da Russia.

    Os Ucranianos sempre foram povo irmão dos Russos, aliás a maioria da população é de origem Russia acho, regiões como Crimeia, Donetsk, Lughansk, Kharkiv, Mikolaiev, Odessa, sempre foram consideradas Russas. A Ucrania tal como a conhecemos é uma invenção sovietica e recente.

    Aliás, se não estou errado quando houve o colapso da USSR, a vasta maioria das regioes Ucranianas, incluindo Kiev, suportava maioritariamente reunificação com a Russia.

    Os Ucranianos serem oprimidos pelos Russos e rivais deles é uma grande treta da propaganda ocidental.


    Quando falei de sistema de exploração colonial, referia-me a concepção historica comumente aceite de como funcionavam os sistemas coloniais, coisa que nem sequer se aplica ao império português, salvo em momentos muito especificos, como foi p.e. durante o consulado do marquês de Pombal. Não tinha nada que ver com o conceito marxista de exploração, isso é outra conversa.
    Nesse sistema colonial típico, os proveitos resultantes da exploração economica das colónias também não é dividido por todos os habitantes da metropole, óbviamente que beneficia sobretudo uma elite que detém esses direitos de exploração sob as mais variadas formas. No caso da URSS era, como você diz, a elite que dirigia o partido e quem eles nomeavam. Portanto o sistema era basicamente o mesmo e até racismo havia sobretudo quanto aos habitantes das republicas mais a leste.
    É verdade que a Ucrânia tinha no contexto da URSS um lugar diferente das restantes repúblicas, mas isso resulta tão só duma história de relações com a Rússia, que também era diferente e mais próxima do que qualquer outra.
    Até podemos aceitar que territorios como a Crimeia p.e., que foi tornada Ucraniana, pelo Khrushshev (que era ucraniano) pudessem ter sido alvo de algum "negocio" no fim da URSS. Mas não foi isso que ocorreu e, mesmo que a Russia entendesse que tinha algum direito sobre esses territórios, a tentativa da sua tomada pela força para alem de ser completamente inaceitável, creio mesmo que acabou por cavar um fosso entre russos e ucranianos que na verdade não existia.
  4.  # 248

    Colocado por: AMG1

    Que a Rússia nunca o aceitaria, eu tambem percebo. O que me é mais difícil perceber é como os USA e o UK aceitaram que a Ucrânia as entregasse, a troco de nada e quando chegou a hora de honrarem o compromisso que firmaram, preferiram assobiar para o lado.


    Estive a rever o assunto em causa, conhecimento enferrujado, mas afinal o meu ponto mantém-se sem ressalvas, aquando da desintegração da Uniao Sovietica ficou acordado entre as republicas que a Rússia é o estado sucessor da Uniao Sovietica, todo o arsenal nuclear da Uniao Sovietica pertencia exclusivamente à Russia.

    Quanto ao memorando de Budapeste, é apenas um memorando, não um tratado ou uma aliança, e para todos os efeitos, nós é que fizemos um golpe de estado na Ucrânia, nós é que infringimos ao tratado.
    • AMG1
    • 11 março 2026

     # 249

    Colocado por: Neconstrutor

    Os EUA que mataram literalmente e admitidamente milhões de civis no Iraque? Os Israelitas que admitidamente colocam centros militares em zonas residenciais e que sao apanhados a dizer que basicamente existem os judeus e tudo o resto nao tem valor humano?

    Não sei como é que alguém ainda acredita que os russos deixam soldados feridos no campo de batalha para morrer... acho que deviam ver menos telejornal e deixar de acreditar nestes contos de propaganda ridículos.

    A ilusão de liberdade é apenas uma das optimizações da escravatura moderna.


    Sabe qual é a diferença fubdamental?
    Quer nos USA, quer em Israel, as acções dos exercitos desses paises acabam por ser sempre escrutinadas pela opinião publica desses paises e isso tem efeitos. Já no Irao ou na Russia, nada disso acontece. Portanto não é a mesma coisa.

    O conceito de liberdade presta-se a muitas interpretações e também a muitas deturpacoes.
    Quanto eu falo em liberdade, estou a pensar nos direitos e liberdades politicas de que dispomos nesta parte do mundo a que chamamos ocidente e que se consubstanciam em coisas mensuráveis, como o direito de votar e ser eleito, a liberdade de expressao e associação, a liberdade de manifestação e protesto e na igualdade perante a lei.
    Nada disto são ilusões, mas a realidade em que vivemos.
    Claro que na senda do nosso conterrâneo Spinoza, ou de outros mais recentes como a teoria da acção comunicativa de Habermas, tambem sabemos que estes processos são sempre
    mediados e encadeados noutros, alguns bem visiveis, como a propaganda, outros bem mais subtis mas igualmente comandados pelo poder ou pelo interesse, mas embora o cinismo seja saudável ate certo ponto, não nos deve conduzir tão longe que nos impeça de ver a realidade. Ou seja, no limite, mesmo viver na ilusão da liberdade já traduz uma diferença face aqueles que nem dessa ilusão disfrutam.
    • AMG1
    • 11 março 2026

     # 250

    Colocado por: Neconstrutor

    Estive a rever o assunto em causa, conhecimento enferrujado, mas afinal o meu ponto mantém-se sem ressalvas, aquando da desintegração da Uniao Sovietica ficou acordado entre as republicas que a Rússia é o estado sucessor da Uniao Sovietica, todo o arsenal nuclear da Uniao Sovietica pertencia exclusivamente à Russia.

    Quanto ao memorando de Budapeste, é apenas um memorando, não um tratado ou uma aliança, e para todos os efeitos, nós é que fizemos um golpe de estado na Ucrânia, nós é que infringimos ao tratado.


    Claro que ficou acordado...o que a Rússia quiz que ficasse acordado. Mas nem é esse o ponto. O ponto é que mesmo esse suposto acordo partiu dum principio basico que era a Rússia não alimentar qualquer pretensão sobre o territorio das restantes repúblicas, senão nunca haveria qualquer acordo como é óbvio.

    O memorando de Budapeste traduz um acordo entre os USA, a Russia, os UK e a Ucrânia. Eu não lhe chamei nem tratado nem aliança, mas acordo, que independentemente do formalismo traduzia uma vontade das partes consubstanciada na aceitação do que lá está escrito.
    Naturalmente que a parte mais fraca daquele acordo era a Ucrânia e dai a necessidade da protecção de terceiros, que afinal não aconteceu quando foi necessária.
    Agora vai desculpar-me, mas eu não percebo que holpe de estado fizemo nós na Ucrânia, nem sequer quem é o "nós".
    • SrR
    • 11 março 2026

     # 251

    • SrR
    • 11 março 2026

     # 252

    Já podemos abrir um tópico para cuba
  5.  # 253

    Colocado por: AMG1Então e não quer explicar aqui ao povo ignorante o que é uma guerra?


    Com o tempo que passam a discutir inutilidades como se fossem gente importante.....nem me atrevo.
    • AMG1
    • 11 março 2026

     # 254

    Colocado por: Malaico_EV

    Com o tempo que passam a discutir inutilidades como se fossem gente importante.....nem me atrevo.


    Mas que pena perdermos o seu contributo sempee enriquecedor de qualquer discussão.
  6.  # 255

    Colocado por: SrRJá podemos abrir um tópico para cuba

    Melhor ter um só... este ou o do Maduro... porque depois vem a Gronelândia, o norte do México, Alberta no Canadá, Gaza Resort, etc etc... o mandato ainda vai no segundo ano...
  7.  # 256

    Acho piada ao pessoal criticar os USA por quererem ser os policias do mundo.
    Gostavam era que fossem a Santa Casa acolhendo todas as pessoas que para lá vão, e não cobrar impostos a todos os produtos que para lá mandam.
  8.  # 257

    Colocado por: Carvaiacolhendo todas as pessoas que para lá vão,

    Uma boa ideia era não se meter nas terras dessas mesmas pessoas, que depois têm que "fugir" para algum lado, de preferência para onde melhor de ganha...
    Mas concordo com a piada... dos mesmos que que preferem rebentar com países inteiros e depois se admiram porque há fome e refugiados...
    Os retornados da Venezuela, como andam? Já regressaram ao paraíso ou ainda estão de férias na Madeira?
  9.  # 258

    Colocado por: N Miguel Oliveirados mesmos que que preferem rebentar com países inteiros e depois se admiram porque há fome e refugiados...

    Pois os bandidos quando são atacados refugiam-se na esquadra. Já houve uns casos desses aqui com os meus vizinhos da Cova da Moura, que quiseram ocupar a Esquadra da PSP de Alfragide.

    Colocado por: N Miguel OliveiraOs retornados da Venezuela, como andam?

    Julgo que a maioria dos 4 milhões de "bandidos" expulsos pelo Chavez & Maduro ainda andam pelos States. Gostam mais de estar na esquadra. Já não me lembrava que os USA tinham invadido a Venezuela desde 1999 até á uns vezes atrás quando trouxeram o Maduro para fazer companhia aos seus conterrâneos.
  10.  # 259

    Colocado por: CarvaiJulgo que a maioria dos 4 milhões de "bandidos" expulsos pelo Chavez & Maduro ainda andam pelos States. Gostam mais de estar na esquadra. Já não me lembrava que os USA tinham invadido a Venezuela desde 1999 até á uns vezes atrás quando trouxeram o Maduro para fazer companhia aos seus conterrâneos.

    Suponho que estão todos a fazer as malas para regressar ao agora paraíso.
    O problema não é os USA serem o polícia do mundo, pois isso o mundo (Europa) até agradece... o problema é o polícia ser também o que vende tanta arma e consume tanta droga. A coisa melhoraria muito se começassem por esses dois assuntos, internamente...
  11.  # 260

    Colocado por: Carvaie não cobrar impostos

    Só alguém muito desinformado acharia que não há impostos nos US. Há, e são a doer... são é diferentes, não tão colados aos rendimentos...
    Concordam com este comentário: eu
 
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