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    • LuB
    • 27 setembro 2010

     # 41

    Engenheiros de electrónica! Robótica, mecânica de precisão enfim diga-me onde eles estão

    Onde estão?
    Estão a ir para o estrangeiro porque em Portugal não têm trabalho, ou pelo menos não o têm bem remunerado.
    O meu sobrinho é Engenheiro de Electrónica/robótica, recém formado e rumou há 2 anos para o Brasil (S Paulo)...
    Portanto não de diga que faltam cá, que isso não é verdade!
    • luisvv
    • 27 setembro 2010 editado

     # 42

    diga-me quanto pagava em escudos e agora em euros por ex:pão,leite,arroz,massa,café,gelado da olá,sumos,agua,etc


    A inflação, desde 2000 (pré-euro), tem-se situado nos 2/3% anuais (com excepção de 2009, em que rondou o zero).

    Cortesia do Pordata: http://www.pordata.pt/azap_runtime/?n=4
  1.  # 43

    Colocado por: LuB
    Onde estão?
    Estão a ir para o estrangeiro porque em Portugal não têm trabalho, ou pelo menos não o têm bem remunerado.
    O meu sobrinho é Engenheiro de Electrónica/robótica, recém formado e rumou há 2 anos para o Brasil (S Paulo)...
    Portanto não de diga que faltam cá, que isso não é verdade!


    O problema é que nenhuma empresa quer dar qualificação profissional.Como é obvio mesmo depois de licenciado tem todo um percurso dentro da empresa ate ser um engenheiro com experiencia para ser muito rentavel e c muito know how. Em portugal ve-se anuncios em que se pede tudo e mais alguma coisa,mas querem isso tudo num recem licenciado para pagarem 800 euros.
  2.  # 44

    Colocado por: LuB
    Onde estão?
    Estão a ir para o estrangeiro porque em Portugal não têm trabalho, ou pelo menos não o têm bem remunerado.
    O meu sobrinho é Engenheiro de Electrónica/robótica, recém formado e rumou há 2 anos para o Brasil (S Paulo)...
    Portanto não de diga que faltam cá, que isso não é verdade!


    Caro Lub o problema é que ter o canudo não é sinónimo de sucesso nem de sabedoria. Na pratica eles tem um novo curso pela frente! e a verdade é para se dizer nessa área cobram a 40 a 120 euros à HORA! Cobram esses valores porque ha pouca concorrÊncia. Se o estado apoia-se a criação de empresas mas não pelo contrário ele cobra cada vez mais impostos e poucos são aqueles que se aventuram a criar a sua própria empresa porque a verdade é que ninguém quer dores de cabeça. Querem ordenados fixos, querem sair as 6 horas em que emprego é que se sai as 6 horas? só os do estado...

    O que lhe posso dizer é que os espanhóis cobram o mesmo que os portugueses e ganham mais... Vem cá identificam os problemas, arranjam, factura a 30 ou 60 dias e vão-se embora. Os portugueses vêm... analisam mt bem, analisam outra-vez e primeiro que se desenrasquem é um problema e é sempre a cobrar.... Quantidade não é igual a qualidade. Além do mais tenho contactos com uma empresa de robótica que diz que não consegue funcionários qualificados, que todos lhe exigem carro e gasóleo pago, e não querem trabalho de campo... querem trabalho de secretária.

    Basicamente é o problema de Portugal ninguém quer sujar as mãos.
  3.  # 45

    Colocado por: jorgferr

    O problema é que nenhuma empresa quer dar qualificação profissional.Como é obvio mesmo depois de licenciado tem todo um percurso dentro da empresa ate ser um engenheiro com experiencia para ser muito rentavel e c muito know how. Em portugal ve-se anuncios em que se pede tudo e mais alguma coisa,mas querem isso tudo num recem licenciado para pagarem 800 euros.


    Isso é totalmente falso, dar formação não é barato! e não se ganha o suficiente para poder pagar pequenas fortunas... Conheço casos em que a empresa formou indivíduos, pagou todas as despesas para irem a Itália e depois esse individuo foi trabalhar para outra empresa. No entanto quem pagou esses 10 mil euros de formação não foi a outra empresa... As pessoas simplesmente "querem", não pensam no outro lado.
    • LuB
    • 27 setembro 2010 editado

     # 46

    Para quem diz que os salarios no publico e privado sao semelhantes que veja quanto ganha um professor no publico e quanto ganha no privado, o mesmo para uma educadora de infància, o mesmo para um arquitecto,etc....DEVERIA ser igual,a diferença é que o valor tabelado no publico é praticado e no privado nao. No privado há arquitectos,professores,educadores a trabalharem a tempo inteiro,com horarios definidos a recibos verdes e a ganharem 500 euros,600 euros,etc.....recebem 11 meses e pagam seg social de 12. Enfim ja para nao falar da diferença de estabilidade profissional. O mercado privado regula-se a ele proprio,se a empresa da prejuizo ou despede,ou fecha,ou baixa salarios. Na empresa estado nao se despede,nao se diminuiem salarios,faz-se uma forcinha e pagam todos do lado da receita.


    Isso ERA DANTES...
    Agora o estado é o maior explorador de mão de obra precária e barata... Nem cumpre as regras que impõe aos privados.
    professores a 600 ou 800 euros... ou pior, se tiverem horários incompletos. E obrigados a grandes deslocações (ou a terem de mudar de casa...)
    E, para sua informação existem muitos mais nessa situação na função pública, do que nos colégios privados.
  4.  # 47

    Colocado por: LuB

    Isso ERA DANTES...
    Agora o estado é o maior explorador de mão de obra precária e barata... Nem cumpre as regras que impõe aos privados.
    professores a 600 ou 800 euros... ou pior, se tiverem horários incompletos.
    E, par sua informação existem muitos mais nessa situação na função pública, do que nos colégios privados.



    Eu faço um convite a todas as pessoas que estao no publico insatisfeitas para virem para o privado. Assim ate havia aquela coisa moderna "mobilidade" pois haveria logo milhares a concorrer para as vagas do publico. Concordo que actualmente o publico começa a praticar condiçoes precarias como as do privado, ate porque julgo que agora deve ser dificil efectivarem como antigamente. Mas para quem la esta ha uns anos aquilo deve ser um paraiso comparado com o privado (tenho la alguns colegas que conseguiram ha uns anos passarem a serem funcionarios do estado, e sabe o que eles dizem? eu nao faço greve que estou muito bem,ganho muito mais do que ganhava no privado,faço o meu trabalho mas tenho uma vida tranquila).
    • LuB
    • 27 setembro 2010 editado

     # 48

    Eu faço um convite a todas as pessoas que estao no publico insatisfeitas para virem para o privado

    Ahhh... Faz o convite?
    E também dá emprego, ou faz o convite e pira-se?
    è que se o meu amigo oferece emprego no privado a todos os professores que andam com a casa às costas com horários incompletos e a ganhar 500 ou 600 euros por mês... Eles aceitam todos.
    Olhe, é que eles são aos milhares e, você tem aí um ajuntamento à porta...
  5.  # 49

    O problema é sempre o mesmo, enquanto não se cortar na despesa do estado não há solução, o estado diz para os institutos, Aguas de Portugal, Estradas de Portugal etc... que o orçamento deles é o de 2009 + 5% e eles gastam tudo no ano seguinte é 2009 + 5% + 5% e eles gastam tudo vão continuar a gastar até ao limite pois sabem que se não gastarem tudo no ano seguinte irão receber menos. Por isso é sempre a gastar até ao ultimo tostão orçamentado não existe um cultura de poupança é sempre a estoirar.

    Por isso primeira medida orçamento de 2009 - 5%.
    Segunda - Li algures que pelo menos 3 ministérios tem um instituto de gestão de património desapareciam todos ficava apenas um independente que iria gerir todos, admitindo que todos os funcionários do estado iram para esse unico instituto mas pode-se imaginar o que se iria poupar mandando para a rua aqueles que são nomeados por cargos politicos administradores/directores etc...
    Depois a poupança continuaria porque os edificios todos ficariam desocupados ficand apenas um, arrendamento/venda dos vazios.

    Depois analisar institutos e ver a sua utilidade, deve haver alguns sobrepostos e outros que só servem para alimentar tachos.

    Aumento do IVA e possivel dedução é uma hipótese não iria acabar com economia paralela, mas acabaria com a fuga na restauração e mais alguns casos, oficinas, contrução continuaria, pois continuaria a ser preferivel poupar já 25% ou 30% do que 12,5% ou 15% no final do ano. Mas concordo que traria mais alguma receita.

    Segurança Social - Estamos prestes a bater no fundo, mais uns anos e com a diminuição da natalidade e a esperança média de vida a aumentar não vai haver trabalhadores suficientes a pagar os reformados. Solução colocar um tecto máximo nas reformas, mas os descontos continuarem a ser sobre os rendimentos. Não vejo outra solução.

    Em relação a baixar rendimentos não vejo sentido nisso a não ser que seja no estado, quanto maior é o salário mais o estado cobra em impostos, mais dinheiro é injectado na economia.

    Depois temos as obras megalómanas, aeroporto/tgv/submarinos, uma vez ouvi o Bagão Felix a falar e ele dizia gerir um orçamento de estado é como gerir o orçamento da nossa casa, mas em modo macro. Ora bem eu estou endividado até ás orelhas mas mesmo assim vou contruir um vivendão e comprar um porshe acho que isto não faz qualquer sentido.

    Eu sei que já existe uma central de compras do estado mas não existe um control das saidas de material dos estabelecimentos profissionais, teria de haver uma maior gestão dos gastos com material economato/farmaceutico etc... Percebem o que eu quero dizer né resmas de papel/ lápis/reguas/borrachas/compressas/algodão tudo isto podem parecer tostões mas se calhar tudo junto são mais uns milhões a desparecerem.

    Automoveis de serviço serviriam apenas para isso seja para o administrador ou para o piquete, sendo só de serviço passariam a fazer muito menos Km logo durariam muito mais anos, menos gastos com fortas automoveis. Depois os choffers não havia novas entradas acabava-se com isso.
    Os automoveis não eram um para casa era tipo 10 adm/directores 6 ou 7 carros que seriam usados conforme necessidade, não estou a imaginar sairem todos para sitios diferentes ao mesmo tempo.

    Para já chega
  6.  # 50

    Colocado por: Portugal

    Isso é totalmente falso, dar formação não é barato! e não se ganha o suficiente para poder pagar pequenas fortunas... Conheço casos em que a empresa formou indivíduos, pagou todas as despesas para irem a Itália e depois esse individuo foi trabalhar para outra empresa. No entanto quem pagou esses 10 mil euros de formação não foi a outra empresa... As pessoas simplesmente "querem", não pensam no outro lado.


    Otários, podiam ter feito um contrato que vinculava o trabalhador a pagar uma indeminização se saisse antes de x tempo. Ou pagavam-lhe melhor e ele não ia para outra empresa.
  7.  # 51

    Colocado por: LuB

    Como vê, os outros países já começaram a fazer o trabalho de casa. Se vir o meu post #16, estão lá algumas das medidas aplicadas na Islândia, Grécia e Espanha. Nem todos procedem da mesma maneira.
    E não me parece que tenham consultado a população por referendo para saberem o que fazer...

    Não lhe cabe a si PBarata, nem a mim LuB, decidir o que se deve fazer aqui em Portugal. Discutir podemos, e devemos, mas receio que não saibamos exactamente as consequências do que estamos a propor, nem se a medida é razoável para o "nosso caso"...
    ....
    Entendeu?


    Entendi. Mas este post não era para isso, para discutir?
  8.  # 52

    Estamos prestes a bater no fundo, mais uns anos e com a diminuição da natalidade e a esperança média de vida a aumentar não vai haver trabalhadores suficientes a pagar os reformados. Solução colocar um tecto máximo nas reformas, mas os descontos continuarem a ser sobre os rendimentos. Não vejo outra solução.


    Ah ah ah...
  9.  # 53

    Colocado por: PBarata

    Otários, podiam ter feito um contrato que vinculava o trabalhador a pagar uma indeminização se saisse antes de x tempo. Ou pagavam-lhe melhor e ele não ia para outra empresa.


    Contractos? só se for ilegais! nenhum contracto obriga o trabalhador a ficar em xpto empresa, quando ele quer sair ele arranja maneira de sair e em tribunal toda a gente sabe que 90% é a favor do empregado.. Aumentar? a formação foi uma aposta no sujeito... para além das empresas quem mais ganha com a formação são os próprios empregados porque hoje em dia sem formação não se faz nada...
  10.  # 54

    ... e a verdade é para se dizer nessa área cobram a 40 a 120 euros à HORA! Cobram esses valores porque ha pouca concorrÊncia. Se o estado apoia-se a criação de empresas mas não pelo contrário ele cobra cada vez mais impostos e poucos são aqueles que se aventuram a criar a sua própria empresa porque a verdade é que ninguém quer dores de cabeça.

    Se cobram isso à hora não precisam de apoios para criar a empresa, dentro de 2 ou e anos teremos centenas de pessoas. Isso são preços de consultores... e são iguais nas outras áreas, os bons pagam-se...

    ... Querem ordenados fixos, querem sair as 6 horas em que emprego é que se sai as 6 horas? só os do estado...

    .. e os tipos das fábricas,da construção, das lojas... no geral a maioria das pessoas sai +- à hora. Pelo menos na escola do meu filho quando lá chego a maioria dos outros pais já foi buscar os filhos.
    Deixe-se de tretas, no privado e no público há quem trabalhe mais, sim. Mas não é a maioria, eventualmente serão os quadros, os operários saem à horinha.

    Além do mais tenho contactos com uma empresa de robótica que diz que não consegue funcionários qualificados, que todos lhe exigem carro e gasóleo pago, e não querem trabalho de campo... querem trabalho de secretária.

    É a lei da oferta e da procura. Quando existirem muitos, os patrões também não vão ter contemplações em esmagar os ordenados. E este é a maioria dos casos.
    • LuB
    • 27 setembro 2010 editado

     # 55

    Basicamente é o problema de Portugal ninguém quer sujar as mãos.


    Bem, não será esse o caso...
    Está a ser injusto com os Portugueses que até trabalham bem e são remunerados (lá fora...) como bons trabalhadores que são.

    Na verdade o meu sobrinho tirou o curso de Electrónica e fez uma tese final na área de Robótica. Esteve cá a trabalhar algum tempo, ganhou alguma experiência.
    Pagavam-lhe relativamente pouco... (talvez as pequenas empresas prefiram pagar à hora (mesmo que seja caro), a empresas nacionais ou estrangeiras porque não têm dimensão para manter um técnico só para si. Duas ou três horas de trabalho/mês é o que precisam...
    O meu sobrinho saiu, como saem muitos licenciados, porque no Brasil lhe ofereceram mais do dobro do que ele cá ganhava... Foi, e está satisfeito.

    Mas isto mostra a pouca capacidade da nossa industria... e da nossa economia
  11.  # 56


    Contractos? só se for ilegais! nenhum contracto obriga o trabalhador a ficar em xpto empresa, quando ele quer sair ele arranja maneira de sair e em tribunal toda a gente sabe que 90% é a favor do empregado.. Aumentar? a formação foi uma aposta no sujeito... para além das empresas quem mais ganha com a formação são os próprios empregados porque hoje em dia sem formação não se faz nada...


    Não é ilegal... Não obriga ninguem, tem é de pagar um indeminização caso saia. É perfeitamente possivel, o estado faz isso.
  12.  # 57

    Eu faço um convite a todas as pessoas que estao no publico insatisfeitas para virem para o privado. Assim ate havia aquela coisa moderna "mobilidade" pois haveria logo milhares a concorrer para as vagas do publico. Concordo que actualmente o publico começa a praticar condiçoes precarias como as do privado, ate porque julgo que agora deve ser dificil efectivarem como antigamente. Mas para quem la esta ha uns anos aquilo deve ser um paraiso comparado com o privado (tenho la alguns colegas que conseguiram ha uns anos passarem a serem funcionarios do estado, e sabe o que eles dizem? eu nao faço greve que estou muito bem,ganho muito mais do que ganhava no privado,faço o meu trabalho mas tenho uma vida tranquila).


    Eu saí do publico para o privado. E ganho mais.
    Acho que as pessoas estão muito enganadas quanto aos ordenados da função pública. No inicio sim ganham mais que no privado, dado que a "exploração" é menor.
    Mas a progressão de carreira actualmente é nenhuma, com tendência a piorar.
    Creio que neste momento o público é má aposta para o futuro (à semelhança do resto da europa).
  13.  # 58

    Colocado por: PBarata

    Não é ilegal... Não obriga ninguem, tem é de pagar um indeminização caso saia. É perfeitamente possivel, o estado faz isso.


    Exacto, por exemplo tenho um colega que nos Estados Unidos ja fez duas pos graduaçoes. As duas pagas pela empresa, mas de cada vez que lhe pagam uma tem de ficar tres anos,se ele quiser sair devolve uma parte. Ex. se sair ao fim de 1 ano devolve 2/3 do valor que custou a formaçao.

    Algo parecido acontece quando algumas empresas na Suiça ou Alemanha contratam funcionarios no estrangeiro e lhes pagam a relocação. Pagam as despesas todas para a pessoa ir para lá,mas se ela sair num determinado periodo tem de devolver o proporcional.
  14.  # 59

    Colocado por: PBarataEu saí do publico para o privado. E ganho mais.


    Não me parece que a vantagem do público alguma vez tenha sido o salário mas sim a segurança e estabilidade do emprego. Um exemplo actual e conhecido de todos será a fuga dos médicos do público para o priavado. Ganham mais mas também podem ficar sem emprego mais facilmente.
  15.  # 60

    Colocado por: hfviegas
    Solução colocar um tecto máximo nas reformas, mas os descontos continuarem a ser sobre os rendimentos. Não vejo outra solução.

    fÓNIx!!!
    Então eu desconto 200, e outro desconta 100 e no fim temos a mesma reforma? Isso é que é roubar. Uma coisa terá de ser sempre proporcional à outra. Ou então quem desconta mais é burro e começa a fugir.


    Eu sei que já existe uma central de compras do estado mas não existe um control das saidas de material dos estabelecimentos profissionais, teria de haver uma maior gestão dos gastos com material economato/farmaceutico etc... Percebem o que eu quero dizer né resmas de papel/ lápis/reguas/borrachas/compressas/algodão tudo isto podem parecer tostões mas se calhar tudo junto são mais uns milhões a desparecerem.

    A central de compras não funciona assim. Não tem nada a ver e recorrer a ela até pode ser mais caro (é outra discussão).
 
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