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  1.  # 21

    Colocado por: carlosj39"Empresa da família", qual, a Uber, ?
    Não percebi...




    A questão é que falamos muito da uber mas a uber é uma plataforma. A maioria das empresas que usa a uber e lhes paga comissões são familiares sim. E sim são empregos precários. Ao meu cunhado ofereceram o ordenando mínimo para trabalhar 12 horas por dia.
  2.  # 22

    Colocado por: carlosj39"Empresa da família", qual, a Uber, ?
    Não percebi...



    O marido da Cristas é o dono da Uber Portugal.
  3.  # 23

    xiii tanta gente preocupada com precariedade, salarios baixos.....mas na hora de contratarem trolhas para a vossa obra nao querem saber disso para nada.....


    Hipocrisia no seu melhor......
    Concordam com este comentário: Picareta, DR1982, jorgferr, Anonimo16062021
  4.  # 24

    Colocado por: Palhava
    O marido da Cristas é o dono da Uber Portugal.


    http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-10-10-Marido-de-Assuncao-Cristas-desmente-ligacao-a-Uber
  5.  # 25

    Colocado por: luisvvhttp://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-10-10-Marido-de-Assuncao-Cristas-desmente-ligacao-a-Uber


    Claro que nada têm a ver com isto. Os políticos e as suas famílias são conhecidos por nunca terem nada a ver com estes esquemas de legalidade duvidosa.

    A sociedade cada vez mais caminha para monopólios em diversas áreas como a energia, os transportes, a comunicação social etc. O problema não é o conceito da UBER. O problema é a forma como a UBER surge em todo o mundo, criando um impacto nunca antes visto nesta área. É obvio que há forças poderosas por detrás disto. Hoje se calhar ainda é possível controla-las mas como será depois de arrumarem com a concorrência? Depois quem dita as regras?
  6.  # 26

    Colocado por: loverscoutA sociedade cada vez mais caminha para monopólios em diversas áreas como a energia, os transportes, a comunicação social etc. O problema não é o conceito da UBER. O problema é a forma como a UBER surge em todo o mundo, criando um impacto nunca antes visto nesta área. É óbvio que há forças poderosas por detrás disto. Hoje se calhar ainda é possível controla-las mas como será depois de arrumarem com a concorrência? Depois quem dita as regras?


    Tenho a certeza que essa boca não foi para mim, primeiro porque nunca contratei trolhas e segundo porque apenas constatei um facto.
    Apenas contratei um pintor que sem me passar recibo levou em 3 dias bem mais do que o ordenado mínimo isto descontando as tintas.
  7.  # 27

    Colocado por: simples

    Claro que nada têm a ver com isto. Os políticos e as suas famílias são conhecidos por nunca terem nada a ver com estes esquemas de legalidade duvidosa.


    Last time i checked a propriedade das empresas é publicamente conhecida.
  8.  # 28


    A sociedade cada vez mais caminha para monopólios em diversas áreas como a energia, os transportes, a comunicação social etc.


    IMHO, está redondamente enganado. Os monopólios na energia estão presos por arames, leia-se legislação que os sustenta. A UBER é um dos inúmeros serviços que vieram romper o mercado condicionado dos táxis, mas é duvidoso que sejam um formato definitivo e que alguma vez possam ter algo como um monopólio.


    O problema não é o conceito da UBER. O problema é a forma como a UBER surge em todo o mundo, criando um impacto nunca antes visto nesta área. É obvio que há forças poderosas por detrás disto. Hoje se calhar ainda é possível controla-las mas como será depois de arrumarem com a concorrência? Depois quem dita as regras?


    Quando os motoristas da UBER começarem a vender licenças, talvez o problema se ponha.
  9.  # 29

    Colocado por: tc82

    Tenho a certeza que essa boca não foi para mim, primeiro porque nunca contratei trolhas e segundo porque apenas constatei um facto.
    Apenas contratei um pintor que sem me passar recibo levou em 3 dias bem mais do que o ordenado mínimo isto descontando as tintas.


    e eu tenho a certeza que nao escrevi o que citou...
  10.  # 30

    Colocado por: luisvvIMHO, está redondamente enganado. Os monopólios na energia estão presos por arames, leia-se legislação que os sustenta. A UBER é um dos inúmeros serviços que vieram romper o mercado condicionado dos táxis, mas é duvidoso que sejam um formato definitivo e que alguma vez possam ter algo como um monopólio.


    Sabe bem que não me estou a referir aos monopólios estatais que praticamente já nem existem. Esses também tinham os seus "senãos" mas tinham a particularidade de pertencer a todos. Os monopólios de nova geração pertencem a meia dúzia de pessoas que têm tanto dinheiro que acabam por abafar a concorrência através de uma marketing agressivo e poderoso.


    Quando os motoristas da UBER começarem a vender licenças, talvez o problema se ponha.


    Vender licenças para quê se podem dominar o mercado e ditar as regras? Acredito é que a UEBR dentro de pouco tempo comece a comprar licenças de empresas de TAXIS. Não para as explorar mas para as extinguir.
  11.  # 31

    Colocado por: simples

    Vender licenças para quê se podem dominar o mercado e ditar as regras? Acredito é que a UEBR dentro de pouco tempo comece a comprar licenças de empresas de TAXIS. Não para as explorar mas para as extinguir.


    disso nao tenho conhecimento..... mas sei de "taxistas" a aderirem à UBER..... inclusive o "master taxista" de Portugal, que tantas manifs faz contra a UBER.... aquele que controla todo o negocio em territorio nacional!
  12.  # 32

    É uma pergunta sincera ou irônica?
    Eu não vejo qual o problema. Voçe se tiver uma empresa não a pode vender? Ou vender os seus bens?


    Supostamente as licenças são atribuídas pela Câmara Municipal, ou seja apenas são atribuídas novas licenças caso não esteja o máximo de licenças atingido e o preço a pagar é irrisório comparado com o apresentado nos exemplos que mencionei. Agora é óbvio que pode e deve vender os bens (carros) se tencionar abdicar da profissão, assim como deverá informar a Câmara Municipal da desistência do alvará para que o mesmo seja atribuído a quem pretenda exercer a actividade de taxista.
    Apenas levantei uma questão, dado que aqui à uns tempos passou na televisão acerca do assunto.
    Não tenho nada contra taxis nem Ubers, até porque não entro em nenhum taxi há muitos anos e também nunca utilizei nenhum Uber (até porque na terrinha não existe).
  13.  # 33

    Aproveitando o tópico ( para não estar a abrir um novo), se eu tiver um alojamento local e quiser dar opção aos inquilinos de lhes dar uma viatura de aluguer como opção complementar o melhor é fazer uma parceria com uma empresa rent-a car ( isto porque tenho 2 casas que estou a pensar passar do arrendamento tradicional para o local),ou comprar 2 viaturas minhas mas que lhes faça contrato de aluguer com seguros proprios? E neste caso se eles provocarem um acidente ou tiverem uma multa por excesso de velocidade serei eu a arcar com isso?

    Ou o melhor é esquecer isto para não ter chatices, e falar-lhes em se precisarem de um carro que chamem um taxi ou um uber ou então aluguem um num rent a car?


    Colocado por: loverscout

    disso nao tenho conhecimento..... mas sei de "taxistas" a aderirem à UBER..... inclusive o "master taxista" de Portugal, que tantas manifs faz contra a UBER.... aquele que controla todo o negocio em territorio nacional!
  14.  # 34

    Tem que se informar acerca de como funciona o seguro automóvel para acidentes quando o condutor não é o proprietário da viatura e é estrangeiro.
  15.  # 35

    Agradeço a observação, tinha tb.a esperança que alguém com um alojamento local que tivesse esta situação (e pelo que vi no airbnb há bastantes, sobretudo com casas no distrito de Lisboa com poucos transportes públicos) viesse aqui relatar o processamento e os problemas das coisas...


    Colocado por: ParamonteTem que se informar acerca de como funciona o seguro automóvel para acidentes quando o condutor não é o proprietário da viatura e é estrangeiro.
  16.  # 36

    Colocado por: smst

    Supostamente as licenças são atribuídas pela Câmara Municipal, ou seja apenas são atribuídas novas licenças caso não esteja o máximo de licenças atingido e o preço a pagar é irrisório comparado com o apresentado nos exemplos que mencionei. Agora é óbvio que pode e deve vender os bens (carros) se tencionar abdicar da profissão, assim como deverá informar a Câmara Municipal da desistência do alvará para que o mesmo seja atribuído a quem pretenda exercer a actividade de taxista.
    Apenas levantei uma questão, dado que aqui à uns tempos passou na televisão acerca do assunto.
    Não tenho nada contra taxis nem Ubers, até porque não entro em nenhum taxi há muitos anos e também nunca utilizei nenhum Uber (até porque na terrinha não existe).


    Isso do barato ou caro é outra história. Mas se voçe tem uma licença e sabe que a pode passar por 100 mil euros vai devolve-la à Câmara. Tanto quanto sei vender ou passar ou seja lá o que se faz acho que não é ilegal. Se voçe tiver uma empresa de taxis também a pode vender. As licenças chegam a estes valores porque é a única forma de exercer a profissão. Não sei se existe algum taxista no activo em Lisboa ou Porto que tenha obtido a licença na Câmara. Aos anos que não são emitidas novas.

    Agora esquemas manhosos hà muitos e o presidente da Antral é o primeiro a te-los.
    Concordam com este comentário: skypt
  17.  # 37

    Colocado por: loverscout

    e eu tenho a certeza que nao escrevi o que citou...


    Pois tem e com razão não me pergunte como é que o fiz pq nao sei.
    A citação era mais esta:
    "xiii tanta gente preocupada com precariedade, salarios baixos.....mas na hora de contratarem trolhas para a vossa obra nao querem saber disso para nada....."

    Mas isto também para mim é um não assunto.
  18.  # 38

    Ja usei a aplicação Mytaxi o equivalente da Ubber para taxis e correu muito bem, rápidos a chegar e não foi caro!
  19.  # 39


    Sabe bem que não me estou a referir aos monopólios estatais que praticamente já nem existem. Esses também tinham os seus "senãos" mas tinham a particularidade de pertencer a todos.

    Já escrevi isto algures, mas repito: sem imposição legislativa, os monopólios não resistem. A energia é um óptimo exemplo, porque estou convicto que daqui a meia dúzia de anos estaremos aqui a discutir os malvados UBERs da electricidade, que nos oferecerão soluções disruptivas e com potencial para abanar as EDPs da vida.


    Os monopólios de nova geração pertencem a meia dúzia de pessoas que têm tanto dinheiro que acabam por abafar a concorrência através de uma marketing agressivo e poderoso.

    Um mito curioso. Nokia, Kodak, IBM e tantas outras que em algum momento foram julgadas como gigantes demasiado grandes, já cá não estão. Uber? Quem sabe onde estará daqui a 5 ou 10 anos..


    Vender licenças para quê se podem dominar o mercado e ditar as regras? Acredito é que a UEBR dentro de pouco tempo comece a comprar licenças de empresas de TAXIS. Não para as explorar mas para as extinguir.


    Só se alguém limitar por via administrativa a entrada no mercado...
  20.  # 40

    Quem sabe se daqui a 5 ou 10 anos a Nossa Senhora não estará em cima de uma palmeira.
 
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