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  1.  # 1

    Desta forma o Estado não "metia a mão" no que não devia, e o dinheiro era aplicado na mesma, desde que com GARANTIA de RETORNO, claro


    Já nos estamos a preparar para o retorno. Com 50% de perda de valor na dívida grega, coloca-se a questão: quando chegar a vez da nossa, qual será a percentagem? Dito de outra forma, qual será o rombo nas contas da Seg.Social, e de mais uma série de instituições convencidas/forçadas a comprar dívida nacional?
  2.  # 2

    Boas,

    Colocado por: luisvvNão. Significa que se por um cataclismo qualquer cessar a entrada de descontos na SSocial terá que cessar também o pagamento de pensões.
    Dizer que "existe" é a mesma coisa que eu dizer que o dinheiro que paguei pelo meu almoço ainda é meu.


    Eu nunca disse que no futuro o dinheiro que descontamos estará a nossa espera!
    Isso é um problema diferente.
    O que eu disse:
    A SS teve alguma vez de pedir um empréstimo para pagar pensões ou subsídios? NÃO!
    O estado teve de meter algum dinheiro "seu" (impostos) para pagar pensões ou subsídios? NÃO!
    Se nunca pediu empréstimo a ninguém é porque sempre teve dinheiro, isto é, o dinheiro existe.

    A minha intervenção neste aspecto somente visa desmitificar que o estado esteja a gastar dinheiro com subsídios ou pensões e que e os subsídios ou pensões sejam um dos causadores do défice, porque na realidade o que se passa é o contrário, se a SS saísse do OE o défice seria ainda maior.

    Consegue provar o contrário?


    Colocado por: luisvvMas a sustentabilidade é essencial...


    Claro que é!
    Mas não era isso que estava em discussão.
    Quer saber se eu penso se é sustentável ou não? Não, não é.
    E não é por erros que se cometeram, e aqui não digo que os sindicatos não tenham a sua dose de culpa, porque neste aspecto tenho opiniões muito contrárias à norma dos sindicatos.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  3.  # 3

    Boas,

    Colocado por: luisvvNão. Significa que se por um cataclismo qualquer cessar a entrada de descontos na SSocial terá que cessar também o pagamento de pensões.


    Engraçado:
    O seu dinheiro no banco não existe, pois, se por acaso acontecer um cataclismo e deixar de entrar dinheiro no seu banco, este não terá como lhe pagar ;)

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  4.  # 4

    Boas,

    Governo admite despedimentos na Função Pública
    Secretário de Estado da Administração Pública admite que a redução de pessoal é um imperativo e que os cortes podem ir ainda mais longe. Não afasta a hipótese de despedimentos nem da redução para 12 dos vencimentos a pagar, anualmente, aos funcionários públicos.
    http://aeiou.expresso.pt/governo-admite-despedimentos-na-funcao-publica=f684049

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  5.  # 5

    Boas,

    Bom senso:

    Remuneração dos administradores das empresas britânicas aumentou 49% em 2010
    A crise não se fez sentir no valor que os gestores de topo das empresas britânicas receberam no ano passado. Um CEO ganhou, em média, 3,8 milhões de libras (4,33 milhões de euros).
    "
    Esta forte subida nas remunerações ficou a dever-se sobretudo aos esquemas de pagamentos de bónus, já que os salários cresceram em média 3,2%. “Numa altura em que os trabalhadores estão a sofrer cortes de salários e a baixar o nível de vida, sem uma explicação, pode ser difícil às empresas do FTSE 100 justificarem o aumento significativo que concederam aos seus administradores”, disse Steve Tatton, da IDS.
    "
    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=515831

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  6.  # 6

    Eu nunca disse que no futuro o dinheiro que descontamos estará a nossa espera!
    Isso é um problema diferente.
    O que eu disse:
    A SS teve alguma vez de pedir um empréstimo para pagar pensões ou subsídios? NÃO!
    O estado teve de meter algum dinheiro "seu" (impostos) para pagar pensões ou subsídios? NÃO!
    Se nunca pediu empréstimo a ninguém é porque sempre teve dinheiro, isto é, o dinheiro existe.

    Isso é uma forma falaciosa de colocar a questão. O dinheiro dos meus descontos já não existe. Já foi gasto a pagar as pensões de outros. Eventualmente, posso acreditar (e digo já que não acredito) que o Estado terá na devida altura forma de o extorquir a outro..

    A minha intervenção neste aspecto somente visa desmitificar que o estado esteja a gastar dinheiro com subsídios ou pensões e que e os subsídios ou pensões sejam um dos causadores do défice, porque na realidade o que se passa é o contrário, se a SS saísse do OE o défice seria ainda maior.

    Continua a ser despesa do Estado. Tem afectada uma determinada fonte de receita (sem esquecer o famoso IVA social), mas continua a ser despesa..

    Mas não era isso que estava em discussão. Quer saber se eu penso se é sustentável ou não? Não, não é.
    E não é por erros que se cometeram, e aqui não digo que os sindicatos não tenham a sua dose de culpa, porque neste aspecto tenho opiniões muito contrárias à norma dos sindicatos.


    Mas está subjacente à ideia de que a Seg.Social não é despesa..
  7.  # 7

    Engraçado: O seu dinheiro no banco não existe, pois, se por acaso acontecer um cataclismo e deixar de entrar dinheiro no seu banco, este não terá como lhe pagar ;)


    Não precisa de acontecer um cataclismo.
    E apesar de algumas características partilhadas, há diferenças: o meu dinheiro é entregue ao banco sob um contrato de depósito, e o banco aplica-o, sob promessa de me devolver o meu capital acrescido de um juro. Em caso de incumprimento do contrato posso tentar accionar o património do meu devedor.
  8.  # 8

    Governo admite despedimentos na Função Pública
    Secretário de Estado da Administração Pública admite que a redução de pessoal é um imperativo e que os cortes podem ir ainda mais longe. Não afasta a hipótese de despedimentos nem da redução para 12 dos vencimentos a pagar, anualmente, aos funcionários públicos.

    Nem pode afastar, obviamente. A suspensão dos subsídios vale para 2 anos, o que pressupõe que no final desse período terá que ser prolongada ou substituída por outro tipo de medida de efeito equivalente. Ora, tendo em conta que por essa altura haverá que esmifrar mais uns trocos para levar o défice a zeros, o mais provável é que todas as formas possíveis e imaginárias de o fazer já tenham sido tentadas.
  9.  # 9

    Boas,

    Colocado por: luisvvIsso é uma forma falaciosa de colocar a questão. O dinheiro dos meus descontos já não existe. Já foi gasto a pagar as pensões de outros. Eventualmente, posso acreditar (e digo já que não acredito) que o Estado terá na devida altura forma de o extorquir a outro..

    Colocado por: luisvvContinua a ser despesa do Estado.


    Não, antes pelo contrário, falacioso é dizer que é despesa do estado quando o estado nunca lá meteu dinheiro nem nuca irá meter.
    Como bem diz, se o dinheiro acabar quem se lixa é quem contribuiu, logo se lhe chamarmos despesa é uma despesa para o contribuinte e não para o estado.

    Falacioso é dizer que uma das causas do défice é o pagamento de pensões ou subsídios, pois estes estão a ser suportados pelo (actuais) contribuintes.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  10.  # 10

    Boas,

    Colocado por: luisvvNem pode afastar, obviamente.


    Só de notar que apenas me limito (limitei) a colocar a notícia.
    O colocar da notícia não quer dizer que concorde ou discorde.
    Como já aqui disse, apesar de tudo concordo com muitas coisas que esta (ou outro) governo fez ou vai fazer, o que por norma acontece é discordo com a argumentação e essencialmente com os fins.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  11.  # 11

    Boas,

    Colocado por: luisvvE apesar de algumas características partilhadas, há diferenças: o meu dinheiro é entregue ao banco sob um contrato de depósito, e o banco aplica-o, sob promessa de me devolver o meu capital acrescido de um juro. Em caso de incumprimento do contrato posso tentar accionar o património do meu devedor.


    A única diferença é que o estado pode alterar o contrato sem dar cavaco às outras partes.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  12.  # 12

    Não, antes pelo contrário, falacioso é dizer que é despesa do estado quando o estado nunca lá meteu dinheiro nem nuca irá meter. Como bem diz, se o dinheiro acabar quem se lixa é quem contribuiu, logo se lhe chamarmos despesa é uma despesa para o contribuinte e não para o estado.

    Não é exacto. Por um lado, já houve diversas fontes de financiamento da segurança social. Por outro lado, nem todas as pensões são do regime contributivo.

    Na verdade, a bem dizer, nada é despesa do Estado - tudo é despesa do contribuinte, financiada através dos impostos e contribuições (e em muito menor medida por outras receitas).

    Falacioso é dizer que uma das causas do défice é o pagamento de pensões ou subsídios, pois estes estão a ser suportados pelo (actuais) contribuintes.
  13.  # 13

    A única diferença é que o estado pode alterar o contrato sem dar cavaco às outras partes.


    Há mais...
  14.  # 14

    Boas,

    Colocado por: luisvvNão é exacto.


    O que é que não é exacto?
    O estado já lá meteu dinheiro?
    Quando a SS não tiver dinheiro para pagar o estado vai suportar esse custo?
    Afinal quem é que suporta os custos da SS? É o estado ou as contribuições?

    Colocado por: luisvvPor um lado, já houve diversas fontes de financiamento da segurança social. Por outro lado, nem todas as pensões são do regime contributivo.


    Claro que há outras fontes de rendimentos e claro que há pensões não contributivas.

    Colocado por: luisvvNa verdade, a bem dizer, nada é despesa do Estado - tudo é despesa do contribuinte, financiada através dos impostos e contribuições (e em muito menor medida por outras receitas).


    Há uma grande diferença:
    Nos impostos o estado diz-me que vai ficar com eles e fazer aquilo que bem lhe apetecer, mas nas contribuições para a SS está bem definido qual a sua utilização.
    Só me faz confusão ser considerado uma despesa porque é um bolo que para o estado nunca dará prejuiso, fartam-se de dizer que as despesas com pensões e subsídios sobem, mas nunca dizem no que global a SS nunca deu prejuíso, dando a ideia que é o estado que têm de arcar com essa despesa e por isso têm de ficar com os subsídios ao pessoal ou fazer menos estradas.



    Só me falta dizer que isto é mentira:
    Orçamento de estado 2012, pág 91
    Fruto da conjuntura desfavorável e do seu impacto na situação financeira do Sistema Previdencial –
    Repartição, não se prevê concretizar, em 2012, a transferência de quotizações dos trabalhadores para
    reforço do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social, conforme o disposto no n.º 3 do
    Artigo 91.º da Lei de Bases da Segurança Social, tal como já ocorreu nos anos anteriores.
    Apesar da atual conjuntura desfavorável, influenciada, em particular, pela retração da atividade
    económica, a situação orçamental do Sistema da Segurança Social mantém-se positiva, prevendo-se,
    para o período de 2011 a 2012, um saldo positivo:
    - 552,35 milhões de euros em 2011, e
    - cerca de 419,96 milhões de euros em 2012

    A SS ainda dá "lucro" ou não?

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  15.  # 15

    Boas,


    Desta nem sei o que pensar, mas pode ser uma boa fonte de receita:

    Sevilha aplica multas até três mil euros a clientes da prostituição
    Os clientes foram postos no centro da luta contra a prostituição em Sevilha. A partir desta sexta-feira, data da entrada em vigor da nova lei, as autoridades municipais daquela província espanhola podem multar quem for apanhado a recorrer a este tipo de serviços. O valor da sanção pode variar entre os 750 e os 3 mil euros.
    http://www.publico.pt/Mundo/clientes-da-prostituicao-ja-podem-ser-multados-em-sevilha-1518703

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
    •  
      MRui
    • 28 outubro 2011

     # 16

    Cá também deviam implementar essa medida, mas com uma alteração: quem fosse apanhado a votar nos partidos que deram cabo do país, seria multado entre os 750 e os 3 mil euros.
  16.  # 17

    Boas,

    Colocado por: MRuiCá também deviam implementar essa medida, mas com uma alteração: quem fosse apanhado a votar nos partidos que deram cabo do país, seria multado entre os 750 e os 3 mil euros.


    LOL ... quantos é que escapavam?

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  17.  # 18

    Colocado por: luisvv

    Há mais...

    Olá Luisvv por cá?
  18.  # 19

    Boas,

    Multa para quem não pedir factura
    Governo quer aplicar multas aos contribuintes que não peçam, nem guardem as facturas.
    http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/multa-para-quem-nao-pedir-factura013840910

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
    •  
      MRui
    • 30 outubro 2011

     # 20

    Colocado por: oxelferquantos é que escapavam?

    Os números são públicos: 15%.
 
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