Colocado por: danobregaNenhum desses exemplos implica a existência de um estado, apenas de regras comuns. :-)
Colocado por: euAgora o próximo passo: então e o estado é o quê?
Colocado por: danobregaNão precisas de nenhum passo.
Colocado por: danobregaquando há uma necessidade de haver um conjunto de regras comuns elas vão-se materializando progressivamente. O caso da lei dos mercadores é um exemplo.
Colocado por: euo estado não é um conjunto de recursos e regras comuns a um espaço geográfico?
Colocado por: euO estado não é uma entidade maléfica imposta por algum extraterrestre, é algo que foi construído pela comunidade.
Colocado por: danobrega
Outra vez: A diferença não está na existência de regras, está na maneira como as regras são subscritas, de forma coerciva ou de forma voluntária.
Colocado por: euNo seu País
Colocado por: euPor exemplo, uma regra anti-poluição. No seu País libertário, onde as regras comuns não são coercivas, os donos das fábricas só aceitam a regra de "não poluição do ar" de forma voluntária?
Colocado por: danobregaQual país pá!!!! :D É tão difícil pensarmos fora da caixa. ehehe
Colocado por: danobregaÉ simples, se não aceitarem regras comuns, não há regras. Se ficam todos a perder por não haver regras, são estúpidos por não as terem criado.
Colocado por: euLOL... então, numa "comunidade" (ou o nome que quiser dar) com milhões de pessoas, não haveriam regras nenhumas, pois bastaria que uma pessoa discordasse, para que a regra não fosse adoptada.
Colocado por: euOu seja, teria fábricas a poluir à vontade, teria pescadores e caçadores a esgotar os recursos e a extinguir espécies, etc, etc...
Colocado por: danobregaÉ difícil ter ser responsável e negociar um compromisso, não é?
Colocado por: danobregaA história mostra que o teu medo é infundado.
Colocado por: J.FernandesPara os adeptos da sociedade sem Estado, as pessoas cumpririam escrupulosamente o que tinham livremente acordado entre si.
Colocado por: euExplica-te.
Colocado por: danobregaA contradição está em saber que os humanos são como são e depois querer criar um sistema onde há meia dúzia dehumanosque têm poder absoluto para resolver esse problema.
Colocado por: J.FernandesNão, a contradição está em acreditar que seria possível um acordo entre todos que evitasse que essa meia dúzia que você refere, podendo impor a sua vontade aos restantes cidadãos, não o fizesse.
Ok, está totalmente destapada (já estava um pouco, ele já se tinha assumido como capitalista anarca) a careca o Lvv é um libertário, creio que em Portugal há um partido que defende esses ideais e que é o partido humanista.
Agora reparem, este Sr. na teoria é assim agora vejam como ele ( isto normalmente é típico destes teóricos) leiam os comments que este Sr. faz sobre por ex. questões de condomínios, onde não falha - e não admite falhas - uma regra e lei.
interação voluntária? No caso das estradas, uma vez que já concretizou que cada estrada teria a suas próprias regras, essas regrasseriam definidas pelo dono da estrada, numa perspectiva de mercado, certo? Então, estas regras seriamimpostasaos clientes numa perspectiva de: "se queres usar o serviço tens que obedecer às minhas regras". Onde está aqui a interação voluntária? Quer queia quer não, são na mesma regrasimpostas.
Na minha opinião, a forma como abomina as regras estatais, mas aceita as regras dos privados, é uma demonstração clara da incoerência da sua linha de pensamento.
Por outro lado, fala das regras estatais como se de uma ditadura se tratasse. Recordo-lhe que, em democracia, essas regras podem ser mudadas de acordo com a vontade da maioria. Sim, o danobrega vai já dizer que isso na prática não é bem assim, e tem razão. Mas, isso demonstra também como as teorias funcionam bem em abstrato, mas depois na prática as coisas são bem diferentes
Desculpa, mas discordo. Não há qualquer negociação, há regras que são definidas pelo dono da estrada. Onde é que está a negociação?