Desta forma o Estado não "metia a mão" no que não devia, e o dinheiro era aplicado na mesma, desde que com GARANTIA de RETORNO, claro
Colocado por: luisvvNão. Significa que se por um cataclismo qualquer cessar a entrada de descontos na SSocial terá que cessar também o pagamento de pensões.
Dizer que "existe" é a mesma coisa que eu dizer que o dinheiro que paguei pelo meu almoço ainda é meu.
Colocado por: luisvvMas a sustentabilidade é essencial...
Colocado por: luisvvNão. Significa que se por um cataclismo qualquer cessar a entrada de descontos na SSocial terá que cessar também o pagamento de pensões.
Eu nunca disse que no futuro o dinheiro que descontamos estará a nossa espera!
Isso é um problema diferente.
O que eu disse:
A SS teve alguma vez de pedir um empréstimo para pagar pensões ou subsídios? NÃO!
O estado teve de meter algum dinheiro "seu" (impostos) para pagar pensões ou subsídios? NÃO!
Se nunca pediu empréstimo a ninguém é porque sempre teve dinheiro, isto é, o dinheiro existe.
A minha intervenção neste aspecto somente visa desmitificar que o estado esteja a gastar dinheiro com subsídios ou pensões e que e os subsídios ou pensões sejam um dos causadores do défice, porque na realidade o que se passa é o contrário, se a SS saísse do OE o défice seria ainda maior.
Mas não era isso que estava em discussão. Quer saber se eu penso se é sustentável ou não? Não, não é.
E não é por erros que se cometeram, e aqui não digo que os sindicatos não tenham a sua dose de culpa, porque neste aspecto tenho opiniões muito contrárias à norma dos sindicatos.
Engraçado: O seu dinheiro no banco não existe, pois, se por acaso acontecer um cataclismo e deixar de entrar dinheiro no seu banco, este não terá como lhe pagar ;)
Governo admite despedimentos na Função Pública
Secretário de Estado da Administração Pública admite que a redução de pessoal é um imperativo e que os cortes podem ir ainda mais longe. Não afasta a hipótese de despedimentos nem da redução para 12 dos vencimentos a pagar, anualmente, aos funcionários públicos.
Colocado por: luisvvIsso é uma forma falaciosa de colocar a questão. O dinheiro dos meus descontos já não existe. Já foi gasto a pagar as pensões de outros. Eventualmente, posso acreditar (e digo já que não acredito) que o Estado terá na devida altura forma de o extorquir a outro..
Colocado por: luisvvContinua a ser despesa do Estado.
Colocado por: luisvvNem pode afastar, obviamente.
Colocado por: luisvvE apesar de algumas características partilhadas, há diferenças: o meu dinheiro é entregue ao banco sob um contrato de depósito, e o banco aplica-o, sob promessa de me devolver o meu capital acrescido de um juro. Em caso de incumprimento do contrato posso tentar accionar o património do meu devedor.
Não, antes pelo contrário, falacioso é dizer que é despesa do estado quando o estado nunca lá meteu dinheiro nem nuca irá meter. Como bem diz, se o dinheiro acabar quem se lixa é quem contribuiu, logo se lhe chamarmos despesa é uma despesa para o contribuinte e não para o estado.
Falacioso é dizer que uma das causas do défice é o pagamento de pensões ou subsídios, pois estes estão a ser suportados pelo (actuais) contribuintes.
A única diferença é que o estado pode alterar o contrato sem dar cavaco às outras partes.
Colocado por: luisvvNão é exacto.
Colocado por: luisvvPor um lado, já houve diversas fontes de financiamento da segurança social. Por outro lado, nem todas as pensões são do regime contributivo.
Colocado por: luisvvNa verdade, a bem dizer, nada é despesa do Estado - tudo é despesa do contribuinte, financiada através dos impostos e contribuições (e em muito menor medida por outras receitas).
Colocado por: MRuiCá também deviam implementar essa medida, mas com uma alteração: quem fosse apanhado a votar nos partidos que deram cabo do país, seria multado entre os 750 e os 3 mil euros.
Colocado por: luisvv
Há mais...
Colocado por: oxelferquantos é que escapavam?