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  1.  # 121

    Colocado por: J.Fernandes(...) um patrão podendo ter um empregado por 600€ devia pagar 1000 (...) Gostava de lhe perguntar a si, se também prefere pagar 50€ numa loja havendo uma loja ao lado onde pode comprar o mesmo produto por 40€ (...)


    Caro J.Fernandes, o exemplo que eu dei acima referia-se a uma redistribuição mais equitativa da riqueza. Como é evidente, se o mercado não comporta o aumento de salários, isso põe a sobrevivência da empresa em risco. É diferente de chegar uma pessoa que se passeia na empresa com um Porsche novo. Um Ford Focus também anda e custa menos.

    Cumprimentos.
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  3.  # 122

    Colocado por: terraverdeA bolha imobiliária pode rebentar mas estou convencido que os preços das casas dentro da cidade de Lisboa e Porto nunca mais irão ficar tão baratos e manter-se-ão sempre muito elevados. É a lei do mercado. Quem tem dinheiro mora no centro das cidades e quem tem menos dinheiro mora nos subúrbios. Ainda assim ainda mora muita gente pobre (e classe media baixa) em Lisboa. É chato dizer isto, mas é necessário que assim seja porque no dia em que os mais pobres morarem nos subúrbios e os mais ricos nos centros das cidades a qualidade de vida nas cidades será melhor. Ainda não há muito tempo, no prédio em frente á minha casa em alguns andares quando se partiam os vidros das janelas metiam plásticos. E isso para mim é mais por pobreza de espirito porque para essa gente nunca falta o dinheiro para o vinho nem para o cigarro só falta para o que é essencial...



    Peço desculpa mas Terraverde, se bem entendi o que escreveu os ricos e civilizados irão ficar a viver no centro da cidade de Lisboa e Porto e os pobres/sem educação nos suburbios. Pois eu lamento que pense assim. Eu não sei que suburbios costuma frequentar mas digo-lhe que há muito suburbio com melhores condições e com pessoas com mais dinheiro do que determinadas zonas da Cidade de Lisboa. Quanto a educação, aí ainda é pior a relação que tenta estabelecer. Há ricos educados e mal educados, conheço ambos, e há pobres exatamente iguais, bem e mal educados. E sim... vivo num subúrbio, sempre vivi. Mais … até cometi o pecado de registar o meu filho como natural desse mesmo suburbio. Mas olhe… sabe… neste subsurbio onde vivo também existem casas a passar de M€, por estranho que isto lhe possa parecer. E mais… vivo no subúrbio que por acaso também é cidade e tenho a dizer-lhe que deixei de gostar de cá viver desde que foi inundado de pessoas que viviam em Lisboa e tiveram de adquirir casa no dito Subúrbio. Como era bom cá viver antes de chegarem. Lamento mas é mesmo assim. E sim, acho que a ideia é mesmo essa a de criar uma cidade apenas para a elite, mais estrangeira do que nacional.
    Concordam com este comentário: desofiapedro
  4.  # 123

    Para quem quiser ler (em inglês)

    https://www.theguardian.com/business/2019/jan/05/global-economic-crash-2020-understand-why

    Falta saber se as previsões se vão confirmar ou não!
    Concordam com este comentário: kzeleven
  5. Procura serviços ou materiais para a sua casa? Contrate quem ajuda no fórum.

    • RCF
    • 1 Abril 2019

     # 124

    Colocado por: J.Fernandes
    O que você me está a dizer é que um patrão podendo ter um empregado por 600€ devia pagar 1000€ porque senão é uma pessoa sem ética. Gostava de lhe perguntar a si, se também prefere pagar 50€ numa loja havendo uma loja ao lado onde pode comprar o mesmo produto por 40€, se souber que o dono da primeira loja vende mais caro porque paga mais ao empregado.

    Obviamente, que ninguém faz isso, e bem. Mas para a mentalidade pequena de alguns marxistas de pacotilha, a ética é muito bonita mas é para os outros.

    Só uma evidente falta de argumentos poderá levar a tal comparação...
    Quando eu compro algo numa loja, pago o preço que a loja pede. O patrão quando paga o ordenado a um empregado, quem estabelece esse ordenado não é o empregado.
    Mas, adiante. Para baixar ao nível da sua última frase, prefiro retirar-me da conversa.
  6.  # 125

    Colocado por: CaravelleÉ diferente de chegar uma pessoa que se passeia na empresa com um Porsche novo. Um Ford Focus também anda e custa menos.

    A verdade é que a questão nem se põe da forma que a temos estado a discutir, não é uma questão de ética a forma como o patrão dispõe do seu dinheiro vs. os salários que paga aos empregados.

    O patrão tem a sua empresa porque pretende ter um nível superior de rendimentos, mas se os tem também assume responsabilidades pessoais que, obviamente, nenhum empregado tem.
  7.  # 126

    Colocado por: José BarnabéSe calhar até há quem faça isso mas acredito que não seja coisa para qualquer zequinha...

    Para informação de todos os outros zequinhas que acham essa cena do fairtrade muito trendy, as pessoas compram onde os preços são mais baixos não só porque o seu orçamento é limitado mas porque fazem as decisões com o mínimo de racionalidade económica.
  8.  # 127

    Colocado por: RCFO patrão quando paga o ordenado a um empregado, quem estabelece esse ordenado não é o empregado.

    Como?! Se assim fosse, ninguém no privado ganharia mais que o SMN, pois se eu como patrão posso estabelecer unilateralmente o salário, para quê pagar mais de 600€?

    Os patrões não pagam 2000€ por mês a um empregado porque são muito boas pessoas e não querem explorar ninguém, não, pagam 2000€ porque não conseguiram contratar ninguém com as mesmas qualidades por 1800€ ou 1900€.
  9.  # 128

    Colocado por: terraverdeuem tem dinheiro mora no centro das cidades e quem tem menos dinheiro mora nos subúrbios. Ainda assim ainda mora muita gente pobre (e classe media baixa) em Lisboa.



    Aqui na margem sul existem duas urbanizações onde cada vivenda custa não menos de 950000 euros, a maioria anda pelo milhão e meio de euros. E são urbanizações grandes, muitos hectares. Muitas casas.

    Em muitas zonas à volta, mesmo não sendo nessas urbanizações, a qualidade de vida é muito melhor do que viver em Lisboa. Poluição baixa, os supermercados instalaram-se à volta (bom negócio pois serve uma população com capacidade monetária elevada, é ver os mercedes nos parques de estacionamneto) farmácias, praias, colégios, escolas, tudo ali sem necessidade de negociar o estacionamento.

    Para quem trabalha em Lisboa a única vantagem de morar em Lisboa, é morar mais perto do serviço. Embora que esta vantagem está a esbater-se na medida em que Lisboa se está a transformar-se numa cidade de engarrafamentos. Há pessoas que moram em Odivelas e levam menos tempo a chegar ao serviço do que pessoas que moram em Lisboa.

    O paradigma de que em Lisboa é que se vive bem, é uma herança do passado, em que as pessoas fugiam das aldeias para a cidade, onde estava o emprego, e também era visto como uma ascenção social, independente de passar a morar em gaiolas. Por exemplo não sei se já alguem experimentou visitar um apartamento na Avenida da Liberdade em Lisboa, talvez a mais cara da Europa. Eu já o fiz. O ruído de fundo do tráfego é surpreendente, o cheiro a fumo dos escapes é mais que muito. Mas pronto aquilo é caro e está "in" e há pessoas que dariam o braço direiro e um pouco mais para morar lá.

    Nesse aspecto as mentalidades por aqui ainda são retrógradas: por exemplo os suburbios nos Estados Unidos são para os ricos, pois lá é que está a calma etc.

    O número de Lisboetas que se reforma e vão para as aldeias onde tinham casa, por vezes não tinham mas compram, está a aumentar.

    Recentemente um amigo meu de Lisboa e que sempre teve casa em Troia, logo que se reformou mudou-se para lá. Vem a Lisboa uma vez por mês se tanto. A qualidade de vida dele em Troia, não tem nada a ver com a qualidade de vida que ele tinha numa casa que ele ainda tem no centro Lisboa.
    Concordam com este comentário: desofiapedro, Tanialexandra
    • RCF
    • 1 Abril 2019

     # 129

    Colocado por: ParamontePor exemplo não sei se já alguem experimentou visitar um apartamento na Avenida da Liberdade em Lisboa, talvez a mais cara da Europa. Eu já o fiz. O ruído de fundo do tráfego é surpreendente, o cheiro a fumo dos escapes é mais que muito. Mas pronto aquilo é caro e está "in" e há pessoas que dariam o braço direiro e um pouco mais para morar lá.

    Tenho ideia que essas casas são, essencialmente, para arrendamento temporário (turismo) e não propriamente para habitação permanente.

    Colocado por: ParamonteRecentemente um amigo meu de Lisboa e que sempre teve casa em Troia, logo que se reformou mudou-se para lá. Vem a Lisboa uma vez por mês se tanto. A qualidade de vida dele em Troia, não tem nada a ver com a qualidade de vida que ele tinha numa casa que ele ainda tem no centro Lisboa.

    Pudera...! Nem tem comparação... acho que só não faz isso quem não puder... se bem que, às vezes, os mosquitos são um bocado incomodativos em Troia.
    Concordam com este comentário: Paramonte
  10.  # 130

    Colocado por: Paramonte


    Aqui na margem sul existem duas urbanizações onde cada vivenda custa não menos de 950000 euros, a maioria anda pelo milhão e meio de euros. E são urbanizações grandes, muitos hectares. Muitas casas.

    Em muitas zonas à volta, mesmo não sendo nessas urbanizações, a qualidade de vida é muito melhor do que viver em Lisboa. Poluição baixa, os supermercados instalaram-se à volta (bom negócio pois serve uma população com capacidade monetária elevada, é ver os mercedes nos parques de estacionamneto) farmácias, praias, colégios, escolas, tudo ali sem necessidade de negociar o estacionamento.

    Para quem trabalha em Lisboa a única vantagem de morar em Lisboa, é morar mais perto do serviço. Embora que esta vantagem está a esbater-se na medida em que Lisboa se está a transformar-se numa cidade de engarrafamentos. Há pessoas que moram em Odivelas e levam menos tempo a chegar ao serviço do que pessoas que moram em Lisboa.

    O paradigma de que em Lisboa é que se vive bem, é uma herança do passado, em que as pessoas fugiam das aldeias para a cidade, onde estava o emprego, e também era visto como uma ascenção social, independente de passar a morar em gaiolas. Por exemplo não sei se já alguem experimentou visitar um apartamento na Avenida da Liberdade em Lisboa, talvez a mais cara da Europa. Eu já o fiz. O ruído de fundo do tráfego é surpreendente, o cheiro a fumo dos escapes é mais que muito. Mas pronto aquilo é caro e está "in" e há pessoas que dariam o braço direiro e um pouco mais para morar lá.

    Nesse aspecto as mentalidades por aqui ainda são retrógradas: por exemplo os suburbios nos Estados Unidos são para os ricos, pois lá é que está a calma etc.

    O número de Lisboetas que se reforma e vão para as aldeias onde tinham casa, por vezes não tinham mas compram, está a aumentar.

    Recentemente um amigo meu de Lisboa e que sempre teve casa em Troia, logo que se reformou mudou-se para lá. Vem a Lisboa uma vez por mês se tanto. A qualidade de vida dele em Troia, não tem nada a ver com a qualidade de vida que ele tinha numa casa que ele ainda tem no centro Lisboa.
    Concordam com este comentário:desofiapedro,Tanialexandra


    Colocado por: Paramonte


    Aqui na margem sul existem duas urbanizações onde cada vivenda custa não menos de 950000 euros, a maioria anda pelo milhão e meio de euros. E são urbanizações grandes, muitos hectares. Muitas casas.

    Em muitas zonas à volta, mesmo não sendo nessas urbanizações, a qualidade de vida é muito melhor do que viver em Lisboa. Poluição baixa, os supermercados instalaram-se à volta (bom negócio pois serve uma população com capacidade monetária elevada, é ver os mercedes nos parques de estacionamneto) farmácias, praias, colégios, escolas, tudo ali sem necessidade de negociar o estacionamento.

    Para quem trabalha em Lisboa a única vantagem de morar em Lisboa, é morar mais perto do serviço. Embora que esta vantagem está a esbater-se na medida em que Lisboa se está a transformar-se numa cidade de engarrafamentos. Há pessoas que moram em Odivelas e levam menos tempo a chegar ao serviço do que pessoas que moram em Lisboa.

    O paradigma de que em Lisboa é que se vive bem, é uma herança do passado, em que as pessoas fugiam das aldeias para a cidade, onde estava o emprego, e também era visto como uma ascenção social, independente de passar a morar em gaiolas. Por exemplo não sei se já alguem experimentou visitar um apartamento na Avenida da Liberdade em Lisboa, talvez a mais cara da Europa. Eu já o fiz. O ruído de fundo do tráfego é surpreendente, o cheiro a fumo dos escapes é mais que muito. Mas pronto aquilo é caro e está "in" e há pessoas que dariam o braço direiro e um pouco mais para morar lá.

    Nesse aspecto as mentalidades por aqui ainda são retrógradas: por exemplo os suburbios nos Estados Unidos são para os ricos, pois lá é que está a calma etc.

    O número de Lisboetas que se reforma e vão para as aldeias onde tinham casa, por vezes não tinham mas compram, está a aumentar.

    Recentemente um amigo meu de Lisboa e que sempre teve casa em Troia, logo que se reformou mudou-se para lá. Vem a Lisboa uma vez por mês se tanto. A qualidade de vida dele em Troia, não tem nada a ver com a qualidade de vida que ele tinha numa casa que ele ainda tem no centro Lisboa.
    Concordam com este comentário:desofiapedro,Tanialexandra


    Concordo com muito do que diz, pois se eu não trabalhasse em Lisboa de certeza que não viveria no centro. Mas ao trabalhar no marquês e viver a 1,4km tenho uma grande qualidade de vida, pois perder 2h por dia no transito são perder anos de vida dentro de um carro ou outro transporte.

    Avenida da Liberdade mais cara da Europa? Lol
  11.  # 131

    Colocado por: J.Fernandes
    Para informação de todos os outros zequinhas que acham essa cena do fairtrade muito trendy, as pessoas compram onde os preços são mais baixos não só porque o seu orçamento é limitado mas porque fazem as decisões com o mínimo de racionalidade económica.


    fosse assim só teríamos lojas dos chineses...
    Concordam com este comentário: José Barnabé
  12.  # 132

    Colocado por: FFAD. Mas ao trabalhar no marquês e viver a 1,4km tenho uma grande qualidade de vida, pois perder 2h por dia no transito são perder anos de vida dentro de um carro ou outro transporte.


    Pois, mas se pensar que quando chega a sua casa 5 minutos depois de sair do trabalho, ainda tem a poluição toda (ruído e ar) para passar a noite consigo, mais o stress de estacionar, e quem quem mora nos "suburbios" pode chegar a casa e ter paz, não sei o que escolher...

    Outra coisa que me faz confusão é criar as crianças num local onde, quando se abre a porta de casa, tem-se uma rua cheia de tráfego...é um conceito ...
    • RCF
    • 1 Abril 2019

     # 133

    Colocado por: FFADAvenida da Liberdade mais cara da Europa? Lol

    Não está longe disso...
    Concordam com este comentário: Paramonte
  13.  # 134

    Colocado por: Paramonte

    Pois, mas se pensar que quando chega a sua casa 5 minutos depois de sair do trabalho, ainda tem a poluição toda (ruído e ar) para passar a noite consigo, mais o stress de estacionar, e quem quem mora nos "suburbios" pode chegar a casa e ter paz, não sei o que escolher...

    Outra coisa que me faz confusão é criar as crianças num local onde, quando se abre a porta de casa, tem-se uma rua cheia de tráfego...é um conceito ...


    Se não for numa rua principal, não é bem assim...
    Onde vivo tem espaços verdes, parques para os miudos brincarem, quiosques...
  14.  # 135

    Colocado por: RCF
    Não está longe disso...
    Concordam com este comentário:Paramonte


    Nem de Portugal!
    Nem de Lisboa!

    E a Europa é muito grande...
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  16.  # 136

    Colocado por: FFADSe não for numa rua principal, não é bem assim...


    A poluição não conhece limites de ruas, ou de bairros.

    https://tvi24.iol.pt/sociedade/avenida-da-liberdade/poluicao-do-ar-ultrapassa-limites-e-atinge-valores-criticos-em-lisboa

    Poluição do ar ultrapassa limites e atinge valores "críticos" em Lisboa

    Associação ambientalista Zero defende a necessidade de avisar a população e de implementar medidas preventivas, como restringir o trânsito.

    A Avenida da Liberdade, em Lisboa, registou na terça e quarta-feira valores superiores aos permitidos de dois poluentes, revela a Zero, que defende a necessidade de avisar a população, e de medidas preventivas, como restringir o trânsito.

    Nesses dois dias, "ocorreram 12 excedências do valor máximo permitido”, disse esta quinta-feira à agência Lusa Carla Graça, da Associação Sistema Terrestre Sustentável, Zero, acrescentando que “por lei só são permitidas, por ano, 18 excedências [de partículas inaláveis] e, neste momento, já estamos nas 20".

    Sete excedências aconteceram na quarta-feira e cinco na terça-feira, ou seja, "dois terços das excedências permitidas por ano [aconteceram] em dois dias", alertou.

    Também os valores de óxido de azoto, calculados com base na média observada ao longo do ano, "até agora já excedem em muito o valor permitido médio e dificilmente recuperaremos o défice que existe" até final de dezembro, explicou a ambientalista.

    Em termos de qualidade do ar, estes dois parâmetros - as partículas inaláveis e os óxidos de azoto - "são críticos para a saúde humana", resumiu Carla Graça.

    Para a Zero, "é necessário, além dos avisos à população - que não estão a acontecer -, tomar medidas de emergência e até preventivas", para tentar, pelo menos, diminuir o impacto do tráfego automóvel na qualidade do ar.

    As condições climatéricas excecionais, com vento fraco, temperaturas elevadas, pouca dispersão de poluentes, e mais o tráfego, levam a "uma concentração de poluentes e não há condições para a dispersão", especificou Carla Graça.

    A ambientalista defendeu que "isto era previsível até pelas próprias indicações do instituto de meteorologia [Instituto Português do Mar e Atmosfera - IPMA] que já previa as condições atmosféricas".

    Entre as medidas de emergência que a Zero defende estão a proibição de circulação e de estacionamento de automóveis em determinadas zonas, a disponibilização gratuita de transportes públicos ou a redução obrigatória de velocidade em zonas alargadas.

    Carla Graça recordou que a situação se verificou na estação de monitorização da avenida da Liberdade, em Lisboa, "uma zona bastante bem servida de transportes coletivos".

    A Zero considera, assim, que Lisboa e Porto, à semelhança de outras cidades europeias, como Madrid, Paris ou Bruxelas, com episódios de poluição semelhantes aos verificados nos últimos dias em Portugal, devem ter um plano de emergência, a ser ativado com a brevidade possível.

    O dióxido de azoto, em concentrações elevadas, pode causar irritação dos olhos e garganta, afetar as vias respiratórias, provocando diminuição da capacidade respiratória, dores no peito, edema pulmonar e danos no sistema nervoso central e nos tecidos, afetando principalmente as crianças, os asmáticos e os indivíduos com bronquites crónicas...
  17.  # 137

    Colocado por: JoelMfosse assim só teríamos lojas dos chineses...

    Se eles vendessem tudo a preços mais baixos poderia muito bem acontecer, mas para agora continuam com um número muito limitado de referências...
    • JoelM
    • 1 Abril 2019 editado

     # 138

    Colocado por: J.Fernandes
    Se eles vendessem tudo a preços mais baixos poderia muito bem acontecer, mas para agora continuam com um número muito limitado de referências...


    sim sim, estranho a loja da Levis ainda estar aberta tendo em conta que a feira ainda vende calças de ganga muito mais baratas...

    reduzir os critérios de consumo ao preço, não passa disso mesmo, redutor!
  18.  # 139

    Colocado por: JoelMsim sim, estranho a loja da Levis ainda estar aberta tendo em conta que a feira ainda vende calças de ganga muito mais baratas...

    Pois, era aí que eu queria chegar, os preços comparam-se entre os mesmos artigos. Quem quer umas calças Levis, não quer umas calças quaisquer da feira, são dois artigos diferentes. Quem quer umas calças Levis não deixa de ser como as outras pessoas, quer umas calças Levis ao melhor preço, e entre duas lojas que as vendam vai escolher aquela que as vender mais barato.
  19.  # 140

    Colocado por: JoelMreduzir os critérios de consumo ao preço, não passa disso mesmo, redutor!

    Redutor é pensar que as pessoas simplesmente querem calças, ou querem carros, ou outra coisa assim tão geral.
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