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  1.  # 41

    por isso falei em responsabilidades, e a minha primeira pergunta foi essa, a mim sinceramente mete-me confusão;... se acontecer alguma falha, podem andar ali a passar a bola, e como acontece muitas vezes ninguem se responsabiliza, quantos mais intermediários mais pessoas para passar a bola.
    só quem está dentro de este ramo é que sabe as confusões que uma obra pode dar, e para isso se há empresas que fazem este serviço, elas também têm de assumir as responsabilidades como os outros intervenientes.
  2.  # 42

    da minha parte tenho reticências sobre a mais valia de essas empresas, mas como tudo, se existir responsabilidade, honestidade e trabalho e claro mercado, de certeza que dará frutos com o tempo.
  3.  # 43

    Fernando

    Estas empresas mais não são que a oficialização de uma realidade mais do que conhecida, mas por outros nome: Comissionistas.

    E qual é a maior valia que trazem?
  4.  # 44

    na minha opinião nenhuma, mas podem existir pessoas que comprem"" esse produto, há pessoas que compram"" tudo que possa facilitar, mesmo que não facilite, agora o que não acredito é que vá simplificar algo, mas acredito que muitas pessoas se interessem por estas empresas como o user que colocou o tópico, agora se me dizem alguma coisa estas empresas, se trazem alguma vantagem, como uma outra qualquer que pressuponha intermediarios ou facilidades, não isso não, para mim realmente não.
  5.  # 45

    Eu quero acreditar que dê jeito...

    Quando o meu projecto de arquitetura e engenharia estiver pronto, se houver uma empresa mediadora a trabalhar nos moldes apresentados, em que nao pagarei nada e eles me tratem de solicitar diversos orçamentos, creio que não perco nada em solicitar os seus serviços.

    Obviamente que também solicitarei orçamentos em nome pessoal e tirarei as devidas conclusões. Se me conseguirem orçamentos mais baixos para o mesmo serviço, porque não optar por uma empresa mediadora de obras?
    •  
      Mk Pt
    • 30 setembro 2009

     # 46

    Colocado por: vidagomorangoVou continuar a ser advogado do diabo...

    Que formação e experiencia, tem o cliente a nível de construção e projectos para saber escolher aquele que apresenta a melhor relação qualidade/preço?

    O que eu entendi até agora, é que a empresa de mediação, faz o trabalho do cliente. Ou seja solicita diversos orçamentos! quantas mais empresas tiver associadas, mais facil e eficazmente obtém esses orçamentos. Também terá informação relativa ao grau de satisfação de outros clientes em relação às empresas que forem contratadas. Mas a decisão, e a responsabilidade continua a ser sempre entre o cliente e o empreiteiro, e as reclamação do cliente devem cair sobre o empreiteiro. Afinal de contas a empresa só nos ajuda gratuitamente (para nós, clientes), a encontrar melhor solução.

    Talvez esteja engando e nao esteja a perceber bem o conceito.


    O cliente não tem formação, mas se paga a alguém para escolher os empreiteiros e demais burocracias com as obras, esse alguém não deve ser um 'profissional' capaz e entendido na matéria?
    Pode ser alguém que por acaso escolheu esse emprego, apesar de perceber zero de construção civil e de legislação associada?
    Será que esse alguém pode ser um 'profissional', por exemplo, que não sabe [tal como quase todos os clientes] que o cliente é responsável por verificar se os empreiteiros estão legalmente capazes de realizar as obras a que se propõem fazer? Ou da verificação da segurança na obra da qual o cliente também tem responsabilidade?

    E essa da falta de responsabilidade é muito gira, só mesmo um 'advogado do Diabo' é que pensaria [ou não...] em usar esse argumento..
    Porque basicamente, há alguém a procurar orçamentos, a ajudar na escolha do empreiteiro, a dar dicas de qual o melhor, mas se a obra resultar em chatices, lava as mãos e a culpa é do empreiteiro. Comeu dinheiro para ajudar numa escolha, mas há problemas não é com ele, é com o cliente e com o empreiteiro..Pois...
  6.  # 47

    Colocado por: vidagomorangoQuando o meu projecto de arquitetura e engenharia estiver pronto, se houver uma empresa mediadora a trabalhar nos moldes apresentados, em que nao pagarei nada e eles me tratem de solicitar diversos orçamentos, creio que não perco nada em solicitar os seus serviços.

    Oiça, acredite numa coisa. Não existem almoços de borla, nem aqui nem no outro mundo.

    Aliás a tendência agora é precisamente a inversa. Eliminar-mos todos os intermediários. Até os subempreiteiros estão a ser afastados.
  7.  # 48

    Inicilamente pensei em comprar um apartamento, posteriormente decidi que comprar uma moradia seria a escolha indicada. E como a maioria das pessoas, contactei diversas imobiliárias, visitei diversos apartamentos e moradias. Recebi inumeros e-mails, sms e telefonemas. Sim, porque as imobiliárias fazem tudo para tentar vender alguma coisa. Não paguei nada por estes serviços (pelo referido anteriormente parece-me que tive um ou vários almoços de borla, cafés de borla ainda foram alguns...).

    E todas estas diligências ajudaram-me a tomar a decisão de adquirir um lote (nas execuções fiscais) e construir uma moradia!

    Porquê censurar e negar aquilo que desconhecemos? Dou o benefício da dúvida, e enquanto não me pedirem o que quer que seja para realizarem trabalho que me possa ser útil, recebo-os de braços abertos...
  8.  # 49

    Colocado por: Illico FeijóBom dia,

    Em termos de responsabilibade, a mesma é toda da empresa que realiza os trabalhos, mas a empresa de mediação de obras acompanha, aconselha e ajuda o cliente, em caso de algum litigio com a referida empresa. De referir que o risco de falha nestes casos é muito menor, uma vez que, a empresa de mediação de obras já faz uma selecção das empresas parceiras, através do seu histórico de trabalho/obras e garantindo que as mesmas têm toda a documentação necessária para a realização sua actividade.

    Relativamente à pergunta do Sr. zedasilva, o cliente não é obrigado a aceitar qualquer orçamento apresentado pela empresa de mediação de obras, apenas os recebe, analisa e faz a sua escolha, dentro dos orçamentos entregues pela empresa de mediação ou não.

    Como já disse em cima, penso que seja um conceito para facilitar a vida de todos os intervenientes neste processo.

    Mais alguma duvida, disponham.

    Cumprimentos

    Mário Navalho


    Boa tarde,

    Penso que a resposta à parte da responsabilidade se encontra descrita em cima. Como já devem ter percebido eu faço parte da rede de frachising da Illico Obras Portugal, e convido os mais cépticos a consultar o nosso site (www.illico.pt), de modo a que possam tirar as duvidas que ainda permanecem nas suas cabeças. Na área da responsabilidade irão existir novidades mais para à frente, e será aplicado o modelo da Illico em França (Casa Máe da Illico), em que a mesma já está preparada judicialmente para responder aos litigios entre o cliente e a empresa parceira e vice-versa. Relativamente à parte das comissões, já respondi em outra mensagem e disse que a mesma é diluida no valor final da obra e não acrescentada, conforme exemplo das seguradoras dada por outro membro, mas o cliente pode sempre pedir mais orçamentos, compará-los e decidir por aquele que mais lhe convier. A comissão das empresas de mediação de obras, pelo os seus serviços, é cobrada às empresas parceiras, uma vez que estamos a angariar mais trabalho/facturação e apoiamos no inicio, meio e fim das respectivas obras, e será de 15%+IVA do valor final da obra. As empresas de mediação e as empresas parceiras, têm que estar preparadas para fazerem preços competitivos, porque se não o fizerem não irão ganhar orçamentos/obras, a palavra final cabe sempre ao cliente, em aceitar o nosso orçamento ou não, como está nas mãos das empresas de construção serem nossas parceiras ou não.
    O trabalho de um mediador de obras não consiste em dar apenas um contacto à empresa parceira, como já expliquei em cima...
    Relativamente às mais valias deste conceito, já as referi e não me vou repetir, mas volto a dizer que respeito todas as opiniões contrárias como espero que respeitem a minha.

    Cumprimentos

    Mário Navalho
  9.  # 50

    Bem... de facto 15% do valor final da obra, parece-me uma percentagem excessiva para o trabalho que essa empresa irá efectuar... mas compete aos construtores determinar se é ou não rentavel essa parceria!
    •  
      FD
    • 30 setembro 2009 editado

     # 51

    Colocado por: vidagomorangoBem... de facto 15% do valor final da obra, parece-me uma percentagem excessiva para o trabalho que essa empresa irá efectuar... mas compete aos construtores determinar se é ou não rentavel essa parceria!

    Subscrevo. Não tenho nenhum problema com o modelo de negócio e a sua necessidade. Mas a comissão parece-me excessiva para o serviço e garantias oferecidas.

    De qualquer forma, relembro que, se estas empresas conseguirem expressão no mercado, poderão ditar as regras. Parte dos empreiteiros e outros intervenientes no processo permitir ou não que isso aconteça. Como também é lógico, não farão com que o pequeno empreiteiro deixe de lidar directamente com o cliente mas, assim que comecem a ganhar expressão, o pequeno empreiteiro poderá ver a sua margem de manobra reduzida.

    Relembro o que aconteceu com os hipermercados - são eles que ditam as regras aos fornecedores, são eles que dizem como, quando e quanto. Como faz esta empresa, apelaram ao outro lado, o que tem realmente força, o consumidor.
    A propósito, vou normalmente ao Jumbo e, estranhamente, deixei de ver por lá um produto da marca Compal, quando existe noutras grandes superfícies. Quem é que vocês acham que perde? O Jumbo ou a Compal?

    Um conselho: não critiquem, tentem antes compreender e não se deixem apanhar pela mudança dos tempos. Fica o aviso. ;)
    Em França já são mais de 150 "lojas" em 10 anos o que não me parece que indicie um negócio sem futuro...
    Como disse antes, estas empresas surgem duma necessidade e de um problema, causado maioritariamente pela inabilidade comercial da maioria dos pequenos empreiteiros. E ao contrário do que muitos pensam, há mercado para pagar mais desde que haja benefícios (neste caso o benefício apresenta-se como segurança).
    Os Centros Comerciais são mais caros, paga-se parque e mesmo assim, quase que aniquilaram a loja de rua...
  10.  # 52

    Colocado por: FDOs Centros Comerciais são mais caros, paga-se parque e mesmo assim, quase que aniquilaram a loja de rua...


    FD só não concordo é com isso hehe :) isto em mercearia.
    as lojas por exemplo mini-mercados estão cada vez mais careiros, eu jé tentei mudar o meu hábito e ir ao mini-mercado de rua, mas cada vez que ia lá saia roubado"" e bem roubado"" voltei ao jumbo e modelo :)

    voltando ao assunto acredito como o FD diz que este tipo de empresa terá algum mercado, mas penso que será um mercado volátil, que pode aumentar bastante nos primeiros tempos, mas que penso que depois terá curva inversa.
    a razão para mim será também no que já foi dito, a falta de comunicação entre os diversos intervenientes de obra, uma falta de dar a cara, digamos que a falta de trato /relação com o cliente das pequenas empresas.
  11.  # 53

    Uma pessoa que recorra a uma mediadora de obras, sabendo que a comissão que elas cobram é de 15% (mais IVA, claro), ou é tonta ou SABE que vai pagar BEM MAIS.

    Haverá sempre quem confie mais nos que cobram demais (e, espero, desconfie dos que cobram de menos).
    Por isso é que há empresas que levam coro-e-cabelo nas reparações E TÊM mercado. Há, p. ex., as que trabalham para companhias "de seguros" (das que movimentam mais dinheiro que o nosso O.G.Estado). Mas, cá para mim, isto só é possível graças a "ligações perigosas" (i.e., comissões) e aos obscenos lucros que as seguradoras têm.

    E continuo a achar ABSURDO um negócio em que a "mediadora de obras" cobra (à cabeça!) 15% à "empreiteira", sem que esta tenha recebido a totalidade do valor da obra. E digo isto porque, meus caros, ultimamente as histórias de donos-de-obra caloteiros são cada vez mais...
    •  
      FD
    • 1 outubro 2009

     # 54

    Colocado por: Luis K. W.Uma pessoa que recorra a uma mediadora de obras, sabendo que a comissão que elas cobram é de 15% (mais IVA, claro), ou é tonta ou SABE que vai pagar BEM MAIS.

    Mais uma vez Luis, está a assumir que são todos como nós. :)

    Já aqui disse uma vez que vendi em tempos material informático. Na loja tinha crédito ao consumo. O meu procedimento era:
    -> precisa de crédito? -> fale com o seu banco que o crédito daqui é caro

    Sabe quantas pessoas falavam com o banco? Uns 5~10% do total... e estamos a falar de TAEG na ordem dos 20~30% quando no banco se conseguia facilmente 10~15%.
    Até tive o caso de um engenheiro da construção que ganhava 9.000€ por mês (eu vi os recibos) a pedir um destes empréstimos.
  12.  # 55

    pois...quantas vezes já vi pessoas a pagarem o dobro, triplo, a ser maltratadas, a ficarem com um mamarracho e no final ainda estavam satisfeitas e mostravam aquilo aos amigos. as pessoas buscam facilitismos falsos e não conseguem ou não querem distinguir o que realmente as ajuda, ou é proveito/mais-valia para elas.
    (não estou a falar de empresas de mediação)
  13.  # 56

    15% do orçamento total,incluíndo materiais e equipamentos?

    É bom que os clientes dos mediadpres imobiliários não participem neste blogue,é bom que como citado "não percebam nada de obras " e já agora que não percebam nada de matemática.

    Mário
  14.  # 57

    Boa tarde, eu sou uma potencial utilizadora de um mediador de obras (a ilico) pareceu-me a melhor opcção para a remodelação de uma moradia, as obras implicam de tudo, desde projecto ( parece que levantar telhado, mudar wcs de sítio e fechar uma zona aberta assim o obriga), pedreiros, carpinteiros, electricistas etc., como não tenho nem conhecimentos suficientes para controlar a obra nem tempo, pareceu-me a soluçaõ mais apropriada... depois de ler esta discussão fiquei apreensiva, podem esclarecer-me?
    obrigada
    •  
      FD
    • 10 março 2010 editado

     # 58

    Colocado por: RitaDGdepois de ler esta discussão fiquei apreensiva, podem esclarecer-me?

    Simples: quando vender a sua casa, vai recorrer a uma imobiliária ou vai vendê-la sozinha?
    É a mesma coisa: essa mediadora cobra uma comissão, se está disposta a pagar o valor (15%), força. Numa obra de 50.000€ são 7.500€.
    É uma questão de prioridades e escolhas pessoais.
  15.  # 59

    Boa tarde, Acerca da Illico do feijó tenho que vos dizer o seguinte...contactei recentemente essa empresa para me apresentar orçamentos e empresas que pudessem efectuar obras de remodelação na minha casa....tudo correu bem até ao pagamento da primeira prestação com a adjudicação do contrato....A empresa que está contratada para fazer as obras já deveria ter começado os trabalhos à uma semana e apenas trabalhou 1 dia e meio montando uns andaimes. Sem querer me alongar muito porque o processo ainda está no inicio e ainda não contactei a Illico do feijó a dar conta do facto, tenham muito cuidado com aquilo que combinam e assinam...pois quer me parecer que com mediação ou sem mediação com a mentalidade destas empresazecas de construção que nós temos, qualquer obra é sempre um problema....conto ir dando mais informações á medida que o processo vai decorrer.
  16.  # 60

    Continuo a não perceber a vantagem de contratar um mediador de obras em vez dum empreiteiro geral.
    O empreiteiro geral executa ou subcontrata todas as artes, é responsável por atrasos, qualidade e garantias, é o único interlocutor do dono de obra, só vejo vantagens em não recorrer a mediadores.
 
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