Já me contentava com um "Estado" que me fornecesse serviços numa base de adesão voluntária.
Eu continuo me arriscando e sonhando em ficar rica da noite pro dia
Colocado por: IreneMarianaOlá a todos,
o estado somos nós e é pena que os politicos portugueses nao saibam gerir bem os nossos impostos e o orçamento do estado.
Como nas familias, quem gasta mais doque o que ganha vai à banca rota. Com o estado é a mesma coisa.
Colocado por: oxelfeR (RIP)Boas,E depois... isto até vai ser bom para a economia! Salários baixinhos... e em vez de mandarem fazer na China mandam fazer cá! Deve faltar pouco para nos tornarmos "escravos" da Europa.
40% dos jovens até aos 34 anos ganham menos de 600 euros
http://economia.publico.pt/Noticia/40-dos-jovens-ate-aos-34-anos-ganham-menos-de-600-euros-1543766
Divirtam-se,
João Dias e seu gato psicanalista
Que é ...
Colocado por: luisvv... complexa, mas redunda na criação de algo semelhante a um estado mínimo por via contratual, em parte por supor que em algum momento se estabeleceria um monopólio de uma agência sobre determinado território.
Colocado por: oxelfeR (RIP)Imagina que vais na rua e eu te dou uma bastonada no caco e te roubo a carteira.
Agora das duas uma:
1 - ou me dizes que é a lei do mais forte e tu como és mais fraco só tens de aguentar.
2 - quem e que regras é que podes usar para me condena?
Mau ... Como resolverias o problema concreto? Sem teorias, o que se faria (seria possível fazer)?
Imagina que vais na rua e eu te dou uma bastonada no caco e te roubo a carteira.
Agora das duas uma:
1 - ou me dizes que é a lei do mais forte e tu como és mais fraco só tens de aguentar.
2 - quem e que regras é que podes usar para me condena?
the successful operations of merchant courts since the Middle Ages, those courts which successfully developed the entire body of the law merchant. None of those courts possessed the power of enforcement. He might have added the private courts of shippers which developed the body of admiralty law in a similar way.
How then did these private, "anarchistic," and voluntary courts ensure the acceptance of their decisions? By the method of social ostracism, and by the refusal to deal any further with the offending merchant. This method of voluntary "enforcement," indeed proved highly successful. Wooldridge writes that "the merchants' courts were voluntary, and if a man ignored their judgment, he could not be sent to jail…. Nevertheless, it is apparent that … [their] decisions were generally respected even by the losers; otherwise people would never have used them in the first place…. Merchants made their courts work simply by agreeing to abide by the results. The merchant who broke the understanding would not be sent to jail, to be sure, but neither would he long continue to be a merchant, for the compliance exacted by his fellows … proved if anything more effective than physical coercion."[3] Nor did this voluntary method fail to work in modern times.
PS: da inexistência já passaste a mínimo?
Colocado por: luisvvDe novo: há inúmeros exemplos de ordem social, e de sistemas legais e paralegais não impostos coercivamente.
Colocado por: luisvvDe novo: há inúmeros exemplos de ordem social, e de sistemas legais e paralegais não impostos coercivamente.
Se era para rir, teve efeito.
Espera lá, então ou eu funciono segundo as regras do tribunal ou sou "ostracizado", então onde é que para a minha liberdade individual?
Neste caso a "ostracização" seria o quê? Não te deixamos assaltar-nos mais?
Ehhh... Já estou a ver qual seria a conversa dos ladrões à porta dum "freguês" que tem uma bela casa, mas não aderiu "voluntariamente" aos serviços que garantem a segurança pública. "Ó pá assaltamos este que a polícia não vem cá... Não tem polícia privativo, nem as cotas do tribunal em dia.
Até o podemos matar e ficamos impunes.
Ou então os bombeiros que não acodem a um sinistrado, e desculpam-se:
- Olha, levamos este para o hospital? Coitado, está todo partidinho...
- Vê lá, é melhor não! Pelo aspecto, o tipo não tem dinheiro para pagar a ambulãncia, quanto mais para pagar o conserto dos ossos!
Colocado por: luisvvEmbora lhe possa parecer estranho, a privação da liberdade não é a única forma de penalizar um comportamento indesejado - e é perfeitamente possível conceber "sistemas" orientados para a reparação do dano, por exemplo.
Colocado por: luisvvQue estranho: a segurança e a justiça são bens tão essenciais que podemos ridicularizar a ideia de alguém ter opção de pagar por eles, e até de escolher quem os forneça.