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  1.  # 21

    Colocado por: PR10Quem mina este País são os esquerditas como você

    Deixa-me confuso. Primeiro porque em mais de 20 anos a votar, o mais à Esquerda que votei foi PSD. Segundo, porque toma isso como um insulto... chamar-me judeu, benfiquista, gay, esquerdista, careca, engenheiro, etc... não é insulto, está apenas incorrecto. Não faz de quem o seja alguém menor ou com menos valor que eu, apenas têm caracteristicas diferentes. Terceiro, porque defende um partido que uns dias é fascista de extrema direita, e noutros dias, defende políticas típicas de um PCP... pelo que chamar esquerdista a alguém, mais parece um anão chamar baixinho a uma criança.
    Talvez um dicionário lhe ajude a perceber as palavras que usa.
  2.  # 22

    Colocado por: PR10não vive com isso não é? não passa por eles todos os dias ou vive perto não é? Pimenta no cú dos outros é refresco.


    Aproveitando esta quadra futebolistica... digo-lhe que estes ultimos 5 mundiais, vivi-os residindo em 5 países diferentes: Espanha, Suíça, Portugal, USA, México. Em todos eles vivi e trabalhei com estrangeiros, com muitos mesmo. Aquilo que hoje acontece em Lisboa, não é diferente do que acontecia em Barcelona por exemplo. Pelo que sim, eu bem sei quais as dinâmicas das migrações, quais os problemas da não integração, do estigma, e do excesso do fluxo migratório, não só em Portugal, como fora, e aos problemas que isso traz, e já agora, à discrepância entre a escala do que percepciona a população e do que acontece na realidade.
    Sei também ver, que muito além da nacionalidade do imigrante, importa sobretudo o estrato social dele, e da importância do tipo de economia do local de destino. No Silicon Valley por exemplo, o meu municipio deveria ter uns 40 e tal % de imigrantes, também quase todos da China e Índia, e latino-americanos como Mexicanos e Brasileiros... se descontasse aqueles nativos com ascendentes imigrantes, então não sobrava ninguém, pois uns 95% eram imigrantes ou descendentes de imigrantes.
    Pelo que sim, sendo eu próprio um imigrante, ou emigrante dependendo da perspectiva, sei talvez um bocadinho do que escrevo. E sim, daquilo que acontece com políticas migratórias demasiado generosas, ou demasiado rígidas, também.
    Concordam com este comentário: AMG1
  3.  # 23

    Colocado por: PR10.Pelos visto toda a gente percebeu menos você que cú de judas era dizer que a Camara de Amares é pequena e que se entra-se um processo por semana devia ser o máximo, está lá escrito mas como sempre gosta de inventar


    Desculpe, mas está completamente enganado e nem percebe o ridículo do que escreveu.

    "Cú de Judas", "onde Judas perdeu as botas", e assim, são expressões que designam um local distante, pois distância é o que queremos dum traidor como "Judas". Só você mesmo é que estava a pensar no tamanho do cú desse senhor.

    Tanto o é, que sendo eu de Braga, nunca diria que Amares, Póvoa de Lanhoso ou Vieira do Minho são no cú de Judas, apesar de serem terras pequenas. Tokio é no Cú de Judas, e é a maior do Mundo. Assim como a Austrália ou Nova Zelândia... ficam onde Judas perdeu as botas, porque ficam longe.

    Você nem entende o rídiculo do que escreve. Amares pode ser longe para sí, da mesma maneira que a Figueira da Foz ou Coimbra o são para alguém de Amares ou Braga. Não é pelo tamanho, mas pela distância.

    Para sí, o municipio de Mira (ao lado da Figueira da Foz) é no Cú de Judas? É que é uma fracção de Amares...

    Aproveite e ao comprar o dicionário, verifique o que querem dizer as expressões que usa.
  4.  # 24

    Colocado por: PR10Se não gosta do tópico é passar á frente. Temos pena. A si nunca lhe vou responder mais! Quero q se...f.


    Mas eu adoro o tópico.
    Eu sou migrante, e acho muito bem que se fale do tema. E ainda gosto mais quando cria um tópico de propósito num Fórum sobre construção, que é o único que sigo e em que participo. Ainda mais contente fico, por achar que com isso, deixa de minar tudo o que é tópico. Visto que você não tem nada mais para contribuir, do que ódio e fúria, mesmo que se esteja a discutir o Irão, o IVA 6% ou o isolamento numa caixa de estores.

    E não, não precisa de responder. Já vi que tampouco entendeu que as minhas perguntas sobre a convenção nazi e as bifanas era retóricas. A perguntas retóricas não se respondem... isso também encontrará no dicionário ou gramática que comprar.

    Aproveite-o e pesquise o que são um Emigrante e um Imigrante, talvez mude o título desta discussão. Eu a pensar que se referia aos portugueses Emigrados e se iria debater qualquer coisa... mas afinal, é um glossário de videos anti-estrangeiro.

    Pelo que sim, é um favor que me faz não respondendo, afinal eu não lhe perguntei nada. Você criou o tópico mas ele não é seu. Se não gosta de ler ou de sentir-se ridículo quando contrariam o que escreve... tem bom remédio.
    • AMG1
    • 16 junho 2026

     # 25

    Colocado por: Dias12

    Porque é que você fala da provavel redução da taxa de fecundação da população muçulmana mas rejeita categoricamente esta teoria da substituição?
    Pela matemática, está mais "validada" a teoria da substituição que essa redução de fecundação.
    Acho que se se fizer a análise da taxa de fecundidade na população original vs estrangeiros residentes uma estaria bem abaixo dos 1,4 e a outra acima dos 2,1.

    Claro que estamos a falar de decadas ou mesmo séculos. Veja-se como foi a península pós era romana em que não passou dum momento para o outro para mãos de muçulmanos.


    Isto é +/- o mesmo que dizer que está "matematicamente validado" que daqui a uns 100 ou 200 anos, já cá não estaremos os dois.
    Quando alguém está preocupado com o que pode acontecer daqui a "decadas, ou mesmo séculos", logo se percebe a exactidão dessa validação.
    Sabe que também está matematicamente validado que de cada vez que eu jogo na lotaria a posso ganhar, só que infelizmente nunca aconteceu. Provavelmente a validação está errada, será?
    Consegue alcançar a diferença entre essa palermice da "teria da grande substituição" e o possivel e bem provável aumento da miscigenação da população europeia?
    Que a europa tem hoje um problema demográfico, isso não é novidade para ninguém, da mesma forma que também ninguém sabe como é que esse problema vai ser resolvido e menos ainda que mosaico genético e mesmo étnico é que daí sairá.
    Meu caro, tenho para si uma novidade, todos nós que nascemos aqui neste canto da península carregamos no nosso adn origens dos mais variados pontos do mundo. Tente fazer o seu próprio teste e ainda se surpreende com o que vai descobrir.
    E sim, tal como nós, um europeu que nasça daqui a 100 anos, chame-se ele José ou Mohammed, também terá no seu adn o mosaico genético que existe hoje e então qual é mesmo o problema disso. Se está com medo, não se preocupe, porque com alguma probabilidade já cá não estará para ver.
    A origem genética, o credo religioso que professa, ou a cor da pele, não são coisas que façam melhores ou piores pessoas. O que faz isso são as escolhas de cada um.
    Depois, nada disto tem que ver com imigração e menos ainda com leis ou regras aplicáveis a esse fenómeno, mas com algo bem mais "feiote", ao menos consegue perceber isso, ou não?
    • Dias12
    • 16 junho 2026 editado

     # 26

    Não sou fanático pelo meu ADN nem o considero o melhor do mundo, muito pelo contrário.
    Preocupa-me mais aspetos culturais negativos de de seculos (bem) passados que estejamos a "importar por engano" do que a validade do genoma lusitano.

    Se entrassem poucos e se integrassem rapidamente até compreendia mas, é do conforto humano juntar-se com os seus semelhantes o que dificulta a integração na sociedade.

    Não critico, nem condeno, muito menos desejo o mal a quem vem. Critico os nossos governantes por permitirem a entrada massiva, sem regulação nem quotas o que dificulta e muito a integração nos custumes e vivências do nosso país.
    Concordam com este comentário: 4por1
    • AMG1
    • 16 junho 2026

     # 27

    Colocado por: Dias12Não sou fanático pelo meu ADN nem o considero o melhor do mundo, muito pelo contrário.
    Preocupa-me mais aspetos culturais negativos de de seculos (bem) passados que estejamos a "importar por engano" do que a validade do genoma lusitano.

    Se entrassem poucos e se integrassem rapidamente até compreendia mas, é do conforto humano juntar-se com os seus semelhantes o que dificulta a integração na sociedade.

    Não critico, nem condeno, muito menos desejo o mal a quem vem. Critico os nossos governantes por permitirem a entrada massiva, sem regulação nem quotas o que dificulta e muito a integração nos custumes e vivências do nosso país.


    Pois, mas se está preocupado com a integração de quem vem, independentemente de quem sejam, também terá de compaginar essa preocupação com o receio de que essas pessoas venham a influenciar, no futuro, o mapa genético dos europeus, que já não seremos nós mas outros.
    Para discutir as leis e as regras da imigração ou as dificuldades da integração dessas populações, não adianta nada estar com receio do que será a diversidade genetica ou étnica europeia daqui a "décadas ou mesmo seculos". Mas também convém que essa discussão seja convenientemente enquadrada, com informação credível e não com preconceitos baseados em mentiras ou deturpacoes da realidade.
    Quem estiver com receio de que um dia possa vir a ter os seus genes cruzados com um qualquer desses imigrantes, ou um seu descendente, nunca estará verdadeiramente disponível para colaborar na integração de ninguém, mesmo que diga o contrário. Isso posso garantir-lhe até por experiência própria.
    Eu nunca vi aqui ninguém a defender que não devem haver regras sobre quem pode cá viver, certamente que nunca estaremos todos de acordo sobre a melhor forma como definir isso, mas se estamos com receio de podermos ser influenciados por essas pessoas, então o que queremos na verdade é que não venha ninguém, o que até é uma posição compreensível, só é pena que seja sempre escondida com argumentos que muitas vezes são pouco mais do que meras falácias.
  5.  # 28

    Colocado por: AMG1o receio de que essas pessoas venham a influenciar, no futuro, o mapa genético dos europeus

    Mas porque é que se vê sempre isso como algo mau, do qual há-que ter receio?

    Segundo a Ciência, sim, segundo a Ciência, a biodiversidade é a essência da resiliência, é o que nos torna todos mais fortes e capazes de sobreviver às mudanças no planeta, com os seus virus e doenças, face a catastrofes e alterações climáticas, etc etc...
    Isso tanto é válido para a agricultura e plantação do tomate, como da pecuária, gado e animais selvagens, como o é, para os seres humanos.

    É natural sentirmo-nos mais próximos dum semelhante, seja no tom de pele, ou pelo idioma. Também é natural desconfiar do que é diferente e exótico, seja na comida, ou com as pessoas... Porém, esse receio todo, é sobrevalorizado e não corresponde à realidade prática. E isso acontece também ao contrário. Preconceitos todos temos. Aqui os brancos lusos a queixarem-se dos indianos, e eles estufactos de como os portugueses usam sapatos dentro de casa e comem as tripas dum porco...

    Esse repelente ao diferente, não ajuda em nada a tal integração que é fundamental para que não nos aconteça o mesmo que se vê em boa parte de França. Há-que focar-nos no grosso da população sempre. As minorias têm que adaptar-se, e as maiorias têm um peso brutal nessa integração. Não é com repelente que se integra alguém.
  6.  # 29

    Colocado por: CarvaiNos USA aconteceu o mesmo e só quando o Trump actuou á bruta é que a invasão estancou.


    Tem numeros que provem isso? É que a única coisa que vi diminuir, são as notícias em Portugal sobre aqueles tsunamis de gente a caminhar rumo aos USA.

    O Trump faz tudo à bruta. Pura e simplesmente. Resultados bons do que tem feito é está difícil. Agora, até uma alta inflação já é vista como boa por aquelas bandas...
  7.  # 30

    Colocado por: marcocarEu não sou racista, fui emigrante muitos anos. Apoio pessoas que saiam do seu país,mas para trabalhar e integrar se no país para onde vão viver.
    Aqui em Portugal ainda não é nada, mas continuem que vão no bom caminho.
    Quando acontecer como acontece em frança onde agora nem a palavra natal de pode usar em locais públicos, ou páscoa.
    As férias de Natal,já não se pode dizer, são as férias de inverno... Uma bandeira do próprio país não a pode por no seu jardim que lhe vem chatear.
    Não pode haver presépios nem decorações de natal alusivas a cristandade, mesma nas igrejas so pode ser dentro, nada em espaca público. Quando precisarem de entrar nalgum bairro e eles simplesmente têm barreiras a entrar das ruas a fechar os quarteirões povoados só por eles, onde foram destruindo todas as lojas que tinham donos franceses, até estás pessoas desistirem, quando forem a passear na rua e virem mulher vestidas de tal maneira que nem os olhos se lhe vêem... Ai dirão aí que grande erro fizemos..
    Eu vim embora de França por causa disso mesmo, da insegurança que se tornou com a imigração toda,mas Portugal está a deixar a fazer igual sem saber as consequências...
    Concordam com este comentário:Marco Cardo,PR10,spvale

    Este natal um amigo meu que mora nos arredores de Paris sentiu isso mesmo, queriam proibir de festejar o natal nas escolas e proibir certas comidas.
    Segundo ele conseguiram fazer na mesma mas não sem resistência...
    Somos um país de imigrantes e com orgulho, estamos nos 4 cantos do mundo mas integramos sociedade e adaptamos os nossos costumes.
    Posso parecer "racista" mas a larga maioria dos muçulmanos não se quer integrar em Portugal mas sim que nós nos adaptamos a eles.
    Por mim era todos embora, se vai faltar trabalhadores o mercado adapta
    Concordam com este comentário: marcocar, 4por1
  8.  # 31

    Eu só pergunto aqui a alguns!!

    Mas vocês vivem aonde? Venham viver para Lisboa e logo veem a realidade nua e crua da imigração a dar cabo da nossa linda Lisboa. A continuar assim até o turismo vai desaparecer. Horrivel!!! Há zonas que nao se consegue andar, um cheiro horrível nas ruas, sujidade, excrementos, urina, e até se usares uma camisola a dizer Portugal ou com a bandeira és olhado de lado.

    Vivem no vosso cantinho e mais nada só pode ser !! Venham a Lisboa uns dias e circulem a pé pelo centro e baixa e depois digam!!
  9.  # 32

    Colocado por: spvaleSomos um país de imigrantes e com orgulho, estamos nos 4 cantos do mundo mas integramos sociedade e adaptamos os nossos costumes.

    Salvo seja... dê uma volta pelos Little Portugal da America e depois diga-nos qualquer coisa. Depende de muitos factores, não é por serem portugueses que são uns santos e adaptados. Um tio meu viveu mais de 20 anos no Canadá e nem a língua inglesa aprendeu, e como ele, metade dos tugas que ali viviam. Isso é estar integrado? Histórias individuais que possamos contar todos nós temos, sejam a favor ou contra o argumento.

    Colocado por: spvalemas a larga maioria dos muçulmanos não se quer integrar em Portugal

    Mas isso tem muito mais que ver com o estrato socio-economico desses imigrantes, que com qualquer outra coisa. É o mesmo que acontece com o brasileiro, que vem da favela ou com guito suficiente para dar meio milhão por uma casa. Não é igual.

    Se fosse igual, porque é que a "larga maioria" dos muçulmanos, indianos, chineses, vietnamitas, portugueses, alemães, mexicanos, etc... estão perfeitamente integrados nas sociedades de San Francisco ou Nova Iorque, como disse "na sua larga maioria"???

    Porque não acontece o mesmo em Portugal?
    Por causa da economia que temos, e do tipo de emprego disponivel para estas pessoas.

    Colocado por: spvalePor mim era todos embora, se vai faltar trabalhadores o mercado adapta

    E a sua opinião é perfeitamente válida e tem os seus pontos fortes. Porém, nunca chegaremos a nenhum lado quando metemos todos e qualquer estrangeiro no mesmo saco. O mercado como mencionou... é aquele que pode ajudar e muito. Se precisamos é de trolhas, que venham muitos e com as suas mulheres e filhos... com um visto de trabalho para a construção civil. E pronto. Estando cá, têm que ser tão bem tratados como qualquer outro residente que trabalha e paga impostos.
  10.  # 33

    Colocado por: Marco CardoHá zonas que nao se consegue andar, um cheiro horrível nas ruas, sujidade, excrementos, urina,

    Não pode haver a menor tolerância para isso. Do mesmo modo que não haveria para um tuga bêbado que urina na rua ou na porta de entrada do prédio. Sendo imigrante, além da coima, perde o visto e rua. Assim de simples. A lei deve focar-se no geral. E a polícia igual. O próprio urbanismo e demografia não ajuda à integração quando se geram ghettos como o Martim Moniz, Mouraria, etc... Até o nome do bairro o diz.

    Não é o luso de classe média, com educação, que urina na rua. O mesmo se aplica ao imigrante. Que tipo de trabalhos tem esta gente? Porquê estão ali, e não a apanhar tomate no Alentejo?

    Agradeço o convite para ver como está Lisboa. Em Barcelona não era diferente quando por lá vivi. Nada disto é novo. Para Portugal sim, pois estando em crise ninguém nos procura.

    Mas já que pergunta, actualmente, na cidade onde vivo, vivem 105'000 imigrantes, se tanto lhe interessa. Aí metade do que tem Lisboa. Mas já vivi onde a maioria dos habitantes nem nativa era. Esse não era o problema. O detalhe está no estrato socio-economico dessa população.

    A própria centralização de Lisboa cobra factura agora. Serviu para beneficiar-se durante décadas, e trama agora a população por ser esse pólo que tanto procurou ser.
  11.  # 34

    Colocado por: spvale
    Este natal um amigo meu que mora nos arredores de Paris sentiu isso mesmo, queriam proibir de festejar o natal nas escolas e proibir certas comidas.
    Segundo ele conseguiram fazer na mesma mas não sem resistência...
    Somos um país de imigrantes e com orgulho, estamos nos 4 cantos do mundo mas integramos sociedade e adaptamos os nossos costumes.
    Posso parecer "racista" mas a larga maioria dos muçulmanos não se quer integrar em Portugal mas sim que nós nos adaptamos a eles.
    Por mim era todos embora, se vai faltar trabalhadores o mercado adapta
    Concordam com este comentário:marcocar


    A 4 anos,antes de me vir embora, na escola da minha filha já não serviam nada a base de carne de porco, e para eles tinha que haver um menu hallal.
    Os mais antigos,que foram para França em 50/60,são boas pessoas e assimilaram se bastante bem.
    O problema são os netos dessa pessoas, que não querem trabalhar e querem tudo dado ou a ganhar dinheiro rápido com drogas etc e a nova vaga que tem chegado desde as guerras da síria etc.
    Para anedota, o que me levou a vir embora, foi ao ir fazer uma obra numa zup, que são bairros completos de prédios, povoados com 90% de pessoas de imigração ou descendentes que não se querem assimilar.
    Ao chegar a essa zup, para refazer um predio ao qual tinham chegado fogo nas partes comuns e escadarias, apanharam me logo ao chegar, a mostrar me a pistola na cinta e a katana, e a dizerem eu tenho coisas escondidas nesses tetos. Estacionaram o carro em frente ( literalmente) a porta do prédio e não areedavam pé o dia todo, de vez em quando mandavam alguém verificar os tetos falsos e lá tiravam o material deles.
    A polícia nesses bairros, nem lá entra...
    Se pesquisaram Roubaix, tourcoing, faches thumesnil verão do que falo. As cidades mais pobres de França, com mais delinquência, pior que a região de paris
    Estas pessoas agradeceram este comentário: carlosj39, N Miguel Oliveira
  12.  # 35

    Colocado por: N Miguel OliveiraTem numeros que provem isso? É que a única coisa que vi diminuir, são as notícias em Portugal sobre aqueles tsunamis de gente a caminhar rumo aos USA.

    Meu Caro, com já me conhece eu não ligo muito aos mèdia fofinhos. Por aqui é igual, aparentemente segundo o BdP (liderado por um perigoso direitista do PSD) apresentou uns dados sobre a redução para 40% da entrada de imigrantes. Naturalmente que a noticia só circulou na imprensa especializada pois os telejornais estão muito ocupados com a bola, bandeirinhas e chapéus de sol.
    Por aqui estamos todos muito bem informados e sabemos que os USA após Trump está quase a apanhar Moçambique no índice de desenvolvimento.
  13.  # 36

    Colocado por: marcocarFrança


    O azar de França é o nosso trunfo.
    Aquilo que hoje acontece em Portugal passa-se há dezenas de anos noutros lugares. Temos muito para aprender com o que fizeram de bem e mal noutros sítios. França é um excelente exemplo do que não devemos replicar.
    Concordam com este comentário: marcocar
  14.  # 37

    Colocado por: N Miguel Oliveira

    O azar de França é o nosso trunfo.
    Aquilo que hoje acontece em Portugal passa-se há dezenas de anos noutros lugares. Temos muito para aprender com o que fizeram de bem e mal noutros sítios. França é um excelente exemplo do que não devemos replicar.
    Concordam com este comentário:marcocar


    Mas do pouco que tenho visto por cá, estão a fazer exatamente os mesmos erros.
    Até mesmo aqui em Viana, a minha esposa num multibanco, já estavam 2 paquistaneses a ver se a apanhavam. A sorte foi um senhor de idade que se apercebeu e com mais 2 pessoas os fizeram arredar pé
  15.  # 38

    Colocado por: N Miguel OliveiraSendo imigrante, além da coima, perde o visto e rua.


    Concordo.
    Mas não depois temos acordos de direitos humanos que impedem isso ou os países originarios não reconhecem essas pessoas e depois é difícil repatriar essas pessoas.
  16.  # 39

    Colocado por: CarvaiMeu Caro, com já me conhece eu não ligo muito aos mèdia fofinhos. Por aqui é igual, aparentemente segundo o BdP (liderado por um perigoso direitista do PSD) apresentou uns dados sobre a redução para 40% da entrada de imigrantes. Naturalmente que a noticia só circulou na imprensa especializada pois os telejornais estão muito ocupados com a bola, bandeirinhas e chapéus de sol.
    Por aqui estamos todos muito bem informados e sabemos que os USA após Trump está quase a apanhar Moçambique no índice de desenvolvimento.


    A minha pergunta era simples, e não tinha artimanha. Você disse que a vaga migratória estancou com Trump. Eu não duvido disso. Mas tampouco acredito.

    Que haja mais ou menos noticias sobre isso não é medidor do que quer que seja. Pois por essa ordem de ideias, a Guerra na Ucrânia já deve ter acabado e ninguém soube. A Maddie também já deve ter aparecido, pois leva uns anos que não vejo noticias sobre o seu desaparecimento.

    Os migrantes, continuam em todo o mundo a mover-se em busca de melhor lugar. Pouco importa que a regras mudem, quando a ideia que tinham já era a de cruzar a fronteira por algum túnel de qualquer maneira.

    É como as drogas e violência associada, só acaba quando o consumo acabar.
    É como os acidentes de trânsito... enquanto houver carros, haverá acidentes.

    Na economia igual, enquanto a economia crescer e pedir por mão de obra, ela aparece, seja legal, ilegal, preto, branco, amarelo, etc...
  17.  # 40

    Colocado por: marcocarestão

    Estamos.

    Isto são temas em que todos deveriamos remar para o mesmo lado.
    Que fazem 2 paquistaneses em Viana? Em que trabalham? Porque precisam eles de roubar? E por aí fora...
    A mesma lógica aplica-se ao Manel Naifas do bairro.
 
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