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  1. Colocado por: Rui A. B.E o Luisvv faz-me lembrar a Maria Luis e a sua previsão sobre o défice para 2016... LOLLLLLLLLLLLLL

    Mas mais engraçada foi a previsão do Centeno para o crescimento do PIB em 2016: 2,4%

    E como eu e outros já lhe mostraram, esse défice não resiste ao menor escrutínio.

  2. Colocado por: Rui A. B.
    Negativo! O que me pareceu na altura, e à distância me parece mais óbvio ainda, é que havia uma estratégia de combate à crise feita por Bruxelas que passava por alavancar o investimento público de forma a fazer face à crise. Correu mal?!? Sim, muito mal, e eu isso não desculpo. Não me viu defender que o estado tem que gastar mais.


    Desculpe, mas esse comentário não é compatível com isto:
    Os seus amigos aumentaram a dívida pública 20,4% (em %PIB) enquanto me roubaram... Isso é que é estranho!


    Os que o roubaram foram aqueles que antes lhe deram, enquanto geravam défices e dívida.
  3. Colocado por: J.Fernandes
    Mas mais engraçada foi a previsão do Centeno para o crescimento do PIB em 2016: 2,4%


    Ariteméticamente impossível! Afirmava a sua amiga do alto da sua sabedoria...
  4. Colocado por: Rui A. B.Ariteméticamente impossível! Afirmava a sua amiga do alto da sua sabedoria...

    Não tenho relações de amizade com essa pessoa, mas lá que só chegaram a pouco mais de metade do número que previram, isso é verdade.
  5. Colocado por: Rui A. B.
    Onde estão esses? Pelos vistos o trabalho até aumentou... Onde estão, diga lá...


    Um conceito muito difícil de entender: efeitos positivos visíveis, efeitos negativos dispersos e sem relação aparente com determinada acção.
  6. Colocado por: Rui A. B.

    Onde estão esses? Pelos vistos o trabalho até aumentou... Onde estão, diga lá...


    O estudo em causa está disponível para consulta e acho que até já deixei um link numa outra discussão, mas tem aqui um resumo:


    Impacto “perverso”
    Embora o salário mínimo possa beneficiar o emprego, o resultado mais esperado é o oposto, dizia o artigo. “Ninguém contesta que reduzimos o consumo de maçãs quando o seu preço aumenta”, escreveram Centeno, Cláudia Duarte e Álvaro A. Novo.
    Segundo os autores, "nos casos em que o aumento do salário mínimo absorve a margem de lucro das empresas, o impacto pode ser perverso”. O que acontece é que se “retira dinheiro de alguns cidadãos” para o entregar a outros. O que não significa que chegue ao destinatário, já que podem ser destruídos empregos que deixaram de ser produtivos face ao novo salário mínimo.
    Se houver "aumentos significativos do salário mínimo", há também redução de empregos para os salários mais baixos, defendem os economistas. "Por cada ponto percentual de aumento nos salários [mínimos], o emprego diminui pouco mais de um ponto percentual.”
    Por outro lado, a subida acentuada da remuneração mínima poderá implicar aumentos mais baixos para os salários imediatamente acima.
    Podem ainda ser afectados negativamente "os retornos salariais para a antiguidade e os períodos de emprego longos e estáveis”. A medida traz ainda mais instabilidade ao mercado de trabalho e prejudica a produtividade.
    “Pequenos aumentos do salário mínimo são certamente muito mais amigáveis para o emprego", referia o trabalho.
    “Em Portugal, a desigualdade na aba inferior da distribuição salarial diminuiu acentuadamente desde 2007. Este resultado pode ser visto como a conjugação de um impacto directo positivo sobre os salários dos indivíduos de baixas remunerações e de um efeito de ‘spillover’ negativo sobre os salários medianos. No entanto, os indivíduos remunerados com o salário mínimo sofreram também uma diminuição na estabilidade do emprego.”
    “Os aumentos do salário mínimo deverão sempre ter em conta a evolução dos ganhos de produtividade e serem definidos no conjunto de políticas que interferem com o custo do trabalho”, concluía Centeno e os outros dois economistas.
  7. Colocado por: luisvv

    Um conceito muito difícil de entender:efeitos positivos visíveis, efeitos negativos dispersos e sem relação aparente com determinada acção.


    É com base nesse artigo que me vai explicar os efeitos negativos do aumento do SMN em Portugal?!? Lollll.
    Artigos há para todos os gostos e feitios meu caro... Basta ler os do Nobel da economia Americano que vocês não gostam nada acerca da austeridade... Lollll
  8. Colocado por: Rui A. B.
    É com base nesse artigo que me vai explicar os efeitos negativos do aumento do SMN em Portugal?!? Lollll.
    Artigos há para todos os gostos e feitios meu caro... Basta ler os do Nobel da economia Americano que vocês não gostam nada acerca da austeridade... Lollll


    Eu? Quem sou eu para lhe explicar seja o que for...
  9. Colocado por: Neon“Há impostos perdidos? Não”, assegurou Paulo Núncio no parlamento, afirmando que a “administração fiscal tem até 2024 para proceder à liquidação de impostos” das transferências para ‘offshore’, uma vez que o anterior governo aprovou uma medida para alargar o prazo de caducidade de proceder às liquidações de imposto devida nessas transferências.

    dehttp://24.sapo.pt/economia/artigos/polemica-dos-offshores-paulo-nuncio-e-rocha-andrade-ouvidos-no-parlamento-siga-aqui-ao-minuto

    com bold meu.

    isto fede cada vez mais

    Não estou a ver qual é o problema...as finanças tinham 4 anos para cobrar os impostos, no tempo em que o Paulo Núncio esteve no governo, esse prazo passou para 12 anos, no caso das transferências para offshores, parece-me uma boa medida, não vejo o que é que possa cheirar mal.
    • Neon
    • 1 março 2017 editado
    Colocado por: PicaretaNão estou a ver qual é o problema...as finanças tinham 4 anos para cobrar os impostos, no tempo em que o Paulo Núncio esteve no governo, esse prazo passou para 12 anos, no caso das transferências para offshores, parece-me uma boa medida, não vejo o que é que possa cheirar mal.


    Caro Picareta, ainda não sabemos ao que se referem estes 10 mm que estão fora de controle! Apesar de já haver quem saiba tudo sobre elas e inclusivamente de quem foi, e para onde foi, etc.

    Eu nas entrelinhas das afirmações do Sr. Paulo Nuncio, consigo ler que ele já esta a deixar em aberto a hipótese de ter existido fuga, embora no entendimento dele não é preocupante pois ainda temos 7 anos para reaver o guito.
    É uma sensação que tenho, que ele sabe de alguma coisa, que a coisa é pentelhuda , que foi escondida deliberadamente,
    • Neon
    • 1 março 2017
    Mais ainda, espero que a existir percas para o estado que se limitem a fugas a impostos.

    Faço mesmo votos para que não sejam ainda percas maiores do que isso.

    A seu tempo iremos ver o que isto dá
  10. Colocado por: Rui A. B.Basta ler os do Nobel da economia Americano que vocês não gostam nada acerca da austeridade... Lollll

    Como este americano que vocês gostam muito, o Krugman?

    E que disse o seguinte sobre o aumento do SMN em Portugal, citado pelo Observador:

    " o norte-americano foi obrigado a reconhecer que o aumento do salário mínimo pode ser prejudicial para economia portuguesa. É necessário, de resto, ter “muito cuidado” com medidas que possam colocar em causa competitividade da economia portuguesa, sublinhou Krugman."


    http://observador.pt/2015/12/14/aumento-do-salario-minimo-preciso-cuidado-diz-nobel-da-economia/

    Mas não era preciso ir mais longe, está no governo um especialista em questões do trabalho - de seu nome Mário Centeno - que assinou um famoso artigo a defender o óbvio, isto é, o aumento do SMN paga-se em desemprego.
  11. Colocado por: J.Fernandes
    Como este americano que vocês gostam muito, o Krugman?

    E que disse o seguinte sobre o aumento do SMN em Portugal, citado pelo Observador:

    " o norte-americano foi obrigado a reconhecer que o aumento do salário mínimo pode ser prejudicial para economia portuguesa. É necessário, de resto, ter “muito cuidado” com medidas que possam colocar em causa competitividade da economia portuguesa, sublinhou Krugman."


    http://observador.pt/2015/12/14/aumento-do-salario-minimo-preciso-cuidado-diz-nobel-da-economia/

    Mas não era preciso ir mais longe, está no governo um especialista em questões do trabalho - de seu nome Mário Centeno - que assinou um famoso artigo a defender o óbvio, isto é, o aumento do SMN paga-se em desemprego.


    Isto de mandar frases avulsas vale pouco, ainda por cima saídas do observador.

    Não quer transcrever aqui os artigos dele sobre a austeridade sem travões que foi aplicada a Portugal? Isso seria muito interessante...
  12. Colocado por: Rui A. B.Isto de mandar frases avulsas vale pouco, ainda por cima saídas do observador.

    Não quer transcrever aqui os artigos dele sobre a austeridade sem travões que foi aplicada a Portugal? Isso seria muito interessante...

    Pois, as frases dos outros são avulsas, as nossas é que são boas, contextualizadas e estruturadas, não é?

    E a culpa é do carteiro - o observador. Mate o carteiro que traz más notícias.

    Como você disse, artigos há muitos, mas não sei porque é que os artigos dele a criticar a austeridade hão-de valer mais que os artigos dele a criticar a subida do SMN.

    Já vi que a honestidade intelectual não é uma das suas qualidades.
  13. Colocado por: J.Fernandes
    Pois, as frases dos outros são avulsas, as nossas é que são boas, contextualizadas e estruturadas, não é?

    E a culpa é do carteiro - o observador. Mate o carteiro que traz más notícias.

    Como você disse, artigos há muitos, mas não sei porque é que os artigos dele a criticar a austeridade hão-de valer mais que os artigos dele a criticar a subida do SMN.

    Já vi que a honestidade intelectual não é uma das suas qualidades.


    Mas ele não criticou o aumento do SMN, ele diz que "pode ser problemático". Aliás, ele defende a subida do salário SMN nos EUA mas que em Portugal é preciso ter "muito cuidado".
  14. Colocado por: Rui A. B.Mas ele não criticou o aumento do SMN, ele diz que "pode ser problemático". Aliás, ele defende a subida do salário SMN nos EUA mas que em Portugal é preciso ter "muito cuidado".

    Naturalmente que é em Portugal, como eu alertei antes de lá por o link. O que ele diz é que é preciso ter cuidado com "medidas que possam colocar em causa a competitividade da economia portuguesa", bem entendido que uma dessas medidas é para ele, o aumento do SMN, porque era isso o assunto da entrevista.
  15. Tudo é admissível os resultados futuros é que podem variar.
    O actual governo conseguiu o menor défice da democracia e também a maior carga de impostos do mesmo período histórico.
    O anterior carregou também nos impostos mas também cortou muito nos custos fixos.
    São opções politicas e deveria ser nisso que as pessoas deveriam votar. Querem mais impostos ou mais despesas do Estado?
    Só que passamos a vida a discutir os tais "pintelhos" e votamos em função da actuação artística de alguns politicos. Cá pela terrinha tal e qual como na maioria das democracias por esse mundo fora.
  16. "Milagre "só o de Fátima". Redução do défice "saiu do pelo dos portugueses""
  17. Basta ver o gráfico
 
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