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  1.  # 781

    Colocado por: becasUma funcionária pública ficou depois do seu horário de serviço e atendeu-o com toda a dedicação; outra funcionária pública queria sair à hora e foi indelicada. Parece que há um empate, mesmo nesse caso concreto que decidiu por alguma razão destacar.


    Não há empate nenhum porque a médica disse-lhe para esperar lá fora, o que é admirável! É um 2-1. :-)
    Concordam com este comentário: becas
  2.  # 782

    Se acha que foi mal atendido porque nao pediu o livro de reclamações?
  3.  # 783

    as generalizações é o que dá.
    Concordam com este comentário: kostta
  4.  # 784

    Colocado por: carlosfbmanuelo estado é o que dá mais dinheiro às empresas...


    À minha, pelo menos, nem um cêntimo deu! Bem pelo contrário...
  5.  # 785

    Colocado por: euSão profissionais privados incompetentes e são uma pequena amostra do que existe neste País. Aliás, pouca gente diz isto, mas é a mais pura das verdades: o País é muito pouco competitivo na Europa porque existem poucas empresas competentes... só se sabem queixar de falta de apoios... têm mão de obra qualificada e barata e nem assim conseguem competir com o Norte da Europa...


    Concordo.

    Colocado por: euA culpa da incompetência de uma empresa é dos clientes? Que bela maneira de ver a questão...


    Não foi isso que eu disse, volte a ler e verá.
    O que eu disse, por outras palavras, foi que por causa da péssima construção que se faz em Portugal, falhou como Dono de Obra ao contratar maus profissionais, devia ter pedido referências. Olhar para os preços e contratar apenas baseado nisso peca por escasso. E da forma como falou, percebi que os maus profissionais foram bastantes, como tal deduzi que a sua forma de contratar fosse baseada apenas no preço. Temos aqui no forum um "belo" exemplo (Layman).

    Colocado por: danobregaA cultura é a mesma. A situação é que é diferente. É claro que pessoas com a mesma cultura em situações diferentes têm comportamentos diferentes. Mas no essencial os comportamentos são equivalentes.


    Se me disser que trabalhadores sem supervisão "trabalham" de forma parecida, concordo. Mas no privado há consequências, pois nos dias de hoje, no geral, praticam-se margens muito mais reduzidas, e se não houver uma supervisão eficaz, todos sabemos o que acabará por acontecer. Antigamente havia mais margem, talvez esta ideia não fosse tão realista.

    Colocado por: danobregaNão depende da existência de um superior. As pessoas são capazes de se organizarem sem haver uma cadeia hierárquica. Depende de haver algum interesse, seja ele qual for, em isso acontecer.


    Então porque é que eu fico com a ideia de que não existe nenhum interesse em que as coisas funcionem? Enquanto no privado, regra geral, sou bem atendido e vejo interesse para que se resolvam os problemas.

    Colocado por: danobregaA sua história é interessante mas não vejo o que isso tem a ver com a dualidade público vs privado. Isso podia perfeitamente ter-se passado no privado... E quando foi bem atendida foi no público. Teve azar no profissional que lhe calhou num sítio, e sorte noutro.


    Este tópico foi criado para "malhar nos FP" não foi? Eu ainda não o tinha feito, e quando escrevi estava alterado com essa situação.
    Mas na saúde posso perfeitamente falar-lhe em diferenças entre público e privado, pois com o meu filhote vou sempre ao privado e NUNCA fomos mal atendidos. Segundo testemunhos mais recentes, o Hospital de Caldas da Rainha tem um Director que "não presta para nada" <------ foi este o último comentário que ouvi, e só ouço maus testemunhos. Mas em relação a isso não me pronuncio mais pois sou suspeito para falar.

    Colocado por: danobregaO que diz não faz qualquer sentido. Se a médica pensasse que a paciente precisava de uma TAC pedia-a sem hesitar. A primeira médica foi mais incompetente a fazer o diagnóstico que a segunda, apenas isso. A não ser que queira acusar a médica de querer matar a sua irmã de propósito...


    Percebeu mal. A minha irmã foi por duas vezes a Caldas da Rainha e das duas vezes a mandaram embora para casa. Na 1ª vez acho que disseram que era uma infecção óssea, da 2ª era uma infecção urinária. Em ambas não lhe receitaram nada para resolver os supostos problemas que ela tinha. Foi atendida por dois médicos diferentes e a incompetência foi igual.
    Só à 3ª vez é que se resolveu o assunto, pois fomos deliberadamente a Lisboa às urgências do Hospital de Santa Maria.

    Se houver aqui algum médico poderá explicar se uma infecção óssea ou urinária podem paralisar os movimentos de uma pessoa a mais de 90%, mas eu acho que foram diagnósticos insultuosos para quem estava à beira da morte.

    Colocado por: danobregaNão há gestão possível a partir de uma certa dimensão, e isso é bem evidente nas tentativas de gerir os países. Quando há crises a resolver ninguém sabe o que fazer, porque apenas conseguem ter uma visão macro do problema, e os que têm a visão micro e sabem que fazem parte do problema calam-se e protegem-se.


    Tem razão no que diz, mas deve concordar comigo quando digo que se pode melhorar, e pode-se melhorar muito.
  6.  # 786

    Colocado por: J.FernandesAntes de mais desejo as rápidas melhoras da sua irmã.

    Isto passou-se em dois hospitais públicos, mas poderia, perfeitamente, ter acontecido em hospitais privados. A grande diferença é que quando o mau atendimento e a falta de qualidade clínica acontecem sistematicamente num hospital privado, este começa a perder mercado para os concorrentes e o negócio começa a afundar, este tipo de erros paga-se caro no privado. Já sendo um hospital público -business as usual- o dinheiro continua a chegar do ministério da saúde, a maior parte dos doentes da zona continua a aparecer porque é o hospital que o Estado designou para eles, enfim tudo na paz do Senhor, porque não há incentivos a que as coisas mudem.


    Obrigado J.Fernandes :)

    Eu sou humano e sei que todos o somos, e faz parte da natureza humana errar. Poucos aqui no forum me conhecem, mas os que me conhecem sabem que sou uma pessoa calma, compreensiva e terra-a-terra, e se me pus a falar de um assunto em particular foi porque o achei altamente insultuoso. Uma doente de epilepsia (penso que todos sabem que é uma doença na cabeça), que estava naquela altura completamente sem saber o que se passava com ela (e nem os médicos sabiam), o que se tinha logo de fazer era um TAC e por duas vezes a mandaram embora sem o fazer (e foi-lhes questionado: "Mandam-na embora sem lhe fazerem um TAC?", responderam que não tinha nada a ver com a cabeça... Claro que da 2ª vez a conversa foi mais "azeda"...
  7.  # 787

    Colocado por: two-rokMas no privado há consequências, pois nos dias de hoje, no geral, praticam-se margens muito mais reduzidas, e se não houver uma supervisão eficaz, todos sabemos o que acabará por acontecer. Antigamente havia mais margem, talvez esta ideia não fosse tão realista.


    Penso que como tentei explicar, quanto menor a empresa maiores são as consequências para a empresa da falta de produtividade dos seus colaboradores. Uma empresa pública podia ser gerida da mesma maneira.

    Colocado por: two-rokEste tópico foi criado para "malhar nos FP" não foi?


    Ah, certo. Malvados de todos os funcionários públicos. :-)

    Colocado por: two-rokpois com o meu filhote vou sempre ao privado e NUNCA fomos mal atendidos


    Sorte a sua. Eu sou constantemente mal atendido e por "incompetentes" que não conseguem fazer a mer$% de um diagnóstico. Aliás é um factor engraçado. Um médico privado incompetente e simpático faz muito mais dinheiro que um competente e arrogante. O primeiro obriga-o a andar a enconar consulta atrás de consulta para o curar. O segundo trata-o na primeira. De certa maneira há mais incentivos para não o tratar correcta e definitivamente no privado que no público. Lá está, é preciso a sorte de achar uma pessoa séria e competente.

    Dêem-me o Dr. House em todas as consultas! ehehe

    Colocado por: two-rokNa 1ª vez acho que disseram que era uma infecção óssea, da 2ª era uma infecção urinária. Em ambas não lhe receitaram nada para resolver os supostos problemas que ela tinha. Foi atendida por dois médicos diferentes e a incompetência foi igual.
    Só à 3ª vez é que se resolveu o assunto, pois fomos deliberadamente a Lisboa às urgências do Hospital de Santa Maria.


    Como lhe disse em cima já se passou isso comigo, em diversas situações, no privado e por fim no público. E numa das situações nunca chegaram a descobrir o problema, ele simplesmente passou passado um ano. É a mesma coisa.

    Colocado por: two-rok
    Se houver aqui algum médico poderá explicar se uma infecção óssea ou urinária podem paralisar os movimentos de uma pessoa a mais de 90%, mas eu acho que foram diagnósticos insultuosos para quem estava à beira da morte.


    É bem possível de ser um diagnóstico insultuoso. Mas se não nos queixamos e entalamos os incompetentes, esta mer$% nunca vai melhorar. Uma vez ouvi o bastonário da ordem dos médicos dizer o seguinte:

    "90% das pessoas que se queixam não têm razão e 90% das pessoas que se deviam queixar não se queixam."

    Colocado por: two-rokmas deve concordar comigo quando digo que se pode melhorar, e pode-se melhorar muito.


    Posso concordar consigo que é nossa obrigação exigir melhor gestão, e esperar que de facto ela seja possível.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: two-rok
  8.  # 788

    Colocado por: danobregaSorte a sua. Eu sou constantemente mal atendido e por "incompetentes" que não conseguem fazer a mer$% de um diagnóstico. Aliás é um factor engraçado. Um médico privado incompetente e simpático faz muito mais dinheiro que um competente e arrogante. O primeiro obriga-o a andar a enconar consulta atrás de consulta para o curar. O segundo trata-o na primeira. De certa maneira há mais incentivos para não o tratar correcta e definitivamente no privado que no público. Lá está, é preciso a sorte de achar uma pessoa séria e competente.

    Os incentivos certos estão lá, qualquer um quer ser rapidamente tratado e ao menor custo. Se você continua a preferir aquele que gosta de "enconar" e cobrar mais caro, em vez de mudar de médico, o problema é seu não é do incentivo.

    Eu para achar os médicos certos, também tive que mudar várias vezes. Mas isto é aplicável a médicos, mecânicos auto ou quaisquer outros profissionais. Já se fôr no público temos que gramar com quem nos aparecer à frente, quantas das vezes nem sequer fala português em condições, e se aparece um profissional decente na primeira consulta, nada nos garante que lá continue na segunda consulta.
  9.  # 789

    Colocado por: danobregaPenso que como tentei explicar, quanto menor a empresa maiores são as consequências para a empresa da falta de produtividade dos seus colaboradores. Uma empresa pública podia ser gerida da mesma maneira.

    A dimensão da empresa pouco tem a ver com a produtividade e a qualidade de serviço e atendimento. O factor principal é se a empresa está ou não sujeita a concorrência.

    Um exemplo: lembro-me há vinte anos do tempo infinito que perdia numa bicha dos TLP (telefones de Lisboa e Porto) para tratar de qualquer coisa simples como pedir mais uma linha telefónica, ou qualquer coisa do género e era atendido como se me estivessem a fazer um favor. Ora hoje em dia quem precisar de alguma coisa duma loja da PT, não vai ter com toda a certeza uma experiência tão desagradável como dantes, e a PT é uma empresa muito maior do que era a TLP.
    •  
      FD
    • 18 abril 2013

     # 790

    Colocado por: J.Fernandeslembro-me à vinte anos do tempo infinito que perdia numa bicha dos TLP

    Ainda me lembro da minha casa ser a única no prédio com telefone e servir de cabine telefónica... :D
    Tempos em que se esperava anos por uma linha...
  10.  # 791

    contudo isso , deixem-me agradecer todo o atendimento prestado pelo Hospital Divino Espírito Santo em Ponta Delgada ...
    o Ano passado tive familiares lá e posso garantir que sempre fomos bem tratados , mesmo bem tratados ...
    apesar da situação económica da saúde em São Miguel não ser a melhor como é publico há enumeras historias de compreensão e moral relatadas até nos jornais locais da ilha ...
    claro que há sempre a ovelha negra mas esta não faz o rebanho todo...
    agradeço desde já a todos os funcionários e médicos deste Hospital pois foram pessoas e digo só pela minha esposa esteve o ano passado cerca de 20 dias hospitalizada em tempos diferentes mas garantindo todo o acolhimento e prestação de serviços ao mais alto nível ...

    queria agradecer á medica de serviço das urgências da pediatria de Ponta Delgada que no passado ultimo feriado Nacional ( já não me lembro a data ) diagnosticou uma alergia no meu cunhadinho e que teve o gesto bonito até de escrever um link para melhor conhecimento da mesma após uma explicação previa ... digo o sistema do hospital é horrível nos feriados , era uma sala cheia de crianças e uma só medica de serviço ... mas a culpa não era da medica .
    os meus agradecimentos ao Hospital Divino Espírito Santo
  11.  # 792

    Colocado por: J.FernandesOs incentivos certos estão lá


    Vocês confiam demasiado no "mercado" para resolver todos os problemas e direccionar a oferta para a solução mais eficiente. Na verdade os seres humanos são muito mais complexos e as suas decisões são influenciadas por muitos mais factores que apenas o proveito monetário.

    Um estudo do comportamento humano usando a teoria dos jogos permite-nos concluir isto mesmo. Porque é que no jogo em que damos 100€ ao indivíduo A, A decide como repartir os 100€ entre ele e um segundo indivíduo B, e B decide se cada um fica com a parte sugerida ou se ficam sem nada, B recusa a oferta quanto esta se distância muito de 50% para cada um? Do ponto de vista económico não faz sentido B recusar 1€ que seja. B ficaria sempre com mais 1€ do que tinha na situação anterior, uma situação melhor do ponto de vista económico. No entanto a verdade é que recusa a oferta.

    Curioso é o resultado deste teste em culturas diferentes. Existem culturas em que as ofertas desequilibradas são aceites, porque é culturalmente aceite que não há obrigação nenhuma de ajudar alguém que não se conhece. E surpresa das surpresas (para nós), há culturas onde A oferece mais que metade a B e B recusa. A razão é engraçada: Nesta cultura uma oferta é entendida como uma obrigação de retribuição no futuro, e assim B não quer a responsabilidade e recusa a oferta.

    Parece-me que, como tentei explicar, as diferenças de qualidade de serviço entre público e privado não são assim tão acentuadas e como é óbvio não dependem das pessoas que lá estão (os tais funcionários públicos), que tem a mesma cultura que as pessoas que trabalham num sistema privado, mas com um conjunto de circunstancias que criam um contexto diferente. Quanto mais parecido for este contexto entre o público e o privado, mais se aproxima o resultado. Eu falei de um factor que na minha opinião influência de maneira significativa o resultado: A dimensão da empresa. Há outros, o J. Fernandes fala da falta de concorrência, mas não é a falta de concorrência que faz com que a produtividade aumente. É o medo de perder a fonte de rendimento. Pode haver uma correlação entre as duas, mas não há uma causalidade.

    Se entendermos que o problema não está nas pessoas serem diferentes (FP), entendemos que são mal direccionados os ataques aos funcionários públicos. Devíamos atacar as diferenças de contexto.

    Na minha opinião os argumentos utilitários contra o funcionalismo público, principalmente quando direccionados a serviços que nitidamente têm uma procura natural, são mal direccionados e até falsos. As comparações entre diversos sistemas privado/público mostram-nos de uma forma empírica que há alguns serviços que são mais eficientes quando organizados de certa maneira por um estado. A saúde parece ser um desses exemplos. Podemos comparar o custo dos SNS nos países da Europa com o sistema de saúde dos EUA, que tem um custo muito mais elevado por capita e sem que com isso tenha melhores resultados. Mas nem é necessária tal coisa, basta ver que há muitos profissionais de saúde que podiam ganhar mais no privado mas preferem o público, porque há outros valores que os atraem mais, como uma maior independência da capacidade económica do doente para se tratar.

    Eu preferia um sistema privado de serviços, mas não gosto de usar o argumento utilitário, que é de igual modo usado por quem prefere o sistema público. Para mim o que se perde entre um sistema privado e público é a liberdade. A liberdade de não contribuir para um sistema quando não se concorda com ele. E mesmo que certos serviços fiquem mais caros quando geridos de forma privada, para mim a liberdade não tem preço, e paradoxalmente é um dos valores pelos quais vale a pena dar a vida.
    • eu
    • 18 abril 2013

     # 793

    Colocado por: J.FernandesUm exemplo: lembro-me há vinte anos do tempo infinito que perdia numa bicha dos TLP (telefones de Lisboa e Porto) para tratar de qualquer coisa simples como pedir mais uma linha telefónica, ou qualquer coisa do género e era atendido como se me estivessem a fazer um favor. Ora hoje em dia quem precisar de alguma coisa duma loja da PT, não vai ter com toda a certeza uma experiência tão desagradável como dantes, e a PT é uma empresa muito maior do que era a TLP.

    A liberalização das telecomunicações em Portugal é um dos raros exemplos em que tudo funcionou de acordo com a teoria liberal e em que a concorrência funciona, excepto nos aumentos de preço concertados...
  12.  # 794

    Colocado por: danobregamas não é a falta de concorrência que faz com que a produtividade aumente.

    Claro que não, a falta de concorrência faz com que a produtividade diminua.


    Colocado por: danobregaÉ o medo de perder a fonte de rendimento.

    Obviamente. Uma empresa privada pode perder o rendimento para a sua concorrente do outro lado da rua, já o centro de saúde local tem o rendimento assegurado via orçamento de Estado, mesmo que o seu serviço deixe a desejar e o número de pacientes comece a diminuir.


    Colocado por: danobregaA saúde parece ser um desses exemplos.

    A saúde não é comprovadamente um deles. No caso dos EUA, podemos discutir a falta de cobertura médica para as pessoas de menores posses - e é um assunto importante não quero desvalorizá-lo -, mas o que geralmente não é dito é que os hospitais e clínicas dos EUA, são dos melhores do mundo; as técnicas, os equipamentos, os fármacos, o pessoal médico e auxiliar, são o mais avançado da arte e isso claro, contribui para que esta seja uma medicina muito cara.

    Já ouviu falar em listas de espera nos EUA como aquelas que há em Inglaterra ou Portugal? Eu não.

    É que se ouve muita gente horrorizada - e com razão - com fulano ou sicrano que morreu nos EUA por não ter seguro de saúde, mas já não se fala tanto das pessoas que morrem em Portugal à espera de consultas, exames e cirurgias, durante meses ou mesmo anos.
  13.  # 795

    Colocado por: J.Fernandes
    Obviamente. Uma empresa privada pode perder o rendimento para a sua concorrente do outro lado da rua, já o centro de saúde local tem o rendimento assegurado via orçamento de Estado, mesmo que o seu serviço deixe a desejar e o número de pacientes comece a diminuir.


    Tem de aprender a argumentar de maneira lógica. Uma empresa sem concorrência pode perder todo o seu rendimento por diversas razões, como quebra na procura por desinteresse dos consumidores.

    Colocado por: J.FernandesA saúde não é comprovadamente um deles.


    Nunca vai conseguir provar tal coisa. Pode apenas observar resultados e tentar tirar conclusões mais ou menos distorcidas da realidade.

    Colocado por: J.FernandesJá ouviu falar em listas de espera nos EUA como aquelas que há em Inglaterra ou Portugal? Eu não.


    E porque será?

    Colocado por: J.FernandesÉ que se ouve muita gente horrorizada - e com razão - com fulano ou sicrano que morreu nos EUA por não ter seguro de saúde, mas já não se fala tanto das pessoas que morrem em Portugal à espera de consultas, exames e cirurgias, durante meses ou mesmo anos.


    O horror não é morrer sem seguro amigo, o horror é morrer falido e com seguro. Quanto às pessoas que morrem em Portugal à espera, vá ver a estatística.

    E até lhe digo mais uma coisa que pode passar a usar como argumento a favor do sistema dos EUA. O resultado à saída dos tratamentos para doenças graves é muito melhor nos EUA que em Portugal. Ou seja, a quantidade de doentes recuperados com cancro por doente tratado é muito mais alta.

    Agora falta saber porquê, e eu diria que está relacionada com a mesma razão pela qual não há filas de espera, mas lá está, é uma opinião.
  14.  # 796

    Colocado por: J.FernandesUma empresa privada pode perder o rendimento para a sua concorrente do outro lado da rua, já o centro de saúde local tem o rendimento assegurado via orçamento de Estado, mesmo que o seu serviço deixe a desejar e o número de pacientes comece a diminuir.




    Está enganado. Nos setores da educação e da saúde (pelo menos) os serviços públicos concorrem entre si e o número de utilizadores tem implicações diretas nos orçamentos. Pelo contrário, é pedido que prestem melhores serviços com menos recursos humanos e materiais.
  15.  # 797

    Colocado por: danobregaTem de aprender a argumentar de maneira lógica.

    E você dispõe-se a ensinar-me, é isso? Deixe-me adivinhar o que é para si argumentação lógica:
    - Se outros apresentarem argumentos que tentam desmontar os meus, isso não tem lógica nenhuma.

    Colocado por: danobregaO horror não é morrer sem seguro amigo, o horror é morrer falido e com seguro.

    Não percebi onde você quis chegar.
  16.  # 798

    Colocado por: J.FernandesNão percebi onde você quis chegar.


    Nos EUA tem imensas pessoas da classe média e com seguro que quando ficam doentes vêm-se obrigados a vender tudo, inclusive a casa, para pagar as franquias dos seguros de saúde. Uma % por tratamentos em que os médicos se fazem cobrar milhões é o suficiente para arruinar a esmagadora maioria da população.
    Concordam com este comentário: becas
  17.  # 799

    Colocado por: J.FernandesE você dispõe-se a ensinar-me, é isso? Deixe-me adivinhar o que é para si argumentação lógica:


    ó, já entendi o erro na minha frase. Ignore. Não estava a entender a negação da minha frase como sendo a sua (o que seria um erro lógico).
  18.  # 800

    Colocado por: danobregaPenso que como tentei explicar, quanto menor a empresa maiores são as consequências para a empresa da falta de produtividade dos seus colaboradores. Uma empresa pública podia ser gerida da mesma maneira.


    Na minha opinião a % de qualidade dos profissionais é mais importante para a produtividade do que a dimensão da empresa.
    E sim, uma empresa pública pode e deve ser gerida com rigor, transparência e competência, pois o estado auto-financia-se com o dinheiro dos contribuintes (que nascem com a obrigação de contribuir sem serem questionados se aceitam...), o que me leva a achar que devia ser obrigação do estado, ser competente. A história tem-nos mostrado que não tem sido.
    Concordam com este comentário: rafaelisidoro
 
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