Colocado por: luisvv
Já há 2 ou 3 posts que não aparecia o "se não estás bem, muda-te".
Colocado por: euluisvv, ponha sempre as fontes desses textos. Textos, sem as respetivas fontes, de pouco servem...
Você também o invoca várias vezes: se não gostar das regras do continente, vá ao Jumbo. É a mesma coisa!
Colocado por: luisvvA propriedade é um direito natural, indissociável da self-ownership, ou propriedade do próprio corpo. A não ser que queira argumentar que o Estado assegura a propriedade do seu corpo..
Colocado por: luisvvO Estado não é proprietário de nada, pelo que não pode legitimamente dispor de nada
Colocado por: luisvvA não ser que aceitemos que afinal o Estado é proprietário de tudo o que está no seu território, mas não me parece que o eu queira entrar por aí.
Colocado por: euEsta é para o danobrega: sabe quem escreveu isto? (com o qual concordo em absoluto)
In practice Chomsky has tended to emphasize the philosophical tendency of anarchism to criticize all forms of illegitimate authority. He has been reticent about theorizing an anarchist society in detail, although he has outlined its likely value systems and institutional framework in broad terms. According to Chomsky, the variety of anarchism which he favors is
... a kind of voluntary socialism, that is, as libertarian socialist or anarcho-syndicalist or communist anarchist, in the tradition of, say, Bakunin and Kropotkin and others. They had in mind a highly organized form of society, but a society that was organized on the basis of organic units, organic communities. And generally, they meant by that the workplace and the neighborhood, and from those two basic units there could derive through federal arrangements a highly integrated kind of social organization which might be national or even international in scope. And these decisions could be made over a substantial range, but by delegates who are always part of the organic community from which they come, to which they return, and in which, in fact, they live.
On the question of the government of political and economic institutions, Chomsky has consistently emphasized the importance of grassroots democratic forms. Accordingly current Anglo-American institutions of representative democracy "would be criticized by an anarchist of this school on two grounds. First of all because there is a monopoly of power centralized in the state, and secondly – and critically – because the representative democracy is limited to the political sphere and in no serious way encroaches on the economic sphere."
Para si, a propriedade do seu próprio corpo ou de recursos naturais externos é a mesma coisa? Interessante...
Está redondamente enganado: essa é a sua mera opinião, baseada na sua crença. Os Estados são proprietários de alguns recursos do seu território e podem legitimamente dispor dos seus recursos.
É óbvio que não é proprietário de tudo, mas é proprietário de alguns recursos. Mas a legislação aplica-se a todo o território, incluindo a propriedade privada. Podemos concordar ou discordar, mas a realidade atual é essa.
Colocado por: ze79zangam-se as comadres e descobrem-se as verdades ;-)))
Por aqui é mais começa-se por perguntar a necessidade do estado e desvia se o tema
O estado somos todos os contribuintes ;-)))
Colocado por: luisvvO direito de propriedade é uma extensão do conceito de self-ownership, certamente.
Colocado por: luisvvAplicar a legislação na propriedade de outrem, implica violar essa propriedade.
Colocado por: luisvvLeu o que citei?
"The Anglo-Saxon system was voluntary: no one was forced to join it nor taxed to pay for it. However, everyone was involved, and the system was respected and sustained, becausecustomary law successfully provided both protection and arbitration at minimum cost.It evolved spontaneously, without state involvement, for the simple reason that there was no state."
Colocado por: luisvvPode ser a realidade actual, mas nem por isso é legítimo. O exemplo da escravatura vem de novo à baila: ao seu tempo, era a realidade "actual".
Colocado por: J.FernandesNo tal Anglo-Saxon system era tudo feito de forma voluntária e livre por todos. Eram todos muito felizes
É interessante. Você baseia os seus argumentos num conjunto de crenças dogmáticas. Porque é que o direito de propriedade é uma extensão do conceito de self-ownership? O que é que a propriedade de um terreno, por exemplo, tem a ver com o nosso próprio corpo?
Mais uma vez, isto é a sua crença, não é nem uma verdade absoluta nem a lei Portuguesa. Da forma como faz estas afirmações, parece que existe uma lei natural sobre a propriedade, quando isso é falso. A lei da propriedade é estabelecida pelos estados para o seu território.
No tal Anglo-Saxon system era tudo feito de forma voluntária e livre por todos. Eram todos muito felizes e tiveram muitos filhos.
Agora o que eu acredito que acontecerá num tal sistema: a certa altura um indivíduo ou um grupo de indivíduos acha que as suas ideias são melhores que as dos demais e começa a achar que isso de ser uma comunidade de adesão voluntária é dar demasiada trela a quem não merece. Vai daí toca de usar a força para impor regras limitadoras aos outros cidadãos. Estes quando dão por si já não têm a liberdade de se desvincular e passam a ser parte integrante do que chamamos um Estado.
Por isso é que os exemplos que você dá de sociedades sem Estado já morreram há muito tempo.
Colocado por: luisvv
Muito bem. De onde vem então a legitimidade da lei portuguesa, e de onde nasce a legitimidade do estado?
Colocado por: luisvvSupor que por actualmente predominar o Estado isso o torna a) legítimo; b) resultado de evolução; c) uma forma inevitável de vida, é no mínimo bizarro.