Colocado por: j cardosoÉ o mercado, rapaz ... o Santo Mercado.
Hoje apanhei esta engraçada:
Colocado por: j cardosoIsso é uma falácia, não pode adivinhar o resultado da governação de Allende a não ser que possua capacidades de adivinho. Por outro lado esquece-se de algo fundamental: Allende foi eleito democraticamente - ou a democracia só é aceitável quando ganham os "bons"?
Seria interessante que explicasse em que consiste concretamente essa melhoria no desenvolvimento humano ... se é que isso existe.
O que Allende conseguiria economicamente não sabemos, mas podemos calcular com algum grau de certeza que o seu modelo de desenvolvimento não deveria andar longe da miséria Castrista.
Colocado por: j cardosoComparar Allende com Castro? Nem comento.
Colocado por: J.FernandesO Chile dos anos 70, 80 e 90 foi o país da América Latina com melhor nível de vida, tanto no critério de PIB per capita, como em desenvolvimento humano.
Colocado por: J.FernandesO Chile dos anos 70, 80 e 90 foi o país da América Latina com melhor nível de vida, tanto no critério de PIB per capita, como em desenvolvimento humano.
Colocado por: J.FernandesJá que você foi googlar umas coisas sobre a economia chilena, podia ter também procurado algo que mostrasse como é que o Chile esteve e está, comparativamente aos seus vizinhos sul americanos.
Espanha tem lições a aprender com Portugal na gestão da crise
19-07-2012 13:31:00
A centralidade e autoridade que Vítor Gaspar dispõe no Governo português e o “mantra neoliberal” que consistentemente é entoado pelo primeiro-ministro são ensinamentos que Espanha devia retirar do vizinho mais pequeno, que já leva um ano de intervenção externa.
A conclusão é da Reuters, que ontem divulgou um longo texto de análise intitulado “Líder de Espanha podia aprender algumas lições de Portugal”, depois de constatar que nem a promessa europeia de ajuda à banca, nem o novo pacote de austeridade, deram alento aos investidores, que continuam a cobrar prémios de risco crescentes para financiar o estado espanhol.
“O primeiro-ministro Mariano Rajoy poderia aprender algumas lições de comunicação de Portugal numa altura em que está a batalhar para restaurar a confiança nas finanças públicas de Madrid e evitar um resgate internacional”, escreve Reuters.
Enquanto Passos Coelho e os seus ministros adoptaram “um duro mantra neo-liberal”, Rajoy ensaiou um “discurso de desafio, nacionalista”, enviando mensagens “contraditórias” sobre o que era relevante para os mercados: a situação do défice; o que ia fazer com as regiões que não cumprem os limites de despesa; e o real estado da banca, em particular das antigas cajas.
“Mariano Rajoy fez coisas certas. Quando se olha para a substância, foi até longe nas reformas, mas é verdade que a comunicações nem sempre foi um sucesso” o que “teve consequências nos mercados”, diz Gilles Moec, economista no Deutsche Bank.
Portugal favorecido pela percepção de que há um rumo e uma só linha de comando
Passos Coelho, que alinha politicamente à direita com Rajoy, ganhou a reputação de seguir com “obediência rigorosa as dolorosas receitas impostas pela Alemanha”. Conjuntamente com Vítor Gaspar e outros ministros, essa mensagem tem sido levada aos mercados, por vezes em encontros “individuais com grandes investidores na Alemanha, China e Estados Unidos”, escreve a agência noticiosa que disputa com a Bloomberg a liderança mundial na informação económica.
A Reuters cita ainda um “senior buy-side”, um gestor de activos possivelmente de um grande fundo de investimento, que esteve com os dois Governos e não tem dúvida de que Portugal tem sido mais eficiente a passar a sua mensagem. "O Governo português tem sido melhor a comunicar a sua estratégia aos investidores de forma consistente e credível”. “Os responsáveis mais seniores são articulados e convincentes e parecem estar genuinamente comprometidas com a implementação do programa de reformas”, acrescenta.
Na comparação Madrid-Lisboa, a capital portuguesa leva ainda melhor nota dos investidores pela centralidade e autoridade incontestadas que percebem no ministro das Finanças, e no inteiro apoio que lhe é fornecido pelo primeiro-ministro.
Já em Espanha, a linhas de responsabilidade são muito fragmentadas. Escreve a Reuters que os investidores não sabem a quem dar ouvidos, porque não se perceba bem onde começa e acaba o campo de actuação de Luis de Guindos, ministro das Finanças, e de Cristobal Monto, ministro do Orçamento. Ministros que ficaram com o ónus de explicar o rumo ziguezagueante de Rajoy, que começou por prometer disciplina orçamental para depois flexibilixar unilateralmente a meta do défice, enquanto pedia, em vão, ao BCE para continuar a intervir no mercado de dívida para acalmar a subida das "yields".
Acabo de sair agora ta tudo um caos, policia a carregar frente a sede da cOmunidad de Madrid.
Para piorar, 38 graus as 21.35