Colocado por: TyrandeAcho piada o pessoal vir criticar a malta da ADSE.A única questão com a ADSE é que deveria ser extensível a qualquer trabalhador. Não sendo, configura de facto uma injustiça para quem recebe por exemplo o SMN, uma vez que por 30 euros não consegue um seguro se saúde com as mesmas coberturas. Muito menos um que seja também extensível aos filhos.
Essa malta paga 3,5% do ordenado mensal para ter esse seguro, se quiser tê-lo.
Colocado por: carlosj39Comentários ofensivos não são permitidos pelas regras do fórum.
Colocado por: TyrandeAcho piada o pessoal vir criticar a malta da ADSE.
Essa malta paga 3,5% do ordenado mensal para ter esse seguro, se quiser tê-lo.
Quanto é que os caríssimos pagam para ter seguro de saúde?
Colocado por: Sandra_ccEu não aceito é pacientes da ADSE.
Colocado por: Sandra_cc
Acho muito bem que paguem o que quiserem.
Eu não aceito é pacientes da ADSE.
Colocado por: HAL_9000Óbvio que quem tem um salário de mais de 2k, a ADSE representa um custo considerável.
Colocado por: TyrandeHá gente da ADSE a descontar umas boas coroas pra ter esse sub-sistema de saúde. Bem mais do que alguns outros seguros privados que andam ai.
Mas por ser da ADSE, já não atende.
Colocado por: Tyrande
Se isto não vai contra o juramento que fez, não sei o que vai.
Até dá nojo ver (ler) um médico a dizer que não aceita um paciente só pelo sistema de saúde que tem.
Há gente da ADSE a descontar umas boas coroas pra ter esse sub-sistema de saúde. Bem mais do que alguns outros seguros privados que andam ai.
Mas por ser da ADSE, já não atende.
É pah, sem palavras.
É que nem a pagar as pessoas vão lá.
Têm de ser do clube que o médico gosta.
Colocado por: marco1não é obrigada a ter acordo direto com a ADSE mas não pode recusar a atender um cliente só por ter ADSE, cobra o que tem a cobrar depois o cliente remete a fatura para a ADSE.
Colocado por: AMG1só que a questão não é a opinião delas ser isenta ou não, provavelmente nenhuma é.Por acaso eu acho essencial saber o quão isenta é ou não uma opinião. No caso do Carlos Cortes, representa uma organização cujos interesses não são exatamente os mesmos que os dos utentes beneficiários do SNS.
Colocado por: HAL_9000Por acaso eu acho essencial saber o quão isenta é ou não uma opinião. No caso do Carlos Cortes, representa uma organização cujos interesses não são exatamente os mesmos que os dos utentes beneficiários do SNS.
Se bem se recorda, a Ordem dos Médicos também se opôs à prescrição por princípio ativo. Alias a OM recorreu a uma providência cautelar para impedir a aplicação da portaria que obriga a essa forma de prescrição, defendendo que a prescrição por princípio ativo punha em causa a segurança do doente.
Ora volvidos mais de 10 anos toda a gente ja oercebeu que a única coisa que foi posta em causa foi o patrocinio que alguns médicos recebiam por parte das farmacêuticas. Não consta que a prescrição por princípio ativo tenha colocado em causa a qualidade do tratamento.
Por isso mesmo é que quando o Carlos Cortes diz que "É impossível melhorar o SNS cortando nas despesas”, não se pode interpretar essa opinião sem ter em conta o papel que desempenha na OM.
O Carlos Cortes poderia por exemplo emitir uma opinião acerca da conduta do seu colega Miguel Alpalhão no Hospital de Santa Maria. Aí sim, seria importante saber a opinião do bastonário da ordem dos médicos. Mas curiosamente sobre esse caso ele nada disse.
Colocado por: HAL_9000Por acaso eu acho essencial saber o quão isenta é ou não uma opinião. No caso do Carlos Cortes, representa uma organização cujos interesses não são exatamente os mesmos que os dos utentes beneficiários do SNS.
Se bem se recorda, a Ordem dos Médicos também se opôs à prescrição por princípio ativo. Alias a OM recorreu a uma providência cautelar para impedir a aplicação da portaria que obriga a essa forma de prescrição, defendendo que a prescrição por princípio ativo punha em causa a segurança do doente.
Ora volvidos mais de 10 anos toda a gente ja oercebeu que a única coisa que foi posta em causa foi o patrocinio que alguns médicos recebiam por parte das farmacêuticas. Não consta que a prescrição por princípio ativo tenha colocado em causa a qualidade do tratamento.
Por isso mesmo é que quando o Carlos Cortes diz que "É impossível melhorar o SNS cortando nas despesas”, não se pode interpretar essa opinião sem ter em conta o papel que desempenha na OM.
O Carlos Cortes poderia por exemplo emitir uma opinião acerca da conduta do seu colega Miguel Alpalhão no Hospital de Santa Maria. Aí sim, seria importante saber a opinião do bastonário da ordem dos médicos. Mas curiosamente sobre esse caso ele nada disse.
Colocado por: HAL_9000Por acaso eu acho essencial saber o quão isenta é ou não uma opinião. No caso do Carlos Cortes, representa uma organização cujos interesses não são exatamente os mesmos que os dos utentes beneficiários do SNS.
Se bem se recorda, a Ordem dos Médicos também se opôs à prescrição por princípio ativo. Alias a OM recorreu a uma providência cautelar para impedir a aplicação da portaria que obriga a essa forma de prescrição, defendendo que a prescrição por princípio ativo punha em causa a segurança do doente.
Ora volvidos mais de 10 anos toda a gente ja oercebeu que a única coisa que foi posta em causa foi o patrocinio que alguns médicos recebiam por parte das farmacêuticas. Não consta que a prescrição por princípio ativo tenha colocado em causa a qualidade do tratamento.
Por isso mesmo é que quando o Carlos Cortes diz que "É impossível melhorar o SNS cortando nas despesas”, não se pode interpretar essa opinião sem ter em conta o papel que desempenha na OM.
O Carlos Cortes poderia por exemplo emitir uma opinião acerca da conduta do seu colega Miguel Alpalhão no Hospital de Santa Maria. Aí sim, seria importante saber a opinião do bastonário da ordem dos médicos. Mas curiosamente sobre esse caso ele nada disse.
Colocado por: NTORION
Mas a falha é da ADSE que estabelece a comparticipação fixa a esses prestadores, por norma baixa, aceitam os que querem volume.
Podemos ir a QQ um sem acordo e mandar a despesa para a ADSE, n é necessário o acordo direto. Claro, suportamos a diferença.
Colocado por: Sandra_ccMais uma deturpação.Onde é que está a deturpação?
A Ordem dos Médicos (OM) não é totalmente contra os medicamentos genéricos, mas opõe-se à substituição automática de medicamentos de marca por genéricos quando o médico não concorda ou quando o paciente já está adaptado a um medicamento específico. A OM argumenta que existem pequenas variações na biodisponibilidade e nos excipientes entre marcas diferentes, o que pode afetar alguns pacientes. No entanto, a OM também propõe que o preço de fármacos com a mesma substância ativa seja igual.
A OM opõe-se à substituição de medicamentos de marca por genéricos sem o consentimento do médico, especialmente em situações onde a troca pode afetar pacientes com tratamentos estáveis ou sensíveis
Colocado por: Sandra_ccOutra deturpação."o relatório da IGAS não foi enviado à ordem" :) Jornalistas e comentadeiros tiveram acesso ao relatório, mas a OM não teve.
Colocado por: Sandra_ccAlém do mais, a citação que aqui coloca (e que não referencia) não se refere especificamente à obrigatoriedade da prescrição por princípio activo, que foi aquilo que eu mencionei. Quanto a isso:
A Ordem dos Médicos (OM) não é totalmente contra os medicamentos genéricos, mas opõe-se à substituição automática de medicamentos de marca por genéricos quando o médico não concorda ou quando o paciente já está adaptado a um medicamento específico. A OM argumenta que existem pequenas variações na biodisponibilidade e nos excipientes entre marcas diferentes, o que pode afetar alguns pacientes. No entanto, a OM também propõe que o preço de fármacos com a mesma substância ativa seja igual.
A OM opõe-se à substituição de medicamentos de marca por genéricos sem o consentimento do médico, especialmente em situações onde a troca pode afetar pacientes com tratamentos estáveis ou sensíveis