Colocado por: zedasilvaA fiscalização é da responsabilidade do dono de obra (lei 31/2009) ou seja cabe a este nomear um fiscal que tem como função defender os seus interesses e livra-lo de uma carrada de problemas.
A direcção técnica é da responsabilidade do empreiteiro (lei 31/2009) o director técnico é o técnico a quem cabe a responsabilidade da execução da obra de harmonia com todos os projectos e leis vigentes.
Colocado por: zedasilva
O fiscal serve essencialamnet para defender os interesses do Dono de obra, nomeadamente informando-o de quais são as suas responsabilidades perante os diversos organismos, câmaras, INCI, ACT etc. e garantindo que a obra que está a ser construida está de acordo com todos os projectos especificações técnicas e a arte de bem construir.
A minha opinião é que o fiscal devrá sempre ser de uma zona geográfica diferente do empreiteiro para que desta forma possa estar mais salvaguardado o conflito de interesses.
Numa obra dita normal sou igualmente da opinião de que duas visitas mensais
O que me foi dito é que os fiscais cobram uma percentagem do valor da obra, chegando a cobrar 2500€ por mês
Eu até concordo consigo em duas visitas por semana mas como sei que nunca há dinheiro para tudo...
Colocado por: zedasilvaGonçalo
Contratar um fiscal já é uma obrigação na maioria das câmaras e em principio se todas cumprirem a lei passa a ser obrigatorio em todas a partir de 1 de Novembro (data da entrada em vigor da lei 31/2009)
Contratar um fiscal não é carissimo tendo em conta que é este quem vai defender os seus interesses.
Uma das ultimas fiscalizações para que fui contrtado aconteceu já a obra ia no telhado.
O Dono de obra teve uma inspecção da ACT e corria o risco de ter que pagar uma pesadita multa pk os subempreiteiros que andavam na obra e tinham sido contratados pelo empreiteiro geral estavam ilegais.
Consegui-se dar a volta à situação e a multa foi perdoada. O valor que foi poupado ao Dono de obra dava para pagar 20 fiscalizações.
Logo de seguida foi detecta uma série de erros de construção que ainda foram a tempo de ser corrigidos pelo empreiteiro e que vão poupar no futuro ao Dono de obra uns milhares largos de euros bem como a chatiçe de ter uma obra com problemas que se não tivessem sido detectados nessa altura nunca mais poderiam ser corrigidos.
Lembre-se de uma coisa, qualquer obra por norma aguenta os 5 anos de garantia, os problemas geralmente começam depois.