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    • A.M
    • 30 setembro 2010

     # 321

    Colocado por: Luis K. W.
    O A.M deve estar a comparar o «pós-Euro» com o «pré-25/Abril»...


    sem ofende,r está com muita prosa, disso estamos fartos de ver nos políticos, gosto é de factos e realidade, que é o mal dos políticos não a sentirem!!!


    responda-me só a estas perguntas:

    quanto pagava em escudos por 1 pão;1 litro leite; 1kg arroz; 1 café?

    e quanto paga agora em euros por 1 pão;1 litro de leite;1kg de arroz, 1 café?

    gostaria que me respondesse apenas.
    • A.M
    • 30 setembro 2010

     # 322

    Colocado por: LuB

    No que toca à inflação, essa graças a Deus mantem-se baixa. Entretanto, Deus queira que não tenhamosdeflação...Senão é que vai ver o que é bom para a tosse!


    Talvez me tenha explicado mal!!a inflação manteve-se baixa porque eles calcularam a inflação após converterem os preços para euros, ai sim talvez a inflação seja baixa.

    quando falei na inflação ,admito que usa-se mal o termo , MAS referia-me há conversão/passagem dos preços de escudos para euros,principalmente nos bens essenciais e alguns serviços.

    nesta passagem eles não consideram inflação porque só a calculam a partir da era euro,agora com termos técnicos de parte, a realidade é que quando se pagava em escudos muitos produtos tinham metade do valor que tem agora em euros!Veja o caso (pão;leite;arroz;massa;café,etc.)

    outro pormenor quando era o escudo o aumento no pão e combustíveis eram de no máximo de 1 escudo!agora aumentam aos 5 cêntimos(aprox. 10 escudos) de cada vez, no caso dos combustíveis.

    e continuo a dizer, é a minha convicção e esta ninguém me tira , cada um é livre de pensar o que quiser, A CRISE que falam internacional e nacional deve a isto.

    senão vejam um agregado familiar na época do escudo que tira-se 300 contos rendimentos mensais, "viviam á grande e á francesa"!e agora?tem de contar os trocos ao fim do mês!!
  1.  # 323

    Orçamento da AR para 2010.
    • LuB
    • 30 setembro 2010

     # 324

    Macal, disse:
    O governo está a contar com a contestação. Veja o anúncio da aquisição, a pretexto da cimeira da Nato, de equipamento para as forças de repressão no valor de 5.000.000 de euros por ajuste directo, até a GNR achou estranho. Para isto não vai faltar dinheiro

    Vi a notícia há dias.

    Estou a ver que são realmente previdentes. ;))
    Como viram o que aconteceu na grécia, ficaram de prevenção.
    Faz todo o sentido.
  2.  # 325

    Alguém me explica que sentido faz não descer as pensões?
    • LuB
    • 30 setembro 2010 editado

     # 326

    Cale-se danobrega...
    Deve-lhe estar a apetecer levar uma coça ;)))
  3.  # 327

    Colocado por: danobregaAlguém me explica que sentido faz não descer as pensões?


    Pelo menos nas maiores fazia todo o sentido,à semelhança do que aconteceu nos salários.
    • macal
    • 30 setembro 2010 editado

     # 328

    Colocado por: danobregaAlguém me explica que sentido faz não descer as pensões?

    Eu penso que faz algum sentido, pois os pensionistas não têm qualquer poder negocial, estão completamente à mercê dos governos. Além disto, as pensões são calculadas em função da carreira contributiva e dos vencimentos auferidos. Em suma, não há qualquer negociação. Acho um absurdo falarem em pensões milionárias, pois elas decorrem de salários "milionários" e nestes ninguém fala, porque será?
    Por outro lado, de facto, as pensões acima dos €1.500 vão ser diminuídas por via fiscal (IRS).
    • LuB
    • 30 setembro 2010 editado

     # 329

    Além disto, as pensões são calculadas em função da carreira contributiva e dos vencimentos auferidos

    Ó macal essa é para enganar quem?
    Na função pública (e no privado, creio que também) o que mais para aí se vê são reformas que não tiveram em conta os descontos feitos na totalidade da carreira e que são muiiito boas a par de outras que são realmente uma porcaria.
    É provável que as coisas se estejam a alterar, mas não se esqueça que as reformas existentes, são "o passado" e, foram calculadas com base em algumas regras muito discutíveis...
    Podia-lhe dar bons exemplos, dentro daqulo que conheço.
  4.  # 330

    Eu lembro-me derrepente duma regra assim um bocado caricata,quando puderam comprar os anos de descontos que faltavam....conheço quem comprou uns anitos ainda e num ano ja tinha recebido o que tinha pago. Alem do mais as nossas reformas um dia tambem serao bem mais magras (entre 54% e 60% do ultimo salario) e não é por isso que a taxa de seg social baixou.
    Acho que deveriam ser reduzidas as mais altas como é obvio.
  5.  # 331

    Colocado por: LuBPodia-lhe dar bons exemplos, dentro daquilo que conheço...

    Acho que todos agradecemos que nos exemplos do que afirma conhecer.
    Não podemos é tomar a parte pelo todo. Esses exemplos que nos vai dar serão escandalosas excepções.
    Não estou aqui para enganar ninguém, nem a si nem a qualquer outra pessoa. E trabalhei sempre (42 anos) no sector privado).
  6.  # 332

    Colocado por: macal
    Acho que todos agradecemos que nos exemplos do que afirma conhecer.
    Não podemos é tomar a parte pelo todo. Esses exemplos que nos vai dar serão escandalosas excepções.
    Não estou aqui para enganar ninguém, nem a si nem a qualquer outra pessoa. E trabalhei sempre (42 anos) no sector privado).


    Colocado por: macal
    Acho que todos agradecemos que nos exemplos do que afirma conhecer.
    Não podemos é tomar a parte pelo todo. Esses exemplos que nos vai dar serão escandalosas excepções.
    Não estou aqui para enganar ninguém, nem a si nem a qualquer outra pessoa. E trabalhei sempre (42 anos) no sector privado).

    Eu ja dei atras um exemplo que considero escandaloso.
  7.  # 333

    Colocado por: macal Além disto, as pensões são calculadas em função da carreira contributiva e dos vencimentos auferidos.


    Certo, mas não é verdade que as pensões são pagas pelo orçamento da segurança social desse ano? Se a economia está em baixo, há menos dinheiro. Se há menos dinheiro as pensões deviam descer.

    Eu não sei exactamente como é que se calcula a reforma de um novo reformado actualmente, mas reparem na seguinte situação:

    Um funcionário público que se reforme hoje, recebe X de reforma. Se continuar a trabalhar avizinha-se um corte no salário de ~5%. Reforma-se daqui a alguns anos e, dependo das regras, já vai receber menos 5% de X. Ou seja, se continuar a trabalhar vai ser prejudicado. Faz algum sentido?!

    Adicionalmente há um problema prático bastante importante, os trabalhadores estão tipicamente na fase da sua vida onde têm mais despesas, estão a pagar a casa, os filhos, tudo. Os pensionistas já não deviam ter estes problemas. À primeira vista parece ser mais injusto cortar o salário de um trabalhador do que o de um pensionista.

    Colocado por: LuBDeve-lhe estar a apetecer levar uma coça ;)))


    Só pode. :)
    • LuB
    • 30 setembro 2010 editado

     # 334

    Esses exemplos que nos vai dar serão escandalosas excepções.


    Não sei se são "escandalosas", visto que o sistema é que as permitia... e encorajava.
    Eu diria, que nos casos mais vulgares, que não envolveram quantias espantosas, apenas que são relativamente injustas.

    E, são raras, no seu entender?
    Deixe-me dar uma gargalhada...

    Nem todos ficaram com as reformas abismais, daquelas que vemos nos jornais, com que saem alguns, (geralmente ligados à política... ou gestores de empresas públicas), e que são conhecidas de toda a gente.
    Falo dos que ficaram muiito bem, e cujas reformas não correspondem aos descontos. Aconteceu muito na F. pública e até nos privados.
    Até certa altura as reformas mesmo as privadas tinham em conta apenas os últimos cinco anos de descontos.
    Na pública o regabofe foi bem maior. Aí os mecanismos para acrescentar a refoorma toda a gente os conhecia, (embora nem todos conseguissem faze-lo!)
  8.  # 335


    Até certa altura as reformas mesmo as privadas tinham em conta apenas os últimos cinco anos de descontos.
    Na pública o regabofe foi bem maior.

    Essa é outra escandalosa, por isso esses tambem poderiam "vergar mais a mola".
    • LuB
    • 30 setembro 2010 editado

     # 336

    Calem-se, pelo amor da Santa...
    "Não é bom lembrar aos gatos quando é dia de entrudo"
    Os gajos ainda nos atacam as reformas, e não me parece que irão só às altas...
    Agora é estarmos caladinhos e ver se se escapamos de mais algum corte!
    (Toda a gente aqui, se não está ainda em idade de reforma, tem um pai, uma mãe ou um tio reformado... E pode ter de recorrer a essa ajuda...)
    lololo
  9.  # 337

    O calculo da reforma é bastante complexo.
    O tempo em que contavam os melhores 5 anos dos ultimos 10 (melhores e não últimos) já lá vai à muito tempo e poucos devem restar vivos.

    O problema de mexer nas reformas é alterar as regras do jogo a meio, isto é:
    Voce hoje desconta com determinados presupostos, não é justo que daqui a 20 anos lhe digam que "afinal não é assim". À medida que as regras foram mudando, não tiveram efeitos retroactivos.
    Um ex:
    Para os trabalhadores que se inscreveram na Segurança Social antes de Dezembro de 2001, a fórmula de cálculo da reforma é uma média entre os 10 melhores dos últimos 15 anos trabalhados, até essa data, e o restante tempo já entra em conta com o cálculo de toda a carreira contributiva.

    Não é justo alterar as regras a meio do jogo.

    Podem e devem é alterar algumas "benesses" que os politicos usufruem. Como a contagem do tempo de serviço... Mas apenas com efeitos "para a frente".
    Podem é não aumentar, que foi o que fizeram.
  10.  # 338

    Quanto às reformas, umas contas rápidas...

    40 anos de descontos a 11% do ordenado e admitindo que ao longo da carreira contributiva teve aumentos correspondentes à taxa de actualização das pensões. (isto é actualizando à data de hoje o seu ordenado correspondeu sempre ao que ganha hoje.)
    Admitindo o seu ordenado como 1000€ e ignorando 13º e 14º mes (para facilitar as contas)

    40*12*x*10% = 48000 euros de descontos totais.
    Reforma-se com 80% do ordenado = 800€
    Em 60 meses (5 anos) recupera o que descontou...
    Admitindo que se reformou com 65 anos e vive até aos 80, quem paga os outros 15?
    É por isso que o sistema é insustentável....
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    • LuB
    • 30 setembro 2010 editado

     # 339

    Não é justo alterar as regras a meio do jogo.


    Depende do jogo. Se o jogo tinha regras pouco racionais, e até permitia que muitos fizessem batota...
    (Mas eu não gosto de falar nisso...)

    Por mais que se faça, injustiças haverá sempre.
    Por exemplo, numa família, porque são de épocas diferentes, e tiveram situações diversas, acontece frequentemente que uns têm mais sorte do que os outros...

    E, sempre teremos vizinhos, com galinhas mais gordas que as nossas. ;))
  11.  # 340

    Colocado por: PBarataQuanto às reformas, umas contas rápidas...

    40 anos de descontos a 11% do ordenado e admitindo que ao longo da carreira contributiva teve aumentos correspondentes à taxa de actualização das pensões. (isto é actualizando à data de hoje o seu ordenado correspondeu sempre ao que ganha hoje.)
    Admitindo o seu ordenado como 1000€ e ignorando 13º e 14º mes (para facilitar as contas)

    40*12*x*10% = 48000 euros de descontos totais.
    Reforma-se com 80% do ordenado = 800€
    Em 60 meses (5 anos) recupera o que descontou...
    Admitindo que se reformou com 65 anos e vive até aos 80, quem paga os outros 15?
    É por isso que o sistema é insustentável....


    As suas contas estao mal feitas.A entidade patronal paga mais 23,75%, ou seja no total do meu salario para seg social sao 23,75+11=34,75% Alem disso tambem ha muita gente que morre antes da reforma e muitos nao chegam aos 80 anos.
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