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  1.  # 21

    Colocado por: PoisÉA que eu gostei mais: "1.250 milhões para garantir a habitação a 26 mil famílias".

    Dá 48.000€ por família.
    Como é que se garante habitação por 48.000€ por família?


    Bungalows, o meu vizinho comprou 2 para alugar xD 14k€ cada um.
  2.  # 22

    O problema não é a falta de casas. Já há casas a mais.
    Concordam com este comentário: AlbertoBras, Pedro Barradas
  3.  # 23

    Acho piada ao estado se meter a fazer concorrência aos privados pois se vai criar habitação social essas pessoas vão deixar de pagar renda, partindo do princípio que neste momento não estão debaixo da ponte, em qualquer zona.que o estado crie habitação social a mais estraga o mercado pois os privados vão ter uma concorrência desleal que vai fumentar o trabalho não declarado pois muitos para não perderem o cartão de pobre vão preferir viver de biscates ou não trabalhar.

    Habitação social faz falta, mas controlada e devidamente fiscalizada.

    Quanto às pontes acho piada fazer pontes no **** de Judas quando ainda não acabaram a ligação do alto minho a Espanha, falta de cerveira para a frente, mas se acabassem ficavam com a A3 totalmente às moscas.

    O que interessa é entreter os amigos do sistema.
    Concordam com este comentário: smart
  4.  # 24

    Estava a ver as noticias e a pensar o mesmo..fazer pontes no meio de nenhures para beneficiar meia dúzia..

    E gostei do que o pessoal lá de Bragança disse..é importante a ligação porque assim ficam mais perto de Espanha e do TGV..ou seja, fazemos uma ligação para potenciar o consumo em Espanha..

    Se querem potenciar o interior acabem com as portagens nas estradas que já foram feitas..muitas vezes acabo por não ir "fazer turismo" para o interior porque as estradas secundárias estão boas mas demoram 30 anos a chegar a algum lado e as vias rápidas são caríssimas..

    Melhorem as ligações ferroviárias, uma pessoa mete-se num instante em Lisboa (ou até no Algarve) mas ou se demora horas ou simplesmente não existe ligação ferroviária para cidades grandes do interior..(p.e. Viseu).

    Criem sistemas de transportes públicos eficientes, porque só existem em Lisboa e Porto, o resto é deserto..

    Criar apoios para a formação de empresas para criar emprego e dinamizar a economia, é preciso criar tecido empresarial e não estar dependente de grandes empresas multinacionais que hoje estão aqui e amanhã foram para Marrocos porque custava metade;

    Apoiar a modernização das empresas nacionais para serem mais competitivas e apostar na formação dos gestores/gerentes das PMEs que muitas vezes não têm ideia do que estão a fazer..

    Apoiar o empreendedorismo dos que estão desempregados mas que têm algum conhecimento que possa ser válido em conceito de mercado..

    É preciso apostar no reforço das infraestruturas que temos (e não andar por ai a fazer pontes no **** de judas) e apostar/apoiar a produção nacional..

    Infelizmente isto vai ser mais dinheiro deitado pelo cano.
  5.  # 25

    Fartam-se de anunciar subsídios e isso não ajuda ninguém.

    A esquerda bem acha que sim, mas provei desse veneno este ano e diga-se, quem é que quer trabalhar quando ganha mais em casa?
    Em 10 meses do ano, estive 1 mês em isolamento profilático (porque trabalhava em Ovar), onde ganhei mais 150€ do que se estivesse na empresa.., quase 3 meses de layoff, é verdade que são 66%, mas para quem tem a vida bem orientada e as despesas controladas, vive-se muito bem com esses 66%..então contando que quase não descontei e não gastei combustível, talvez ainda tenha dado lucro..ainda fui de férias durante o layoff, logo nem férias gastei xD..

    Acho que já entenderam o tema..se ganho tanto ou mais sem trabalhar, para quê procurar trabalho?
    Vejo isto diariamente aqui na minha vizinhança. Em 27 anos de vida nunca os vi trabalhar, nunca..este ano percebi porquê.

    Enquanto se achar que melhoramos as condições de vida com subsídios em vez de potenciar o emprego..isto não sai da cepa torta.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, pcspinheiro, NLuz, RRoxx, eu, desofiapedro
  6.  # 26

    Também conheço quem há décadas viva de subsídios à agricultura. Devem ter hectares de estufas abandonadas às moscas, resultantes de apoios sucessivos, mas neste último quadro de apoio toca a fazerem ainda mais um campo inteiro todo a estufas. Também terraplanaram uma mata para plantar mirtilos e depois deixaram aquilo ao abandono a crescer erva. Enfim... Devem meter ao bolso € suficientes com a "implementação" e depois de feito e inspeccionado, abandona-se.
  7.  # 27

    Colocado por: rjmsilvaO problema não é a falta de casas. Já há casas a mais.

    Isso é... discutível.

    Não se pode dividir o número de casas pelo número de habitantes ou vice-versa e dizer simplesmente que há casas a mais.
    Essas casas estão onde são precisas?
    Estão todas em condições de habitabilidade? Quantas casas o são na estatística e na prática não são?
    Quantas estão fechadas porque não há segurança no arrendamento?
    Quantas não são colocadas no mercado porque as restrições burocráticas são mais que muitas, preferindo os seus proprietários deixa-las ruir?

    Na minha opinião, é preferível aumentar a oferta a limitar a liberdade das pessoas (proibir construções, limitar ou condicionar habitação em densidade, proibir/taxar segundas habitações, taxar casas abandonadas, etc.).

    Na Ericeira se calhar existem "casas a mais" - é quase tudo segunda habitação.
    No concelho de Lisboa, se calhar não.
    Vamos contar com essas casas na Ericeira para dizer que existem casas a mais? Queremos limitar a segunda habitação?
    Concordam com este comentário: RRoxx
  8.  # 28

    Colocado por: PoisÉNo concelho de Lisboa, se calhar não.


    E porque faltam casas em Lisboa?

    Porque é que o Estado não pega em meia dúzia de ministérios e serviços públicos e os espalha pelo país?
    Concordam com este comentário: Nostradamus
    • AMVP
    • 29 setembro 2020

     # 29

    Colocado por: rjmpires
    Pedonal e ciclável!

    Concordo desde que tenha uma faca para peões outra para bicicletas, senão vai correr mal.
  9.  # 30

    Colocado por: AMVP
    Concordo desde que tenha uma faca para peões outra para bicicletas, senão vai correr mal.

    2 para cada que é para não haver colisões frontais!
    Concordam com este comentário: AMVP
    • smart
    • 30 setembro 2020 editado

     # 31

    Colocado por: rjmsilva

    E porque faltam casas em Lisboa?

    Porque é que o Estado não pega em meia dúzia de ministérios e serviços públicos e os espalha pelo país?
    Concordam com este comentário:Nostradamus


    hum..
    oh, man..
    são camiões de aviões a chegarem carregados dos PALOPS e outros de muitos outros paises, com vistos de turista..
    acabada a validade muitos ficam por cá...
    nunca viram este filme noutras paragens?
    Francias,
    Reino desunido
    Ispanha ...
    têm de morar em algum lado..
    muitos em 4 em cada quarto..
    ainda havemos de lhes dar casa...
    Nascendo um filho cá, ainda se tornam Tugas...
  10.  # 32

    Colocado por: PoisÉNa minha opinião, é preferível aumentar a oferta a limitar a liberdade das pessoas (proibir construções, limitar ou condicionar habitação em densidade, proibir/taxar segundas habitações, taxar casas abandonadas, etc.).


    E porque não expropriar quem tem mais que uma casa e oferecer aos mais pobres?

    E porque não expropriar quem tem mais que um carro para dar aos mais pobres?

    E porque não tiramos o dinheiro do banco a quem tem dinheiro a mais, para dar aos mais pobres?


    Essas casas estão onde são precisas?

    Agora que está na moda quer todo mundo viver nos centros das cidades, quando á poucos anos esses mesmos centros estavam totalmente ao abandono, tiverem que vir os de fora valorizar para nós começarmos a dar valor.
    • smart
    • 30 setembro 2020 editado

     # 33

    hum
    e os mais pobres se trabalhassem e poupassem para ter alguma coisa?
    existe muito boa gente a trabalhar 300 horas por mês para ter alguma coisa...
    já o fiz durante muitos anos..
    quem tem mais do que uma casa não é rico
    o socialismos é s+o quando convem
    o que é meu é meu
    o que é teu é nosso....
  11.  # 34

    Colocado por: smarte os mais pobres se trabalhassem e poupassem para ter alguma coisa?


    Mas deixavam de ser pobres, e ser pobre em Portugal é um privilegio, já viu o que perdiam se deixassem de ser pobres.

    Perdiam casa de graça
    Perdiam RSI
    Perdiam os benefícios da escola para os filhos
    Perdiam isenção das taxas moderadoras

    è caso para dizer que só custa chegar a pobre, para além de Portugal ser um país em que é socialmente aceitável ser pobre porque se quer, o estado se não andasse durante décadas a ajudar quem não merece e a pagar as mordomias de alguns, hoje se calhar tínhamos liquidez para fazer frente ao que vem aí.
    Concordam com este comentário: smart, SS1128
    • MVA
    • 30 setembro 2020 editado

     # 35

    Colocado por: PoisÉA que eu gostei mais: "1.250 milhões para garantir a habitação a 26 mil famílias".

    Dá 48.000€ por família.
    Como é que se garante habitação por 48.000€ por família?


    Não me parece de todo descabido.
    O custo médio de construção de um apartamento de habitação social anda abaixo dos 500 euros/m2.
    48.000€ dá para construir um apartamento de 100 m2 num bairro social, portanto os valores propostos até fazem sentido.

    Há que ver que o governo não paga taxas e taxinhas de construção, nem licenças nem IVA.
    E provavelmente falamos de habitações que irão ser construídas em terrenos públicos.
    • MVA
    • 30 setembro 2020

     # 36

    Colocado por: rjmsilvaHá muito mais casas que agregados familiares. Baixem mas é o imposto sobre o arrendamento que o mercado é inundado de casas, o que metia os preços das rendas cá para baixo.


    O imposto até poderia ser zero que o mercado não seria inundado de casa como você refere.

    O que faria o mercado ser inundado de casas era o senhorio ter a garantia de, caso o inquilino falhasse 1 unica renda que fosse, ao fim de 1 dia o sistema judicial garantia que o inquilino ia imediatamente para a rua.
    Concordam com este comentário: pcspinheiro
  12.  # 37

    Ou seja a solução para a crise passa por construir mais bairros sociais nas grandes cidades, criando com isso mais guettos e antros de criminalidade...
    • MVA
    • 30 setembro 2020

     # 38

    Colocado por: Ajnt1985Ou seja a solução para a crise passa por construir mais bairros sociais nas grandes cidades, criando com isso mais guettos e antros de criminalidade...


    Não. A solução passa por construir bairros de renda económica para a classe média e média-baixa.
    Foram uma excelente solução no tempo do Salazar (por exemplo o bairro de Alvalade).

    Um bairro social é um bairro onde são colocadas pessoas de classe baixa, maioritariamente com antecedentes criminais e num local isolado da sociedade (normalmente em zonas limitrofes dos municipios).

    Um bairro de renda económica é dirigido para quem não tem antecedentes criminais. É construido em pleno centro das cidades juntamente com uma panóplia de infraestruturas (escolas, centro de saúde, comércio, transportes, etc.). São casas modestas, mas bem localizadas e habitadas por gente de bem.
    • MVA
    • 30 setembro 2020

     # 39

    Colocado por: rjmsilva

    E porque faltam casas em Lisboa?

    Porque é que o Estado não pega em meia dúzia de ministérios e serviços públicos e os espalha pelo país?
    Concordam com este comentário:Nostradamus


    Isso já foi tentado com o Infarmed e obviamente que não resultou.
    Ao deslocar o ministério ou serviço público para outra zona do país, obriga a deslocar os funcionários.
    Suponha que você trabalha em Lisboa no ministério da agricultura e agora de repente o governo decide que o ministério deve ir para Bragança. Você ou aceita ou é despedido. Se aceita, o seu conjugue como faz? Pede o divórcio e fica em Lisboa? Ou despede-se do emprego que tem em Lisboa para acompanhar a sua mudança para Bragança?
  13.  # 40

    Colocado por: MVAUm bairro de renda económica é dirigido para quem não tem antecedentes criminais. É construido em pleno centro das cidades juntamente com uma panóplia de infraestruturas (escolas, centro de saúde, comércio, transportes, etc.). São casas modestas, mas bem localizadas e habitadas por gente de bem.

    Trabalho ao lado de um desses bairros, vejo lá muito carro topo de gama, e a maior parte está arrendada em quartos para estudantes, porque está ao lado de uma instituição de ensino superior.
 
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