E a cimenteira era o quê, Mellos, Champallimaud?
E, curiosamente, penso que os interesses do sector, colectivamente, apontam para a construção nova ou então para um nicho de mercado muito especializado e caro. O comum dos mortais, que quer recuperar o casinhoto dos pais ou dos avós, fica com a sensação que isso é coisa para gente rica: não só toda a gente lhe diz que é mais caro do que deitar abaixo e fazer de novo (o que é muito provavelmente verdade numa grande parte dos casos),
Colocado por: j cardosoQuanto ao ajudar aqui no forum confesso que é muito mais difícil falar de recuperações e o motivo é simples: se me pedem uma opinião sobre uma construção nova, basta que me forneçam alguns dados do projecto e, em princípio, posso formar uma opinião. Se a questão for relativa a uma reconstrução, só um conhecimento detalhado do que existe permite opinar. No fundo é uma questão de falta de dados havendo até casos em que só uma observação no local permitia dar uma opinião.
Estou-me a lembrar p.ex., da Ana Barbieri,
ninguém é capaz de lhe fazer a lista absolutamente essencial das obras a fazer por uma questão de segurança e conservação
Por outro lado, pela infinidade de discussões sobre quanto custa um projecto de arquitectura está-se também a ver que a profissão está muito mal.
Eu tenho para mim que o futuro está na recuperação, e era bom que as pessoas se compenetrassem disso.
Colocado por: FDAlguns comentários foram movidos para uma nova discussão:História e orgulho português.
Acho que é um assunto interessante que merece um espaço próprio. :)
Colocado por: PauloCorreia E qual foi?
Não fazia a mínima que tinha ficado com essa ideia