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  1.  # 61




    Mas andamos a enganar quem?
    Não queremos ... esse país ainda existe para muita gente!!!
    Felizmente para mim ou para os que aqui andam não, mas isso não me faz tapar os olhos ao que me rodeia. Eu vejo, eu ouço e não me baseio somente nas minhas vivências/realidade.
    Faça um teste a si mesma, imagine-se a viver com o salário mínimo. A única coisa que lhe posso dizer é que não sei como é possível mesmo não sendo eu uma pessoa de grandes exigências.


    As pessoas, mais uma vez porque para mim é o essencial, preocupam-se muito com o que pagam e não se o que pagam é bem ou mal empregue.
    Não dão conta sequer do que lhes é oferecido, das condições que lhe são proporcionadas.

    Olham demasiado para o seu umbigo:


    Repare no bold que coloquei, é o exemplo disso, a forma como expressou que já não a "abrange mas nem por isso" diz tudo, já não me abrange mas nem por isso acho a medida mais justa, e eu completo, mas como não vou pagar quero lá saber, é o quer se subentende.

    Logicamente os exemplos não me saem ao correr da pena e nem são os mais felizes, mas lembrei-me de mais um:
    Mesmo com as propinas com os valores que estão (quando tirei o meu (C)urso não paguei, ou melhor, pagava 600$(escudos) por ano), acham que este valor é o suficiente para pagar o valor real do curso?
    Eu tenho dúvidas que em cursos que exigem mais recursos alguma, vez quem os tirou os venha a pagar realmente ao estado.
    Não será justo que com um curso subsidiado pelo estado a pessoa que ganha mais também pague mais impostos?


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista

    PS: Fonix ... há anos que acho que não escrevia tanto, sem ser "ifs", "while", "for", "foreach", como escrevo desde que me registei neste forum ...


    Como não sei fazer citações parciais, vamos ver se nos entendemos...

    1º - Como já tenho uns anitos e uma experiência de vida relativamente diversificada, não ajuízo o mundo (apenas) a partir do meu círculo de vivências quotidianas. Consigo ver um bocadito mais longe do que isso...e consigo lembrar-me, por ex, de que quando andava no antigo 2º ano do ciclo (fim dos anos 70) muitos dos meus colegas da altura abandonaram a escola (aos 11-12 anos) para ir trabalhar na indústria do calçado, pois os pais ou não tinham condições para os manter a estudar ou nºao valorizavam minimamente a educação e queriam pô-los rapidamente nas fábricas "para não ganharem vícios". Na altura a idade legal para trabalhar era aos 14 anos, mas os patrões faziam-lhes o "favor" de os ter lá a trabalhar em troca de uns poucos escudos. O país evoluiu, sim, e não se pode desvalorizar isso...este foi um pequeníssimo exemplo.

    2º Se consigo imaginar-me a viver com o ordenado mínimo? Não...como não consigo imaginar-me a viver tendo largado a escola aos 11 anos...os meus filtros do mundo são outros, mas isso não me impede de olhar para as pessoas que vivem assim e temer por elas, que estão totalmente desprotegidas (falo dos pobres, os que ganham o ordenado mínimo ou menos) face aos tempos que aí vêem. Será também diferente viver com 500 euros num meio rural no meio urbano...numa cidade, com rendas para pagar, é a miséria certa.

    3º - Subentendeu mal. Não é por uma medida não me afectar (neste caso era o fim das deduções, mas há muitas outras) que mudo a minha opinião sobre a sua justeza ou que me "borrifo" na sorte dos outros.

    3º - A mim preocupa-me e muito o destino que é dado aos meus impostos. Por exemplo, preocupa-me que o Ministro da Saúde venha dizer, com o maior desplante, que vão ser cortadas as verbas para os transplantes e que por isso (admitiu ele) pessoas que podiam ser salvas deixarão de o ser. Mas afinal eu e todos os outros estamos a sacrificar-nos para quê? As prestações sociais vão ser radicalmente diminuídas. Mas o meu dinheiro vai para onde e para quem, então?! (Olho bem menos para o meu umbigo do que pode pensar...)

    4º O exemplo dos cursos superiores também não é muito feliz. Pedir 900 euros anuais de propinas já é, para muitíssimas famílias, um esforço terrível. Há centenas de estudantes a desistir do ensino superior por razões económicas (há que não esquecer os gastos com alunos deslocados). E claro, os impostos de quem ganha mais também servem para isto. Ainda bem, digo eu, mas também isto deve mudar...
  2.  # 62

    Colocado por: rodrigo_gomes29Gostava de deixar uma mensagem à becas e espero que não me leve a mal porque é uma ideia construtiva, pelo que fala é professora, pelos cursos e certificações que diz ter, e como cada vez à menos crianças, logo vão-se fechar as portas aos profs e deduzindo que o seu nível de ensino até poderá ser ao nível superior, mentalize-se que é de pessoas como você, com o seu nível de conhecimento é que são precisas para criarem empresas, emprego e fazerem isto andar para a frente!! Tem razão se me disser que não é gestora, mas um gestor é bom é para controlar custos, se não perceber nada da "poda" ele também não vai muito longe...é portanto preciso que perceba da "poda" e de bons gestores (de preferência daqueles que distribuem lucros pelos trabalhadores nem que sejam 5€ e que não fujam com o €€€)...


    Não levo nada a mal e tem razão naquilo que diz, mas na minha área de especialização o que eu poderia criar era colégios (flop...) ou empresas na área cultural...as chamadas inutilidades para muita gente! Além de que sempre que pensámos (eu e o meu marido) nisso, faltava-nos uma coisinha...capital!
    Eu sou mais para a investigação, mas o meu marido geriu uma instituição de ensino pública durante uma década e (passe a parcialidade) fê-lo muito bem! Ele é um excelente gestor...bom nas relações humanas, super rigoroso com o dinheiro, implacável quando tem de ser...Mas as suas funções cessaram (por opção própria, não se recandidatou) e está desaproveitado agora...na FP não é fácil "desviar" os mais capazes para funções de liderança, noutros organismos que não os de origem...E sim, este é um problema da nossa FP!
  3.  # 63

    Boas,

    Colocado por: becasComo não sei fazer citações parciais, vamos ver se nos entendemos...


    Selecciona a parte do texto que quer citar e clica em "citar" e só é citada a parte seleccionada.

    Colocado por: becas1º - Como já tenho uns anitos e uma experiência de vida relativamente diversificada, não ajuízo o mundo (apenas) a partir do meu círculo de vivências quotidianas. Consigo ver um bocadito mais longe do que isso...e consigo lembrar-me, por ex, de que quando andava no antigo 2º ano do ciclo (fim dos anos 70) muitos dos meus colegas da altura abandonaram a escola (aos 11-12 anos) para ir trabalhar na indústria do calçado, pois os pais ou não tinham condições para os manter a estudar ou nºao valorizavam minimamente a educação e queriam pô-los rapidamente nas fábricas "para não ganharem vícios". Na altura a idade legal para trabalhar era aos 14 anos, mas os patrões faziam-lhes o "favor" de os ter lá a trabalhar em troca de uns poucos escudos. O país evoluiu, sim, e não se pode desvalorizar isso...este foi um pequeníssimo exemplo.


    Claro que evoluiu, ninguém está a dizer o contrário.
    Agora eu não me posso é contentar somente com isso, quero mais (não para mim atenção). Quanto a mim evolui muito menos do que devia (podia) ter evoluído, e (penso eu) uma das razões é ter evoluído com muita assimetria.


    Colocado por: becas2º Se consigo imaginar-me a viver com o ordenado mínimo? Não...como não consigo imaginar-me a viver tendo largado a escola aos 11 anos...os meus filtros do mundo são outros, mas isso não me impede de olhar para as pessoas que vivem assim e temer por elas, que estão totalmente desprotegidas (falo dos pobres, os que ganham o ordenado mínimo ou menos) face aos tempos que aí vêem. Será também diferente viver com 500 euros num meio rural no meio urbano...numa cidade, com rendas para pagar, é a miséria certa.


    Foi por este ponto que "divergimos" no início.
    Uma pequena história que mudou há muito a minha visão sobre muitas coisas, parece simples mas para mim teve uma importância enorme:
    Certo dia fui com uns amigos ver uma peça que tinha por base uma recolha textos de vários livros de Fiodor Dostoievski. Como é natural a peça era intensa e um tanto ao quanto depressiva. No fim da peça estávamos todos ainda a pensar nela, enquanto um de nós estava extremamente bem disposto. No meio da conversa que estávamos a ter sobre a nossa pobre existência esse, o que estava bem disposto, saia-se mais ou menos com isto:
    - Vocês são malucos? Estão mal com o que têm? Ficam depressivos com as questões filosóficas que o Fiodor vos coloca? Deixem de ser egoístas, nós não temos direito a ter depressões, nós temos à nossa disposição mais do que o suficiente para ver uma vida alegre e saudável! Os africanos que passam fome sim, têm direito a ter depressões! Os asiáticos que são escravizados sim, têm direito a ter depressões.
    (de notar que a pessoa que teve esse discurso passou muitas privações e problemas na vida)
    Pondo de parte algum exagero nas palavras dele, aqueles 30 segundos fizeram-me começar a ver muitas coisas de uma forma completamente diferente.
    Em conclusão, eu tenho muito mais do que aquilo que preciso para ser feliz, quem vive com a salário mínimo tenho dúvidas (especialmente pela educação que teve e na sociedade em que vive), embora não me custe a acreditar que muitos (ou a maior) parte deles o consiga.

    Colocado por: becas3º - Subentendeu mal. Não é por uma medida não me afectar (neste caso era o fim das deduções, mas há muitas outras) que mudo a minha opinião sobre a sua justeza ou que me "borrifo" na sorte dos outros.


    Não foi o que deu a entender, mas se tal é verdade a única coisa que posso fazer é saudá-la por isso.


    Colocado por: becas3º - A mim preocupa-me e muito o destino que é dado aos meus impostos. Por exemplo, preocupa-me que o Ministro da Saúde venha dizer, com o maior desplante, que vão ser cortadas as verbas para os transplantes e que por isso (admitiu ele) pessoas que podiam ser salvas deixarão de o ser. Mas afinal eu e todos os outros estamos a sacrificar-nos para quê? As prestações sociais vão ser radicalmente diminuídas. Mas o meu dinheiro vai para onde e para quem, então?! (Olho bem menos para o meu umbigo do que pode pensar...)


    Isso no fundo são mais impostos, e são sobretudo impostos que vão recair (indirectamente) sobre aqueles que menos têm.


    Colocado por: becas4º O exemplo dos cursos superiores também não é muito feliz. Pedir 900 euros anuais de propinas já é, para muitíssimas famílias, um esforço terrível. Há centenas de estudantes a desistir do ensino superior por razões económicas (há que não esquecer os gastos com alunos deslocados). E claro, os impostos de quem ganha mais também servem para isto. Ainda bem, digo eu, mas também isto deve mudar...


    Eu não disse que era muito ou pouco para as famílias, o que eu disse é pagamos muito menos que o valor real do curso e que nos devemos lembrar disso quando pagamos impostos ou quando dizemos que não sabemos para onde vai o dinheiro dos nossos impostos, só isso (não está expressa a minha opinião se 1000€ de propinas é muito ou pouco, mas também podemos discutir isso e pode ser que se surpreenda*).
    O que eu tentei transmitir é que há muitas coisas das quais disfrutamos e nem damos conta que não pagamos por elas, ou pelo menos não pagamos o seu real valor.


    *eu nunca ao longo desta discussão manifestei concordância ou discordância com a medida que lhe deu origem. Apenas manifestei discordância com os argumentos apresentados para discordar da medida, o que é bem diferente.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  4.  # 64

    Boas,

    Colocado por: becasou empresas na área cultural...as chamadas inutilidades para muita gente!


    Não sei se esta era para mim ou não, vou ser um pouco egocêntrico e pensar que era!

    Eu tenho garantidamente mais preocupações com a área cultural que a becas, disso não tenho a mínima dúvida mesmo sem a conhecer (à becas).
    A cultura é para mim um dos pilares (senão o pilar) de uma sociedade, no entanto não posso confundir cultura com CCBs ou Casas da Música. O facto de eu "ser contra" Os CCBs ou Casas da Música é justamente por pensar que o dinheiro que foi gasto neste poderia ter sido muito melhor aproveitado em prol da cultura. Mas já agora, recorrendo à minha reduzida amostra de conhecidos que vivem no e do meio cultural, quase todos eles são da minha opinião o que também não é de admirar, pois o próprio meio cultural não vê com muito bons olhos estes elefantes brancos.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  5.  # 65

    Colocado por: oxelferBoas,



    Não sei se esta era para mim ou não, vou ser um pouco egocêntrico e pensar que era!

    Eu tenho garantidamente mais preocupações com a área cultural que a becas, disso não tenho a mínima dúvida mesmo sem a conhecer (à becas).
    A cultura é para mim um dos pilares (senão o pilar) de uma sociedade, no entanto não posso confundir cultura com CCBs ou Casas da Música. O facto de eu "ser contra" Os CCBs ou Casas da Música é justamente por pensar que o dinheiro que foi gasto neste poderia ter sido muito melhor aproveitado em prol da cultura. Mas já agora, recorrendo à minha reduzida amostra de conhecidos que vivem no e do meio cultural, quase todos eles são da minha opinião o que também não é de admirar, pois o próprio meio cultural não vê com muito bons olhos estes elefantes brancos.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista


    Não era para si, por acaso. Ainda bem que é uma pessoa de cultura, fazem falta pessoas assim na nossa sociedade de tostões (ou cêntimos).
    De resto, tenho orgulho em que o nosso país tenha o CCB e a Casa da Música e o TMG (o umbigo cá da urbe). Benditas paredes, mas não menos importante é que sejam espaços bem geridos e bem programados.
  6.  # 66

    A dada altura, chega um senhor num Mercedes topo de gama, estaciona e entra num hotel de luxo.

    Há quem pense : "Bandido, deves ter roubado muito pra estares onde estás... Devias comer o pão que o diabo amassou para veres como era ..."
    E há quem pense : "Um dia hei-de ser como ele... Tenho de descobir como la chegou."

    Digam-me lá o que acham que a maioria dos portugueses pensa.

    Depois, há uma situação em que há um prémio para quem descobrir quanto são 2 + 3.

    Um Contabilista diz : São excatamente 5.
    Um Engenheiro diz : Depende do sinal de cada um dos numeros.
    Um Advogado diz : Depende, pois estes dois montantes nem sempre podem ser somados desta forma.
    Um Analfabeto diz : O que significa a cruz ?

    Sabem que ganha o prémio ?
    Foi o amigo do gajo que tinha a responsabilidade de distribuir o prémio.
    Digam-me lá o que acham que acontece com frequência no nosso país.

    São 2 brincadeiras, mas que mostram um pouco daquilo que somos.
    Isto está nas mãos de 3 ou 4 familias, são sempre os mesmos. Os politicos são lacaios destes. Toda a gente sabe que não é como politico ou deputado que se ganha dinheiro.
    Os que aceitam ir para essa vida não vão gratuitamente. Tem de cuidar da vidinha deles, e sabem que ali, se forem bem comportadinhos, se orientam bem debaixo de alguem importante.

    O resto que ouvimos e vemos nos media, vai-nos entupindo um pouco os horizontes e só nos deixa ver aquilo que lhes interessa.
    Isto parece um bocado teoria da conspiração, mas tem boa dose de verdade. É o sistema e nos estamos no meio dele.
    Agora pedimos ajuda porque nao fomos capazes de nos orientar sozinhos. Quem emprestou quer contrapartidas.

    Vamos pagar, todos, perdendo beneficios fiscais, suportando maior carga impostos, etc.
    E vamos esperar que isto nao se repita tão cedo, mas que se vai repetir, vai. É ciclico, porque a ganancia não vai desaparecer pura e simplesmente.

    Talvez me tenha afastado um pouco do objectivo principal deste tópico, mas apeteceu-me :-)
    Concordam com este comentário: jfsmoreira, GFC
  7.  # 67

    Boas,

    Colocado por: becasTMG (o umbigo cá da urbe)


    Boas terra!
    Tive alguns amigos a estudar ai, e muitos uns kilómetros mais abaixo.
    Não sei como está agora, mas tenho-as como duas referências a nível cultural, faziam muito com os poucos recursos que tinham.

    Colocado por: SchopferGottA dada altura, chega um senhor num Mercedes topo de gama, estaciona e entra num hotel de luxo.

    Há quem pense : "Bandido, deves ter roubado muito pra estares onde estás... Devias comer o pão que o diabo amassou para veres como era ..."
    E há quem pense : "Um dia hei-de ser como ele... Tenho de descobir como la chegou."


    Inveja ou ambição?


    Colocado por: SchopferGottIsto está nas mãos de 3 ou 4 familias, são sempre os mesmos. Os politicos são lacaios destes. Toda a gente sabe que não é como politico ou deputado que se ganha dinheiro.
    Os que aceitam ir para essa vida não vão gratuitamente. Tem de cuidar da vidinha deles, e sabem que ali, se forem bem comportadinhos, se orientam bem debaixo de alguem importante.


    E agora muito seriamente! Podemos criticá-los? Se lá estivéssemos faríamos diferente?

    Colocado por: SchopferGottO resto que ouvimos e vemos nos media, vai-nos entupindo um pouco os horizontes e só nos deixa ver aquilo que lhes interessa.


    Concordo e discordo. Se há muita coisa que nos é "escondida", há outra tanta que se tivermos sentido crítico ao que nos é dado conseguimos ver além de.

    Colocado por: SchopferGottIsto parece um bocado teoria da conspiração, mas tem boa dose de verdade. É o sistema e nos estamos no meio dele.


    É o sistema e fazemos parte dele.

    Colocado por: SchopferGottAgora pedimos ajuda porque nao fomos capazes de nos orientar sozinhos. Quem emprestou quer contrapartidas.


    Só não sabemos em concreto quais, mas já há muitas pistas.

    Colocado por: SchopferGottTalvez me tenha afastado um pouco do objectivo principal deste tópico, mas apeteceu-me :-)


    E não é para isso mesmo que cá estamos?

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  8.  # 68

    Boas,

    Por coincidência (ou não) acabo de ouvir isto na SICNotícias:
    Na Noruega os estudantes do ensino superior recebem 11.000€/ano por estudarem que só são obrigados a devolver se:
    - chumbarem
    - viverem com os pais
    - receberem mais de 17000€/ano (pelos vistos é normal os estudantes na Noruega trabalharem)

    A "notícia" (era uma reportagem) era sobre arquitectura e não sei se o "subsídio" dizia só respeito aos estudantes de arquitectura ou se é geral.
    Não confirmei os dados, nem sei se é assim tão taxativo, mas achei interessante pois estivemos a "falar" aqui sobre isto.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
 
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