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  1.  # 281

    Colocado por: j cardosoNo fundo, o Carvai é o José Manuel Coelho do Fórum da Casa, só tem menos piada.

    Para contrabalançar temos aqui o Baptista-Bastos do fórum da casa, sempre pronto, no seu tom inquisitório, a perguntar-nos onde estávamos no 25 de Abril.
  2.  # 282

    Colocado por: j cardoso
    Percebo o que sente. Tempo houve em que pensei que o Carvai era mais um avençado do Relvas ou do Montenegro a quem fora atribuída a tarefa de pairar pelas redes sociais a desancar em todos os que tivessem o atrevimento de questionar a obra, o mérito e o direito divino de D. Sebastião de Massamá à governança. Não demorei muito a perceber que tal não era possível e a razão é simples: nem Relvas nem Montenegro seriam tão parvos que nomeassem alguém deste calibre para uma tarefa para a qual se dispensa a inteligência mas se exige que não caia no ridículo. Ainda por cima para um fórum onde, para além dos naturais (e naturalmente respeitáveis) defensores dessa corrente, já existia outro avençado, bem mais eficaz que Carvai pela sua formação e enorme fé nessa nova religião a que dão o nome de ciências económicas (parece que é empregado bancário, mas estou certo que a designação oficial do cargo oficial é bem mais pomposa).
    Assim, vi-me obrigado a concluir que o Carvai é inteiramente “legítimo” e as suas (dele) regurgitações são produto de um ser tão natural e genuíno como a fome ou sede. E não pense que é caso único, há um caso semelhante na Assembleia Legislativa da Madeira. No fundo, o Carvai é o José Manuel Coelho do Fórum da Casa, só tem menos piada. Quanto à inteligência ainda não estou certo qual deles mais lhe sente a falta, mas não devem andar longe um do outro.

    Deputado tira a roupa durante plenário da Assembleia da Madeira

    Sinto-me lisonjeado com um post tão elaborado sobre a minha pessoa. De facto não sou um avençado mas tenho pena pois ser pago por escrever umas baboseiras num qualquer forum não seria um trabalho a desprezar. Quanto ao Coelho madeirense, até lhe acho piada mas não tenho os tomates para fazer as figuras que ele faz.
    Mas continuo a achar piada á ESQUERDA inteligente, democrática, progressista, etc e tal sempre que aparece alguém que diz algo não conforme com seus dogmas inabaláveis parte logo para o insulto pessoal, talvez porque já não possa enviar-me para um campo de reeducação onde aprenderia rapidamente a verdade "verdadeira".
    Deve ser por isso que Portugal não evolui, cerca de 50% das pessoas são estupidas e não sabem votar no lado correto. E isto é válido para quase todos os Países europeus.
    Agradeço a todos os participantes que tentam neste forum ensinar-me o caminho da luz mas já estão um pouco velho para o fazer. Bem hajam.
  3.  # 283

    Colocado por: j cardosoPercebo o que sente. (...)

    Caro J. Cardoso é com enorme prazer que lhe leio a prosa assertiva com que nos brinda - lamentavelmente muito menos do que seria desejável - e apreciei, sobremaneira, a caricatura, trazida ao Fórum, sobre certos cabotinos que por aqui arrotam tanta, mas tanta «prosperidade»...! Pertencem ao clube dos tais cerca de 50% de pessoas muito evoluídas, anormalmente inteligentes e que estão sempre no lado «correcto» da História; o azar desta gente foi ter nascido em Portugal, um país de horizontes tão limitados, e só por aqui andam porque se tomaram de avençais!
  4.  # 284

    Que deselegante da vossa parte...
    Concordam com este comentário: eu
  5.  # 285

    As minhas desculpas por só responder agora, mas o tempo apertou



    Colocado por: luisvvIsso seria verdade, se quem corta tivesse relação directa com a realidade. Acontece que o OE é definido com orientações políticas gerais ao nível do Ministro das Finanças, que por sua vez lida com os ministros sectoriais. Estes, analisam números com os secretários de estado, que por sua vez lidam com directores-gerais. Há uma série de camadas de chefias que filtram e condicionam a circulação de informação. A noção de que o corte em determinada rubrica é errado e podia ser substituído por outro(s), que pode existir ao nível mais baixo da hierarquia, já se perdeu antes de os números chegarem ao ministro - e se por milagre não se perdeu, pode ser ignorada porque há orientações gerais no sentido de cortar X% ali.


    Começa logo por quem corta, estar condicionado a lobbys do poder económico e social.
    Mas o pior é que muitos tem a mesma percepção que o luis têm, mas limitam-se a encolher os ombros. A velha frase "Paciência, é assim a vida" é mais conhecida e debitada que o hino nacional.



    Colocado por: luisvvmas quase nenhuma será implantada sem resistências.

    Totalmente de acordo, ninguem fica feliz por sentir um decréscimo dos seus direitos. Não é disso que se trata.




    Colocado por: luisvvO que conheço sobre a CADA leva-me a achar que cumpre uma função relevante - a protecção do cidadão perante o Estado, materializada no poder de aceder à documentação relevante produzida pelo próprio Estado. Claro que podemos discutir se 730.000€ / ano é caro ou barato, se podia ser feito com menos €.
    Mas pegando nesse exemplo: é ou não importante, para si, ter acesso aos documentos que o Estado produz e que fundamentam decisões e processos? Se é, deve existir uma entidade que o garanta? Se sim, como é determinada a sua composição e condições de funcionamento? E como deve ser financiada?



    Sim é importante ter este serviço
    No meu ponto de vista o mesmo trabalho pode ser desempenhado pelo PGR.
    Pelo menos o luis abriu os links ao contrario de outro nosso colega do fórum que se limitou a mandar postas de pescada sem a mínima noção do que esta a ser argumentado.
    A evocação da CADA (existem mais), não foi inocente; foi precisamente para refutar a ideia de que haverá sempre implicação com despedimentos. Repare bem que os representantes da comissão são gente que já tem ocupação. são designados para ir receber mais umas fatias de tarte de cereja.


    Colocado por: luisvvUm devedor tem sempre à disposição o poder de não pagar, sabendo que para isso convém não precisar de pedir emprestado nos tempos mais próximos, e sabendo que corre o risco de ser condenado a pagar.

    Não que eu ache isso defensável, tanto que pessoalmente faço questão de honrar os meus compromissos. Mas tanto eu como você sabemos que existem tantas tantas entidades que são condenados a pagar e não pagam e ao fim de certo tempo surgem de cara lavada e folha limpa.



    Colocado por: luisvvCaro Neon, a realidade é como é, e não podemos querer que os povos do Norte,que suportam taxas de imposto muito mais elevadas que nósse comovam com a necessidade de aumentarmos um pouco os nossos. Se perguntar a alguém que vive num país com 43 ou 44% de carga fiscal o que pensa de nós, que sofremos imenso por chegar perto dos 35% , não se surpreenda se ouvir dizer que devemos encontrar forma de gastar menos ou aceitar pagar mais.

    Claro que 40% de carga fiscal sobre X é diferente de 40% sobre Y, mas também devemos ter isso em contaantes de gastarmos ..


    Talvez os nossos conceitos sejam distintos no que se refere em gastar e deitar dinheiro pela janela.
    Estou absolutamente de acordo que se viveu muito tempo acima das possibilidades. Mas se queremos pegar no exemplo dos povos do Norte, que acabam por ser diferentes e isso tem que ser levado em consideração, sejamos como eles naquilo que se cobra ao pode rpolitico
  6.  # 286

    O Boris e o Nigel lideraram o Brexit. Agora que perceberam que não faziam a minima ideia das consequências piraram-se. A cambada que votou por eles agora agarram-se ao pau.
    E ainda dizem mal dos politicos portugueses...
    E parece que Nigel Farage é a tradução em inglês de Paulo Portas. O gajo já vai na 3ª ameaça de demissão.
    Concordam com este comentário: eu, LuisPereira, branco.valter, ramos1999
  7.  # 287

    "I am firmly convinced that just as today we smile when we look back at the parochial quarrels that divided the German peoples in the 40s and 50s of the last century, so in fifty years’ time future generations will be no less amused at the political disputes that are now going now on in Europe. The ‘dramatic national conflicts’ of many small European states will seem to them no more than family quarrels. I am convinced that in fifty years people will no longer think in terms of countries – may of today’s problems will have faded into obscurity, and there will be little left of them. In those days people will think in terms of continents, and European minds will be filled and swayed by quite different, perhaps much greater problems.

    You must on no account think that when we Germans bring about a certain order in Europe we do so for the purpose of stifling individual peoples. In my view a nation’s conception of its own freedom must be harmonized with present-day facts and simple questions of efficiency and purpose. Just as no member of a family has the right to disturb its peace for selfish purposes, in the same way no single European nation can in the long run be allowed to stand in the way of the general process of organization."

    -Joseph Goebbels:
    The Europe of the future
    September 11, 1940
    • eu
    • 5 julho 2016

     # 288

    Estou estupefacto com os ataques pessoais a utilizadores, só porque têm uma opinião diferente.

    Não concordam com as opiniões? Refutem-as com argumentações lógicas e fundamentadas...

    Porque o insulto pessoal... é a arma dos mesquinhos.
    Concordam com este comentário: 21papaleguas
    • eu
    • 5 julho 2016

     # 289

    Colocado por: CarvaiO Boris e o Nigel lideraram o Brexit. Agora que perceberam que não faziam a minima ideia das consequências piraram-se. A cambada que votou por eles agora agarram-se ao pau

    Que seja um exemplo para todos os Europeus do descalabro que pode ser o nacionalismo populista demagógico.

    Já tivemos algo semelhante nos anos 30 do Séc XX, mas os povos têm memória curta...
    • eu
    • 5 julho 2016

     # 290

    Colocado por: CarvaiA cambada que votou por eles agora agarram-se ao pau.

    O problema é que cerca de metade da população (incluindo a maioria dos jovens adultos) votou a favor da manutenção na UE e esses também vão sofrer....
  8.  # 291

    Colocado por: euEstou estupefacto com os ataques pessoais a utilizadores, só porque têm uma opinião diferente.

    Não concordam com as opiniões? Refutem-as com argumentações lógicas e fundamentadas...

    Porque o insulto pessoal... é a arma dos mesquinhos.


    é a necessidade de afirmação em conjunto com a necessidade de ter razao!
  9.  # 292

    A politica Inglesa está na maior confusão!

    O Cameron criou este referendo, perdeu por completo o controlo da campanha e perdeu no resultado do referendo.
    Apesar de ter dito sempre que não se demitia e que era a pessoa indicada para levar o Reino Unido para a frente mesmo se o voto para sair ganhasse... no dia seguinte á derrota... foge que isto está uma trapalhada completa!
    Boris que entrou nesta campanha ao lado de Cameron mas que passado uns dias achou que o referendo era a oportunidade dele em se livra do Cameron e tornar-se líder do partido e em consequência primeiro ministro, apesar de ter ganho o referendo os colegas de partido apunhalam-no nas costas e arrumam-no de vez... foge que isto está uma trapalhada completa!
    Farage que campanha por este resultado quase á 20 anos assim que coloca o pais fora da EU... foge que isto está uma trapalhada completa!
    Portanto as principais figuras desta campanha, Cameron, Boris e Farage... pernas para que te quero que isto agora não é para mim!
    Estão agora os dois maiores partidos Ingleses em guerra interna para escolherem o líder que irá arrumar a casa!
    Sinceramente acho que nenhum, a casa não dá para arrumar tal é a trapalhada!

    Desta trapalhada toda só vejo uma coisa boa... o fim do UKIP!
    Concordam com este comentário: eu
  10.  # 293

    Isto resume-se a políticos convencidos de um resultado que lhes convém e depois são surpreendidos por quem vota, depois querem subverter a votação. Até mesmo os que fizeram campanha pelo brexit estavam convencidos (queriam) que perdiam.
    Agora não querem obedecer à vontade da maioria que votou?
    Estou convencido que se todos os restantes 27 tivessem a mesma oportunidade, também só os tais 6 é que votariam para ficar.
  11.  # 294

    Colocado por: eu (...) Porque o insulto pessoal... é a arma dos mesquinhos.

    «Magister dixit»
  12.  # 295

    Maria Rodrigues, nunca ouviu falar em indignação selectiva? Há aqui foristas muito selectivos nas indignações.


    colocado por ANdiesel:
    você optou pelo privado para trabalhar sem ganhar porque é burro ou idiota?


    colocado por J Fernandes:
    Você é que mostra ser burro ou idiota
    Concordam com este comentário: maria rodrigues
  13.  # 296

    Ainda na senda do brexit, os humorísticos cartoons infra, pese embora não relacionados com a pretensa questiúncula (como nos quer vender a classe política, mas que de tal não tem nada), não deixam de ter o seu apanágio:

    http://alencontre.org/wp-content/uploads/2014/04/crise-euro.jpg

    O peconizado e aparente "suicídio" dos "bifes", vai arrastar as outras economias periféricas para fora do barco europeu? Tal possibilidade seria o descalabro para os cobiçosos bancos alemães que actualmente engordam muito à custa do nosso suor...

    https://colectivolibertarioevora.files.wordpress.com/2013/03/desuni1.jpg

    O lobby dos mais fortes luta pela sobrevivência sobre as economias mais fracas que lutam para entrar no barco dos privilegiados... mesmo cientes que nunca passarão da 3ª classe para o convés onde a 1ª se passeia...

    Este último faz-me recordar uma estória do reinado de Luís XIV que perante o depauperado estado do tesouro, atribuído aos sumptuosos disparates reais, discute que medidas tomar com o seu ministro das finança. Os compêndios, rezam mais ou menos isto:

    Luís XIV: Fouquet, temos que aplicar uma política de austeridade no reino...
    Fouquet: Vossa Majestade a solução é taxar os ricos!
    LUís XIV: Nem pensar, precisamos deles para criar mais riqueza para o reino...
    Fouquet: Então que propõe Vossa Majestade?
    Juís XIV: Como os pobres já não têm nada... vamos aumentar os impostos sobre a classe média...
    Fouquet: Mas a classe média já está sobrecarregada e a viver no limiar da pobreza...
    Luís XIV: Precisamente... em vez de labutar para enriquecer, ela passa a trabalhar ainda mais... para não empobrecer...

    Quase quatro séculos depois, mudando-se as personagens, esta estória parece tão contemporânea...
    Concordam com este comentário: 21papaleguas, maria rodrigues
    Estas pessoas agradeceram este comentário: 21papaleguas
  14.  # 297

    Colocado por: happy hippyTal possibilidade seria o descalabro para os cobiçosos bancos alemães que actualmente engordam muito à custa do nosso suor...

    O maior cego é aquele que recusa ver!
    Concordam com este comentário: eu
  15.  # 298

    comentarem os recentes acontecimentos dos ilustres que tanto defendiam o Brexit é que tá quieto..... isso parece que ninguem ve... ou olham para o lado!


    entao quem mais lutava para a saida, puseram-se todos ao fresco? porque sera? demagogia?
    Concordam com este comentário: eu, treker666
  16.  # 299

    http://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/uniao_europeia/zona_euro/detalhe/grecia_oposicao_exige_inquerito_depois_de_galbraith_revelar_plano_de_varoufakis_para_regressar_ao_dracma.html
    Os fofinhos na Grécia também andaram perto da saída. Mas depois arrependeram-se e o cabecilha pirou-se. Mas haverá sempre pessoal disponível para apoiar umas fantasias.
    Concordam com este comentário: eu, treker666
  17.  # 300

    Tempestade nos mercados: libra em novo mínimo de 31 anos, vaga de juros negativos aumenta

    06.07.2016 às 8h01

    A divisa britânica caiu durante a sessão asiática para 1,2797 dólares, um câmbio que não se registava desde junho de 1985. Juros das obrigações japonesas e alemãs fixam novos mínimos históricos em terreno negativo. Ouro em máximo de dois anos

    Jorge Nascimento Rodrigues

    A libra esterlina atingiu um novo mínimo de 31 anos durante a sessão asiática desta terça-feira. O cambio da libra face ao dólar caiu para 1,2797 dólares, o que já não se registava desde junho de 1985. A moeda britânica já perdeu 14% face à divisa norte-americana desde 23 de junho, o dia anterior à vitória do Brexit no referendo no Reino Unido. A 23 de junho, a libra trocava-se por 1,49 dólares. Depois do mínimo na sessão asiática de hoje, a libra abriu a sessão europeia em 1,29 dólares.

    O preço do ouro atingiu no final da sessão asiática um máximo de dois anos. A onça do metal precioso cotava-se em 1373,7 dólares pelas 6h30 (hora de Portugal), uma subida de 8,9% em relação a 23 de junho, antes do referendo britânico. No início do ano, a onça valia 1060,30 dólares. O aumento de mais de 310 dólares significa uma subida do preço de quase 30%. O metal amarelo é considerado um valor refúgio.

    No mercado secundário da dívida soberana prossegue a deriva para mínimos históricos em yields negativas em algumas das principais economias desenvolvidas, com destaque para Alemanha e Japão na sessão asiática desta quarta-feira. Taxas negativas de remuneração das obrigações significam que o investidor não só não recebe um juro nominal pelo título que adquire aos Estados como “paga” uma taxa para comprar e deter em carteira esses ativos que entende serem seguros.

    Durante a sessão asiática de hoje, as yields das obrigações nipónicas a 10 anos fixaram um novo mínimo histórico em -0,281% e as relativas às obrigações a 20 anos aproximaram-se de 0%. O Japão regista taxas negativas na sua dívida até ao prazo de 15 anos inclusive.

    Na Europa, as yields das obrigações alemãs a 10 anos fixaram um novo mínimo em -0,192% e as relativas ao prazo a 15 anos estão em mínimo histórico de 0,03% fixado na terça-feira. A dívida germânica regista taxas negativas até ao prazo de 15 anos inclusive, tal como o Japão. Até ao prazo de 7 anos, as yields das obrigações alemãs já estão abaixo de -0,4%, o limite negativo inferior para o Banco Central Europeu adquirir títulos no mercado secundário ao abrigo do programa em vigor desde março do ano passado.
    Dez economias têm mais de 50% da dívida com taxas negativas

    Segundo a Bloomberg, o valor da dívida nas economias desenvolvidas que regista taxas abaixo de 0% subiu de 9 biliões para 10 biliões de dólares em uma semana. A yield até à maturidade de toda a dívida obrigacionista das economias desenvolvidas caiu para 0,4%, segundo o índice da Bloomberg que abarca 1100 linhas emitidas, com uma duração média de 9,8 anos. A título comparativo, a yield até à maturidade da dívida obrigacionista portuguesa está em 2,16% e o prazo médio é de 7,54 anos, ainda segundo o índice da Bloomberg.

    Segundo o Citi Research, citado pelo “Financial Times” de hoje, 35% do valor (em dólares) do World Global Bonds Index abrange dívida obrigacionista com taxas negativas. Uma subida de 6 pontos percentuais em relação ao valor registado antes do Brexit. O valor total com taxas negativas é de 7,5 biliões de dólares. O City refere que, agora, 10 economias desenvolvidas - Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Holanda, Japão e Suíça - registam mais de 50% da sua dívida em obrigações com yields negativas. A Suíça tem 100% da dívida obrigacionista com taxas negativas e o Japão, Alemanha, Finlândia e Suécia registam mais de 70%.

    http://expresso.sapo.pt/economia/2016-07-06-Tempestade-nos-mercados-libra-em-novo-minimo-de-31-anos-vaga-de-juros-negativos-aumenta
 
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