Colocado por: Rui A. B.E o Luisvv faz-me lembrar a Maria Luis e a sua previsão sobre o défice para 2016... LOLLLLLLLLLLLLL
Colocado por: Rui A. B.
Negativo! O que me pareceu na altura, e à distância me parece mais óbvio ainda, é que havia uma estratégia de combate à crise feita por Bruxelas que passava por alavancar o investimento público de forma a fazer face à crise. Correu mal?!? Sim, muito mal, e eu isso não desculpo. Não me viu defender que o estado tem que gastar mais.
Os seus amigos aumentaram a dívida pública 20,4% (em %PIB) enquanto me roubaram... Isso é que é estranho!
Colocado por: J.Fernandes
Mas mais engraçada foi a previsão do Centeno para o crescimento do PIB em 2016: 2,4%
Colocado por: Rui A. B.Ariteméticamente impossível! Afirmava a sua amiga do alto da sua sabedoria...
Colocado por: Rui A. B.
Onde estão esses? Pelos vistos o trabalho até aumentou... Onde estão, diga lá...
Colocado por: Rui A. B.
Onde estão esses? Pelos vistos o trabalho até aumentou... Onde estão, diga lá...
Impacto “perverso”
Embora o salário mínimo possa beneficiar o emprego, o resultado mais esperado é o oposto, dizia o artigo. “Ninguém contesta que reduzimos o consumo de maçãs quando o seu preço aumenta”, escreveram Centeno, Cláudia Duarte e Álvaro A. Novo.
Segundo os autores, "nos casos em que o aumento do salário mínimo absorve a margem de lucro das empresas, o impacto pode ser perverso”. O que acontece é que se “retira dinheiro de alguns cidadãos” para o entregar a outros. O que não significa que chegue ao destinatário, já que podem ser destruídos empregos que deixaram de ser produtivos face ao novo salário mínimo.
Se houver "aumentos significativos do salário mínimo", há também redução de empregos para os salários mais baixos, defendem os economistas. "Por cada ponto percentual de aumento nos salários [mínimos], o emprego diminui pouco mais de um ponto percentual.”
Por outro lado, a subida acentuada da remuneração mínima poderá implicar aumentos mais baixos para os salários imediatamente acima.
Podem ainda ser afectados negativamente "os retornos salariais para a antiguidade e os períodos de emprego longos e estáveis”. A medida traz ainda mais instabilidade ao mercado de trabalho e prejudica a produtividade.
“Pequenos aumentos do salário mínimo são certamente muito mais amigáveis para o emprego", referia o trabalho.
“Em Portugal, a desigualdade na aba inferior da distribuição salarial diminuiu acentuadamente desde 2007. Este resultado pode ser visto como a conjugação de um impacto directo positivo sobre os salários dos indivíduos de baixas remunerações e de um efeito de ‘spillover’ negativo sobre os salários medianos. No entanto, os indivíduos remunerados com o salário mínimo sofreram também uma diminuição na estabilidade do emprego.”
“Os aumentos do salário mínimo deverão sempre ter em conta a evolução dos ganhos de produtividade e serem definidos no conjunto de políticas que interferem com o custo do trabalho”, concluía Centeno e os outros dois economistas.
Colocado por: luisvv
Um conceito muito difícil de entender:efeitos positivos visíveis, efeitos negativos dispersos e sem relação aparente com determinada acção.
Colocado por: Rui A. B.
É com base nesse artigo que me vai explicar os efeitos negativos do aumento do SMN em Portugal?!? Lollll.
Artigos há para todos os gostos e feitios meu caro... Basta ler os do Nobel da economia Americano que vocês não gostam nada acerca da austeridade... Lollll
Colocado por: Neon“Há impostos perdidos? Não”, assegurou Paulo Núncio no parlamento, afirmando que a “administração fiscal tem até 2024 para proceder à liquidação de impostos” das transferências para ‘offshore’, uma vez que o anterior governo aprovou uma medida para alargar o prazo de caducidade de proceder às liquidações de imposto devida nessas transferências.
dehttp://24.sapo.pt/economia/artigos/polemica-dos-offshores-paulo-nuncio-e-rocha-andrade-ouvidos-no-parlamento-siga-aqui-ao-minuto
com bold meu.
isto fede cada vez mais
Colocado por: PicaretaNão estou a ver qual é o problema...as finanças tinham 4 anos para cobrar os impostos, no tempo em que o Paulo Núncio esteve no governo, esse prazo passou para 12 anos, no caso das transferências para offshores, parece-me uma boa medida, não vejo o que é que possa cheirar mal.
Colocado por: Rui A. B.Basta ler os do Nobel da economia Americano que vocês não gostam nada acerca da austeridade... Lollll
Colocado por: J.Fernandes
Como este americano que vocês gostam muito, o Krugman?
E que disse o seguinte sobre o aumento do SMN em Portugal, citado pelo Observador:
" o norte-americano foi obrigado a reconhecer que o aumento do salário mínimo pode ser prejudicial para economia portuguesa. É necessário, de resto, ter “muito cuidado” com medidas que possam colocar em causa competitividade da economia portuguesa, sublinhou Krugman."
http://observador.pt/2015/12/14/aumento-do-salario-minimo-preciso-cuidado-diz-nobel-da-economia/
Mas não era preciso ir mais longe, está no governo um especialista em questões do trabalho - de seu nome Mário Centeno - que assinou um famoso artigo a defender o óbvio, isto é, o aumento do SMN paga-se em desemprego.
Colocado por: Rui A. B.Isto de mandar frases avulsas vale pouco, ainda por cima saídas do observador.
Não quer transcrever aqui os artigos dele sobre a austeridade sem travões que foi aplicada a Portugal? Isso seria muito interessante...
Colocado por: J.Fernandes
Pois, as frases dos outros são avulsas, as nossas é que são boas, contextualizadas e estruturadas, não é?
E a culpa é do carteiro - o observador. Mate o carteiro que traz más notícias.
Como você disse, artigos há muitos, mas não sei porque é que os artigos dele a criticar a austeridade hão-de valer mais que os artigos dele a criticar a subida do SMN.
Já vi que a honestidade intelectual não é uma das suas qualidades.
Colocado por: Rui A. B.Mas ele não criticou o aumento do SMN, ele diz que "pode ser problemático". Aliás, ele defende a subida do salário SMN nos EUA mas que em Portugal é preciso ter "muito cuidado".