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  1.  # 21

    A monocultura intensiva de : arroz, cereais, Oliveira...traz efeitos prejudiciais para o futuro ambiental?
  2.  # 22

    Colocado por: PalhavaA monocultura intensiva de : arroz, cereais, Oliveira...traz efeitos prejudiciais para o futuro ambiental?

    Sim de certeza.. infelizmente... tal como aconteceu com as campanhas do trigo...
    O problema destas novas monoculturas é que o regime intensivo é baseado em quimicos e agua...
    a monocultura tradicional.. permitia o convivio com os animais (ovinos, caprinos, suinos, havia pastagenss e todo um ecossistema que dai subsistia, era mais sustentável, melhor para os solos...
    Mas para isso os governos e o ministerio da agricultra deveriam ter mecanismos de monitorizção e acompanhamento .... bem como de resolução de problemas antes mesmo de eles acontecerem de forma irreversível... MAs eu de agricultura pouco entendo...

    Agora também está na moda plantar hectares de paineis fotovoltaicos....
    Concordam com este comentário: rmarinho
  3.  # 23

    Colocado por: AmorinA minha ex, só porque ganhava 900€ já queria contratar uma mulher a dias para passar a roupa e fazer a "manage"


    Se a sua ex em vez de "manage" tivesse proposto "menage" já a conversa era outra :)
  4.  # 24

    Não sei, se calhar também faz "menage" mas o que faz agora (ou sempre fez sem o meu conhecimento) agora não interessa nada. É a coisa boa que tem os casamentos. Também se podem desfazer.
    Concordam com este comentário: Vítor Magalhães
  5.  # 25

    Colocado por: marcoaraujo

    Se a sua ex em vez de "manage" tivesse proposto "menage" já a conversa era outra :)


    Também me ocorreu...mas não tive coragem de brincar com isso.

    Por vezes há pessoas que mudam de vida.Muda-se para a cidade em busca de um anonimato que cale as más línguas das pequenas localidades...
    Concordam com este comentário: Vítor Magalhães
  6.  # 26

    Colocado por: Pedro BarradasEstá enganado!!!, na costa vicentina há muito traalho.. memso muito. è so candidatar-se ás diversas estfas que por ali prolifferam... Mas como o pessoal não quer trabalhar.. há que importar trabalhadores asiáticos...


    Não é bem assim. existem pessoas cansadas da cidade que estão mortinhas por ir para o campo. Mais do que se imagina. Quando um gajo mora em Lisboa e abre a janela de manhã e leva com uma lufada de escape de carros, ou se mete num transito infernal para levar o filho à creche, e à noite leva meia hora a estacionar o carro...começa a pensar.

    O paradigma "ninguem quer trabalhar aqui na costa Vicentina" é falso na minha opinião e é mais certo dizer: quero pagar o m+inimo que puder, com longas horas de trabalho... e isso só alguem desenraizado e desesperado está disposto a fazer
  7.  # 27

    .
  8.  # 28

    Colocado por: Pedro BarradasEsse pessoal que também venha... como eu. criem os vossos postos de trabalho... seja na área ou não.


    Um casal grandes amigos meus, ele eng. informático e ela socióloga, fartaram-se da cidade. Quando tiveram o segundo filho disseram "basta" à falta de qualidade da cidade.
    Mudaram-se para Mértola, uma vila perdida no interior do Alentejo e abriram uma vacaria. Hoje são bastante felizes lá.

    Como é óbvio, era quase impossível arranjarem emprego nas sua áreas, a não ser que arranjassem um tacho na câmara municipal.
    Abrir a própria empresa na área de estudos, para uma socióloga é impossível fora dos grandes centros. Para um eng. informático, mesmo sendo uma área com grandes vertentes, tenho sérias duvidas do seu sucesso numa vila Alenteja.
    Como tal, este casal decidiu abrir empresa num área diferente.

    Mas isto não é para toda a gente. Aliás, 1 em 100 pessoas têm vocação para abrir uma empresa na área de estudos. Mas apenas 1 em 1000 pessoas conseguem abrir uma empresa numa área a que sejam completamente alheios.

    E trabalhar por conta de outrém no Alentejo, dificilmente se consegue muito melhor que o salário minimo.
    Concordam com este comentário: eu
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Palhava
  9.  # 29

    Vacaria?

    Com as normas e ASAEs como é que os pequenos negócios conseguem suportar as imposições e normas europeias de qualidade?


    Há muita gente com formação superior e devido a isso não tem legalmente direito de tirar um curso de pasteleiro ou oleiro se assim o desejar nos institutos estatais.
    Muitas vezes não há cursos de ofícios tradicionais disponíveis fora de instituições estatais.
  10.  # 30

    E eu conheço uma história de uma senhora divorciada que morava em Lisboa. funcionária pública.

    Cansou-se da cidade e pediu transferência para o Alentejo litoral na mesma instituição do estado.

    Conseguiu e hoje diz que só se "arrepende" porque todos os verões tem imensas visitas de família e amigos...
  11.  # 31

    Sou do Alentejo, adoro o Alentejo e tenciono voltar para lá algures no futuro.
    Vi para Lisboa á cerca de 16 anos, e nunca me habituei realmente a isto....mas o trabalho assim obriga infelizmente.
    Já trabalhei em várias coisas no campo por isso sinto-me a vontade para falar de algumas coisas:
    Apanhas (tomate, pimento, malagueta, vinha, etc...) é mal pago (ordenado minimo sempre e nem fazem os descontos dos dias todos) e acham sempre o trabalho pouco. É trabalho mau para as costas!

    Madeira (esgalha), cortiça e azeitona (com vara) é bem pago, podendo chegar a mais de 2000 euros liquidos por mês no caso da cortiça e azeitona.
    È trabalho muito, mas muito duro. não é qualquer um que se aguenta nestes trabalhos. Na azeitona o frio é muito assim como as dores no corpo devido ao esforço fisico. A cortiça além de ser também muito duro tem de se levar com mais de 40 graus e é necessário tempo para aprender. Se for molheiro não tem de se aprender nada mas ganha-se menos.

    Basta ver a pele, braços e mãos das pessoas que fazem estes trabalhos para se perceber a sua dureza. Se os trabalhos no alentejo fossem bons, os alentejanos ficavam por lá.
    Concordam com este comentário: Palhava
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Palhava
  12.  # 32

    Séculos e séculos passaram e os nossos antepassados aguentaram.Sem haver os meios modernos de hoje!
    Mesmo assim tinham alegria para criarem coisas tão maravilhosas como o Cante.

    Hoje então quem faz o trabalho pesado é quem antropologicamente se encontra mais desfavorecido...

    Os patrões alentejanos sempre foram muito ricos.Basta ver-se o Fausto das construções,palacetes e ruas (hoje muitos em decadência) das cidades alentejanas.
  13.  # 33

    Para mim o pior desses trabalhos é que quando chegamos à idade da reforma aos 66 anos, temos o corpo de tal forma partido e estragado, que já mal nos conseguimos mexer. Em cima disso, como disse e bem, os descontos para a segurança social são feitos pelo salário minimo (mesmo que se receba um salário superior). Ou seja, chega-se à reforma com um pé-para-a-cova e com uma pensão de 400 euros mensais. É demasiado triste esta realidade a que estas pessoas estão infelizmente sujeitas :(
  14.  # 34

    Muitos não descontam.. porque não querem.. para fugir ao fisco.... aliás muitos destes trabalhadores, da cortiça, da apanha, na construção civil.. biscateiros e/ou sazonais... nem querem qq tipo de vinculo.. pois assim acumulam com o RSI e outras ajudas sociais que as camaras do interior conseguem proporcionar... /(E o pagode a pagar!!!!. é vê-los a elels todos os dias nos cafes nas minis e imperiais... e elas. e, casa a ver novelas... os filhos só oes vejo a comprar goluseimas, nos cafés e com telemoveis de topo...pobres coitados)
    Deixem-se de retóricas!!! a realidade de há 30/ 40 anos ou mais é muito diferente do que se passa hoje em dia... entretanto temos nas classe mais baixas, já quase duas gerações de subsidio dependentes... isto é muito mau. ( È claro que existem excepções.. mas esses têm trabalho )

    O trabalho no campo é duro, sem dúvida, não é isso que es´ta em causa.. há trabalho, desde que haja vontade de trabalhar... Os meus sogros tem uma padaria.. Precisaram de uma trabalhadora, centro de emprego, desistiu passados 6 horas, sim 6 horas... E os caso multiplicam-se n vezes com outras actividades...

    Eu vim para o alentejo, já cá estou faz quase 20 anos.... e não vim para nenhum tacho camarário...
  15.  # 35

  16.  # 36

    Colocado por: PalhavaAndaluzia independentista quer anexar o Alentejo e o Algarve

    Os nossos vizinhos do lado têm problemas de identidade, não sabem onde eles acabam e começam os outros.
    Vi um episódio de uma televisão espanhola de um tal Viriato contra os romanos... e depois apercebi-me que era o nosso.
  17.  # 37

    Colocado por: PalhavaOs patrões alentejanos sempre foram muito ricos

    Colocado por: Pedro BarradasDeixem-se de retóricas!!! a realidade de há 30/ 40 anos ou mais é muito diferente do que se passa hoje em dia.

    Os ricos agora são os donos dos hipermercados :)

    Conheço casos na zona de Mértola... que trazem conhecidos de Lisboa para irem trabalhar lá em fins-de-semana. O que não me admira, há empresas que trabalham mal e aldrabam, há trabalhadores locais que há noite depois vão lá roubar. Enfim...
  18.  # 38

    A pesca,A costa Alentejana é das zonas mais ricas em peixe e marisco,pena que os Srs de Bruxelas imponham cotas irrisórias de tal maneira que temos de andar a comprar peixe ao estrangeiro quando a nossa costa tem mais do que suficiente para todos.

    o Turismo,há quilómetros de terrenos junto á costa que poderiam servir para construir aldeamentos turisticos,pena é que em certos sitio,as falésias sejam a pique,ou seja não há praias.

    e que tal dinamitarem alguns quilómetros de falésias?....é só uma ideia.
  19.  # 39

    Colocado por: marvi

    o Turismo,há quilómetros de terrenos junto á costa que poderiam servir para construir aldeamentos turisticos,pena é que em certos sitio,as falésias sejam a pique,ou seja não há praias.

    e que tal dinamitarem alguns quilómetros de falésias?....é só uma ideia.


    LOL

    Você deve ser apoiante do Trump e do Kim Jong-un em simultâneo!
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, j cardoso
  20.  # 40

    Colocado por: marviA pesca,A costa Alentejana é das zonas mais ricas em peixe e marisco,pena que os Srs de Bruxelas imponham cotas irrisórias de tal maneira que temos de andar a comprar peixe ao estrangeiro quando a nossa costa tem mais do que suficiente para todos.

    o Turismo,há quilómetros de terrenos junto á costa que poderiam servir para construir aldeamentos turisticos,pena é que em certos sitio,as falésias sejam a pique,ou seja não há praias.

    e que tal dinamitarem alguns quilómetros de falésias?....é só uma ideia.

    Portanto, por si. é sobreexplorar mais ainda todos os recursos.. e já agora acabar com a costa vicentina!!!!... isto há com cada "artista"....
    Concordam com este comentário: j cardoso, Paramonte
 
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